Segunda-feira, Abril 30, 2007
Documentário "Autism, the musical" no Festival Tribeca
| Marília Martins | Correspondente do jornal O Globo | O Globo online | 25/04/2007 |
A sexta edição do Tribeca Film Festival promete agitar Nova York com 157 longas e 88 curtas de 47 países. A mostra competitiva tem 18 títulos disputando o prêmio de melhor ficção e 16 de melhor documentário.
É destaque na seleção feminina o documentário
"Autism, the musical", de Tricia Regan . Acompanha cinco crianças autistas em Los Angeles que escrevem e encenam uma peça musical surpreendente.
Fonte:
Aquecimento global e estréias agitam o Tribeca Film Festival, em Nova York
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2007/04/24/295489615.asp - Disponível em 30/4/2007
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.4.07
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QI de crianças autistas aumenta com aulas intensivas
| BBC Brasil | 26/4/2007 |
Crianças autistas a partir dos três anos de idade podem aumentar seus níveis de QI com um programa intenso de aulas particulares, de acordo com pesquisadores britânicos.
O estudo de dois anos mediu o impacto da intervenção comportamental intensiva em crianças pequenas e encontrou mudanças positivas nas habilidades de linguagem, motoras e de interação social.
O processo envolve aulas particulares em casa durante 25 horas semanais por um período de dois anos.
Os resultados mostram que os níveis de QI aumentaram em dois terços das crianças. Esse aumento foi "muito substancial" para mais de 25% delas.
Trabalho duro
Uma das crianças autistas, por exemplo, teve o QI aumentado de 30 para 70.
"Na prática, as mudanças positivas que observamos no QI, na linguagem e nas habilidades de vivência diária podem fazer uma diferença real para as vidas futuras de crianças com autismo", disse Bob Remington, vice-presidente da Escola de Psicologia da Universidade de Southampton, que realizou o estudo.
Mas ele alertou que os pais e crianças que embarcam nesse tipo de tratamento precisam estar preparados para trabalhar duro.
"Vinte e cinco horas de terapia em casa por semana é um grande compromisso para crianças e para os pais", disse.
"Antes do começo do estudo nós estávamos nos perguntando se um trabalho tão intensivo poderia aumentar as demandas emocionais e psicológicas da criação de uma criança, já que para ensinar habilidades básicas é preciso muita dedicação e paciência, e a organização familiar precisa se adaptar à presença constante dos tutores", disse.
Cautela
Mas, segundo ele, os pais estavam prontos para o desafio.
"As razões são claras: é mais difícil ficar sem ajuda do que se envolver no ensino, e na maioria dos casos os pais observaram melhoras rápidas nas habilidades e no comportamento dos filhos", disse Remington.
A Sociedade Nacional de Autismo recebeu o estudo com cautela.
"Como a natureza do autismo é tão complexa, muitas intervenções foram desenvolvidas ao longo dos anos com muitas alegações de que são efetivas, enquanto poucas intervenções foram avaliadas de forma independente ou científica", disse um porta-voz da organização.
"É vital que pessoas afetadas pelo autismo tenham acesso a informação confiável sobre os métodos que possam resolver suas necessidades individuais", disse.
QI de crianças autistas aumenta com aulas intensivas
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/04/070426_autismotratamento_ir.shtml
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.4.07
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Rain Man 2: Nascido em um dia azul
| François Provost | Ecran Large | 26/4/2007 |
A Warner Bros vai adaptar para o cinema a história de Daniel Tammet, um autista brilhante capaz de, por exemplo, falar 7 línguas e recitar de cabeça os 20 mil primeiros decimais do número Pi. sua autobiografia recentemente publicada,
Born on a blue day, servirá de base para a adaptação de da história deste homem capaz de descrever com precisão sua percepção do mundo, permitindo assim compreender melhor esta deficiência.
Rain man 2 : Né un jour bleu
Warner Bros Pictures adaptera à l'écran l'histoire de Daniel Tammet, un brillant autiste capable, entre autre, de parler 7 langues et de réciter de tête les 20 000 décimales du nombre Pi. Son autobiographie récemment publiée (Born on a blue day) servira de base à l'adaptation de l'histoire de cet homme capable de décrire très précisément sa perception du monde, permettant ainsi de mieux comprendre cet handicap.
Rain man 2 : Né un jour bleu
http://www.ecranlarge.com/article-details-6048.php
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.4.07
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Terça-feira, Abril 24, 2007
Artigo sobre aspérgueres ganha prêmio na Europa
| Fábrica de conteúdos | Portugal, 17/4/2007 |
Um relato clandestino sobre a exploração de trabalhadores estrangeiros na região italiana de Puglia ganhou o primeiro lugar do concurso Prémio de Jornalismo 2006 «Pela Diversidade. Contra a Discriminação» da União Europeia (UE).
(...)o terceiro lugar foi atribuído à jornalista belga Petra Sjouwerman, correspondente do De Morgen, na Escandinávia, pelo artigo «Bedrijf werft enkel autisten aan» (empresa contrata exclusivamente autistas), sobre a forma como as diferenças podem constituir uma vantagem.
Os vencedores na categoria principal foram seleccionados entre 568 participações, aceites, provenientes de todos os Estados-membros, enquanto que o prémio especial foi seleccionado com base num total de 125 artigos elegíveis. Os trabalhos foram avaliados por um painel de profissionais dos meios de comunicação social e por especialistas em questões relativas à discriminação, tendo em conta a relevância da informação, a investigação necessária e a originalidade.
A edição de 2007 do Prémio de Jornalismo da UE foi lançada em Fevereiro e abrange os artigos publicados entre 1 de Janeiro a 30 de Setembro em qualquer um dos 27 Estados-membros.
Conhecidos vencedores do Prémio de Jornalismo 2006 da UE
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.4.07
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Regina Duarte e Paulo Autran em jantar beneficiente da AUMA (SP)
A AUMA - Associação dos Amigos da Criança Autista - realizará um jantar beneficente em Maio, com o objetivo de começar a levantar fundos para a construção do CIAA - (Centro Integrado de Atendimento ao Autista) -, com 2.500 m² e moderna infra-estrutura.
"O Jantar" será realizado no Salão Nobre do Hotel Gran Meliá Mofarrej. Várias atrações estão sendo programadas para a ocasião, entre elas o quadro "Dança com Famosos" no qual os participantes poderão dançar com as celebridades presentes, sorteio de brindes e as apresentações do músico Cláudio Goldman e do mágico Issao Imamura.
Entre os padrinhos estão o desenhista Maurício de Souza (autor do logotipo da AUMA), o jornalista Carlos Tramontina, a atriz Regina Duarte e o ator Paulo Autran.
"O Jantar"
4 de Maio, sexta-feira, 19:30 horas, no Gran Meliá Mofarrej-Alameda Santos, 1437- Jardins, São Paulo - SP.
Reserva de convites/Informações: Paula/ Marcelo - AUMA (11) 3675-7400 / 3673-2088 / 3862-0833.
Raquel/ Sara (11) 6950 4914/ Gran Meliá Mofarrej (Maria C. Dantas) (11) 3146 5900 Ramal 3311.
Fonte:
Buxixo, 19/4/2007
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.4.07
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«O meu neto mereceu morrer»
| Portugal Diário | 20/4/2007 |
Avô de Cho lamenta o massacre da Virgínia, mas não tem pena do neto se ter suicidado, depois de ter morto 32 pessoas. Tia-avó do atirador diz que ele era «autista»
O avô de Cho Seung-Hui, o autor do massacre da passada segunda-feira que abalou os EUA, disse que o seu neto mereceu morrer, depois de ter assassinado 32 alunos e professores da Universidade Técnica da Virgínia.
Em declarações feitas ao jornal britânico Daily Mirror, Kim Hyang-Sik, descreveu o seu neto como um «causador de problemas que destruiu a vida da sua mãe».
O octagenário sul-coreano, que vive nos arredores da capital Seul, assistiu aos vídeos e imagens que Cho enviou à cadeia televisiva norte-americana NBC. A reacção foi de repulsa, qualificando com insultos e palavrões o seu familiar. «O meu neto mereceu morrer com as suas vítimas», considerou, não mostrando qualquer lamento relativamente ao suicídio de Cho que se seguiu ao massacre.
«Era autista»
A irmã de Kim Hyang-Sik, e tia-avó de Cho, explicou ao Daily Mirror que o seu irmão ficou tão perturbado que «se ausentou nos últimos dias para se poder acalmar e evitar perguntas».
Kim Yang-Sun, de 85 anos, também se referiu com insultos a palvrões ao autor das mortes na Virginia Tech, revelando que Cho teve «problemas desde a infância» e que lhe foi diagnosticado «autismo», depois da sua família ter emigrado para os EUA, apesar deste dado nunca ter sido avançado pelas autoridades norte-americanas.
«Ele era muito sossegado e só andava com a sua mãe e o se pai e quanto alguém chamava por ele só respondia sim e não, mas nunca mostrava qualquer sentimento ou emoção», disse a idosa, explicando: «Depois de terem chegado à América a sua mãe estava tão preocupada relativamente à sua incapacidade de falar que o levou a um hospital onde lhe foi diagnosticado autismo».
O jornal refere ainda que os pais de Cho sempre estiveram a par do seu problema, citando familiares seus, mas que nunca tiveram tempo ou dinheiro para consultar um especialista.
«Ele não era como um miúdo normal. Estávamos preocupados por ele não falar», disse Chan Kim, tio do atirador. «Os pais sabiam que ele tinha problemas mentais, mas eram pobres e não o podiam enviar para um hospital especializado nos Estados Unidos», sublinhou.
As informações sobre o jovem Cho Seung-Hui são desencontradas. Chamam a atenção, no entanto, os relatos de bullying - humilhação - de que teria sido vítima. Embora venha sendo descrito como esquizofrênico, pode se tratar de uma pessoa em surto psicótico, tanta pressão tenha sofrido. Importante ressaltar que alguma coisa devia ter sido feita antes da tragédia.Choca constatar que, para seu avô, ao "neto diferente", só cabia a morte.
Argemiro
«O meu neto mereceu morrer»
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=799878&div_id=291
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Quarta-feira, Abril 11, 2007
Desesperado pedido de um pai de garoto autista perdido
| El Diario de Aysen | Patagonia, Chile, 9/4/2007 |
Andrés Díaz Coliahue, de 16 anos, apresenta síndrome autista e se perdeu no último 5 de abril. |
Desde a última quinta-feira a familia do rapaz perdido não tem notícias de seu paradeiro. O pai está perdendo as esperanças de encontrá-lo com vida.
Andrés Díaz Coliahue, um jovem de 16 anos que apresenta síndrome autista, se perdeu na última quinta, 5 de abril, no Povoado Los Ciervos, em Coyhaique. Desde esse dia seus pais fazem uma frenética busca, sem resultados positivos. No mesmo dia registraram seu desaparecimento junto aos Carabineiros da capital regional. À unidade policial se juntou a Polícia de Investigações, que participa dos trabalhos de busca do rapaz em diferentes setores da cidade, com resultados, até agora, infrutíferos.
SUMIÇO
O garoto se perdeu na quinta-feira, um día antes do início da Semana Santa, quando era levado pela mãe a seu tratamiento em Coanil, pelo autismo que apresenta desde os 11 anos. Tudo aconteceu em segundos, quando ele e a mãe se preparavam para pegar o transporte no setor alto do povoado "Los Ciervos". Em um descuido da mãe, o jovem saiu correndo do lugar. A mãe ficou desesperada ao ver que não podía encontrá-lo:
-"É como se a terra o tivesse engolido", relata o pai, José Díaz, conhecido mestre de obras que trabalha em Balmaceda e é conhecido como "El Macías". Tranqüilo, mas não menos preocupado o pai fez um apelo à comunidade coyhaiquina para procurar por seu filho ou dar alguma informação que ajude a descobrir seu paradeiro.
"Queremos ver se as pessoas nos ajudam, porque não temos mais aonde ir. Liguem para os carabineiros ou para nosso telefone (...) seja para o bem ou para o mal, esteja morto ou vivo", disse.
Telefonemas anônimos
Segundo a família, houve muitas ligações e avisos desde a Sexta-feira Santa, em que pessoas que não se identificavam, indicaram ter visto ao garoto em vários setores da cidade, como o hospital e o estádio regional, entre outros pontos de Coyhaique. Segundo José Díaz, eles têm recorrido a todos os meios de busca e de avisos, mas os resultados têm sido inúteis.
"Pusemos avisos nas rádios, em todos os meios locais, há fotos suas na Polícia, há avisos em toda a parte, mas até agora não temos nada que diga onde está", desabafou Díaz.
DESCRIÇÃO
O jovem perdido é magro, tem 1,67 m de altura e, no dia de seu desaparecimento, vestia um agasalho azul; camiseta branca; um conjunto de moleton azul e sapatos pretos e vermelhos. Andrés é o terceiro de quatro irmãos que não apresentam os mesmos problemas de retardo. Segundo o pai, o rapaz de 16 anos apresenta autismo desde os 11, mas não se sabe com certeza a origem da enfermidade.
Díaz conta que Andrés tem a personalidade de um menino de três anos, por isso a familia teme que lhe causem algum mal e se aproveitem de sua condição de menino autista.
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"O problema é que, como um menino de tres anos, não sabe distinguir entre o bem e o mal. Ele não é uma pessoa que faça mal a alguém. Acho que não sabe voltar para casa, depois que se perdeu", disse.
O pai acrescentou que, de outras vezes, já havia se perdido, mas não por muito tempo e logo era encontrado nas cercanias de seu bairro, no povoado Los Ciervos. Nas próximas horas, o pai de Andrés, se encontrará com a Prefeita Viviana Betancourt, para pedir ajuda a fim de iniciar uma busca mais completa na região, com mais recursos humanos e logísticos. Até o fechamento desta nota, os Carabineiros, através da Patrulha de Ações Especiais (PAE) ainda realizava intensas buscas do menor no setor do estádio regional, junto com seus pais. Dividiram-se por diferentes setores, mas a busca até então estava sendo infrutífera. O pai José Díaz fez à comunidade um desesperado pedido por alguma pista que ajude a definir o paradeiro do jovem autista perdido. Qualquer informação, favor telefonar.
Desesperado llamado de padre de niño autista perdido en Coyhaique
| El Diario de Aysen | Patagonia, Chile, 9/4/2007 |
En la imagen: Andrés Díaz Coliahue, de 16 años, presenta síndrome autista, y se perdió el pasado 05 de abril, cualquier información llamar al 133 de Carabineros.
Desde a última quinta-feira a familia do rapaz perdido não tem notícias de seu paradeiro. O pai está perdendo as esperanças de encontrá-lo com vida.
Andrés Díaz Coliahue, um jovem de 16 anos que apresenta síndrome autista, se perdeu na última quinta, 5 de abril, no Povoado Los Ciervos, em Coyhaique. Desde esse dia seus pais fazem uma frenética busca, sem resultados positivos. No mesmo dia registraram seu desaparecimento na Polícia da capital regional. À unidade policial se juntou a Polícia de Investigações, que participa dos trabaslhos de busca do rapaz em diferentes setores da cidade, com resultados, até agora, infrutíferos.
SE ARRANCÓ
O garoto se perdeu na quinta-feira, um día antes do início da Semana Santa, quando era levado pela mãe a seu tratamiento em Coanil, pelo autismo que apresenta desde os 11 anos. Tudo aconteceu em segundos, quando ele e a mãe se preparavam para pegar o transporte no setor alto do povoado "Los Ciervos". Em um descuido da mãe, o jovem saiu correndo do lugar. A mãe ficou desesperada ao ver que não podía encontrá-lo:
-"Era como se a terra o tivesse engolido", relata o pai, José Díaz, conhecido mestre de obras que trabalha em Balmaceda e é conhecido como "El Macías". Tranqüilo, mas não menos preocupado o pai fez um apelo à comunidade coyhaiquina para procurar por seu filho ou dar alguma informação que ajude a descobrir seu paradeiro. "Queremos ver se as pessoas nos ajudam, lo trate de ubicar, porque nosotros no hayamos dónde más ir. Llamen a carabineros o al teléfono que vamos a dejar (...) ya sea para bien o para mal esté muerto o vivo", expresó.
Llamados anónimos
Según la familia del menor, han recibido diversos llamados y avisos desde el viernes Santo, donde personas que no se identificaban, indicaron que vieron al muchacho en varios sectores de la ciudad, como el hospital, en el estadio regional, entre otros puntos de Coyhaique. Según José Díaz se han recurrido a todas las instancias de búsqueda y de avisos, pero han resultado inútiles, ya que ven pasar los días y no se sabe nada de su hijo. "Hemos dado avisos por las radios, por todos los medios locales, hay hasta fotos de él en Investigaciones, están avisados en todos lados, pero hasta el momento no tenemos nada que diga dónde está", expresó Díaz.
DESCRIPCIÓN
El joven perdido es de contextura delgada y de 1 metro 67 cm de estatura, el día de su extravío vestía polar azul; polera blanca; buzo azul y zapatillas negras con rojo. Andrés es el tercero de cuatro hermanos que no presentan los mismos problemas de retardo. Según el padre, el menor de 16 años presenta autismo desde los 11 y todavía no se sabe con certeza el origen de la enfermedad.
Díaz dijo que Andrés, representa una personalidad de un niño de tres años, por lo que su familia teme que le puedan causar daño y aprovecharse de su condición de niño autista.
"El problema que él es un niño como de tres años, no sabe distinguir entre el bien y el mal. Él no es una persona que pueda hacerle daño a alguien, me imagino que no supo cómo volver a casa, después que se arrancó",dijo.
El padre agregó que en otras oportunidades se le había arrancado, pero que no era por mucho tiempo y luego era encontrado por los alrededores de su barrio, en población Los Ciervos.
En las próximas horas el padre de Andrés, se entrevistará con la Intendenta Viviana Betancourt, para solicitarle ayuda a fin de iniciar una búsqueda más completa de la zona, con una mayor implementación de recursos humanos y logísticos.
Hasta el cierre de esta nota, Carabineros a través de la Patrulla de Acciones Especiales (PAE) aún realizaba una intensa búsqueda del menor en el sector del estadio regional, en conjunto con sus padres. Se han dividido en diferentes sectores para dar con su paradero, pero su búsqueda hasta el momento ha sido infructuosa.
Su padre José Díaz, realiza un desesperado llamado a la comunidad a dar alguna pista que de con el paradero del joven autista perdido. Cualquier información, llamar a los teléfonos 098392350 - 094492619 - 90740422.
Desesperado llamado de padre de niño autista perdido en Coyhaique
http://www.diarioaysen.cl/noticias1.php?id=140
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 11.4.07
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Terça-feira, Abril 10, 2007
MT poderá oferecer atendimento de equoterapia
| Patricia Neves | Gazeta Digital | 09/04/2007 |
Assembléia Legislativa
O deputado Zé Domingos (DEM) apresentou projeto de lei que dispõe sobre a implantação do método terapêutico de equoterapia na rede pública de saúde de Mato Grosso. O objetivo é reabilitar pessoas portadoras de necessidades especiais em instituições de saúde contratadas ou conveniadas com o estado.
"Este projeto vai beneficiar várias pessoas portadoras de necessidades especiais, haja vista que o método apresenta resultados positivos já comprovados em outros estados. Este é o sonho de milhares de pessoas que buscam alternativas de tratamento para viver melhor na sociedade. Mas, em decorrência da situação econômica e ausência do estado, não têm acesso a esse tipo de tratamento", justificou o parlamentar.
Na proposta, consta ainda que será criado um centro especializado formado por uma equipe interdisciplinar, com professores, pedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e médicos especializados.
O deputado explicou que a equoterapia é um método terapêutico educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência ou necessidade especiais.
Dados do Ministério da Saúde apontam que a equoterapia foi formalizada no Brasil em 1989, com a constituição da Associação Nacional de Equoterapia (Ande Brasil), que regulamentou o método no país em parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação. Em junho de 1997, a equoterapia foi reconhecida como método terapêutico pelo Conselho Federal de Medicina, e desde então, praticado em quase todo o território nacional.
Segundo o deputado,
esse método é muito indicado para casos de paralisia cerebral, acidentes vasculares cerebrais, traumas crânio-encefálico, formas psiquiátricas de psicoses infantis, autismo, síndrome de Down e West, dependência química, estresse, depressões, hiperatividade, dificuldades no aprendizado, timidez, falta de coordenação motora, postura, problemas ortopédicos, distúrbios visuais, auditivos e de aprendizado.
MT poderá oferecer atendimento de equoterapia
http://www.gazetadigital.com.br/digital.php?codigo=50248&GED=5650&GEDDATA=2007-04-08&UGID=e52da00bed8a314c4d58da3c536f333a
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 10.4.07
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Fundação Anne Sullivan ganha novas salas
| Repórter Diário | Educação | ABC (SP), 09/04/2007 |
A Fundação Municipal Anne Sullivan, de São Caetano, ganhou novos espaços para desenvolver o potencial dos estudantes. A instituição conta agora com salas especiais de artes, brinquedoteca, cozinha experimental e biblioteca infantil.
A escola é especializada em atendimentos nas áreas de surdez, surdocegueira, paralisia cerebral e autismo infantil. São 117 alunos especiais atendidos por uma equipe de 97 funcionários. Os novos espaços obedecem a conceitos pedagógicos. O lado lúdico é trabalhado na brinquedoteca e no cantinho da leitura, trabalhos manuais serão realizados na sala de artes e na cozinha experimental.
Fundação Anne Sullivan ganha novas salas
http://www.reporterdiario.com.br/index.php?id=10474
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Necessidades educativas especiais atingem 8 %
| Tânia Caldeira | Jornal da Madeira | 9/4/2007 |
Na Região, o número de alunos identificados por terem Necessidades Educativas Especiais atingem entre 8 a 9 por cento da comunidade estudantil. Um número apontado ao Jornal da Madeira pela directora regional da Educação Especial e Reabilitação, que afirmou que esta percentagem não difere dos padrões internacionais que estimam para que 10 por cento das crianças em idade escolar tenham necessidades educativas especiais.
Cecília Berta garante que a Região tem feito um grande esforço para que estes alunos, que não são necessariamente considerados deficientes, tenham uma resposta adequada e com qualidade às suas condições especiais. A par das escolas, existem ainda as instituições públicas e privadas que completam este apoio, assim como «as actividades de transição para a vida adulta», que se encontram em pleno funcionamento, assegurou a directora regional da Educação Especial e Reabilitação.
A nossa interlocutora esclarece que um aluno com necessidades educativas especiais não é entendido como um deficiente, porque abrange diferentes graus. «Tradicionalmente, a divisão por deficiências era motora, visual ou auditiva». Todavia, «é evidente que hoje estão identificadas outras problemáticas que não se enquadram nesta definição. Ora, explicou Cecília Berta, o termo Necessidades Educativas Especiais surgiu no final dos anos 70, abrangendo as pessoas «declaradas » como portadoras de deficiência e outras problemáticas como sejam o autismo, défice de atenção, hiperactividade e dificuldades de aprendizagem específicas. No fundo, pessoas ou alunos, neste caso, que exigem uma atenção especial.
A directora regional da Educação Especial e da Reabilitação que assegura que a separação entre estes graus de deficiência estão bem definidos na acção da política regional de educação especial, que procura não deixar ninguém de fora. Contudo, admite que nem todas as escolas oferecem as mesmas condições a este tipo de alunos. «Temos vindo a melhorar, sobretudo nos edíficios novos têm sido minimizados os problemas da acessibilidade, e em alguns casos, foram feitas adaptações».
Alunos especiais
Modelo regional favorece apoio
Partindo de um diagnóstico multidisciplinar ao aluno, os técnicos da Educação Especial definem um programa de intervenção, identificado como Plano Educativo Individual, que deve ser do conhecimento dos próprios pais.
Em colaboração directa com os intervenientes em todo o processo educativo, o professor de educação especial põe em acção este programa que não é imutável.
Neste sentido, Cecília Berta explica que o modelo nacional é diferente do regional. «Temos um modelo que nos permitiu ir evoluindo na forma como atendemos e apoiamos as crianças» sublinhou a directora regional da Educação Especial e Reabilitação, garantindo que há um esforço para que a respostas sejam de qualidade e não excluam ninguém.
O actual modelo partiu da constituição em direcção regional das várias componentes da educação especial, estabelecendo parcerias, quer directas, quer indirectas com outros intervenientes na educação. «Porque o problema destas crianças não se resume à escola, tem de haver uma integração plena na sociedade» disse a nossa interlocutora.
Actualmente são as próprias escolas a identificarem os alunos com necessidades especiais
«Momento de viragem»
A inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais é um objectivo primordial do trabalho da direcção, garantiu ao JM, a directora regional da Educação Especial e Reabilitação. Neste sentido, «há que preparar adequadamente a integração dos alunos» afirmou Cecília Berta.
A par da criação de condições de acessibilidade dentro das escolas, Cecília Berta chama a atenção para o trabalho que tem de ser feito para um acesso e uma integração plena do aluno.
É claro, que estes são aspectos que dependem da forma de estar da própria unidade escolar, referiu a nossa interlocutora, sublinhando que «hoje a maior parte estão, elas próprias, a ter uma maior receptividade aos objectivos traçados por nós». A este nível, Cecília Berta afirma que a fase de integração foi complexa, «quase que era preciso pedir à escola para aceitar o aluno com necessidades educativas especiais, actualmente é a escola que os identifica e procura uma resposta da nossa parte». A nossa interlocutora classifica a actual situação na educação especial de «momento de viragem», reconhecendo que «há aceitações com maior sucesso do que outras».
Necessidades educativas especiais atingem 8 %
http://www.jornaldamadeira.pt/not2005.php?Seccao=17&id=64464
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Apatris 21 é uma associação pequena, mas trabalhadora
| Mara Dionísio | Barlavento | Algarve, 10/4/2007 |
A Associação de Portadores de Trissomia 21 do Algarve (Apatris 21) tem tentado dar respostas e apoio direccionado para a especificidade da trissomia 21 na região.
Embora a sua sede esteja localizada em Faro, a associação tenta chegar a todo o Algarve, de várias formas. Uma delas é ajudar os pais com filhos portadores da doença.
Existe um grupo de entreajuda, onde «pais, de várias zonas do Algarve, dão apoio a outros pais. Nós tentamos descentralizar a nossa influência para abranger o máximo de pessoas possível», esclareceu Cátia Fernandes, psicóloga educacional da associação.
Quanto aos números da doença na região, nada existe. Em Portugal, estima-se que haja entre 12 a 15 mil portadores de trissomia 21.
A Apatris 21 iniciou um estudo na região, mas esteve parado porque «não obtivemos a autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados», explicou Cátia Fernandes.
A autorização chegou agora e os trabalhos vão continuar. «Vamos retomar os trabalhos, a partir dos dados de hospitais, clínicas e instituições. No entanto, «será difícil ter dados reais, porque há crianças que estão no interior e não vão à escola, nem têm acompanhamento», esclareceu.
Actualmente, a associação dá apoio a mais de 20 pessoas, quer a nível de acompanhamento educacional e social, quer laboral.
Com o objectivo de fazer uma intervenção precoce e estimular o desenvolvimento destas crianças e jovens, a Apatris 21 criou o Centro de Desenvolvimento Infantil do Algarve (CeDial).
Este centro pretende intervir, inserir e avaliar crianças e jovens com necessidades especiais. «Temos médicos que vêm de propósito para dar consultas de desenvolvimento. É uma forma de apoiar as famílias, evitando que elas se desloquem a Lisboa», explicou Cátia Fernandes.
Além de consultas de psicologia clínica e educacional, o CeDial dispõe também de consultas de pediatria do desenvolvimento, da fala e ocupacional.
Estas consultas são destinadas a crianças e jovens com trissomia 21, mas também crianças com outras síndromes, como de Turner, Williams, perturbações da linguagem, autismo, bem como dificuldades de aprendizagem.
E porque deficiência não é sinónimo de incapacidade, a Apatris 21 criou uma Unidade de Emprego apoiado, o Cenprofal, para jovens com deficit cognitivo.
Normalmente estes jovens, quando terminam o 9º ano de escolaridade, ficam em casa, sem qualquer actividade.
Com este programa, «nós tentamos inseri-los no mundo do trabalho, tendo em conta o seu gosto, a sua capacidade, e encontrando entidades que aceitem portadores de trissomia 21», explicou.
«O nosso objectivo final é que exista um contrato de trabalho real, onde os portadores da doença têm definidos os seus deveres, mas também os seus direitos», afirmou Cátia Fernandes.
Com o apoio das empresas, familiares e amigos, estes jovens terão a oportunidade de se integrarem e realizarem profissionalmente.
«Temos protocolos, por exemplo, com a Universidade do Algarve e com a Escola de Hotelaria e Turismo», acrescentou.
Por norma, as pessoas com trissomia 21 são muito dedicadas no trabalho e, segundo contou a psicóloga Cátia Fernandes, «para quem trabalha com eles é também uma aprendizagem».
Este Verão, a Apatris 21 está a organizar um campo de férias, que vai decorrer no mês de Julho, na região do Baixo Guadiana.
Funcionará com dois grupos (16 participantes e seis monitores), divididos por faixas etárias, dos 8 aos 12, e dos 13 aos 17 anos.
Uma iniciativa que se destina a crianças e jovens, na qual se incluem portadores de trissomia 21.
O objectivo é aproveitar o Verão de forma activa e divertida, promovendo o companheirismo e respeito pelos outros.
As inscrições já estão abertas.
Apatris 21 é uma associação pequena, mas trabalhadora
http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=13868
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Segunda-feira, Abril 09, 2007
Capazes e prontos
| Visalia Times-Delta | 9/4/2007 |
Conseguir um emprego pode ser difícil, especialmente para pessoas com deficiência. Mas, para aqueles determinados a encontrar trabalho, a
ABLE Industries de Visalia quer ajudar a colocar a pessoa certa no emprego certo.
"A chave está no direcionamento", explica Robert Stephenson, diretor de operações da ABLE Industries.
"Não queremos colocá-los em uma função em que falharão".
ABLE Industries abre suas portas às quintas-feiras para dar aos empregadores locais uma chance de ver os negócios com que a organizaçao trabalha.
Os serviços da ABLE incluem montagem de produtos, empacotamento, portaria, jardinagem e serviços avulsos.
A ABLE foi fundada em Tulare, no ano de 1962 por um grupo de pais que desejava criar treinamento para o trabalho para seus filhos adultos com deficiência.
Hoje, a ABLE movimenta um orçamento anual de cerca de 3,5 milhões de dólares, representando os salários de seus trainees e de ajuda governamental, conta Stephenson. Ceca de 160 indivíduos estão sendo treinados pela ABLE, com equipes de trabalho realizando tarefas como as limpar os parques da cidade e operar um café no Centro de Detenção do Condado de Tulare (
Tulare County Juvenile Detention Facility).
Alguns dos outros contratos da ABLE são com a Cal-Trans, Pacific Stihl e a Tulare Dairy Herd Improvement Association.
O diretor da ABLE afirma que os trainees da ABLE provaram que são bons empregados.
"Sua freqüência é muito boa, bem como sua perseverança em realizar o trabalho", Stephenson elogia.
As deficiências mais freqüentes entre os trainees são retardo mental,
autismo, paralisia cerebral and epilepsia. Muitos recebem os benefícios da Seguridade Social por deficiência, conta o diretor.
Eles vêm à ABLE porque querem, não porque têm que vir, ele afirma.
"Nossa meta é facilitar-lhes a atingir seu nível mais alto de habilidade", explica.
Workers ABLE and ready
Finding work can be difficult at times, especially for people living with disabilities. But for disabled individuals determined to find work, Visalia-based ABLE Industries will help match the right person with the right job.
"The critical thing is making the right match," said Robert Stephenson, the director of operations for ABLE Industries. "It is not our intention to put them in a job where they are going to fail."
ABLE Industries is hosting a business open house Thursday to give local employers a chance to see the trades through which the organization works.
Some of ABLE's services include product assembly, packaging, janitorial, yard care and retail services.
ABLE was started in 1962 in Tulare by a group of parents who wanted to provide job training for their disabled adult sons and daughters.
Currently, ABLE has an annual operating budget of about $3.5 million it receives from the wages earned by its trainees and government aid, Stephenson said. About 160 individuals are training with ABLE, with work crews doing such tasks as cleaning up city parks and operating a cafe at the Tulare County Juvenile Detention Facility.
Some of ABLE's other contracts include Cal-Trans, Pacific Stihl and Tulare Dairy Herd Improvement Association.
Stephenson said ABLE trainees have proven to be good employees.
"There attendance is very good and so is their persistence in getting the job done," Stephenson said.
The most common disabilities trainees have are mental retardation, autism, cerebral palsy and epilepsy. Most collect Social Security disability benefits, Stephenson said.
They come to ABLE because they want to, not because they have to, he said. "Our goal is to facilitate them to their highest level of ability," Stephenson said. "When they get their paycheck, they are just as happy as we are."
Workers ABLE and ready
http://www.visaliatimesdelta.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20070409/NEWS01/704090316
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 9.4.07
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Cientistas criam 'teste do nome' para detectar autismo
| BBC Brasil, via TecnoCientista | 04/04/2007 |
Um estudo realizado nos Estados Unidos mostra que verificar se uma criança com menos de um ano responde ao ser chamada pelo nome pode ajudar a detectar o autismo mais cedo.
O distúrbio é normalmente diagnosticada apenas por volta dos 3 ou 4 anos, já que seus sintomas são variáveis.
Pesquisadores da University of California Davis, em Sacramento, estudaram dois grupos de crianças - um com aquelas que apresentavam maior risco de desenvolver autismo por terem irmãos mais velhos com a doença, e outro "normal" para controle.
Ao completarem um ano de idade, todos os bebês do grupo de controle passaram no "teste do nome", enquanto a aprovação entre aqueles sob risco foi de 86%.
Mais exames
Os cientistas acompanharam parte das crianças de ambos os grupos até seu segundo aniversário, e descobriram que 75% das que tinham sido reprovadas apresentavam problemas de desenvolvimento.
Entre as que acabaram sendo diagnosticadas como autistas, metade tinha falhado no "teste do nome". Os cientistas, no entanto, alertam que uma criança reprovada não necessariamente sofre de autismo.
Segundo eles, um bebê que é reprovado repetidamente tem uma grande chance de ter alguma anormalidade de desenvolvimento e deve ser encaminhada para mais exames médicos.
Contato visual
Os resultados da pesquisa, publicados no periódico Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, foram elogiados pela Sociedade Nacional do Autista do Reino Unido, como uma prova de que o diagnóstico precoce pode ajudar no tratamento à doença.
Mas a entidade alerta para outras avaliações importantes a serem feitas. "Os exames para detectar o autismo são muito detalhados e abrangentes, e levam em conta vários outros fatores, como o contato visual e a capacidade da criança de apontar para objetos", disse Judith Gould, representante da Sociedade. "Se os pais estiverem muito preocupados com a saúde de seu filho, devem procurar a opinião de um médico.
Cientistas criam `teste do nome´ para detectar autismo
http://tecnocientista.info/noticia_detalhe.asp?cod=5145
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 9.4.07
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O diagnóstico do autismo
| Riad Younes | Carta Capital | 5/4/2007 | Saúde |
Crianças de um ano de idade que não reagem ao próprio nome têm mais chance de apresentar o transtorno
O autismo, caracterizado por dificuldades sociais e de linguagem, associadas ou não a comportamento repetitivo, tem sido diagnosticado com freqüência cada vez maior. Estima-se que uma em cada 100 a 200 crianças com idade de 8 anos apresenta alguma forma da doença. O interesse no estudo desse distúrbio, de suas causas e de seu tratamento tem aumentado nos centros especializados mundiais.
Geralmente, o diagnóstico da criança com autismo é realizado entre as idades de 3 a 5 anos, devido a alterações de comportamento. Um estudo recentemente publicado pelo doutor A.S. Nadig, da Universidade da Califórnia em Davis, na revista Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, sugere que seria possível detectar crianças com risco mais elevado de serem autistas já no primeiro aniversário.
Os pesquisadores observaram que crianças com 1 ano de idade que não respondem quando chamados pelo nome, apresentam risco significativamente mais elevado de autismo quando alcançarem a idade de 2 anos. Esse teste simples, sugerem os pesquisadores, deverá ser realizado por todos os pediatras, servindo como um sinal de alerta importante. Obviamente, esse dado sozinho não caracteriza um autista. Uma criança que não responde a seu nome não necessariamente será autista, mas o simples fato de o médico perceber esta dificuldade deve dirigir sua atenção para esta possibilidade.
A procura de outros sinais, como o desenvolvimento da linguagem e o contato visual, ajuda a detectar crianças autistas. A identificação precoce permite intervenção e tratamentos que possam melhorar a evolução dessas crianças.
O diagnóstico do autismo
http://www.cartacapital.com.br/edicoes/2007/abril/439/o-diagnostico-do-autismo
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 9.4.07
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