Crônica Autista
Um apanhado do noticiário sobre autismo e autistas.
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Livro: Vencendo o Autismo - A Menina sem Estrela.
De: Yvonne Meyer Falkas.

Relato da vida de Sheila, filha da autora, e de como a família tem convivido com o autismo. Um testemunho de como foram vencidas etapas com múltiplas adversidades, e suas conquistas. Um apanhado geral sobre o que vem a ser o Autismo, as supostas origens e causas e os preconceitos existentes.

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Domingo, Fevereiro 17, 2008

Manejo Humanitário - Temple Grandin



A Revista Globo Rural publicou artigo sobre o manejo humanitário do gado em seu número de fevereiro/2008, inclundo filmes da técnica, ao estilo da dra. Temple Grandin.

Manejo humanitário
http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1671836-5809,00.html

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 17.2.08

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Governo retira ensino especial a deficientes

| Diário Digital | 15/2/2008 |

O Ministério da Educação está já a rejeitar o encaminhamento de alunos com deficiências várias para as escolas de ensino especial, pondo assim um ponto final no financiamento integral à permanência destas crianças em colégios especializados.

Segundo avança a edição desta sexta-feira do Diário de Notícias, caso os pais insistam em colocar no ensino especial os seus filhos - que não encaixem na nova definição restritiva de deficiência - terão de pagar do seu próprio bolso mensalidades que rondam em média os 360 euros mensais.
A nova orientação, que, segundo o DN apurou, está a ser seguida, nomeadamente pela Direcção Regional de Ensino de Lisboa (DREL), decorre da aplicação da nova lei, em vigor deste Janeiro, que redefine os apoios especializados a prestar a crianças com necessidades educativas especiais permanentes.

A ideia central do novo diploma é fomentar a integração das crianças com certas deficiências nas escolas do ensino regular, onde poderão receber pontualmente apoio educativo especial, assegurado por professores com formação específica.

Para o chamado ensino especial só serão encaminhados os alunos com deficiências particulares, de acordo com uma definição ambígua, que muitos professores consideram de difícil compreensão: «Alunos com limitações significativas ao nível da actividade e da participação num ou vários domínios da vida decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caracter permanente .»

Acontece que, como disseram ao DN pais e professores de ensino especial, crianças com síndrome de Dawn, paralisia cerebral ou défices cognitivos passarão a estar integrados no ensino regular. O mesmo não acontecerá com crianças, surdas, cegas ou autistas.

Por tudo isto, mas não só, a reforma do ensino especial está a gerar fortes protestos.

Tanto os pais de alunos com deficiência como os colégios de ensino especial e os próprios professores do ensino regular manifestam receios de que a pretensa inclusão dos alunos com deficiência possa, afinal, resultar em exclusão.

Para chamar a atenção para estes problemas acabou de ser constituído um movimento, a Plataforma de Pais pelo Ensino Especial, que critica o facto de na nova definição de deficiência que requer ensino especial «não estarem previstas as perturbações do desenvolvimento, a deficiência mental e as perturbações da personalidade e do comportamento».

«Isto é preocupante, pois quase todos os pais que tiveram os seus filhos no ensino regular perceberam que, por falta de apoio específico, eles não progrediram», disse ao DN Fátima Quintas, um dos membros daquele movimento. E aponta o caso de uma menina com um défice cognitivo, cuja idade não corresponde à idade mental, que foi ficando no ensino regular até à 4ª classe, mas começou a regredir e a sentir-se infeliz, pois ninguém queria brincar com ela.

De resto, também os professores do ensino regular, com a área da deficiência, têm sérias reservas quanto às vantagens do novo modelo: «Esta reforma vai sobretudo limitar o número de alunos a ser apoiado pelo ensino especial», disse ao DN um professor da Escola Marquesa de Alorna.

«Somos nós que temos de classificar os alunos, de acordo com uma classificação internacional de funcionalidades, que, para além de não ser adequada, ninguém percebe», sublinhou.

Governo retira ensino especial a deficientes
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=61&id_news=318801

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 17.2.08

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Autistas precisam de mais professores

| A Tribuna | Criciúma, SC, 16/02/2008 |

A única entidade que atende autistas em toda a região Sul do Estado [de Santa Catarina] deve contar em breve com mais professores em seu quadro funcional. O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional em Criciúma, Acélio Casagrande, comprometeu-se em buscar formas legais de remanejar professores do Estado para atender à Associação dos Autistas (AMA) que funciona no bairro São Cristóvão em Criciúma.

Autistas precisam de mais professores
http://www.atribunanet.com/home/site/ver/?id=64994

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 17.2.08

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Cuba estuda inserção de autistas no mercado de trabalho

| AFP | 11/2/2008 |

HAVANA (AFP) —
Cuba estuda um programa de inserção no mercado de trabalho de autistas que, após freqüentarem escolas especializadas, estejam aptos a alcançar um nível de desenvolvimento que permita realizar algum tipo de atividade social, informaram nesta segunda-feira especialistas do setor.

A diretora da Escola Especial "Dora Alonso", em Havana, Imilla Campo, afirmou que essa possibilidade começou com o caso Julio Marchan, de 19 anos, que entrou na instituição em 4 de janeiro de 2002, quando foi fundada.

"Depois de vários anos na escola, alcançou um nível de desenvolvimento que o capacitou a trabalhar aqui como jardineiro", explicou à AFP.

Enquanto varre as folhas que caem das árvores na entrada da escola, o jovem cumprimenta as pessoas e responde "estou bem".

A escola, que conta com 42 educadores para 55 alunos, é gratuita como todo o sistema educativo. Outra escola similar foi criada em 2004 em Santiago de Cuba.

Computação, instrumentos musicais e jogos em pequenos parques de diversão são empregados para atender as crianças que sofrem de um transtorno cujas causas, segundos os especialistas, ainda não são totalmente entendidas.

Cuba estuda inserção de autistas no mercado de trabalho
http://afp.google.com/article/ALeqM5gR6BhdR1iA_zi-7m7Q-RxUDJ5KbQ

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 17.2.08

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