Sexta-feira, Agosto 31, 2007
Grupos de apoio ajudam pais na sua luta
| Benita Zahn | WNYT - Albany,NY,USA | 30/08/2007 |
Muita coisa tem sido dita sobre o autismo. Uma delas é que está aumentando - os Centros de Controle de Doenças fala em 1 caso a cada 150 crianças.
Essa desordem afeta três áreas: comunicação, sociabilização e respostas ao ambiente.
Embora a severidade da condição varie muito, uma coisa é constante: os pais precisam de ajuda.
-"Ter alguém com quem falar já faz muita diferença" - diz Annie Givacheski.
Ela sabe o que diz. Quando seu filho Joe nasceu, há 17 anos, não havia apoio algum; só foi aparecer quando o menino tinha 4 anos. Annie gostaria que houvesse mais programas para depois da escola e casas de apoio para os garotos viverem quando se formassem. Isso é algo que ela e outros pais da Associação de Autismo discutem.
Uma coisa, pelo menos, a associação trouxe de bom: o programa especial
"aprenda a montar" abriu o mundo para Joe neste verão.
-"Em três dias ele aprendeu a andar de bicicleta. Passei um tempão tentando e ele aprendeu em três dias! Sei que ele já é grande, mas foi uma grande, grande conquista para mim, como o primeiro passo de um bebê! Ele adora pedalar. Agora podemos fazer algo juntos, como uma família", comemora Annie.
No dia 16 de setembro a Associação fará uma caminhada e uma corrida para arrecadar fundos para que programas como o
"Aprenda a Montar" continuem e pais como Annie possam ter um lugar onde aprender a defender os direitos de seus filhos.
-"Joe é só um garoto. Toma algumas iniciativas, mas não é sempre que consegue chegar e pedir 'Quer brincar?' A gente pode ter de fazer isso por ele, para fazê-lo participar, mas ele é mesmo um grande garoto!" diz sua mãe.
Support group helps families cope with autism
BURNT HILLS - There's been much discussion about the increase in autism. The latest figures from the Centers for Disease Control show one in 150 children in America is diagnosed with autism.
The neurological disorder affects three major areas of development -- communication, social and environmental responses.
While the severity of the condition can vary significantly, one thing is constant -- the parents need support.
"Just having someone to talk to that knows what you're going through makes a big difference," said Annie Givacheski of Burnt Hills.
Givacheski knows about feeling alone. When her son Joe was born 17 years ago there was no local support group. It wasn't organized until Joe turned 4.
Givacheski wishes there were more after school programs for children with autism and group homes for those kids to move into as they age out of school. That's something she and other parents involved with the Autism Society discuss.
But one thing's for sure, the society has had quite an impact on Givacheski's family. A special "learn to ride" program this summer opened Joe's world.
"In three days he learned how to ride a bike. And I was trying for the longest time and he did it in three days," Givacheski said. "For me, I know he's older, but it was a big, big deal for me. Just like a baby taking his first step."
"He loves going for a bike ride. Now we can do something as a family, altogether," she added.
The cause of autism isn't completely understood. The CDC says it's believed a combination of genetic and environmental factors play a part.
On Sept. 16 the Autism Society is sponsoring a walk and run at Schenectady's Central Park to raise funds so programs like the "learn to ride" continue - and so parents like Givacheski have a place to go and learn how to support their children, so they have a voice to advocate for their kids and so they can help educate us about their children.
"Joe is a kid," Givacheski said. "He may take some initiating. He may not always come up to you and say 'Want to play?' You may have to do that to get him to engage with him, but he's a really great kid."
Support group helps families cope with autism - REPORTAGEM DE TV DISPONÍVEL NESTE LINK
http://wnyt.com/article/stories/S181733.shtml?cat=300
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 31.8.07
Você pode comentar aqui:
Quinta-feira, Agosto 30, 2007
Londrina: escola municipal para autistas pode fechar
| TV Paranaense | 29/8/2007 |
A única escola que atende crianças autistas em Londrina, interior do Paraná, está ameaçada de fechar porque duas vizinhas reclamaram do barulho que os sete alunos fazem. A Prefeitura, que contribui com recursos financeiros para mantê-la, definiu o prazo de dez dias para que a escola se mude para outro local.
O Ministério Público está avaliando a possibilidade de entrar na Justiça contra as duas vizinhas e mais a prefeitura. O Secretário Municipal de Fazenda, Wilson Sella, diz que a escola precisará entrar com recurso na Prefeitura e contar com o aval de todos os vizinhos, dando a ela o mesmo critério adotado para bares e postos de gasolina.
Para assistir à reportagem,
clique aqui
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.8.07
Você pode comentar aqui:
I Bate-Papo Inclusivo dos Amigos de Autistas.
Encontro de pais, parentes, amigos , educadores, médicos e terapeutas ligados ao Autismo e a Inclusão do mesmo.
Um bate-papo que visa abordar temas como: Conceitos dos Transtornos de Desenvolvimento (TID), Síndrome de Asperger ,Inclusão(Escolas Regulares e Sociedade), Saúde, Educação, Terapias, Método de Trabalho e Legislação.
Data: 01/09/2007
Hora: 09h00 às 11h00
Local: Colégio Recanto do Fazer - COOEDUCAR
Rua: Afrânio Peixoto nº99 - Centro - Nova Iguaçú (RJ)
Inscrições gratuitas.
Pedimos a colaboração com um prato de salgado ou doce e refrigentes para um lanche comunitário no final do bate-papo.
Responsáveis: Wanya Leite - Mãe (21) 8600-5253
Renata Araujo - Pedagoga (21) 8781-9573
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.8.07
Você pode comentar aqui:
Projeto de Lei estabelece número de alunos em sala de aula
| Radio Fandango | Cachoeira do Sul, 29/08/2007 |
Estabelecer limite máximo para o número de alunos por sala de aula nas escolas públicas e privadas do Rio Grande do Sul é o que deseja o deputado estadual Kalil Sehbe (PDT), através do Projeto de Lei 293/2007. A matéria determina ainda qual deve ser o tamanho e a infra-estrutura mínima das salas de aula. O PL recebeu apoio de representantes da Associação dos Orientadores Educacionais/RS e da Associação Brasileira de Psicopedagogia do Rio Grande do Sul.
O projeto determina que turmas de 1ª à 4ª série do Ensino Fundamental deverão ter no máximo 25 alunos; de 5ª à 9ª série, 30 alunos; e no Ensino Médio, 35. De acordo com a justificativa ao PL, a matéria reforça ainda um parecer do Conselho Estadual de Educação, que prevê espaço mínimo de 1,20m² por aluno na sala, além de exigir que o local ofereça ao estudante condições de visualização do quadro, arejamento, luminosidade e infra-estrutura para receber equipamentos de apoio pedagógico. A intenção do deputado é que o próprio Conselho Estadual de Educação acompanhe o desempenho e a normatização dessa futura lei.
"Fui ao encontro da comunidade escolar e ela queria o estabelecimento de um número máximo de alunos por sala de aula, para se ter um aprendizado de qualidade. Nós nos inspiramos também em São Paulo e no Paraná, onde isso já é lei", explica o deputado. Kalil Sehbe ainda acrescenta: "o objetivo é impedir o número excessivo de estudantes nas salas de aula, contribuindo para elevar o padrão de qualidade escolar e o rendimento do aluno. Além disso, o projeto pretende colaborar para um melhor desempenho profissional do educador". O parlamentar pedetista lembra que depois da lei votada, existe um prazo para que as escolas se adaptem.
Apoios técnicos
A presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia/RS, Fabiani Portella, considera adequados os limites de números de alunos por sala de aula estabelecidos pelo projeto de lei, com base nas recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Para Fabiani, classes com até 50 alunos comprometem a aprendizagem do estudante e até a saúde do professor. "Na visão da pedagogia e da própria psicopedagogia, isto não é um bom aliado para o processo de ensino-aprendizagem. O aumento do número de alunos vai acabar ocasionando o adoecimento do professor, que não vai suportar dar conta de atender turmas tão grandes’, avalia.
A representante da Associação dos Orientadores Educacionais do Rio Grande do Sul, Clarissa Szadkoski, também apóia o projeto do deputado Kalil Sehbe (PDT). "A partir do momento em que venhamos a ter um número enorme de alunos em sala de aula, aí vai se gerar conflitos, certamente. Não só conflitos de indisciplina, mas dificuldades de aprendizagem, em função do grande número de alunos".
Clarissa destaca ainda outro aspecto que deve ser levado em consideração no momento do estabelecimento das turmas.
"Dificilmente hoje, no Rio Grande do Sul, nós temos uma sala de aula que não tenha um aluno com necessidade especial. Seja qual for, pode ser apenas o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, que é uma coisa mais simples, como alunos com baixa visão, deficiência auditiva, paralisia cerebral, autistas, down e inúmeras outras síndromes", afirma.
A orientadora educacional acrescenta que o Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul já regulamentou, através de um parecer, quais são os limites de números de alunos em salas com a presença de estudantes especiais. A limitação é ainda mais rígida nesses casos.
"Pode haver três alunos com necessidades especiais semelhantes por turma, com lotação máxima de 20 alunos para a pré-escola, 20 alunos para os anos iniciais do ensino fundamental e 25 alunos nos anos finais do ensino fundamental", completa.
http://www.radiofandango.com.br/archive/valor.php?noticia=5795
Projeto de Lei estabelece número de alunos em sala de aula
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.8.07
Você pode comentar aqui:
Segunda-feira, Agosto 27, 2007
A menina que deseja se ajustar
| Anne Hart | Savannah Now | Local News | 26/8/2007 |
A colunista Anne Hart escreve sobre uma criança com a síndrome de Asperger. Para essa garotinha, voltar à escola significa voltar a sofrer humilhações.
Pergunte a Azrael DuBose do que ela mais tem medo quando pensa em voltar às aulas e ela responderá: o
bullying.
Pergunte qual seu maior desejo e a resposta é igualmente dolorosa:
-
"Que aqueles meninos aprendessem mais sobre autismo e parassem de fazer gozação".
Azrael é apenas mais uma menininha graciosa. Ela tem sardas, um cachorrinho que adora e uma irmãzinha que gosta de seguir. Mas Azrael também tem uma desordem chamada síndrome de Asperger, uma forma de autismo que torna difícil adquirir habilidades sociais que vêm naturalmente para a maioria das pessoas.
Azrael tem sido caçoada tão cruelmente que chega em casa em lágrimas. Ela prefere ficar com sua família ou com adultos do que com crianças.
Os insultos das crianças incluem perguntar o antiquado
"Onde você nasceu, em Júpiter?", chamá-la de
"palavra com B" (na verdade,
"bitch": cadela), espalhar boatos ou simplesmente isolá-la.
Azrael e seus pais, Christy e Randy, concordaram em dividir a sua história na esperança de aumentar a aceitação das crianças com autismo, especialmente os aspérgueres.
Quanto mais o tempo passa, mais difícil fica para Azrael se ajustar.
Eis porque Azrael participou de um grupo de desenvolvimento de habilidades sociais criado para ensinar habilidades do dia-a-dia como entrar em um simples conversação, lidar com o
bullying e, mais importante, como fazer amigos. A meta é diminuir o isolamento e a ansiedade.
O próximo curso de 8 semanas, organizado por
The Mindspring Center e
The Matthew Reardon Center, começa em 8 de setembro. O grupo terapêutico é baerto a todas as crianças com distúrbios de comunicação, comportamento e aprendizado.
Os DuBoses esperam que o grupo ajude a fazer com que a quinta série de Azrael tenha menos dor de cabeça, menos ridicularização, menos angúasita por ser aceita.
"Asperger me faz maravilhosa"
Espera-se ouvir muito sobre autismo neste ano escolar. As escolas estão se empenhando, uma vez que um número crescente de crianças estão diagnosticadas com a desordem neurológica.
Hoje, uma em cada 150 crianças tem autismo ou uma desordem do espectro autista, o que inclui vários distúrbios relacionados, como a síndrome de Asperger. Nos anos 1970, acreditava-se que 3 em cada 10.000 crianças tinham autismo.
Se ensinar crianças autistas como lidar com dicas sociais lhe parece ridículo, então acontece que você não conhece alguém que sofra como Azrael.
Azrael - cujo nome significa "com a ajuda de Deus" - tem boas habilidades verbais e já lê como se estivesse na sétima série.
Mas ela não entende linguagem corporal, expressões faciais ou nuances de linguagem. Ela não usa de sarcasmo, mas ao invés disso, entende o que se diz literalmente. Ela tende a desconsiderar clichês e agradecimentos padrão.
-
"Você sabia que o galago faz xixi nas suas mãos?" - é como Azrael agradeceu a uma mulher na igreja, recentemente.
Galago, em inglês, bushbaby
, é um pequeno primata africano. Parece um mico de olhos esbugalhados e focinho comprido.
Como outras pessoas com síndrome de Asperger, também chamada de
"síndrome nerd", Azrael tem QI alto e é cheia de talento. Adora música e animais, quer ser zoóloga e pode lhe contar tudo sobre os hábitos alimentares do
jupará, um parente do quati.
Estas peculiaridades fazem Azrael fascinante - para os adultos - mas a transformam em um alvo primário de
bullying em uma classe da escola fundamental regular.
Ao contrário de pessoas com outras deficiências, um ásperguer não tem nenhum sinal físico óbvio.
"Ásperguer é uma deficiência invisível", explica a mãe de Azrael, uma professora de educação especial.
Como resultado, crianças com Asperger freqüentemente são erroneamente vistas como possuidoras de personalidade intempestiva e de serem provocadoramente pedantes que falam o que pensam, mesmo se o que dizem seja insultuoso.
Azrael, cujo diagnóstico também inclui Transtorno de atenção com hiperatividade e transtorno obsessivo compulsivo, fica irada quando os colegas não seguem regras.
"É duro fazer amigos quando você é vista como dedo-duro", diz Christy DuBose.
O telefone raramente toca para Azrael. Ela não costuma se convidada para sair.
Stephanie Warren, assistente social clínica licenciada e psicoterapeuta que ajuda a tocar o grupo de habilidades sociais, diz que, apesar dos desafios, a Asperger pode ser um dom.
"São crianças relamente interessantes a quem se precisa apenas ensinar habilidades que vêm naturalmente para os outros, como porque eles não devem incomodar alguém falando em detalhes sobre a pressão barométrica durante um furacão de 30 de março de 1937", diz Stephanie.
O marido de Stephanie há 12 anos tem Asperger. Ele fez bom uso dos traços positivos da desordem e se tornou um engenheiro aero-espacial.
Os pais de Azrael querem que o futuro da filha seja brilhante. Sua mãe sempre lhe compra bought uma camiseta escrita: "Asperger me faz maravilhosa".
No começo das aulas, Azrael e seus pais farão o que sempre fazem: trarão para o novo professor uma pilha de livros sobre a síndrome de Aspergere esperarão que os desejos de Azrael se tornem realidade:
Que as crianças parem de ridicularizá-la.
E Azrael comece a fazer amigos.
A girl with autism longs to fit in
Columnist Anne Hart writes about a child with Asperger's syndrome. For this little girl, back to school means back to being bullied.
Ask Azrael DuBose what she dreads most about going back to school and the Savannah 10-year-old responds: the bullying.
Ask her what her one wish is, and her answer is equally as painful.
"That kids learn more about autism and not make fun of it.''
Azrael is just like any other cute little girl. She has freckles, pet pugs she adores and a little sister who likes to tag along. But Azrael also has a disorder called Asperger's syndrome, a form of autism that makes it difficult to pick up on the social skills that come naturally to most people.
Azrael's been teased so cruelly she comes home in tears. She prefers to be with her family or adults, than with children.
Insults from kids include asking her the antiquated "Were you born on Jupiter?," calling her the B-word, spreading rumors and simply leaving her out.
Azrael and her parents, Christy and Randy, agreed to share Azrael's story in hopes of increasing acceptance of children with autism, specifically Asperger's.
The older Azrael gets, the more difficulty she has fitting in.
That's why Azrael joined an ongoing social skills group designed to teach everyday skills such as how to carry on a simple conversation, deal with bullying and, most important, how to make friends. The goal is to decrease isolation and anxiety.
The next 8-week course, organized by The Mindspring Center and the Matthew Reardon Center, begins Sept. 8. The group therapy is open to all children with communication, behavior and learning disorders.
The DuBoses hope the group will help make Azrael's fifth-grade year one with less heartache, less ridicule, less longing for acceptance.
"Asperger's makes me wonderful"
Expect to hear a lot about autism this school year. Schools are struggling to cope, as an increasing number of children are diagnosed with the neurological disorder.
Today, one in 150 children has autism or an autism spectrum disorder, which encompasses several related disorders such as Asperger's. In the 1970s, the commonly held belief was that three in every 10,000 children had autism.
If teaching autistic children how to process basic social cues sounds ridiculous, then chances are you don't know anyone suffering like Azrael.
Azrael - whose name means "with the help of God'' - has good verbal skills and already reads on a seventh-grade level.
But she doesn't understand body language, facial expressions or nuances in language. She doesn't speak sarcasm, but instead takes what you say literally. She tends to skip clichés and standard greetings.
"Did you know the bushbaby pees on his hands?" is how Azrael greeted a woman at church recently.
Similar to others with Asperger's, also called "the geek syndrome," Azrael has a high IQ and is teeming with talent. She loves music and animals, wants to be a zoologist and can tell you all about the eating habits of a kinkajou.
Which are all traits that make Azrael fascinating - to adults - but turn her into a prime bullying target in a mainstream elementary classroom.
Unlike some other disabilities, Asperger's has no immediately obvious physical symptoms.
"Asperger's is an invisible disability," said Azrael's mom, a special education teacher.
As a result, children with Asperger's often are mistaken as simply having a personality flaw and being defiant smart alecks who speak their minds, even if what they have to say is insulting.
Azrael, whose diagnoses also include attention deficit hyperactivity disorder and obsessive compulsive disorder, becomes irate when classmates don't follow rules. "It's hard to make friends when you are perceived as a tattle-tale,'' said Christy DuBose.
The phone rarely rings for Azrael. She's not often invited to go places.
Stephanie Warren, licensed clinical social worker and psychotherapist who helps run the social skills group, says despite the challenges, Asperger's can be a gift.
"These are really interesting kids who just need to be taught skills that come naturally to others, such as why they shouldn't bore someone by talking in depth about the barometric pressure during a hurricane on March 30, 1937," Stephanie said.
Stephanie's husband of 12 years has Asperger's. He put the disorder's positive traits to good use and became an aerospace engineer.
Azrael's parents want their daughter's future to be just as bright. Her mom even bought Azrael a T-shirt that reads "Asperger's makes me wonderful."
At the start of school, Azrael and her parents will do what they always do: bring her new teacher a stack of Asperger's books and hope Azrael's wish comes true.
That children stop making fun.
And Azrael starts making friends.
Contact Anne Hart at annehart1@bellsouth.net.
A menina que deseja se ajustar
http://new.savannahnow.com/node/349795
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 27.8.07
Você pode comentar aqui:
Sábado, Agosto 25, 2007
Estação de esqui se engaja no esporte adaptado
NOTA: Foi difícil escolher a tradução mais adequada. As palavras usadas não são adotadas no Brasil há tempos, mas optei pela tradução literal, se é que isso existe, para não perder esse ângulo da questão das pessoas com deficiência. Por este motivo, traduzi termos como "non valides" por "inválidos". Optar por "filtrar" de forma "politicamente correta" não nos permitiria perceber a maneira como encaram a questão. De qualquer forma, isso me trouxe uma reflexão: não é o simples uso de palavras mais ou menos "corretas" que sucita uma postura de respeito; apenas ajuda.
Argemiro
| Martin Léger | Handisport | Actualité Montagne - Le journal des stations de ski des Alpes | 22/8/2007 |

Depois do esqui, dos passeios em trenós de cães e a escalada, a estação de esqui de Les Houches ampliou seu quadro de atividades acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, com a criação da Olca Fly, uma escola de parapente fundada por dois monitores licenciados com brevê e a qualificação Deficiência. Em 8 de Setembro de 2007 a estação organizará, em parceria com a liga Rhône-Alpes Handisport, uma jornada de desafio multi-esportes que reunirá válidos e deficientes.
"Parapente, integração, deficiência". O lema da Olca Fly resume o espírito do projeto de Stefan Laude e Jérôme Faivre, os monitores de parapente que criaram a escola que acolhe quer clientes válidos, quer pessoas deficientes.
-
"Desejamos oferecer aos inválidos a possibilidade de esquecer sua deficiência durante o tempo de um vôo de parapente. No fundo, temos o desejo de lhes fazer aproveitar a magia de estar no ar, como vimos fazendo com os válidos", explica Stefan Laude.
A fim de favorecer a integração das pessoas deficientes com o parapente, Stefan e Jérôme criaram, paralelamente à escola, a associação Olca Parapente Deficiência. Objectivo: recolher fundos para financiar o material, antes caro (as poltronas utilizadas para a prática do parapente adaptado custam cerca de 4700 euros a unidade).
-
"Para além da busca por subvenção, queremos determinar qual é a melhor abordagem da disciplina para este público de pessoas deficientes. É por isso que os quadros da associação se compõe de dois educadores especializados, dois massagistas (kinés
), um médico e dois monitores de parapente (Jérôme e eu) que devem, cada um, trazer sua visão das coisas, no seu domínio de competência", detalha Stefan.
Viver momentos privilegiados
Para Stefan e Jérôme, a integração passa também por uma política tarifária adaptada (contrariamente ao que se poderia pensar, os vôos para pessoas deficientes custam 70 euros, o mesmo preço que para os clientes válidos). Os dois sócios esperam também poder instaurar um sistema de transporte para buscar diretamente os clientes desabilitados em casa, e em todo Haute-Savoie.
-"Lembro do batismo que fiz com uma criança autista. Em situação normal, nunca dizia nada, mas se pôs a falar durante todo o vôo. É, também, para viver momentos privilegiados como esse que me joguei neste projeto", conclui Stefan Laude.
Contacto: Stefan Laude: 06.18.48.39.83; Jérôme Faivre: 06.98.31.79.37
Desafio multiatividades de esporte adaptado em Houches
8 de Setembro, o OT do Houches organiza em parceria com a liga Rhône-Alpes Handipsport, uma jornada de atividades acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida na estação de esqui de Houches através de um desafio esportivo. Reunirá equipes constituídas de válidos e deficientes através de provas de VTT, escalada, tirolesa, tênis, corrida de orientação, descida em cadeira-de-rodas em terreno livre...
Les Houches s'engagent pour l'handisport
Après le ski, les promenades en chiens de traîneaux ou l’escalade, la station des Houches a élargi son panel de loisirs accessibles aux personnes à mobilité réduite, avec notamment la création d’Olca Fly, une école de parapente fondée par deux moniteurs brevetés d’Etat et titulaires de la qualification handicap. Le 8 septembre prochain, la station organise également, en partenariat avec la ligue Rhône-Alpes Handisport, une journée découverte avec un challenge multisports réunissant valides et handicapés.
« Parapente, intégration, handicap ». La devise d’Olca Fly résume l’esprit du projet de Stefan Laude et Jérôme Faivre, les deux moniteurs de parapente qui ont créé cette école, qui accueille tout autant des clients « valides » que des personnes handicapées. « Nous souhaitons offrir aux non valides la possibilité d’oublier leur handicap le temps d’un vol en parapente. Au fond, nous avons juste envie de leur faire profiter de la magie d’être en l’air, comme nous essayons de le faire avec les valides», explique Stefan Laude.
Afin de favoriser l’intégration des personnes handicapées par le parapente, Stefan et Jérôme ont créé, parallèlement à l’école, l’association Olca Parapente Handicap. Objectif : recueillir des fonds pour financer le matériel, plutôt onéreux (les fauteuils utilisés pour la pratique du parapente adapté coûtent environ 4700 € l’unité). « Au-delà de cette recherche de subventions, nous souhaitons déterminer quelle est la meilleure approche de la discipline pour ce public de personnes handicapées. C’est pourquoi le bureau de l’association se compose de deux éducateurs spécialisés, de deux kinés, d’un médecin et de deux moniteurs de parapente (Jérôme et moi), qui doivent chacun apporter leur vison des choses, dans leur domaine de compétence », précise Stefan.
Vivre des moments privilégiés
Pour Stefan et Jérôme, l’intégration passe aussi par une politique tarifaire adaptée (contrairement à ce qu’on pourrait penser, les vols pour personnes handicapées coûtent 70 €, soit le même prix que pour les clients valides). Les deux associés espèrent aussi pouvoir mettre en place un système de navettes, afin d’aller chercher directement les clients handicapés à leur domicile, et ce dans toute la Haute-Savoie. « Je me rappelle d’un baptême que j’ai fait avec un enfant autiste, qui ne disait jamais rien en temps normal et qui s’est mis à parler pendant tout le vol. C’est aussi pour vivre des instants privilégiés comme celui-ci que je me suis lancé dans ce projet », conclut Stefan Laude.
Contact: Stefan Laude : 06 18 48 39 83 ; Jérôme Faivre : 06 98 31 79 37
Challenge multiactivités handisport aux Houches
Le 8 septembre, l'OT des Houches organise en partenariat avec la ligue Rhône-Alpes Handipsport, une journée découverte des activités accessibles aux personnes à mobilité réduite sur la station des Houches à travers un challenge sportif. Il réunira des équipes constituées de valides et d'handicapés à travers des épreuves de VTT, escalade, tyrolienne, tennis, course d'orientation en joëlette, descente en fauteuil tout terrain... Plus d'infos sur www.handisport-rhonealpes.org
Les Houches s'engagent pour l'handisport
http://www.actumontagne.com/les-houches-s-engagent-pour-l-handisport-article_0534.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 25.8.07
Você pode comentar aqui:
Sexta-feira, Agosto 24, 2007
Surfista arrecada fundos para filme sobre autismo
| Globo Esporte |
PARIS, 12/6/2006 – O surfista de ondas gigantes Laird Hamilton atravessou o Canal da Mancha, que liga a Inglaterra à França, usando uma prancha de paddle (surfe com remada). O sacrifício tinha como objetivo arrecadar fundos para a produção do filme
“Beautiful Son” (
Filho Lindo), sobre crianças autistas.
| Globo Esporte | 12/6/2006 |
Laird Hamilton cruza o Canal da Mancha
http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Arquivo/0,,AA1214974-4816,00.html
Globo Esporte, Rio de Janeiro 24/8/2007- Esperando seu segundo filho com Gabriell Reece, musa do vôlei de praia norte-americano, Hamilton lançou
"Path of Purpose" no último fim de semana, documentário que o mostra em um desafio no Havaí para arrecadar fundos para o filme.
| Globo Esporte | 24/8/2007 |
Hamilton troca pranchas por roupas de bebê
http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Surfe/0,,MUL93381-7497,00.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.8.07
Você pode comentar aqui:
Bob, o Jabuti, volta para casa
| KEYT 3 | 16/8/2007 |
Bob, o Jabuti, está em casa com sua família, depois de semanas se recuperando das torturas de que foi vítima.
Bob, o amigo de um menino autista de 6 anos, foi roubado do quintal da casa da família Sullivan em Ventura, em julho último.
O jabuti de 18 quilos foi encontrado virado atrás de um prédio depois que Tony Mosquedo, de 18 anos, supostamente tentou arrancá-lo de seu casco.
O jabuti sofreu vários ferimentos e permaneceu mais de um mês no Centro de Reabilitação Sonho das Tartarugas (
Turtle Dreams Rehabilitation Center).
Bob the Tortoise Returns Home After Recovering
Bob the Tortoise is back home with his family, after weeks of recovering from being tortured.
Bob, the friend to a 6-year-old autistic boy, was snatched from the Sullivan family's Ventura yard back in July.
The 40 pound tortoise was later found dumped behind an apartment complex after 18-year-old Tony Mosquedo allegedly tried to cut him out of his shell.
The Tortoise suffered severe injuries and has spent more than a month at the Turtle Dreams Rehabilitation Center.
Bob, o Jabuti, volta para casa
http://www.keyt.com/news/local/9184797.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.8.07
Você pode comentar aqui:
Construir pontes para o autismo
| Educare.pt | 2003-05-30 |
Ajudar uma criança autista é tentar entrar no seu mundo e obrigá-la a vir cá para fora, abrindo e fechando ciclos de comunicação. É o que têm feito o projecto "Ser Diferente - Um Direito" e o Hospital D. Estefânia, através do modelo DIR.
A intervenção precoce, mesmo sem um diagnóstico completamente definido, é fundamental nas crianças com Perturbações do Espectro Autista (PEA). Como aconteceu com o Rafael, um menino que entrou com três anos e meio para o projecto "Crescer Diferente - Um Direito", da Unidade de Avaliação do Desenvolvimento e Intervenção Precoce (UADIP) e da Associação Portuguesa para a Protecção dos Deficientes Autistas (APPDA).
Continua; clique para ver o texto integral no Educare.pt: Construir pontes para o autismo
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.8.07
Você pode comentar aqui:
Quarta-feira, Agosto 22, 2007
II Simpósio Nacional – DESENVOLVIMENTO E PSIQUIATRIA INFANTIL 9 e 10 de novembro de 2007 enviado para a Comunidade Virtual Autismo no Brasil por Wanya Leite
Realização:
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO
Inscrições de 2ª a 6ª feira, das 14 às 17 horas,
pelos telefones (21) 2533-0118 e 2221-4837 (Sra. Dilma). 09/11
Conferência: Desenvolvimento Infantil e Psiquiatria da Infância
Pré-escolares e a Psiquiatria - O que há de novo?
Sinais precoces - TDAH - Transtorno Opositivo Desafiador e Transtorno de Conduta
Esquizofrenia na Infância
Transtorno de Humor da Pré-escola ao Adolescente
Transtorno Ansiosos na Infância
Intervenção em Crianças/Adolescentes e Famílias com Transtorno de Humor e Ansiosos
10/11
Neuropsicologia e Desenvolvimento Infantil
Toc e Tiques
Sinais precoces no Espectro Autista - Dr. Walter Camargos entre outros
Intervenção no Espectro Autista para Inclusão Social e Acadêmica
Apresentação de Casos Clínicos e Discussão - Dr. Walter Camargos entre outros
Estudante de graduação e professores da rede municipal
até 14/09 60,00
até 19/10 90,00
até 01/11 120,00
depois 180,00
Profissionais da área de saúde e educação
até 14/09 90,00
até 19/10 120,00
até 01/11 150,00
depois 180,00
Grupo de 5 pessoas
até 14/09 70,00
até 19/10 100,00
até 01/11 130,00
depois 180,00 |
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 22.8.07
Você pode comentar aqui:
Terça-feira, Agosto 21, 2007
ZOOTERAPIA INFANTIL Com a ajuda de Nara tudo fica mais fácil
| Laura Gregorietti | La Nueva Provincia - Bahía Blanca, Buenos Aires, Argentina | 5/8/2007 |
Sonia Colisnechenko é licenciada em Psicologia e há seis meses trabalha em terapia infantil com una colaboradora muito especial: uma cadela labrador de dois anos que interage com o paciente de acordo com sua patologia.
Ricardo é agresivo e tem medo. Por isso, o primeiro contato com Nara é nulo. Não quer nem se aproximar da casa na Rua Pueyrredón, 863.
Mas Nara insiste. Oferece uma bola, uma corda e... nada. Ele só olha. O contato com a cachorra se limita a um brinquedo em que cada um segura uma ponta.
É tal o grau de agressão para com os outros que o menino não se abre. Teme ferir Nara e o mesmo se passa com os colegas.
Carinho pra cá, Carinho pra lá, chegam as primeiras risadas. Sonia, a terapeuta, esconde uma bola dentro da roupa do menino e manda Nara procurar. O focinho frio causa cócegas, o suficiente para que Ricardo comece a soltar-se de seu isolamento.
Em 1968, Boris Levinson, pioneiro da pesquisa sobre crianças e animais, comunicou o êxito da terapia com animais para crianças que sofriam de transtornos emocionais.
Faz seis meses que Sonia Colisnechenko trabalha con Nara, sua ajudante, um exemplar da raça labrador de dois anos recém cumpridos.
Especialista em psicoterapia infantil assistida com cachorros, Sonia explica que, através da interação com o animal as crianças podem estabelecer laços sociais.
A Zooterapia consiste em utilizar um animal para um determinado tratamento. Este interage com o paciente de diferentes maneiras, segundo a patologia, permitindo em um encontro realizar-se um diagnóstico correto e completo, assegura a especialista.
Através do contato pela Internet com a Fundação Purina da Espanha, produtora de alimentos para animais, Sonia conseguiu orientação e bibliografia.
"Na Espanha, tanto na Faculdade de Veterinária como na de Psicologia, a Zooterapia é uma matéria a mais e várias ciências a consideram uma ferramenta muito importante", destaca.
Psicóloga desde 1987, diz que foram muitos os conhecimentos que teve de somar sobre os cães, seu comportameento e vínculos com os garotos. Como parte dessa capacitação, estabeleceu contato com centros de Zooterapia de Salta e Jujuy.
O ruivo Matías se emociona com a chegada de Nara, assim como Aylén. Corridas, saltos e risadas na Plaza Brown. Todos olham.
É a saudação de Nara.
"Escovamos seus dentes, passamos debaixo dela e até sentamos nas suas costas. Nara é muito boa", diz Aylén, feliz, con suas marias-chiquinhas e a presença da cadela que não deixa de mimá-la.
Com sete anos e poucos dentes, a menina garante que se sente muito bem quando está com Nara, porque seu cachorro Satán é muito bruto e não pode brincar com ele.
Matías, corado e alegre, conta que as lambidas da cachorra lhe fazem cócegas e que ela faz tudo o que pede.
A escolha do cachorro adequado para a terapia con as crianças exige um trabalho cuidoso.
"Se trata de encontrar um cachorro que exiba o maior grau de sensibilidade e, através de um teste (de Campbell), se escolhe o mais adequado", indica Sonia.
O adestramento de Nara começou aos quatro meses com a etapa de socialização e contato com estranhos. Aos seis meses se iniciou o treinamento específico, que se prolongou por um ano.
Novamente, o material com a formação básica para o adestramento pessoal de Nara chegou da Espanha. Ali se menciona a importância do constante contato con pessoas que deve ter um animal treinado para estes fins.
"Ela convive com minha família e me acompanha a toda parte. Às vezes, digo que Nara deve ter um transtorno de personalidade, que não sabe se é cachorro ou gente."
Entre as qualidades que o animal deve exibir é indispensável que tenha respostas rápidas, especialmente para os olhares.
"Sou eu quem dá os comandos visuais, mas as crianças pensam que a cachorra responde aos seus pedidos. Assim, a relação que se estabelece entre os meninos y ela passa a ser realmente mágica. Eles vêem no animal algo que não encontram no terapeuta, porque não os julga ou olha diferente, sobretudo se são deficientes."
Sonia acredita que, trabalhando sobre o transtorno do esquema corporal de um garoto com incapacidades físicas, se pode conseguir que ele comece a aceitar suas limitações, mas sem chegar a se sentir diferente.
"A cadela trata cada um como mais um menino, não vê diferenças. Desta maneira, o garoto pode voltar a integrar-se entre os que se movem", acrescenta.
Os jogos são os mesmos de uma sessão de psicoterapia normal mas, neste caso, a interaçào, em lugar de ser com um objeto inanimado, se dá com um ser vivo. O diagnóstico e o resultado são mais rápidos e positivos, permitindo que o paciente desenvolva mais confiança no terapeuta.
Esta alternativa foi apresentada em diferentes colégios da cidade e até nas obras sociais.
Quando a criança brinca livremente com o cachorro marca seu própio mundo, cujos limites ela mesma define. O terapeuta participa, assim, de uma aventura comum, colocando-se em um canto desse espaço em que a criança se sinta segura. é ali onde se abrem as portas da comunicação.
"Nos últimos tempos, tem havido um mau noticiário sobre os cachorros. Por isto, até que os pais conheçam Nara, não ficam tranqüilos", admite Sonia.
Que o animal possa morder ou transmitir alguna doença são alguns dos medos mais freqüentes dos pais. Mas Sonia explica que o cão não faz mais do que copiar o padrão que lhe foi ensinado.
"Se você o maltratar, vai responder igual; se o quer para vigia, provavelmente aprenderá a morder, mas se se acostumar a viver em sociedade, a estabelecer um vínculo com o outro, isso é o que vai fazer".
Nara é mensalmente examinada na Cruz Violeta, recebe higiene semanal, polimento dos dentes e uma cuidadosa alimentação.
"As suas articulações têm que estar em perfeito estado, porque o peso dos meninos, nos vários exercícios, pode afetá-la. A idéia é que não deixe de ser cachorro, que pule e tenha as reações típicas de um animal, caso contrário, a criança não entra no jogo."
Os cães preferidos para este tipo de terapia são os golden retriever e o labrador. Sonia explica que essas raças são inteligentes, têm um importante grau de sensibilidade e temperamento muito estável.
"Se um menino está chorando, não é necessário sinalizar ao cão para que se aproxime. Seu instinto lhe indica, já que percebe o grau de angústia. No caso de um garoto autista, não é necessário pedir que insista no contato: vai mimá-lo até conseguir que, pelo menos, olhe para si. Estas reações nascem com o animal e não com o adestramento", define.
Sonia considera que todas estas manifestaçòes permitem um diagnóstico rápido e a elaboraçào de um padrão de conduta do paciente.
Nara participa, por sessão, 20 minutos de maneira ativa e depois passa para a maneira passiva.
"Os meninos projetam nela todas as suas emoções. Depois, nos sentamos sobre almofadões para fazer o trabalho de reflexão final acerca do que fizemos e os garotos se expressam sem se sentirem limitados por minha presença", diz Sonia.
A conversa vai chegando ao fim. Nara pede atenção e corre com sua bola por todos os lados. Amanhã será outro dia de
"trabalho".
Efeito Mozart
Para trabalhar a harmonização neurológica, na etapa final das sessões, Sonia prefere a música de Mozart. Acalma os meninos e Nara, que acaba dormindo.
Por que um cachorro? - Se sente gratificado com o jogo, que é seu estímulo para colaborar na terapia.
- Requer pouco espaço, é inteligente e demonstra afeto. Gosta da companhia humana, é fácil de educar e não perde a naturalidade do seu esquema de comportamento.
- Confere à consulta um ambiente mais familiar e menos ameaçador.
- Constitui uma fonte inesgotável de calor, segurança e afeto, indispensáveis para qualquer criança.
Perfil - Sonia Colisnechenko de Alonso tem 43 anos e é licenciada em Psicología e especialista em Psicoterapia Infantil Assistida com Cães.
- Está casada e é mãe de três filhos: Emiliano, de 21 anos, Francisco, de 18, y Verónica, de 17.
- Realizou seus estudos no Colegio La Inmaculada e em San Vicente de Paul, cursou o professorado de Psicología no Instituto Juan XXIII e a licenciatura na Universidad Católica de La Plata.
- Trabalhou nas escolas Nº 50, Nº 21, Nº 58, Nº 11, Técnica Nº1 e La Inmaculada. Desde 1999 trabalha como psicóloga na Casa del Menor, subordinada ao Departamento de Niñez, Adolescencia y Familia da Municipalidade de Bahía Blanca.
ZOOTERAPIA INFANTIL
Con la ayuda de "Nara" todo es más fácil
Sonia Colisnechenko es licenciada en Psicología y hace seis meses que trabaja en terapia infantil con una colaboradora muy especial: una perra labrador de dos años que interactúa con el paciente de acuerdo con su patología.
Ricardo es agresivo y tiene miedo. Por eso, el primer contacto con "Nara" es nulo. No quiere ni acercársele en ese rincón de la calle Pueyrredón 863.
Pero "Nara" insiste. Le ofrece una pelota, una soga y... nada. El sólo mira. El contacto con la perra se limita a un juguete que cada uno aferra por los extremos.
Es tanto el grado de agresión para con sus pares, que el chico no logra abrirse. Teme lastimar a "Nara" y lo mismo le pasa con sus compañeros de colegio.
Mimo va, mimo viene, llegan las primeras sonrisas. Sonia, la terapista, esconde una pelota dentro de la ropa del niño y le indica a "Nara" que la busque. El hocico frío provoca unas cosquillas, las suficientes para que Ricardo comience a liberarse de su aislamiento.
En 1968, Boris Levinson, pionero en la investigación sobre niños y animales, comunicó el éxito de los resultados de la terapia con animales para niños que padecían trastornos emocionales.
Hace seis meses que Sonia Colisnechenko trabaja con "Nara", su ayudante, un ejemplar de la raza labrador de dos años recién cumplidos.
Especializada en psicoterapia infantil asistida con perros, Sonia advierte que mediante la interacción con el animal los chicos pueden restablecer lazos sociales.
Zooterapia consiste en utilizar un animal para un determinado tratamiento. Este interactúa con el paciente de diferentes maneras según la patología, permitiendo en un encuentro realizar un correcto y completo diagnóstico, según asegura la especialista.
A través del contacto vía Internet con la Fundación Purina en España, que produce alimentos para animales, Sonia consiguió orientación y bibliografía.
"En España, tanto en la Facultad de Veterinaria como en la de Psicología, Zooterapia es una materia más y varias ciencias la consideran una herramienta muy importante," destaca.
Psicóloga desde 1987, dice que fueron muchos los conocimientos que tuvo que sumar sobre los canes, su comportamiento y vinculación con los niños. Como parte de esa capacitación estableció contactos con centros de zooterapia de Salta y Jujuy.
El pelirrojo Matías se emociona ante la llegada de "Nara", y Aylén, otro tanto. Corridas, saltos y risas en la Plaza Brown. Y todos miran.
Es el saludo de "Nara".
"Le cepillamos los dientes, pasamos debajo de ella y hasta nos sentamos sobre su lomo. `Nara' es muy buena", dice Aylén, feliz, con sus dos colitas y con la presencia de la perra que no deja de mimarla.
Con sus siete años y escasos dientes, la niña asegura que se siente muy bien cuando está con "Nara", porque su perro "Satán" es muy bruto y no puede jugar con él.
"Matías, coloradito y vivaz, cuenta que los lenguetazos de la perra le hacen cosquillas y que ella hace todo lo que le pide.
La elección de un perro adecuado para la terapia con los niños demanda una cuidada tarea.
"Se trata de buscar aquel cachorro que exhiba el mayor grado de sensibilidad y luego, a través de un test (de Campbell), se elige al más adecuado", indica Sonia.
El adiestramiento de "Nara" comenzó a los cuatro meses con la etapa de socialización y el contacto con extraños. A los seis meses se inició con el entrenamiento específico que se prolongó durante un año.
Nuevamente, el material con la formación básica para el adiestramiento personal de "Nara" llegó desde España. Allí se menciona la importancia del constante contacto con personas que debe tener un animal entrenado para estos fines.
"La perra convive con mi familia y me acompaña a todas partes. A veces digo que `Nara' debe tener un trastorno de personalidad, que no sabe si es perro o persona."
Entre las cualidades que debe exhibir el animal, resulta indispensable que tenga respuestas rápidas, especialmente ante las miradas.
"Los comandos visuales los doy yo, pero los nenes piensan que la perra responde a lo que ellos le piden. Así, la relación que se establece entre los chicos y la perra pasa a ser realmente mágica. Ellos ven en el animal algo que no encuentran en el terapeuta, porque no los juzga ni los mira diferente, sobre todo si son discapacitados."
Sonia confía que trabajando sobre el trastorno del esquema corporal de un niño con incapacidades físicas, se puede lograr que el chico comience a aceptar sus limitaciones, pero sin llegar a sentirse diferente.
"La perra los trata como un niño más y no establece diferencias. De esta manera, el chico puede volver a integrarse en los ámbitos en los que se mueve", agrega.
Los juegos son los mismos que se utilizan en una sesión de psicoterapia normal, sólo que en este caso la interacción, en lugar de ser con un objeto inanimado, se da con un ser vivo. El diagnóstico y el resultado son más rápidos y positivos, logrando que el paciente desarrolle más confianza en el terapeuta.
Esta alternativa fue presentada en diferentes colegios de la ciudad y hasta en las obras sociales.
Cuando el niño juega libremente con el perro, marca su propio mundo, cuyos límites fija él mismo. El terapeuta, por lo tanto, participa en la aventura común, introduciéndose en un rincón de ese espacio en el que el chico se siente seguro. Es allí donde se abren las puertas de la comunicación.
"En estos últimos tiempos los perros han tenido mucha mala prensa, por eso, hasta que los padres no conocen a `Nara', no se quedan tranquilos", admite Sonia.
Que el animal pueda morder o contagiar alguna enfermedad son algunos de los miedos más frecuentes de los padres. Pero Sonia explica que el can no hace más que copiar el patrón que se le transmite.
"Si vos lo maltratás, el va a responder igual; si lo querés para vigilar, probablemente aprenderá a morder, pero si se acostumbra a estar en sociedad, a establecer un vínculo con el otro, eso es lo que va a hacer."
"Nara" es mensualmente controlada en la Cruz Violeta, recibe higiene semanal, cepillado de dientes y una cuidada alimentación.
"Las articulaciones de la perra tienen que estar en perfecto estado porque el peso de los chicos, en los distintos ejercicios, puede afectarle. La idea es que no deje de ser perro, que salte y tenga las reacciones típicas de un animal, caso contrario, el chico no entra en el juego."
Los perros preferidos para este clase de terapia son los golden retriever y el labrador. Sonia precisa que esas razas son inteligentes, tienen un importante grado de sensibilidad y un temperamento muy estable.
"Si un chico está llorando, no necesitás hacerle señas al perro para que se acerque. Su instinto se lo indica, ya que nota el grado de angustia. En el caso de un chiquito autista no es necesario pedirle que insista en el contacto, va a mimarlo hasta lograr que por lo menos lo mire. Estas reacciones nacen con el animal y no con el adiestramiento", puntualiza.
Sonia considera que todas estas manifestaciones permiten un pronto diagnóstico y la elaboración de un patrón conductual del paciente.
"Nara" participa, por sesión, 20 minutos de manera activa y luego lo hace de manera pasiva.
"Los chicos proyectan todas sus emociones sobre ella. Después nos sentamos sobre almohadones para hacer el trabajo de reflexión final acerca de lo que hicimos y los chicos se expresan sin sentirse limitados por mi presencia", dice Sonia.
La charla va llegando a su fin. "Nara" demanda atención y corre con su pelota por todos lados. Mañana, será otro día de "trabajo".
Laura Gregorietti
Efecto Mozart.
Para trabajar sobre la armonización neurológica, en la etapa final de las sesiones, Sonia prefiere la música de Mozart. Serena tanto a los chicos como a `Nara', que termina por dormirse.
¿Por qué un perro?
A
Se siente gratificado por el juego, que es su estímulo para colaborar en la terapia.
B
Requiere poco espacio, es inteligente y muestra afecto. Le gusta la compañía humana, es fácil de educar y no pierde la naturalidad dentro de su esquema de comportamiento.
C
Confiere al entorno de la consulta un ambiente más hogareño y menos amenazante.
D
Constituye una fuente inagotable de calor, seguridad y afecto, indispensable para cualquier chico.
Perfil
- Sonia Colisnechenko de Alonso tiene 43 años y es licenciada en Psicología y especialista en Psicoterapia Infantil Asistida con Perros.
- Está casada y es madre de tres hijos: Emiliano, de 21 años, Francisco, de 18, y Verónica, de 17.
- Sus estudios los realizó en el Colegio La Inmaculada y en San Vicente de Paul, cursó el profesorado de Psicología en el Instituto Juan XXIII y la licenciatura en la Universidad Católica de La Plata.
- Trabajó en las escuelas Nº 50, Nº 21, Nº 58, Nº 11, Técnica Nº1 y La Inmaculada. Desde 1999 se desempeña como psicóloga en la Casa del Menor, dependiente del Departamento de Niñez, Adolescencia y Familia de la Municipalidad de Bahía Blanca.
http://www.lanuevaprovincia.com.ar/07/08/05/785110.sht
Con la ayuda de "Nara" todo es más fácil
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.8.07
Você pode comentar aqui:
Estudo diz que bocejo tem relação com empatia
| BBC Brasil, via O DIA | 17/8/2007 |
Japão - O ato de bocejar está associado à habilidade das pessoas de demonstrar empatia entre elas e por isso seria contagioso, diz uma pesquisa feita por cientistas japoneses. A nova teoria surgiu de um estudo realizado na Universidade de Birkbeck, de Londres, com 24 crianças portadoras de transtornos autistas e 25 com "desenvolvimento típico".
Os pesquisadores observaram que crianças com autismo bocejaram menos do que as outras ao assistirem vídeos em que adultos aparecem bocejando. Segundo os especialistas, isso aconteceria porque o bocejo "contagioso" e a empatia entre as pessoas têm mecanismos neurológicos semelhantes, e o autismo é uma desordem que afeta seriamente a interação social e o desenvolvimento da habilidade de comunicação dos indivíduos.
Muitos animais com coluna vertebral bocejam espontaneamente, sendo que somente os humanos, chimpanzés e outras espécies de primatas sofrem de bocejo "contagioso".
Estudo diz que bocejo tem relação com empatia
http://odia.terra.com.br/ciencia/htm/geral_117961.asp
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.8.07
Você pode comentar aqui:
Segunda-feira, Agosto 20, 2007
Novo tratamento para o autismo: cruel ou efetivo?
| Amanda Paterson | Ninemsn | 14/08/07 |
Pode parecer uma punição cruel e incomum, mas choques elétricos intensos podem ajudar pais a controlar crianças violentas e agressivas devido ao autismo, diz um especialista.
A nova terapia é obra do médico norte-americano Matthew Israel, que mantém o Centro Juiz Rotenberg, em Massachusetts.
VIDEO: Controversial therapy
A terapia implica em colocar eletrodos nos braços, pernas e costas de uma criança. Quando ela se comporta mal, um supervisor do centro aciona um controle remoto para dar no jovem indisciplinado um choque.
O centro, que também é uma escola, precisa da permissão de ambos os pais e de um tribunal antes de aplicar a terapia de choque.
-"A verdadeira tortura é aquilo a que essas crianças estão sujeitas se não participarem deste programa", diz o Dr. Israel.
As crianças autistas submetidas a este programa, segundo o médico, não sofrem nenhum efeito colateral de longo prazo.
-"...não há absolutamente nenhum efeito colateral e é extremamente efetivo como um procedimento corretivo para encorajar as crianças e não mostrar comportamento violento", sustenta.
"Se não machucasse, não seria efetivo. Tem que machucar o suficiente para que o aluno queira evitar apresentar o comportamento de novo".
Joy, uma mãe de Queensland que labuta com seu filho autista Jayden, experimentou o aparelho em si mesma.
-"Antes de experimentá-lo eu estava em cima do muro, não estava certa se era contra ou a favor dele. Depois de sentir a intensidade daquilo, sou totalmente contrária a essa coisa toda" - ela afirma.
Jim, um pai de Sydney, teve seus dentes quebrados três vezes por sua filha Molly e também estava disposto a experimentar a nova técnica.
Sua filha de seis anos tem uma história de ser violenta e ele estava com sua cabeça aberta sobre esse tratamento.
-"Pode parecer cruel, mas nas vezes em que ela estava batendo a cabeça na parede ou se causando danos físicos, isso (a dor) tinha um peso maior", ele diz.
-"Ai! isso machuca... dói, dói muito", reclamou Jim, depois que lhe demos um choque com o sistema do Dr. Israel.
Jim acha que a terapia apenas torturava Molly, que estava em lágrimas depois de ser submetida a esse controverso tratamento de choque.
Jackie Roberts, uma especialista em autismo australiana, afirmou que este tipo de terapia simplesmente não funciona provavelmente faria as coisas ainda piores.
-"Crianças com autismo em particular têm níveis de medo e ansiedade muito altos e puni-las na verdade aumenta esse medo", explicou a Dra. Roberts.
"-...provavelmente vai fazer o comportamento piorar" -, ela disse.
-"Sabemos que a punição tem efeitos de curto prazo".
Mas o adolescente norte-americano Ed Ferry, que passou cinco anos ligado ao aparelho do Dr Israel, disse que o ajudou a superar sua condição.
"Eu batia a cabeça, me mordia, estaria todo marcado. Vários membros da equipe tinham de me segurar... Minha vida não ia para lugar algum".
Agora, ele tem um emprego em seu próprio lugar para viver.
-"Nunca pensei que fosse chegar tão longe na vida".
New autism treatment: cruel or effective?
It may seem like cruel and unusual punishment, but intense electric shocks can help parents control children made violent and aggressive by autism, says one expert.
The new therapy is the work of US doctor Matthew Israel, who runs the Judge Rotenberg Centre in Massachusetts.
VIDEO: Controversial therapy
It involves attaching electrodes to a child's arms, legs and torso. When kids misbehave, a supervisor at the centre presses a remote control to give the unruly youngster an electronic skin shock.
The centre, which is also a school, needs the permission of both parents and a court before the shock therapy can begin.
"The real torture is what these children are subjected to if they don't have this program," said Dr Israel.
Autistic children in the program do not suffer any long-term side effects, according to Dr Israel.
"…it has absolutely no side effects and is extremely effective as a corrective procedure to encourage children not to show violent behaviour," he said.
"If it didn't hurt it wouldn't be effective. It has to hurt enough so that the student wants to avoid showing that behaviour again."
Queensland mum, Joy, who struggles to cope with her autistic son Jayden, thought she would try the new device for herself.
"Before trying this I was sitting on the fence and I wasn't sure if I was for or against it."
"After feeling the intensity of this, I'm totally opposed to the whole thing," she said.
Sydney dad, Jim, has had his teeth broken three times by daughter Molly and he was also willing to try this new technique.
His six-year-old daughter has a history of being violent and he was prepared to be open minded bout this treatment.
"It might seem cruel (the eclectic shock) but in the times where she's smashing her head against the concrete or doing physical harm, that's got to outweigh (the pain) side of it," he said.
"Ow that hurt…it’s painful, very painful," said Jim, after we've given him a shock using Dr Israel's system.
Jim thinks the therapy would just torture Molly who would be in tears after being subjected to the controversial shock treatment.
Jackie Roberts, an Australian autism expert, says the this kind of therapy simply wouldn't work and would probably make things worse.
"Children with autism in particular have a very high level of fear and anxiety, and punishing them actually increases that fear," said Dr Roberts.
"…it's likely to make the behaviours worse," she said. "We do know that punishment has a short-term effect."
But US teenager Ed Ferry, who spent five years attached to Dr Israel's device, says it helped him overcome his condition.
"I would head bang, I would bit myself I would be searing. I would be physically held down by numerous staff members…My life wasn't going anywhere."
Now he has a job and his own place to live. "I never envisaged getting this far in life."
New autism treatment: cruel or effective?
http://aca.ninemsn.com.au/article.aspx?id=286293
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 20.8.07
Você pode comentar aqui:
Terça-feira, Agosto 14, 2007
Pais ludibriados por ciência barata, diz médico
| Rahul K. Parikh, comentário | New California Media | 12/8/2007 |
O primeiro caso de julgamento de autismo é findo, apesar da decisão da Corte sair daqui a vários meses. Foi o caso envolvendo a menina Michelle Cedillo, de 12 anos. Sua família pedia ressarcimento ao Programa de Compensação pelos Danos das Vacinas (Vaccine Injury Compensation Program - VICP) por acreditar que vacinas fizeram Michelle desenvolver autismo. Quase 5.000 famílias estão na fila, atrás dos Cedillos, para fazer a mesma reivindicação, mas as perspectivas não são boas.
O argumento do governo foi esse: os queixosos foram levados a confiar em ciência barata (
"junk science"), uma ciência imprecisa, feita em interesse próprio, que não merece estar num tribunal. Além disso, estudos bem conduzidos afirmam a segurança das vacinas há anos.
Essa ciência barata começou com o trabalho do Dr. Andrew Wakefield, o pai da teoria da vacina-igual-a-autismo. Gastroenterologista na Bretanha, publicou um estudo em 1998 ligando a vacina tríplice viral (MMR - Measles, Mumps, Rubella - sarampo, caxumba, rubéola) ao autismo. Seu estudo incluiu apenas 12 crianças, mas gerou revolta. O que não se sabia à época é que famílias que desejavam processar os fabricantes da vacina tinham patrocinado sua pesquisa. Além disso, Wakefield tinha registrado uma patente para uma vacina MMR alternativa um ano antes do seu estudo ser publicado.
Também, seus resultados foram resultado de um erro experimental muito comum: em resumo, ele reportou uma descoberta falsamente positiva, fruto de tecnologia altamente sensível. Wakefield recentemente foi chamado em seu novo lar no Texas para comparecer ao Reino Unido e responder no Conselho Britânico de Medicina a acusações relacionadas a essas questões.
A respeitada revista médica Lancet já se retratou pelo artigo de Wakefield. Estudos subseqüentes analisando centenas de milhares de crianças comprovaram a segurança da vacina MMR.
A história poderia terminar aqui, mas continuou se enrolando.
Em 2000, as preocupações se aprofundaram em torno do uso dos conservantes à base de mercúrio em materiais biológicos como vacinas e outros medicamentos. Uma lei de 1997 exigiu que a FDA (Food and Drug Administration - agência norte-americana para alimentos e remédios) cumprisse seu papel. O CDC (
Centers for Disease Control and Prevention - Centro para Controle e Prevenção de Doenças) realizou um encontro para avaliar esse item das vacinas infantis.
De cara, fatos sobre esse encontro parecem suspeitos. Por exemplo, aconteceu em um lugar isolado na zona rural da Geórgia (aparentemente, o espaço do CDC estava sendo usado por outra conferência). Enquanto participaram dele autoridades, acadêmicos e representantes da indústria farmacêutica, militantes da causa do autismo e outros céticos da segurança das vacinas não foram convidados. Além disso, houve um pequeno atraso na liberação da transcrição dos debates — que foi chamado de "censura da transcrição".
O lugar, os participantes e o atraso na transcrição alimentaram a suspeita do deputado ambientalista Robert Kennedy Jr. que, em 2005, publicou artigos nas revistas Rolling Stone e Salon.com (online) acusando o Governo de esconder a verdade sobre as vacinas e o autismo.
Certamente, teria sido mais prudente ao CDC parecer mais transparente, mas a verdade é que as melhores e mais imparciais evidências falharam em demonstrar uma ligação entre o thimerosal (o conservante à base de mercúrio das vacinas) e o autismo. Entretanto, a ciência barata continua persuasiva.
Mark e David Geier, pai e filho, têm escrito muito sobre isso. Em 2003, publicaram um estudo em que mostravam uma tendência de queda nas taxas de autismo posteriores à retirada do Thimerosal das vacinas. Para os militantes anti-vacina, esta era a prova de que estavam certos.
Mas, vamos olhar mais de perto: primeiro, os Geiers fizeram mais do que pesquisar juntos. Mark Geier é um médico que criou e administra o Genetic Center of America, especializado em clientes autistas. Nas terapias que aplica se incluem algumas controversas, como a quelação para "desintoxicar" crianças autistas. Mais recentemente, começou a injetar em crianças autistas a droga Lupron, que pára a entrada da criança na puberdade. Enquanto Lupron é um medicamento aprovado para o tratamento da puberdade precoce, o Dr. Geier a usa fora das especificações porque acredita que aumenta a liberação de substâncias tóxicas do corpo. Ele registrou duas patentes para esse uso.
David Geier tem um negócio de consultoria jurídica especializado em reclamações contra denos causados por vacinas. Costuma indicar seu pai como perito para testemunhar nesses julgamentos.
Durante muitos desses julgamentos, os juízes têm recusado levar o testemunho do Dr. Geier em conta por causa de sua falta de credibilidade. Houve um que ficou tão perplexo com sua falta de competência que registrou em sua sentença de um processo de 2003 que
"é duvidoso que o Dr. Geier tenha cumprido todas as exigências da American Medical Association para ser um perito (testemunha especialista)".
O estudo de Geier sobre o Thimerosal não serve tanto por sua validação interna (a forma com que os dados foram coletados e interpretados) quanto por sua motivação: há melhor exemplo de conflito de interesses que pai e filho que publicam estudos para ajudá-los a vender seu remédio caseiro e então usam esses mesmos estudos como evidência em um tribunal de Justiça para ganhar dinheiro em consultorias?
Com todos esses pontos contra os Geiers, como pode seu trabalho ganhar tanta publicidade? O fato de haver dois tipos de revistas explica isso. Há aquelas revistas em que os estudos submetidos à publicação são cuidadosamente revisados e há aquelas que não o fazem, deixando passar trabalhos duvidosos. Os Geiers publicaram esse estudo, tanto quanto os outros, neste segundo tipo de revista.
O trabalho dos Geiers tem a qualidade e ética típicos de muitos pesquisadores anti-vacina. Embora eles não tenham testemunhado no caso Cedillo, seus estudos exemplificam o que o Governo chama de ciência barata.
Será o veredito global e sua revelação da falsa ciência o dobrar de finados para o mito autismo-igual-a-vacina? Provavelmente não. O que é desastroso é que muitas famílias tenham suas esperanças emocionais e financeiras atreladas a teorias criadas por quem tem muito a ganhar com sua divulgação. Obviamente, as famílias têm o direito de questionar a segurança daquilo que dão a suas crianças. O debate sobre vacinas assentou-se por estudos científicos bem planejados e conduzidos por um longo tempo. Os julgamentos não mudarão isso.
Dr. Rahul K.Parikh é médico do Departamento de Pediatria e Medicina da Adolescência e Chefe de Educação de Pacientes do Kaiser-Permanente em Walnut Creek, California.
Parents Duped by Junk Science on Autism, Says Doctor
The first case of the autism trial is over, though the court’s decision is still several months away. That was the case involving 12-year-old Michelle Cedillo. Her family is claiming damages from the government’s Vaccine Injury Compensation Program (VICP) because they believe vaccines caused Michelle to develop autism. Almost 5,000 families are waiting in line behind the Cedillos to make the same claim, but the prospects aren’t good.
The government’s closing argument was this: The plaintiffs had been forced to rely on "junk science," science that is inaccurate, created out of self-interest, and it didn’t deserve to be in a courtroom. After all, the best-conducted studies have supported vaccine safety for years.
The junk science started with the work of Dr. Andrew Wakefield, the father of the vaccine equals autism theory. A gastro-enterologist in Britain, he published a study in 1998 linking the Measles Mumps Rubella (MMR) vaccine with autism. His study included just 12 kids, but it created a stir. What we didn’t know at the time was that families who sought to sue vaccine manufacturers funded his research. Secondly, Wakefield himself had filed a patent for a replacement MMR vaccine a year before his study was published.
Further, his groundbreaking results were the outcome of a common experimental error. In short, he had reported a false positive finding, caused by overly sensitive technology. In fact, Wakefield has recently been recalled to the UK from his new home in Texas to face charges by the British medical board related to all of this.
The respected medical journal, Lancet, has since retracted Wakefield’s paper. Subsequent studies containing hundreds of thousands of kids verified the safety of the MMR vaccine.
This may have ended the story, but a twist kept it going.
In 2000, concern was deepening over the use of mercury-based preservatives in biologic materials like vaccines and other medications. A 1997 law required the Food and Drug Administration to assess their role. The CDC convened a meeting to evaluate this issue in childhood vaccines.
Right away, there were things about this meeting that looked suspicious. For example, it was held at a secluded location in rural Georgia (apparently, the CDC’s space was being used for another conference). While it included government officials, academics, and representatives of the pharmaceutical industry, autism advocates and other doubters of vaccine safety were not invited. In addition, there was a slight delay in the release of the meeting’s transcript — which was termed “embargoing of the transcript.”
The location, participants, and transcript delay fueled the suspicion of environmental lawyer Robert F. Kennedy, Jr. In 2005, he published pieces in Rolling Stone and the online magazine, Salon.com, accusing the government of covering up the truth about vaccines and autism.
Certainly, it would have been more prudent of the CDC to appear more transparent, but the truth is, the best, unbiased evidence has failed to demonstrate a link between thimerasol (the name of the mercury-based vaccine preservative) and autism. However, junk science continues to persuade many.
Father and son Mark and David Geier have written much about it. In 2003, they published a study in which they showed a downward trend in autism rates following the removal of Thimerasol from vaccines. For anti-vaccine advocates, this was proof positive that they were right.
But let’s look more closely: First, the Geiers do more than research together. Mark Geier is a physician who founded and runs Genetic Center of America, which specializes in autistic clients. Therapies he provides include controversial therapies like chelation to “detoxify” autistic kids. More recently, he’s started injecting autistic kids with the drug, Lupron, which halts a child’s progression into puberty. While Lupron is an approved drug for the treatment of premature puberty, Dr. Geier has been using it off label because he believes it improves the release of toxic substances from the body. He has filed two patents for this use.
David Geier runs a legal consulting business that specializes in vaccine injury claims. He routinely offers up his dad as an expert witness in these trials.
During many of these trials, special masters (judges who preside over these proceedings), have refused to take Dr. Geier’s testimony into account because of his lack of credibility. One was so taken aback by his lack of competency that he remarked in his judgment of a 2003 proceeding that “it is doubtful that Dr. Geier fulfilled the American Medical Association’s requirements to be an expert witness.”
Consistent with this, the Geier’s Thimerasol study is useless for both its internal validity (how the data was gathered and interpreted) as well as for its motives: Is there a better example of a conflict of interest than a father and son who publish studies that help sell their homegrown brand of medicine, and then use those same studies as evidence in a court of law to rake in consulting fees?
With all of these strikes against the Geiers, how could their work get published? The fact that there are two types of journals explains this. There are those journals in which studies submitted for publication are carefully peer reviewed. And there are those that are not, allowing dubious work to slip by. The Geiers published this study, as well as all of their others, in the latter kind.
The Geier’s work is typical of the quality and ethics of many anti-vaccine researchers. Although they did not testify in the Cedillos’ case, their studies exemplify the government’s claim that this is junk science.
Will the omnibus verdict, and its exposure of junk science, be a death knell for the autism equals vaccines myth? Probably not. What’s unfortunate is that too many families have their emotional and financial hopes pinned on theories created by those with a lot to gain by promoting them. Obviously, families have the right to question the safety of what they give their children. The debate about vaccines was settled by well designed and well conducted scientific studies a long time ago. Trials don’t change that.
Dr. Rahul K.Parikh is a physician in the Department of Pediatrics and Adolescent Medicine and DSA Chief of Patient Education at Kaiser-Permanente in Walnut Creek, Calif.
Parents Duped by Junk Science on Autism, Says Doctor
http://news.ncmonline.com/news/view_article.html?article_id=f9b6b9f982bfc26fe12bd1f61cd98043
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 14.8.07
Você pode comentar aqui:
"Os autistas adoram companhia, mas não suportam barulho"
| Entrevista para: Cynthia Castiñeira | A Coruña | via Faro de Vigo - Vigo,Galicia,Spain | 14/8/2007 |
Autismo significa "fechado em si mesmo" e talvez seja uma das mais difíceis enfermidades para se tratar. Assim explica Antonio de La Iglesia, presidente da Aspanaes que, há 25 anos, trata esta patologia. Seu trabalho são as 143 crianças espalhadas por centros-dia, escolas e residências que a associação mantém. Agora, se propõe uma nova tarefa, definir a pauta de atuação da Confederação de Autsimo da Espanha, da qual foi recentemente nomeado presidente.
-Que tipo de atendimento dá a Aspanaes?
-Temos 171 sócios e atendemos 143 crianças. Somos a maior associação da Espanha. Atendemos sócios e não-sócios. Queremos evitar que os pais de pessoas autistas se desesperem. Funcionamos há 25 anos.
-Que benefícios traz o diagnóstico precoce?
O autismo é a enfermidade que apresenta maior variedade, desde um autismo profundo até apenas alguns traços. O diagnóstico precoce permite começar o trabalho o mais cedo possível, podendo-se obter uma grande recuperação, embroa a recuperação absoluta seja impossível. É um trablaho duro e os resultados se vêem a longo prazo.
-Qual atitude se deve ter frente a esta deficiência?
-Sempre defendemos a integração. A sociedade deve saber que há pessoas com diferentes graus de deficiência e que têm atitudes distintas. Nossas crianças vão à cafeteria, ao cinema... e se comportam bem. Adoram estar em companhia, falar, brincar... não suportam aglomerações, ou melhor, muito barulho. Em uma situação normal, não têm problema algum. Na Associação, não temos uma posição fechada frente a esta enfermidade, simplesmente devemos oferecer companhia, carinho e atenção.
-Como recebeu a eleição para presidente da Confederação?
-A nível pessoal, foi uma alegria muito grande a confiança depositada em mim. Mas, do outro lado, é uma grande responsabilidade, que pretendo carregar com dignidade.
-Quais os seus objetivos a curto prazo?
-A confederação terá qeu se adpatar aos momentos que irá viver. Atualmente, a maioria dos recursos estão relacionados às comunidades autônomas, pelo que as associações têm que trabalhar autonomamente. A confederaçào, além de gerir os recursos governamentais, deve estabelecer critérios e trabalhar com as associações.
-Que mudanças pretende fazer?
-Minha idéia é incorporar as novas tecnologias para pôr em comum as diferentes experiências. Pretendemos dar maior apoio às pequenas associações que não têm a estrutura das associações maiores.
Antonio de la Iglesia Soriano, presidente de la Confederación Autismo España: 'Los autistas adoran la compañía pero no soportan el ruido'
El nombre de autismo literalmente significa "retirada de uno mismo" y quizás sea una de las enfermedades más difíciles de tratar. Así lo explica Antonio de la Iglesia, presidente de Aspanaes, que, desde hace 25 años, conoce y trata de cerca esta patología. Su trabajo son los 143 niños repartidos entre los centros de día, escuelas y residencias que la asociación facilita. Ahora, se plantea un nuevo reto, marcar las pautas de actuación de la Confederación Autismo España, de la que ha sido nombrado recientemente presidente.
-¿Qué tipo de ayudas ofrece Aspanaes, la asociación que preside en A Coruña, a las familias con hijos autistas ?
-Tenemos 171 socios adscritos y 143 niños repartidos entre nuestros centros de día, colegios y residencias. Somos la asociación más grande en España. A las personas que son socias les facilitamos el acceso a nuestros centros. Por otro lado, disponemos de un centro de valoración, que llevamos impulsando tres años, para aquellas familias que no son socias. Pretendemos evitar que los padres que tengan hijos con estos problemas se desesperen buscando un lugar donde se les valore. Llevamos 25 años funcionando y nuestros profesionales tienen mucha experiencia, podemos ayudar en la valoración de los niños.
-¿Cómo se beneficia un autista con un diagnóstico precoz?
-El autismo es una de las enfermedades que presenta más niveles. Un niño puede padecer un autismo profundo, en el que vive aislado, o tan sólo presentar ciertos rasgos de esta enfermedad. Es muy importante el diagnóstico precoz para empezar a trabajar lo antes posible. Si se trabaja con un niño autista desde pequeño se pueden lograr grandes recuperaciones. Es un trabajo muy duro y los resultados se ven a largo plazo pero se consiguen buenas recuperaciones, aunque la recuperación absoluta es imposible.
-¿Cuál es la actitud que se debe tener hacia esta minusvalía?
-Siempre hemos propugnado la integración. La sociedad debe saber que existen personas con diferentes grados de minusvalía y que, a su vez, tienen actitudes distintas. Nuestros niños van a la cafetería, al cine... y se lo pasan muy bien. Ellos adoran estar en compañía, hablar, hacer bromas... lo que no soportan son las aglomeraciones, es decir, los grandes ruidos. Sin embargo, en una dinámica normal, no tienen ningún problema. Desde la asociación no promovemos una predisposición determinada hacia esta enfermedad, simplemente debemos ofrecer compañía, cariño y atención.
-¿Cómo ha recibido la noticia de ser presidente de la Confederación Autismo España?
-A nivel personal, es una alegría muy grande ya que significa que toda la junta directiva confía en mí. Pero, por otro lado, es una carga de responsabilidad, pero intentaré llevarlo con dignidad.
-¿Cuáles son los principales objetivos a corto plazo?
-La confederación tiene que irse adaptando a cada uno de los momentos que va viviendo. Actualmente, la mayoría de los recursos y de las responsabilidades están derivados a las comunidades autónomas por lo que las asociaciones tienen que trabajar mucho a nivel autonómico. La confederación, además de gestionar los recursos gubernamentales, debe aunar criterios y trabajar con las asociaciones.
-Como presidente, ¿qué cambios pretende promover?
-Mi idea a nivel de cambios es incorporar las nuevas tecnologías como un arma importante para así poner en común experiencias. Pretendemos ser un apoyo mayor para aquellas asociaciones pequeñas que no tienen una estructura tan importante como podemos tener las más grandes.
Antonio de la Iglesia Soriano, presidente de la Confederación Autismo España: ´Los autistas adoran la compañía pero no soportan el ruido´
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 14.8.07
Você pode comentar aqui:
Segunda-feira, Agosto 13, 2007
Série de televisão mostrará experiências inclusivas de educação
| clicabrasilia | Agência Brasil | 8/8/2007 |
Uma série de televisão mostrará o cotidiano escolar de crianças com necessidades especiais, matriculadas em escolas públicas de ensino regular.
Com seis episódios de 30 minutos cada,
a série “Toda Criança é Única: a inclusão da diferença na educação infantil” será veiculada nos dia 1º e 2 de outubro pela TV Escola, do Ministério da Educação (MEC). Também será usada pelos professores das escolas públicas para auxiliar no trabalho com crianças com algum tipo de deficiência. Poderá, ainda, ser reproduzida pelos canais públicos de televisão.
"Para nós, a educação inclusiva é muito mais que a oportunidade que se dá a portadores de necessidades especiais de terem acesso à educação regular. É uma oportunidade que se dá aos outros alunos de poderem conviver com os portadores de necessidades especiais”, afirmou hoje o ministro da Educação, Fernando Haddad, no lançamento do projeto. “Em um mundo de tanta intolerância, ensinamos o princípio da sociabilidade, que é a convivência com a diversidade”.
A série, produzida pela TV Cultura – Fundação Padre Anchieta com as Secretarias de Educação a Distância e de Educação Especial do MEC, foi gravada em escolas municipais de educação infantil de Brasília, Florianópolis, Porto Alegre, São Luís, São Paulo e Vitória – seis dos 147 municípios-pólo que integram o Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade, lançado pelo ministério em 2003.
Um dos episódios mostra o dia-a-dia escolar da menina Luma Tavares da Silva, de 7 anos. Ela tem autismo e, antes de entrar na pré-escola em Brasília, em 2005, sequer falava.
"Minha filha nasceu uma pepita de ouro e foi se lapidando aos poucos. A inclusão foi essencial para isso”, relata o pai de Luma, Jurandir Augusto da Silva. “Quando ela chegou na escola, não falava, era totalmente arredia, não se relacionava. Com a escola, ela foi se lapidando e chegou na pérola que é hoje. A inclusão foi primordial para isso”.
Luma confirma. Desinibida, diz que adora ir a escola, conta que tem muitas amigas e que é craque no videogame. “Jogo muito bem, né, Pedro?", indaga ao irmão, a seu lado. "A gente joga junto Bob Esponja. O Pedro ganha mais".
A professora Viviane Melquior de Souza, de 26 anos, tem ajudado nesse processo. Ela começou a dar aulas no ano passado e logo em sua primeira turma recebeu dois alunos com necessidades especiais – um deles, a Luma. “Fiquei com medo de não conseguir desenvolver um bom trabalho, de acabar excluindo por não conseguir trabalhar com elas, isso me assustou muito”.
Viviane conta que não recebeu treinamento da escola. Para trabalhar com esses alunos, estudou os casos e buscou orientação com os professores que haviam trabalhado com as crianças nos anos anteriores.
“No Brasil temos um preconceito velado. Quando desde pequeno se coloca as crianças ditas normais para conviverem com crianças que tenham necessidade especial, você está podando o mal pela raiz. Eles aprendem a respeitar as diferenças. Acho que tem sido bom para todo mundo”.
Segundo o MEC, entre 1998 e 2006, houve um crescimento de 640% nas matrículas de alunos com algum tipo de deficiência em escolas comuns do ensino regular. O número passou de 43,9 mil, em, 1998 para 325,1 mil, em 2006 – o equivalente a 46,4% do total de matrículas.
Este ano, o MEC pretende oferecer cursos de formação para 4.166 municípios e expandir a formação para outras 1.398 cidades. Com isso, cerca de 100 mil profissionais da educação se formarão em inclusão.
Vivi não está nesse grupo. De acordo com o MEC, o governo federal não repassou verba para treinamentos no Distrito Federal em 2006 e 2007, pois o Governo do Distrito Federal informou, ao final de 2005, que todos os educadores haviam sido treinados entre 2004 e 2005.
Série de televisão mostrará experiências inclusivas de educação
http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia.php?IdNoticia=34676
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 13.8.07
Você pode comentar aqui:
Jogos Especiais reúnem 1.200 competidores
| Jornal do Estado | Curitiba, 12/8/2007 |
Começam na segunda-feira os Jogos Especiais de Curitiba, promovidospela Prefeitura em parceria com a Universidade Tuiuti do Paraná.Durante duas semanas, 1.200 portadores de deficiências e condutastípicas estarão competindo em 11 modalidades de esportes adaptados. Aabertura acontecerá às 9h no ginásio da UTP, que fica no CampusSchaffer. Às 13h30min, no mesmo local, começam as disputas de goalball(futebol com guizo), para deficientes visuais.
“Os jogos permitem um processo de sociabilização dos jovens atletas,além de promover e acelerar o desenvolvimento físico. Esta competiçãofaz parte das ações do programa Amigo Curitibano, para incluir oportador de deficiência na sociedade e resgatar seu respeito comocidadão”, diz o prefeito Beto Richa. O Amigo Curitibano é o programamunicipal que dissemina informação e agiliza os atendimentos e ainclusão social de portadores de deficiência.
O evento reunirá 28 instituições de atendimento à pessoa portadora dedeficiência nas áreas auditiva, mental, física e visual, além deatletas portadores de condutas típicas, como neuroses, psicoses,autismo e esquizofrenia. Os participantes vão competir nas modalidadesde atletismo, xadrez, boccia, tênis de mesa, natação, futsal, bocha deareia, goalball (futebol com guizo), voleibol, beisebol e Golfe 7.
Jogos Especiais reúnem 1.200 competidores
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 13.8.07
Você pode comentar aqui:
Artistas se unem em show de solidariedade em prol da AMA
| Péricles Mendel | TV Cidade Verde | Teresina, 9/8/2007 |
Projeto Show da Vida - Prova de Amor através da Arte será realizado hoje e amanhã, a partir das 20h, no Cine Teatro da Assembléia, reunindo vários artistas.
Cultura e Solidariedade unidas em mais uma edição do Projeto Show da Vida – Prova de Amor através da arte, que será realizado hoje e amanhã, a partir das 20h, no Cine Teatro da Assembléia.
Esta edição do projeto é ainda mais especial, tendo em vista que marca o lançamento da campanha sócio-cultural da Associação dos Amigos dos Autistas (AMA), que será realizada em outubro.
Entre os que se apresentam nesses dois dias de evento estão os humoristas Dirceu Andrade, Amauri Jucá, Zé Filho e Otávio César, além do pianista Garibaldi Ramos, as intérpretes Brenda Lima, Cíntia Silveira, Ana Virgínia, Ana Miranda e os grupos de samba Raça Brasileira e Trombone e Cia.
Além disso, haverá apresentações dos cantores Gomes Brasil, Assis Bezerra e Fifi Bezerra, Severino, da Orquestra Feminina de Música, do grupo TPM, do grupo Bossa Para Todos, do percussionista Guido Andino, Rubeni Miranda e Messias Messina.
De acordo com a pianista e produtora cultural Carla Ramos, o projeto Show da Vida é realizado desde o ano 2000, sempre com preços acessíveis. “Esta apresentação será diferente. A entrada para o espetáculo será gratuita e na hora de ir embora é que as pessoas irão deixar a quantia que acharem justa”, diz.
A produtora ressalta ainda que a intenção é fazer desse evento um evento da agenda cultural de Teresina aliando sempre a causas nobres. “Nesse caso, nossa idéia é expandir o trabalho realizado pela AMA para que as pessoas conheçam e se sensibilizem a ajudar”, diz.
http://www.cidadeverde.com/entretenimento_txt.php?id=3007
Artistas se unem em show de solidariedade em prol da AMA
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 13.8.07
Você pode comentar aqui:
Quinta-feira, Agosto 09, 2007
ABADEF no Conselho da UFBA
A Associação Baiana de Deficientes Físicos - ABADEF tem a honra de comunicar que a sua Presidente, Sra. Maria Luiza Câmera, foi indicada, referendada e eleita para compor o Conselho Universitário – CONSUNI, órgão de deliberação máxima da Universidade Federal da Bahia – EFBA. Na mesma ocasião, foi também, indicada e eleita a suplente Srta. Silvanete Brandão Figueiredo, Assistente Social da ABADEF.
Nesta oportunidade, a ABADEF convida a todos para participarem do ATO DE POSSE, no dia 10.08.07 (sexta-feira) às 14:00, no Gabinete do Reitor, no prédio da Reitoria da UFBA.
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 9.8.07
Você pode comentar aqui:
Quarta-feira, Agosto 08, 2007
VII Conferência Estadual de Saúde da Bahia
As Conferências de Saúde constituem-se em espaço democrático de construção da política de saúde para o SUS, garantida na legislação, com base na lei n° 8.142/90, que garante a participação da sociedade civil organizada, tornando-se uma instância privilegiada de caráter propositivo e consultivo, que se reúne de quatro em quatro anos para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para formulação da política de saúde em cada esfera de governo.
A VII Conferência Estadual de Saúde se realizará no período de 09 a 11 de setembro de 2007, no Centro de Convenções da Bahia, tendo como tema central – SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA – POLITICAS DE ESTADO E DESENVOLVIMENTO – com os seguintes eixos temáticos:
I – Desafios para efetivação do direito humano à saúde no século XXI: Estado, Sociedade e Padrões de desenvolvimento;
II – Políticas Publicas para a saúde e qualidade de vida: O SUS na Seguridade Social e Pacto pela Saúde;
III – A participação da sociedade na efetivação do direito humano à saúde.
http://www.saude.ba.gov.br/conferes/index.asp
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 8.8.07
Você pode comentar aqui:
1º Simpósio de Educação Especial de Lauro de Freitas
Nos dias 26 e 27 de Outubro de 2007 será realizado o 1º Simpósio de Educação Especial , no município de Lauro de Freitas (Bahia).
A CAEE- Consultoria e Assessoria em Educação Especial convida aos Interessados no Tema "Construindo Novos Olhares para Educação Inclusiva".
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 8.8.07
Você pode comentar aqui:
Terça-feira, Agosto 07, 2007
Movimento reivindica isenção de impostos na compra de veículos para autistas
| Daniel Lima | Repórter da Agência Brasil | 7/8/2007 |
Brasília - O Movimento Orgulho Autista Brasil quer o mesmo beneficio concedido aos deficientes físicos para comprar veículos. Os carros seriam conduzidos pelos pais ou responsáveis pelo autista, para atender suas necessidades de locomoção.
Desde o início deste ano, os portadores de deficiência podem comprar carros com isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e serviços (ICMS) - imposto que varia de estado para estado – além do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).
Hoje cedo, os integrantes do movimento entregaram um documento ao secretário de Fazenda do Distrito Federal, Luiz Tacca Junior, pedindo que o assunto fosse incluído na pauta da reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que se realiza em Brasília. Entre os temas da reunião consta o ICMS.
A presidente do movimento, Alexandra Capone, reclamou do que considerou resistência dos estados produtores em conceder o benefício. “Nós gostaríamos de obter a extensão para os autistas da isenção do ICMS concedida aos deficientes físicos na compra de veículos”. Segundo ela, apesar da pressão e da vontade do grupo, “há resistência por parte de alguns estados”.
Outro integrante do movimento, Fernando Cotta, disse que não vê razão para o secretário temer a perda de receita ao conceder o benefício. “Mesmo com a isenção, poucas pessoas vão ter condições de comprar esses veículos”.
Movimento reivindica isenção de impostos na compra de veículos para autistas
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/07/materia.2007-08-07.7274044875/view
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 7.8.07
Você pode comentar aqui:
Movimento reivindica isenção de impostos na compra de veículos para autistas
| Daniel Lima | Repórter da Agência Brasil | 7/8/2007 |
Brasília - O Movimento Orgulho Autista Brasil quer o mesmo beneficio concedido aos deficientes físicos para comprar veículos. Os carros seriam conduzidos pelos pais ou responsáveis pelo autista, para atender suas necessidades de locomoção.
Desde o início deste ano, os portadores de deficiência podem comprar carros com isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e serviços (ICMS) - imposto que varia de estado para estado – além do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).
Hoje cedo, os integrantes do movimento entregaram um documento ao secretário de Fazenda do Distrito Federal, Luiz Tacca Junior, pedindo que o assunto fosse incluído na pauta da reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que se realiza em Brasília. Entre os temas da reunião consta o ICMS.
A presidente do movimento, Alexandra Capone, reclamou do que considerou resistência dos estados produtores em conceder o benefício. “Nós gostaríamos de obter a extensão para os autistas da isenção do ICMS concedida aos deficientes físicos na compra de veículos”. Segundo ela, apesar da pressão e da vontade do grupo, “há resistência por parte de alguns estados”.
Outro integrante do movimento, Fernando Cotta, disse que não vê razão para o secretário temer a perda de receita ao conceder o benefício. “Mesmo com a isenção, poucas pessoas vão ter condições de comprar esses veículos”.
Movimento reivindica isenção de impostos na compra de veículos para autistas
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/07/materia.2007-08-07.7274044875/view
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 7.8.07
Você pode comentar aqui:
Governo oferece assistência humanizada a portadores de transtorno mental
| Redação 24HorasNews | 03/08/2007 |
A Secretaria de Estado de Saúde (Ses), de Mato Grosso, presta atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) portadores de transtornos mentais por meio do Centro Integrado de Atenção Psicossocial (Ciaps) Adauto Botelho que oferece serviços distintos nas várias áreas de saúde mental, com abordagem humanizada. Esses serviços operam de forma integrada, no cumprimento da Lei Federal 10.216, de 06 de Abril de 2001, que orienta e define os cuidados que devem ser dispensados aos portadores de transtornos mentais pelo Estado. Em 2006 o Adauto Botelho atendeu a 6.300 casos em suas unidades e realizou a internação de 2,200 pacientes que foram atendidos nas 8 unidades do Centro Integrado.
“O Ciaps Adauto Botelho dividiu a assistência aos portadores de transtornos mentais em oito Unidades distintas, mas integradas entre si”, explicou a diretora do Centro, Luciana Gomes. “Com os serviços prestados nessas Unidades o Estado adota uma política de atendimento que garante a liberdade e cidadania do doente mental, ao mesmo tempo em que orienta, também, a família do paciente para que ele seja incluído na sociedade, o que é um direito constitucional”.
Para tanto realiza a internação dos pacientes, de ambos os sexos, adulto e com transtorno mental severo (como a esquizofrenia) transtornos de humor (incluindo aí o transtorno bipolar), depressão severa, quadros maníacos depressivos e outros na Unidade I de Internação Psiquiátrica, com 70 leitos. No ano passado elas alcançaram o total de 1.300 internações.
Já os pacientes do sexo masculino, adulto, que apresentam transtornos mentais severos e que estão sob medida de segurança, quer dizer, que foram encaminhados ao Ciaps pela Justiça e que estão, por isso, em condição de inimputabilidade, recebem atendimento na Unidade II do Ciaps Adauto Botelho, que possui 22 leitos para atendimento que estiveram ocupados durante todo o ano de 2006 de forma integral, a mesma tendência sendo manifestada neste ano de 2007.
Os pacientes do sexo masculino, adultos, que têm um histórico de dependência de substâncias psicoativas, mas que não estão sob medida de segurança, são encaminhados para a Unidade III de Internamento, o Ciaps José Eduardo Vaz Curvo. A Unidade dispõe de 50 leitos para atendimento e realizou, em 2007, mais de 900 internações.
Nos casos em que os pacientes entram em crise, ou surto, chegando a uma situação de emergência decorrente de patologias mentais psiquiátricas eles são encaminhados ao Pronto Atendimento em Saúde Mental que possui 13 leitos, com capacidade para atendimento de 13 pacientes, por dia. Em 2006 foram realizados quase 5.000 desses atendimentos. O Hospital-Dia, que também trabalha com o atendimento aos pacientes de ambos os sexos, adultos, com transtorno mental severo em quadro agudo, dispõe de 30 leitos realizando outros 300 atendimentos no ano que passou.
Na política de humanização da Ses, segundo a qual o usuário deve ficar incluído na família e receber atendimento de reforço e controle das crises, o tratamento ambulatorial cumpre um papel fundamental. Esse tipo de atendimento é proporcionado para pacientes com situação de dependência de substâncias psicoativas, de ambos os sexos e adultos, no Caps AD. Em 2006 o Caps realizou mais de 1.000 atendimentos.
O Centro de Assistência Psicossocial Infantil (Capsi) dá atendimento e tratamento a crianças e adolescentes, de ambos os sexos, que sofrem de transtornos mentais. Nessa Unidade recebem cuidados menores de idade com quadros psicóticos, maníacos, depressivos, autistas, transtornos de déficit de atenção e de hiperatividade, mas apenas na modalidade ambulatorial. Foram atendidas 2.000 crianças nessa unidade.
Em regime de internação integral crianças são atendidas no Caps “Lar, Doce Lar” no qual o Centro dá atendimento a 24 crianças com deficiência mental, em quadros neurológicos leves e graves, e psiquiátricos. As crianças vivem em sistema de tutelados pelo Estado e moram no Lar, Doce Lar, em função de situação de abandono familiar.
LEI 10.216 - A Lei 10.216, de Abril de 2001, é a lei que define os cuidados que a Saúde do Estado tem obrigação de prestar aos portadores de transtornos mentais, que a Secretaria de Estado de Saúde segue integralmente. “A Lei é resultado de uma longa luta histórica, luta que envolveu os usuários dos serviços do SUS na área de saúde mental e profissionais especializados como psquiatras, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, terapeutas ocupacionais e outros”, lembrou Luciana Gomes.
Segundo a diretora a proposta da Lei simplificou e melhorou o atendimento ao paciente portador de transtorno mental. A Lei 10.216 afirma que qualquer usuário do SUS que precisar de internação, na área de saúde mental do Estado, terá direito à internação. “Porém o período em que o paciente ficará internado será, preconiza a Lei, exclusivamente pelo tempo necessário para sua recuperação clínica do quadro agudo e severo por patologia psi”, disse a diretora.
Nos serviços de internação do Ciaps Adauto Botelho, a alta médica é realizada pelo psiquiatra encarregado do atendimento em conjunto com a equipe multiprofissional de assistência, que inclui psicólogos, terapeutas, assistentes sociais, enfermeiros e outros profissionais habilitados.
“A política de atendimento humanizado na Saúde Mental atende a um programa de inclusão do paciente, sempre que suas condições de recuperação médica-psíquica assim o permitirem, na sociedade como um membro participativo e produtivo”, finalizou Luciana Gomes.
Governo oferece assistência humanizada a portadores de transtorno mental
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=226028
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 7.8.07
Você pode comentar aqui:
Quinta-feira, Agosto 02, 2007
Exorcismo
| WRCB-TV | The Eyewitness News | Chattanooga,Tennessee | 1/8/2007 |
Estudante para pastor enfrenta a acusação de ter cometido um crime em nome de Jesus.
A polícia disse que Eddie Uyesugi, pastor em treinamento na Igreja Cristã de Cherry Hill, prometeu para uma mãe a cura, através da oração, de seu filho autista de 14 anos.
Cecília Almeida enviou para a Comunidade Virtual Autismo no Brasil o link para um vídeo com o garoto:
http://www.wgal.com/news/13795899/detail.html?rss=lan&psp=nationalnews
Uyesugi convencer a mãe de que podia curar o autismo com um exorcismo.
-"Através da prece, os demônios seriam expulsos. Ela inicialmente concordou, pensando que era algo autorizado pela igreja", explicou o detetive Brad Swain, da polícia do Condado de monroe.
A polícia conta que o exorcismo se tornou violento e que Uyesugi, afirmando realizar "trabalho de Deus", amarrou o garoto na cama, bateu e enfiou os dedos na sua boca repetidamente, fazendo-o vomitar para expulsar o demônio. Também bateu-lhe no rosto durante o ritual que levou onze horas.
A mãe contou que tentou interromper o exorcismo, sem sucesso.
Pastores não quiseram comentar o caso, mas disseram que, quando ensinam a expulsar demônios, seus métodos não incluem violência. A igreja removeu de seus quadros Uyesugi, que disse apenas tentar conter o garoto.
Autism Exorcism
A student minister faces serious charges after Indiana investigators say he committed a crime in the name of Christianity.
Police say 22-year-old Eddie Uyesugi, a pastor in training at Cherry Hill Christian Church, promised healing for a 14-year-old autistic boy.
Uyesugi convinced the boy's mother he could cure autism with an exorcism.
"Through prayer, casting demons out. She was initially in agreement in doing this thinking it was something authorized through the church," explained Monroe County Police Detective Brad Swain.
Police say the exorcism turned violent and that Uyesugi, under the guise of 'God's work', battered and beat the boy.
"Sticking fingers into the boy's mouth while he was restrained on the bed, causing him to vomit. And this happened several times. Family said that Mr. Uyesugi told them this was to cast the demons out," said Detective Swain.
Police say Uyesugi also punched the autistic teen in the face during the ritualistic beating that lasted for eleven hours.
"He knew he didn't have demons in him. So why he was being abused and being told for demons to come out, it was really lost on him."
The boy's mother tried to end the exorcism, but was unsuccessful.
Pastors at Cherry Hill Church wouldn't comment on the alleged exorcism, but they told police while they do teach how to cast out demons, their methods don't include violence.
The church removed Uyesugi from the parsonage after the incident.
He told police he was simply trying to restrain the boy.
Autism Exorcism
http://www.wrcbtv.com/news/index.cfm?sid=10122
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 2.8.07
Você pode comentar aqui: