Quarta-feira, Dezembro 27, 2006
Seduc abre inscrição para contratação de professores
| Jornal Pequeno, Edição 21.393 | São Luís do Maranhão, 5/12/2006 |
Para garantir o pleno funcionamento das escolas da rede estadual durante o ano letivo de 2007, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), abriu ontem, 4, as inscrições gratuitas no processo de seleção simplificada para contratação temporária de professores de ensino médio, educação do campo e educação especial. As inscrições serão encerradas no próximo dia 13. A seleção visa atender as necessidades da secretaria em complementar o quadro de pessoal docente, nas escolas localizadas nos municípios da região metropolitana e das gerências regionais.
As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 4 a 13 de dezembro, entre 8h e 12h e das 14h às 18h no CEEFM Benedito Leite, situada na praça Antônio Lobo, em São Luís, e nas sedes dos municípios das gerências de articulação e desenvolvimento das regiões.
A seleção simplificada para contratação temporária de professores da educação do campo vai complementar o quadro de pessoal docente nas escolas localizadas na zona rural das gerências regionais.
A seleção para a contratação temporária de professores de educação especial visa a contratação de professores intérpretes de Libras, instrutor de Libras, revisor em Braille, itinerante, orientação e mobilidade, sorobã, atividades da vida diária, educação física, arte, alfabetização (EJA), autismo e educação profissional.
Os contratados irão trabalhar nos centros de ensino de educação especial, na secretaria de Educação em São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e nos municípios das gerências de articulação e desenvolvimento das regiões do Tocantins, Baixada Maranhense, Itapecuru, Cerrado Maranhense, Leste Maranhense, Médio Mearim, Pré-Amazônia, Pindaré, Presidente Dutra, Sertão Maranhense e Baixo Parnaíba.
Seduc abre inscrição para contratação de professores
http://www.jornalpequeno.com.br/2006/12/5/Pagina46718.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 27.12.06
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Ateliê Livre da UFMT atende crianças de escola estadual
| O Documento | Várzea Grande, 04/12/2006 |
O artista plástico Nilson Pimenta, responsável pelo Ateliê Livre da UFMT, realizará, durante este mês, um trabalho nas áreas de pintura e desenho junto aos alunos da Escola Estadual de Ensino Especial Livre Aprender. A atividade consistirá na confecção de cartões natalinos e será desenvolvida nos dias 5, terça-feira, 7, quinta-feira, e 12, terça da semana que vem, sempre no horário das 13:30 às 14:30 h.
A Escola Livre Aprender está localizada na rua A, s/nº, no bairro Areão. Segundo sua diretora, Profª Waldete da Silva, a instituição
atende cerca de 140 alunos na faixa etária de zero a 30 anos, com diversos tipos de comprometimento, como autismo, paralisia cerebral, deficiências múltiplas, síndrome de Down e distúrbio do comportamento.
Ateliê Livre da UFMT atende crianças de escola estadual
http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=206251
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Prefeitura de Santos utiliza capoeira como método de inclusão social
| Click Litoral | Depto. Imprensa - Prefeitura Municipal de Santos | 5/12/2006 |
A Prefeitura de Santos vem utilizando a capoeira como método de inclusão social de moradores de áreas carentes e portadores de deficiência. O trabalho, uma iniciativa da Seção de Assuntos Comunitários da Região Central Histórica (Sascom - RCH), da Secretaria de Governo (SGO), é desenvolvido há três meses pela Associação Capoeira Escola, aos sábados, das 14 às 16 horas, na área de eventos do Mercado Municipal (Praça Iguatemi Martins, Vila Nova).
De acordo com o professor Márcio Rodrigues dos Santos, o método utilizado por sua equipe de instrutores procura dar sentido educacional ao esporte, desmistificando-o como luta praticada por marginais. Atualmente o grupo é formado por 30 alunos, sem restrições de idade, sexo ou deficiência física.
Entre os praticantes estão também portadores de déficit de aprendizado, triplegia, paralisia cerebral, autista e portadores das síndromes de Down e de X frágil. O professor é praticante de capoeira há 15 anos e foi discípulo dos mestres Sombra e Parada. Interessados em participar podem ir diretamente ao local no horário das aulas ou obter mais informações pelo tel: 9772-0996 ou pelo site
www.capoeiraescola.com
Como surgiu - Segundo Márcio, a capoeira surgiu como luta de arte marcial para defesa e sobrevivência dos escravos africanos que, na ânsia de liberdade, se refugiavam na comunidades denominadas quilombos. Durante a fuga, se deitavam em áreas, onde a vegetação era formada por um tipo de mato chamado capão ou capoeira, à espera de seus perseguidores, os capitães-do-mato. No confronto, os negros desferiam golpes como cabeçadas e coices, inviabilizando suas capturas.
No retorno às fazendas, os capitães-do-mato relatavam que era difícil prender os
"negros da capoeira". Após a libertação dos escravos veio a Proclamação da República e os negros continuaram excluídos na nova sociedade em formação.
Para sobreviver, passaram a roubar com os golpes da capoeira e, os mais espertos, introduziram os instrumentos musicais (berimbau, atabaque e pandeiro) para disfarçar de dança a luta por eles praticada. Por volta de 1938, no governo de Getúlio Vargas, a capoeira conquistou caraterísticas de esporte pelas mãos do Mestre Bimba, que criou uma indumentária, graduação e metodologia de aulas.
Prefeitura de Santos utiliza capoeira como método de inclusão social
http://www.clicklitoral.com.br/02758.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 27.12.06
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MOVIMENTO AUTISTA
| Francisco Basso Dias (de Brasília) | Clic Erechim | Erechim (RS), 30/11/2006 |
Cresce no Brasil o Movimento Autista com o propósito de chamar a atenção das autoridades e oferecer apoio e solidariedade ás familias carentes.
O autismo é visto ainda com muita fantasia.
Chegaram a dizer que o gênio da pintura e da escultura renascentista Miguél Ângelo era autista. A especulação sobre se ele sofria da síndrome de Asperger era só especulação, pois nunca foi diagnosticada em vida. Todavia os médicos chegaram a conclusão que o genial pintor sofria mesmo de autismo após estudar seu comportamento através da estrita rotina de trabalho, poucos amigos, natureza obsessiva, ao comparar com atitudes de adultos que haviam sido diagnosticados com a síndrome.
O mesmo diagnóstico póstumo foi feito em outras figuras históricas, como Charles Darwin, Isaac Newton e Andy Warhol.
O professor Michael Fitzgerald, do Trinity College em Dublín, um dos experts da teoria sobre Miguel Ângelo, disse que a síndrome faz a gente mais criativa.
Foi descrito pela primeira vez em 1943, pelo médico austríaco Leo Kanner, trabalhando noJohns Hopkins Hospital, e o também austríaco Hans Asperger que descreveu, em sua tese de doutorado, a psicopatia autista da infância. Embora ambos fossem austríacos, devido à II Guerra Mundial, não se conheciam.
A palavra "autismo" foi cunhada por Eugene Bleuler, em 1911, para descrever um sintoma da esquizofrenia, que definiu como sendo uma "fuga da realidade". Kanner e Asperger usaram a palavra para dar nome aos sintomas que observavam em seus pacientes.
O trabalho de Asperger só veio a se tornar conhecido nos anos 70 quando a médica inglesa Lorna Wing traduziu seu trabalho para o inglês. Foi a partir daí que um tipo de autismo de alto desempenho passou a ser denominado síndrome de Asperger.
Nos anos 1950 e 1960, o psicólogo Bruno Bettelheim afirmou que a causa do autismo seria a indiferença da mãe, que denominou de "mãe-geladeira'". Nos anos 1970 essa teoria foi posta por terra e passou-se a pesquisar as causas do autismo. Hoje, acredita-se que o autismo esteja ligado a causas genéticas associadas a causas ambientais. Dentre possíveis causas ambientais, a contaminação por mercúrio tem sido apontada por militantes da causa do autismo como forte candidata, assim como problemas na gestação.
Características do autismo
Dificuldade na interação social: Dificuldade acentuada no uso de comportamentos não-verbais (contacto visual, expressão facial, gestos);
Dificuldade em fazer amigos;
Apresenta dificuldade em compartilhar suas emoções;
Dificuldade em demonstrar reciprocidade social ou emocional.
Prejuízos na comunicação: Atraso ou falta de linguagem verbal;
Para aqueles onde a fala é presente, verifica-se uma grande dificuldade em iniciar ou manter uma conversa;
Uso estereotipado e repetitivo da linguagem;
Falta ou dificuldade em brincadeiras de "faz de conta".
Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades: Preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados;
assumir de forma inflexível rotinas ou rituais (ter "manias" ou focalizar-se em um único assunto de interesse);
maneirismos motores estereotipados (agitar ou torcer as mãos, por exemplo);
preocupação insistente com partes de objetos, em vez do todo (fixação na roda de um carrinho, por exemplo).
A notícia de que o filho, tão esperado, é autista faz parte da vida de muitos pais. Para cada 10 mil nascimentos, aproximadamente 15 crianças nascem autistas. Este é um problema que atinge, principalmente, bebês do sexo masculino, numa proporção de quatro para cada criança do sexo feminino. Da necessidade de saber mais sobre o autismo com a troca de experiências e informações, nasceu, o Movimento Orgulho Autista Brasil, cujo Diretor Presidente é Fernando Cotta, que tive o prazer de conversar aqui em Brasília, e com Nilton Salvador, coordenador do MOAB em Curitiba, dois grandes humanistas que dedicam parte de suas vidas ao Autismo brasileiro.
Dia 3 de dezembro próximo, Dia Internacional do Deficiente criado pela ONU, vai ser marcado por intensa campanha de divulgação para dismistificar essa concepção, muitas vezes distorcida e preconceituosa, que pela falta de informação atrapalha a inclusão do Autista na sociedade.
A deficiência existe e é incurável, mas a criança autista não pode ser esquecida pela coletividade.
MOVIMENTO AUTISTA
http://www.clicerechim.com.br/articulistas-opiniao-francisco-basso-dias-autista-30-11-2006.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 27.12.06
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Terça-feira, Dezembro 26, 2006
Acidente Menino que caiu do terceiro andar se encontra sob tutela governamental
A criança, que padece de autismo, desfrutava licença de dois dias para passar o Natal com sua família
| AGENCIAS, via Diario Sur | Espanha, 26/12/2006 |
O menino de cinco anos que caiu ontem do terceiro andar de um prédio de La Palmilla, Málaga, está sob tutela da Junta de Andalucía em um centro especial para deficientes devido a problemas familiares, para onde regressará depois de se recuperar, segundo informou a delegada provincial de Bem-estar Social, Amparo Bilbao.
O menor, que padece de autismo, se encontrava na casa deonde caiu porque sua mãe tinha uma "permissão" de dois dias para o Natal.
O acidente aconteceu às 12h50 de ontem no edifício cinco da Rua Doctor Blanco Villegas, pouco depois que os bombeiros receberam um pedido para abrir a porta da casa em que uma criança estava trancada. Segundo os bombeiros, o menino se precipitou por uma janela quando estes se encontravam a caminho.
A Delegacia de Bem-estar Social abriu investigação administrativa para averiguar o que aconteceu, e a autoridade judicial também analisará as informações médicas e dos bombeiros.
O menino permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Materno Infantil.
suceso
El niño que cayó desde un tercer piso en La Palmilla se encuentra bajo la tutela de la Junta
El menor, que padece autismo, disfrutaba de dos días de permiso para pasar Nochebuena y Navidad con su familia
El niño de cinco años que se cayó ayer desde la tercera planta de un bloque en la barriada malagueña de La Palmilla se encuentra bajo tutela de la Junta de Andalucía en un centro especial para discapacitados debido a problemas familiares, donde regresará tras recuperarse, según informó la delegada provincial de Bienestar Social, Amparo Bilbao.
El menor, que padece autismo, se encontraba en la vivienda desde la que se precipitó porque su madre tenía un "permiso" de dos días para Nochebuena y Navidad.
El suceso se produjo sobre las 12:50 horas de ayer en el bloque cinco de la calle Doctor Blanco Villegas, poco después de que los bomberos recibieran una llamada de que un pequeño estaba encerrado en casa con el fin de que éstos abrieran la puerta.
Según los bomberos, el niño se precipitó a la calle por una ventana cuando los bomberos se encontraban en el trayecto.
La Delegación de Bienestar Social ha abierto una investigación administrativa para averiguar lo ocurrido, aunque la autoridad judicial también analizará los informes sanitarios y de bomberos.
El niño permanece en la Unidad de Vigilancia Intensiva (UVI) del Hospital Materno Infantil.
El niño que cayó desde un tercer piso en La Palmilla se encuentra bajo la tutela de la Junta
http://www.diariosur.es/20061226/malaga/nino-cayo-desde-tercer_200612261723.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 26.12.06
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Quinta-feira, Dezembro 21, 2006
Ato de Combate ao Autismo de 2006
| Casa Branca - Secretaria de Imprensa | 19/12/2006 |"Para os milhões de americanos cujas vidas são afetadas pelo autismo, hoje é um dia da esperança. O Ato de Combate ao Autismo de 2006 aumentará a consciência pública sobre esta desordem e fornecerá apoio federal para a pesquisa e o tratamento do autismo. Ao criar um programa de formação nacional para médicos e o público sobre o autismo, esta legislação permitirá que mais pessoas reconheçam os sintomas do autismo. Isto conduzirá à identificação e à intervenção precoces, que é crítica para crianças com autismo. Estou orgulhoso por assinar esta lei e confiante em que servirá como uma importante recurso para os esforços da nossa nação em encontrar uma cura para o autismo."
Presidente George W. Bush, 19/12/2006Hoje, o Presidente Bush assinou o Ato de Combate ao Autismo de 2006. Este ato autoriza a expansão das atividades relacionadas à pesquisa, prevenção e tratamento do autismo até o Ano Fiscal de 2011. Há mais de 1,5 milhão de casos de autismo nos Estados Unidos.
Desde que o Presidente Bush tomou posse, os recursos dos Institutos Nacionais da Saúde (National Institutes Of Health - NIH) para financiar a pesquisa do autismo aumentaram perto de 80 por cento, de $56 milhões no Ano Fiscal de 2001 a estimados $101 milhões no orçamento do Ano Fiscal de 2007, incluindo o apoio para os Centros de Excelência em Autismo. Além disso, o orçamento inclui aproximadamente $15 milhões para os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (Centers for Disease Control and Prevention - CDC) para a vigilância e a pesquisa do autismo, incluindo cinco Centros de Excelência em Pesquisa e Epidemiologia do Autismo e Deficiências do Desenvolvimento. Em outubro, o CDC inicia um estudo de $5.9 milhões para ajudar a identificar os fatores que podem pôr as crianças em risco de desenvolver desordens do espectro do autismo e outras deficiências do desenvolvimento.
O Ato de Combate ao Autismo prioriza a pesquisa, a vigilância, e a instrução sobre as Desordens do Espectro Autista (Autism Spectrum Disorder - ASD).
O Ato autoriza a pesquisa sob os cuidados dos NIH voltada para todos os aspectos das Desordens do Espectro Autista (Autism Spectrum Disorder - ASD). Autismo, chamado às vezes "autismo clássico", é a condição mais comum no grupo dos transtornos do desenvolvimento conhecidas como as desordens do espectro autista (Autism Spectrum Disorders - ASDs). Os outros transtornos incluem a síndrome de Asperger, a síndrome de Rett, a desordem desintegrativa da infância, e o transtorno invasivo do desenvolvimento não especificada (PDD-NOS).
O Ato autoriza a criação de Centros Regionais de Excelência para a Pesquisa e Epidemiologia das Desordens do Espectro Autista. Tais centros coletarão e analisarão a informação quanto a número, incidência, correlação e causas das ASD e de outras deficiências do desenvolvimento.
O ato autoriza também concessões aos estados para a coleta, análise e disseminação dos dados relacionados ao autismo.
O Ato autoriza atividades para aumentar a consciência pública do autismo, melhorar a habilidade de fornecedores de Cuidado da Saúde para usar intervenções baseadas-em-evidências e melhorar a triagem do autismo. O ato autoriza o Secretário dos Serviços de Saúde Humana a:
Fornecer informação e instrução sobre ASD e outras deficiências do desenvolvimento para ampliar a consciência pública dos marcos do desenvolvimento;
Promover pesquisa para o desenvolvimento e validação de ferramentas confiáveis de triagem das ASD e outras deficiências do desenvolvimento e disseminar informação a respeito de tais ferramentas de triagem;
Promover a triagem precoce dos indivíduos em risco de ASD e outras deficiências do desenvolvimento assim que praticável;
Aumentar o número de indivíduos que podem confirmar ou descartar um diagnóstico de ASD e de outras deficiências do desenvolvimento;
Aumentar o número de indivíduos capazes de fornecer intervenções baseadas-em-evidência para indivíduos diagnosticados com ASD ou outras deficiências do desenvolvimento;
e promover o uso de intervenções baseadas-em-evidência para indivíduos em risco mais elevado de ASD e outras deficiências do desenvolvimento, assim que praticável.
O Ato conclama o Comitê de Coordenação Interagências para o Autismo (IACC - Interagency Autism Coordinating Committee) a compartilhar informações. O IACC representa um fórum eficiente e eficaz para facilitar a troca de informações sobre atividades, programas, políticas e pesquisa do autismo entre o Governo Federal, diversas entidades sem fins lucrativos e o público. O Ato de Combate ao Autismo requer ao IACC que forneça as informações e recomendações para os programas relacionados a ASDs e que continue seu trabalho, desenvolvendo anualmente e atualizando um plano estratégico para a pesquisa de ASD.
Fact Sheet: Combating Autism Act of 2006
"For the millions of Americans whose lives are affected by autism, today is a day of hope. The Combating Autism Act of 2006 will increase public awareness about this disorder and provide enhanced federal support for autism research and treatment. By creating a national education program for doctors and the public about autism, this legislation will help more people recognize the symptoms of autism. This will lead to early identification and intervention, which is critical for children with autism. I am proud to sign this bill into law and confident that it will serve as an important foundation for our Nation's efforts to find a cure for autism."
- President George W. Bush, 12/19/06
Today, President Bush Signed The Combating Autism Act Of 2006. This Act authorizes expanded activities related to autism research, prevention, and treatment through FY 2011. There are more than 1.5 million cases of autism in the United States.
Since The President Took Office, National Institutes Of Health (NIH) Funding For Autism-Related Research Has Increased By Over 80 Percent From $56 Million In FY 2001 To An Estimated $101 Million In The FY 2007 Budget, Including Support For Autism Centers of Excellence. In addition, the Budget includes approximately $15 million at the Centers for Disease Control and Prevention (CDC) for autism surveillance and research, including five regional Centers of Excellence for Autism and Developmental Disabilities Research and Epidemiology. In October, CDC initiated a $5.9 million study to help identify factors that may put children at risk for autism spectrum disorders and other developmental disabilities.
The Combating Autism Act Enhances Research, Surveillance, And Education Regarding Autism Spectrum Disorder
The Act Authorizes Research Under NIH To Address The Entire Scope Of Autism Spectrum Disorder (ASD). Autism, sometimes called "classical autism," is the most common condition in a group of developmental disorders known as the autism spectrum disorders (ASDs). Other ASDs include Asperger syndrome, Rett syndrome, childhood disintegrative disorder, and pervasive developmental disorder not otherwise specified (usually referred to as PDD-NOS).
The Act Authorizes Regional Centers Of Excellence For Autism Spectrum Disorder Research And Epidemiology. These Centers collect and analyze information on the number, incidence, correlates, and causes of ASD and other developmental disabilities. The Act also authorizes grants to States for collection, analysis, and dissemination of data related to autism.
The Act Authorizes Activities To Increase Public Awareness Of Autism, Improve The Ability Of Health Care Providers To Use Evidence-Based Interventions, And Increase Early Screening For Autism. The Act authorizes the Secretary of Health and Human Services to:
Provide information and education on ASD and other developmental disabilities to increase public awareness of developmental milestones;
Promote research into the development and validation of reliable screening tools for ASD and other developmental disabilities and disseminate information regarding those screening tools;
Promote early screening of individuals at higher risk for ASD and other developmental disabilities as early as practicable;
Increase the number of individuals who are able to confirm or rule out a diagnosis of ASD and other developmental disabilities;
Increase the number of individuals able to provide evidence-based interventions for individuals diagnosed with ASD or other developmental disabilities; and
Promote the use of evidence-based interventions for individuals at higher risk for ASD and other developmental disabilities as early as practicable.
The Act Calls On The Interagency Autism Coordinating Committee (IACC) To Enhance Information Sharing. The IACC provides a forum to facilitate the efficient and effective exchange of information about autism activities, programs, policies, and research among the Federal government, several non-profit groups, and the public. The Combating Autism Act requires the IACC to provide information and recommendations on ASD-related programs, and to continue its work to develop and update annually a strategic plan for ASD research.
Combating Autism Act of 2006
http://www.whitehouse.gov/news/releases/2006/12/20061219-3.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.06
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A Educação Especial é um "Campo Difícil"
DEfensora e professor: é preciso treinar os professor das classes especiais
| TAJUANA CHESHIER | The Jackson Sun | 21/12/2006 |
Kim Johnson, mãe, moradora do condado de Gibson, fala com as autoridades sobre a educação de estudantes com necessidades especiais.
Johnson é uma defensora das crianças com necessidades especiais e de um treinamento que dê aos professores condições de trabalhar com elas.
Ela também se preocupa com os casos em que um educador é acusado de maltratar estudantes com necessidades especiais, por isso chamou sua atenção o caso do professor Michael Wade Stranak, do Condado de Jackson-Madison, e seu aluno autista de 8 anos.
O professor da South Elementary School (Escola Elementar Sul) Stranak é acusado de agredir um estudante, quando teria usado força excessiva, causando ferimentos na criança.
O caso está sob investigação e Stranak, 35, está de licença não-remunerada até o resultado.
"Não quero dizer que esse professor é mau," disse Johnson, "apesar de claramente ter perdido o controle".
Johnson começou a estudar a questão das crianças com necessidades especiais há 14 anos, quando seu filho foi diagnosticado autista.
Ela declara que se preocupa se os professores de educação especial estão recebendo treinamento apropriado.
Leva horas de treinamento, diz Johnson, para que os professores de educação especial aprendam como lidar com as questões comportamentais dos estudantes com necessidades especiais.
"Tudo se resume ao comportamento do aluno," afirma Johnson. "É da escola a responsabilidade por certificar-se se os professores são treinados adequadamente. Há o Treatment Research Institute for Autism Spectrum Disorders em Nashville e o Restructuring for Inclusive School Environments (RISE) em Memphis. São cursos eu mesma fiz".
Johnson acrescenta ainda que os pais têm que participar, trabalhar em parceria com a escola.
"Pais não devem ficar na sala de aula, mas comprei um caderno para anotar um detalhado relato de seu dia", fala sobre o filho. "A escola e os pais devem ter completo contato e deixar o outro saber o que está acontecendo".
De acordo com a National Education Association, nos últimos dez anos o número de alunos nos ESTADOS UNIDOS registrados em programas de Educação Especial aumentou 30 por cento.
Mas a capacidade de atrair e reter professores de Educação Especial entrou em firme declínio, de acordo com dados oficiais da Tennessee Education Association.
"Há muita dificuldade em recrutar e manter professores da educação especial porque são muito exigidos, fisicamente e de outras maneiras", lamentou Susan Dalton, coordenadora de educação e desenvolvimento do profissional para o TEA. "Quem trabalha com estudantes que necessitam de alguma sorte de contenção precisa de desenvolvimento profissional de qualidade, mas o custo do treinamento não deveria recair sobre a agência local de educação".
Dados oficiais da Union University podem atestar o pequeno número dos profissionais que vai para a educação especial.
"Nos últimos quatro anos, tivemos apenas 14 estudantes de educação especial", disse Ann Singleton, decano associado de Educação da Union University. "É um campo difícil!"
O TEA disse que os professores de educação especial devem fazer o Treinamento de Contenção Física (Physical Restraint Training - PRT) como parte de sua formação e certificação. Em muitos casos, o treinamento é dado no sistema escolar onde o professor é empregado.
Falando de questões comportamentais que podem se tornar físicas, Singleton disse que os estudantes da Union não fazem Treinamento de Contenção Física durante os trabalhos do curso de graduação.
"Todos os professores têm que fazer um curso de educação especial. Em nossas aulas de gerenciamento de comportamento, ensinamos os estudantes a considerar o emocional tanto quanto a segurança física do aluno", Singleton explicou.
Stranak começou a trabalhar para as Escolas do Condado de Jackson-Madison (JMCSS - Jackson-Madison County Schools System) em agosto de 2005, de acordo com o departamento de Recursos Humanos. Foi empregado brevemente, também, no Hardeman County Schools System, de agosto a novembro de 2000.
Nossas tentativas de contatar Stranak não tiveram sucesso.
A superintendente Nancy Zambito das Escolas do Condado de Jackson-Madison declinou de discutir os detalhes que cercam as acusações contra Stranak, mas confirmou que este foi treinado para conter estudantes com deficiência.
Special education 'hard field'
Advocate, professor: Training needed for teachers of special needs students
TAJUANA CHESHIER | The Jackson Sun | 21/12/2006 |
Gibson County mother Kim Johnson speaks with authority on the subject of educating special needs students.
Johnson is an advocate for special needs children and for the training that teachers need to work with them effectively.
foto: Stranak
She also makes it a point to be aware of cases in which an educator is accused of mishandling special needs students, which is why the recent case involving Jackson-Madison County Schools teacher Michael Wade Stranak and an 8-year-old autistic student caught her attention.
A South Elementary School teacher, Stranak is charged with assault on a student in connection with an incident where he is accused of using excessive force that caused bruises on the child.
The case is under investigation and Stranak, 35, has been placed on unpaid leave pending the outcome.
"I don't want to say that this teacher is bad," Johnson said. "Though, he clearly did lose control."
Johnson began educating herself on the issue of special needs children 14 years ago, when her son was diagnosed as significantly autistic.
She said that she is concerned about teachers in special education receiving the proper training.
It take hours of training, Johnson said, for special education teachers to learn how to handle behavioral issues with special needs students.
"It all boils down to student behavior," Johnson said. "It's the school's responsibility to make sure teachers are trained properly. There's the Treatment Research Institute for Autism Spectrum Disorders in Nashville and The Restructuring for Inclusive School Environments (RISE) in Memphis. These are classes that I've gone through myself."
Johnson also adds that parents have to step in and work in partnership with the school.
"Parents shouldn't be in the classroom, but I purchased a notebook to chart a detailed outline of his day," she said about her child. "The school and the parent have to have complete contact to let each other know what's going on."
According to the National Education Association, over the past 10 years the number of U.S. students enrolled in special education programs has risen 30 percent.
But the ability to attract and retain special education teachers has steadily been on the decline, according to officials with the Tennessee Education Association.
"There's so much difficulty recruiting and retaining special education teachers because they get beaten up, physically and in other ways," said Susan Dalton, coordinator of instruction and professional development for the TEA. "There needs to be quality professional development for those working with students who need some sort of restraint without the expense of the training falling on the local education agency."
Officials at Union University can attest to the few number of education majors who go into special education.
"In the past four years, we had only 14 students in special education," said Ann Singleton, associate dean of education at Union University. "It's a hard field."
The TEA said special education teachers are required to take Physical Restraint Training as a part of their training and certification. In many cases, that training is provided through the school system where the teacher is employed.
When it comes to handling behavioral issues that may become physical, Singleton said Union students are not learning Physical Restraint Training (PRT) during their undergraduate course work.
"All teachers have to take one course in special education. In our behavior management class, we teach students to consider the emotional as well as the physical safety of a student," Singleton said.
Stranak began working for Jackson-Madison County Schools in August 2005, according to the JMCSS human resource department. He also was employed briefly with the Hardeman County Schools System from August to November in 2000.
Attempts to reach Stranak were unsuccessful Wednesday evening.
Jackson-Madison County Schools Superintendent Nancy Zambito has declined to discuss specifics surrounding charges against Stranak, but she did confirm that he has been trained in handling students with disabilities.
Special education 'hard field'
http://www.jacksonsun.com/apps/pbcs.dll/article?AID=2006612210316
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.06
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Resolução garante mais acesso de alunos com deficiência a escolas públicas
| O Barriga Verde | 19/12/2006 |
Santa Catarina conta atualmente com 4,5 mil alunos com deficiências visuais, auditivas, físicas, mentais e
autistas matriculados nas escolas regulares da rede pública estadual. Estima-se que até 2010 o número de atendimento chegue, gradativamente, a 15 mil. A Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia e a Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) conseguiram junto ao Conselho Estadual de Educação (CEE) a aprovação da Resolução Nº 112, na terça-feira (12), que garante e fixa normas para a Educação Especial no Sistema do Estado.
A Resolução reforça a educação inclusiva na rede pública a alunos com deficiências e com mínima escolaridade, garantindo o atendimento, também, em APAEs e instituições congêneres, para aqueles que necessitam de acompanhamento mais intenso.
"Essa é uma conquista para a SED e FCEE que já no final de 2005 articulava uma política para á área", destaca o diretor da Fundação, Pedro de Souza.
O diretor considera de grande importância o momento para o Estado e explica que a partir do momento em que MEC e Ministério Público deram enfoque à área, em 2005, Santa Catarina foi o primeiro a implementar uma política pública para a Educação Especial.
"Agora está completa, pois, sob os pontos de vista pedagógico e administrativo, o Governo já havia aprovado, só faltava a normatização", declara o diretor. Ele ressalta que com a Resolução, o aluno com deficiência passa a ter um atendimento mais qualificado, com professores especializados.
Souza destaca também a interface com outros setores, como Saúde, Desenvolvimento Social e Infra-Estrutura, indispensáveis para um atendimento mais adequado. A parceria garante além de professores especializados, psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros etc. O ingresso de crianças e jovens nas 1,3 mil unidades escolares da rede pública estadual ocorre de forma gradativa justamente para que possa acontecer a acessibilidade tanto na parte física (infra-estrutura, equipamentos etc) como na cultural.
"É necessário conscientizar desde o porteiro da escola até a família a respeito da inclusão de alunos especiais, adaptar as unidades escolares para a demanda e investir na capacitação de professores", salienta o diretor. Segundo ele, o resultado do primeiro contingente de estudantes atendido na rede pública é positivo. Os demais estudantes receberam os alunos especiais naturalmente, mas ainda há necessidade que SED e FCEE invistam mais na formação dos educadores.
Resolução Nº 112 - Assinada pelo presidente do Conselho Estadual de Educação, Adélcio Machado dos Santos, após aprovação em plenária na noite de terça-feira, a Resolução garante já no Artigo 1° que a Educação Especial passa a integrar o Sistema Estadual de Santa Catarina. Fica caracterizada como modalidade que demanda de um conjunto de procedimentos e recursos específicos que visam ao ensino, à prevenção, à reabilitação e à profissionalização da pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades.
No total são 18 Artigos detalhando a política que Santa Catarina deve adotar em relação à pessoa com deficiência. De acordo como o inciso 1° do Artigo 2° ,
"a pessoa com deficiência é aquela que apresenta restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita o desempenho de uma ou mais atividades na vida diária". No decorrer deste artigo, são detalhados todos os tipos de deficiência.
Com relação aos Centros de Atendimento Educacional Especializados em Educação Especial, conforme o Artigo 7°, deve ser compreendida como programas educacionais e/ou reabilitatórios voltados ao atendimento das necessidades dos educandos de que trata a Resolução, meditante: programas pedagógicos, reabilitatório, profissionalizante e de assistência social.
http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=79437
Resolução garante mais acesso de alunos com deficiência a escolas públicas
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.06
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Quarta-feira, Dezembro 20, 2006
Cães d'água auxiliam jovens a melhorar notas
| Observatório do Algarve | 17/12/2006 | enviado para a Comunidade Virtual Autismo no Brasil por Priscilla |
Raça famosa por ajudar pescadores a encontrar o peixe serve agora para ajudar crianças algarvias com doenças mentais a encontrar melhores notas.
No passado ano lectivo, Filomena Pires, 14 anos, que frequenta o 8º ano em Faro, tinha fraco aproveitamento e pouca motivação para estudar. Só quando a cachorrinha d'água Koli entrou na sua vida é que voltou a ter forças para agarrar o estudo e voltar a brilhar nos testes de avaliação, relata a adolescente.
"Na Matemática estava com negativa e este primeiro período escolar vou ter um três gordo e a história também já subi", conta, orgulhosa, a adolescente, que jura sentir-se "em casa" quando vai divertir-se como voluntária no Canil da Ria Formosa, na Quinta do Marim, próximo de Olhão.
A motivação para voltar a estudar com afinco chegou com a contrapartida imposta pela família: "Podes estar com os cães d'água, mas só se antes disso estudares e subires as notas".
O "negócio" resultou e Filomena vai poder passar as férias deste Natal a alimentar, escovar e preparar a sua Koli para concursos de beleza, assim como ver o treino dos restantes cães d'água da Ria Formosa para situações de resgate em caso de terramoto ou de afogamento.
"Acho que a única coisa em que confio realmente é no meu cão", desabafa a menina de olhos esverdeados, enquanto meia dúzia de cães d'agua a brindam com alguns encontrões.
Resultados positivamente inesperados foram os registados nalgumas das crianças que pertencem à Associação Algarvia de Pais e Amigos de Crianças Diminuídas Mentais.
Óscar, autista, 30 anos, entrava em pânico quando via cães, mas desde que conviveu com exemplares de uma das mais antigas raças de cães do mundo conseguiu vencer o medo e hoje já consegue dar-lhes alimento à mão e passeá-los pela trela.
Cláudia Valente, terapeuta de Educação Especial e Reabilitação, assevera que conhece casos de melhoria de comportamento emocional e motor em doentes mentais, depois das terapias com os cães d'água.
Um dos casos é o de José, adolescente autista que rejeitava o toque e a penas conseguia estar cinco segundos atento a uma actividade. Com a terapia na Ria Formosa conseguiu aumentar o tempo de concentração, explicou a terapeuta.
Após dois anos de terapia, José já conseguia andar durante 15 minutos s em se sentar, dar gargalhadas e descobrir o gosto pela dança.
Uma outra criança, com problemas de hiperactividade, ganhou mais domínio na precisão dos movimentos e nos tempos de concentração, enquanto outra, com trissomia 21, aumentou o movimento de pinça - estimulado para pré-escrita -, ganhou noção do corpo através do estudo do corpo do cão e eliminou alguns pudores, como o nojo do toque do beijo.
Mas esta terapia que tanto sucesso tem feito com as crianças pode estar em risco devido à falta de voluntários e à escassez de financiamento, avisa Carla Peralta, responsável pelo Canil da Ria Formosa, instituição que tem como principal objectivo "preservar e dar a conhecer a raça de cão portuguesa".
Segundo contou à Lusa, actualmente há apenas uma voluntária adulta na instituição, a alemã Barbara Mundt, que nem sempre está no Algarve e, por isso, pede aos cidadãos interessados que se desloquem ao canil e ofereçam os seus préstimos como voluntários.
A técnica, informática de formação, confessa que para conseguir subsidiar o canil da Ria Formosa resolveu investir num curso de cabeleireiro para cães em Lisboa e com os cortes de pêlo ao domicílio - um bom banho e corte rodam os 35 euros - vai reunindo algum dinheiro.
Durante a expansão marítima portuguesa, o cão d'água servia de companhia nas viagens marítimas dos navegadores portugueses e até aos anos 70 auxiliava a comunidade piscatória portuguesa a identificar cardumes de peixe e detectar tubarões e servia de estafeta entre embarcações com mensagens ou objectos.
Hoje, é na região do Algarve que se encontra o maior número de exemplares de cães d'água de Portugal (existem cerca de 3.000), embora a maior comunidade esteja nos EUA, graças à actriz Deyanne Miller, que aparecia em fotografias com um cão d'água comprado a Conchita Citron, a primeira portuguesa a tourear naquele País e que popularizou a raça.
O cão d'água apresenta um porte médio de 55 centímetros, pode atingir os 20 quilos, não tem pêlo mas sim cabelo que cresce continuamente e encaracola e possui uma membrana interdigital desenvolvida para nadar melhor.
É considerado um óptimo cão de guarda, lutador, bom companheiro, dócil e cuidadoso com as crianças.
Cães d'água auxiliam jovens a melhorar notas
http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=10188
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 20.12.06
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Terça-feira, Dezembro 19, 2006
Documentário sobre a mulher que pensa como uma vaca
| Boing boing | 18/12/2006 |
A especialista em ciência animal e escritora Temple Grandin é autista e diz que é por isso que entende os animais. Google Video traz seu documentário completo.
Sua história se tornou conhecida por causa do livro
Um antropólogo em Marte do neurologista Oliver Sacks.
Curiosamente, a Dra. Grandin diz que seu autismo a ajuda a entender os animais. Ela sugereque tem estilo de pensamento semelhante ao deles em certas situações.
No filme, ela explica seu trabalho e seu ponto de vista sobre o autismo. Além disso, o documentário a mostra como uma pessoa brilhante e engajada, longe do estereótipo da pessoa autista.
Video documentary of woman who thinks like a cow
Animal science expert and author Temple Grandin is autistic, and she says she can understand animals because of this. Google Video has her full length documentary.
Her story first became known as she was included as a case study in neurologist Oliver Sacks' book An Anthropologist on Mars.
Interestingly, Grandin suggests that her autism helps her understand animals, as she suggests they have similar styles of thinking in some instances.
In the programme, Grandin explains her work and views on autism. Furthermore, the documentary highlights her as a bright and engaging person, far from the usual stereotypes of autistic people.
Video
Via
Mind Hacks, via
Boing boing.
Video documentary of woman who thinks like a cow
http://www.boingboing.net/2006/12/18/video_documentary_of.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 19.12.06
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Prós e Contras da Terapia para Exposição ao Chumbo
Quelação reduz problemas da exposição ao chumbo mas pode gerar efeitos duradouros em crianças tratadas para autismo, descobrem pesquisadores da Universidade de Cornell
| Krishna Ramanujan | Cornell Chronicle Online | Cornell University, 13/12/2006 |
| Medi-Lexicon | 17/12/2006 |
Dra. Barbra Strupp |
A terapia de quelação do chumbo - tratamento químico para remover o chumbo do corpo - pode reduzir significativamente problemas de aprendizado e comportamento que resultam da exposição a tal substância, segundo um estudo com ratos jovens da Universidade Cornell.
Entretanto, também se observou, com implicações para o tratamento de crianças autistas, que ratos não-contaminados por chumbo e tratados com o agente quelante, mostraram prejuízos na aprendizagem e no comportamento similares aos ratos que tinham sido expostos ao metal.
As drogas quelantes, que se ligam ao chumbo e outros metais no sangue, estão sendo usadas cada vez mais para o tratamento do autismo em crianças.
"Embora estas drogas sejam usadas extensivamente para tratar crianças expostas a chumbo, há pouca pesquisa sobre se elas melhoram os resultados cognitivos, a área de interesse principal com relação ao envenenamento por chumbo na infância", disse Barbara Strupp, professora-associada de Ciências da Nutrição e de Psicologia de Cornell e autora sênior do estudo, que foi publicado em um número recente de
Environmental Health Perspectives.
Faltam estudos sobre a segurança ou eficácia das drogas para o tratamento de autismo, afirmou Strupp.
Ela ainda adicionou que, ao que sabe, este é o primeiro relatório a mostrar que a terapia de quelação pode reduzir os problemas comportamentais e de aprendizado devido à exposição ao chumbo, bem como o primeiro a mostrar que este tipo de tratamento pode ter efeitos adversos quando administrado na ausência de níveis elevados de metais pesados.
O estudo usou o
succimer (nome comercial,
Chemet), a droga mais prescrita para o tratamento do envenenamento por chumbo. Os médicos preferem o
succimer a outras drogas porque pode ser ministrado por via oral e remove do corpo menos zinco, ferro e outros minerais essenciais. Embora os
Centers for Disease Control recomendem a quelação somente para crianças cujos níveis de chumbo no sangue excedam 45 microgramas por decilitro, drogas como o
succimer são administradas geralmente para níveis muito mais baixos de exposição, devido à preocupação com complicações associadas a níveis ligeiramente elevados de chumbo no sangue.
É importante remover o chumbo do corpo tão rapidamente quanto possível para impedir ou reduzir danos permanentes ao cérebro. A alta exposição ao chumbo pela raspagem de uma pintura à base de chumbo pode levar ao coma, convulsões e mesmo à morte. Níveis mais baixos de chumbo podem levar a déficit de atenção, delinqüência e à dificuldade de regular as emoções e podem abaixar o QI em uma taxa de aproximadamente um ponto por microgram/deciliter de exposição.
O estudo usou ratos - cujas respostas mentais e comportamentais à exposição de chumbo são similares às de seres humanos - expondo-os a moderados a elevados níveis de chumbo (administrado através do leite das mães). Um terceiro grupo de controle não foi exposto. As exposições foram seguidas por um tratamento com
succimer ou placebo. Imediatamente depois disso, os pesquisadores realizaram, por seis meses, testes da atenção, memória e habilidades de aprendizado e controle emocional dos ratos.
As cobaias com exposição moderada de chumbo beneficiaram-se grandemente do
succimer: seus resultados de teste eram indistingüíveis dos resultados do grupo de controle. Os ratos expostos a níveis mais elevados mostraram benefícios no controle emocional: após o tratamento com succimer, comportaram-se similarmente ao grupo de controle. Entretanto, o tratamento somente melhorou ligeiramente seu deficit de aprendizagem.
No grupo que não teve exposição ao chumbo mas recebeu o
succimer,
"encontramos déficits de cognição e controle emocional duradouros tão pervasivos
e intensos quanto nos ratos com elevada exposição ao chumbo", disse Strupp. Ela acrescentou que uma possibilidade é que o
succimer, na ausência de chumbo, pode romper o equilíbrio de minerais essenciais como zinco e ferro.
"estas descobertas levantam interesses sobre o uso de agentes quelantes para o tratamento de crianças autistas", disse.
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O estudo foi financiado pelos
National Institutes of Health (Institutos Nacionais da Saúde).
Entre outros colegas, Diane Stangle, estudante de graduação em Psicologia, e Stephane Beaudin, pesquisador-associado em Ciências da Nutriticão, contribuíram para este trabalho.
Pros And Cons Of Therapy For Lead Exposure Revealed By CU Study
| Medi-Lexicon | 17/12/2006 |
Chelation therapy reduces lead-exposure problems but could create lasting effects for children treated for autism, CU researchers find
| Cornell Chronicle | 13/12/2006 |
Lead chelation therapy - a chemical treatment to remove lead from the body - can significantly reduce learning and behavioral problems that result from lead exposure, a Cornell study of young rats finds.
However, in a further finding that has implications for the treatment of autistic children, the researchers say that when rats with no lead in their systems were treated with the lead-removing chemical, they showed declines in their learning and behavior that were similar to the rats that were exposed to lead.
Chelating drugs, which bind to lead and other metals in the blood, are increasingly being used for the treatment of autism in children.
"Although these drugs are widely used to treat lead-exposed children, there is remarkably little research on whether or not they improve cognitive outcomes, the major area of concern in relation to childhood lead poisoning," said Barbara Strupp, Cornell associate professor of nutritional sciences and of psychology and the senior author of the study, which was published in a recent issue of Environmental Health Perspectives.
Studies on the safety or effectiveness of the drugs for treating autism are similarly lacking, Strupp said.
Strupp added that to her knowledge this is the first report that shows that chelation therapy can reduce behavioral and learning problems due to lead exposure as well as the first to show that this type of treatment can have lasting adverse effects when administered in the absence of elevated levels of heavy metals.
The study used succimer (brand name, Chemet), the most widely prescribed drug for the treatment of lead poisoning. Doctors prefer succimer to other such drugs because it can be given orally on an outpatient basis, and it leaches less zinc, iron and other essential minerals out of the body. Although the Centers for Disease Control recommends chelation therapy only for children whose blood lead levels exceed 45 micrograms per deciliter, such drugs as succimer are commonly administered at much lower levels of exposure, due to concerns about lasting complications with even slightly elevated blood lead levels.
It is important to remove lead from the body as quickly as possible to prevent or lessen lasting damage to the developing brain. High-lead exposure from peeling lead-based paint can lead to coma, convulsions and even death. At lower levels, lead exposure causes attention deficits, delinquency and difficulty regulating emotions and can lower IQ scores at a rate of about one IQ point per microgram/deciliter of exposure.
The study used rats -- whose mental and behavioral responses to lead exposure are similar to humans' -- and exposed them to moderate- and high-lead levels (administered via mothers' milk). A third group -- the control -- was not exposed. Exposures were followed by a treatment with succimer or placebo. Immediately thereafter, the researchers conducted automated tests over six months on the rats' attention, memory and abilities to learn and regulate emotions.
The rats with moderate-lead exposure benefited greatly from the succimer: Their test results were indistinguishable from the control test results. Rats exposed to higher lead levels showed benefits in the emotional domain: After succimer treatment, they behaved similarly to the control group. However, the treatment only slightly improved their learning deficit.
In the group that had no lead exposure but were given succimer, "we found lasting cognition and emotion-regulation [deficits] that were as pervasive and large as rats with high lead exposure," said Strupp. She added that one possibility is that succimer, in the absence of lead, may disrupt the balance of such essential minerals as zinc and iron. "These findings raise concerns about the use of chelating agents in treating autistic children," she said.
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The study was funded by the National Institutes of Health.
Among other colleagues, Diane Stangle, a psychology graduate student, and Stephane Beaudin, a research associate in nutritional sciences, contributed to this work.
Contact: Press Relations Office
Cornell University News Service
Pros And Cons Of Therapy For Lead Exposure Revealed By CU Study
http://www.pharma-lexicon.com/medicalnews.php?newsid=59005
Chelation therapy reduces lead-exposure problems but could create lasting effects for children treated for autism, CU researchers find 13/12/2006
http://www.news.cornell.edu/stories/Dec06/LeadChelation.kr.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 19.12.06
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Segunda-feira, Dezembro 18, 2006
Descobertas mutações genéticas associadas ao autismo
| Diario Siglo XXI | Espanha, 18/12/2006 |
O gene chamado SHANK3 apresenta mutação em um pequeno número de indivíduos autistas, segundo estudo do Instituto Pasteur de Paris (França). A descoberta, publicada na edição digital da revista "Nature Genetics", traz mais informações sobre as bases biológicas dessa enfermidade.
As desordens do espectro autista (ASD, segundo a sigla em inglês), que constituem um grupo de transtornos que afetam a interação social e a comunicação, afetam 6 a cada 1.000 crianças. Aproximadamente, de 3 a 6 por cento dos casos são causados por reordenação cromossômica, com uma pequena região do cromossoma 22 afetada freqüentemente em indivíduos com déficits cognitivos acompanhados de conduta autista.
Esta região contém três genes, entre os quais, o SHANK3 se mostra um forte candidato a estar associado con o autismo, devido a sua expressão nas sinapses neuronais.
Os cientistas seqüenciaram o SHANK3 en mais de 200 individuos com ASD e descobriram mutações em três famílias. Um individuo de uma delas tinha uma supressão significativa no gene, enquanto dois irmãos de outra família tinham uma supressão menor.
Na terceira família, uma menina com autismo tinha uma supresão no SHANK2, enquanto seu irmão, afetado com uma forma leve de autismo chamada síndrome de Asperger, tinha uma cópia adicional de SHANK3. A proteína codificada pelo SHANK3 interage com outras proteínas chamadas neuroliginas, que participam da sinalização neuronal.
As mutações em dois dos genes que codificam as neuroliginas foram descobertas em um pequeno número de indivíduos com autismo, o que sugere que o funcionamiento da neuroligina deveria receber maior atenção na busca das bases biológicas dos ASD.
Descubren mutaciones genéticas asociadas al autismo
Un gen llamado SHANK3 se encuentra mutado en un pequeño número de individuos con autismo, según un estudio del Instituto Pasteur de París (Francia). El descubrimiento, que se publica en la edición digital de la revista "Nature Genetics", proporciona nuevos datos sobre las bases biológicas de esta enfermedad.
Los desórdenes del espectro del autismo (ASD, según sus siglas en inglés), que constituyen un rango de trastornos que afectan a la interacción social y la comunicación, afectan a 6 de cada 1.000 niños. Aproximadamente entre un 3 y un 6 por ciento de los casos están causados por reordenaciones cromosómicas, con una pequeña región del cromosoma 22 que se encuentra afectada frecuentemente en individuos con déficits cognitivos acompañados por conducta autista.
Esta región contiene tres genes, entre los cuales uno principalmente, el SHANK3, es un buen candidato para estar asociado con el autismo debido a su expresión en la sinapsis neuronal.
Los científicos secuenciaron el SHANK3 en más de 200 individuos con ASD y descubrieron mutaciones en tres familias. Un individuo en una de las familias tenía una supresión significativa en el gen, mientras que dos hermanos en una segunda familia tenían una supresión menor.
En la tercera familia, una chica con autismo tenía una supresión en SHANK2, mientras que su hermano, afectado con una forma leve de autismo llamado síndrome de Asperger, tenía una copia adicional de SHANK3. La proteína que codifica SHANK3 interactúa con otras proteínas llamadas neuroliginas, que participan en la señalización neuronal.
Las mutaciones en dos de los genes que codifican las neuroliginas han sido descubiertas en un pequeño número de individuos con autismo, lo que sugiere que el funcionamiento de la neuroligina debería recibir una mayor atención en la búsqueda de las bases biológicas de los ASD.
Descubren mutaciones genéticas asociadas al autismo
http://www.diariosigloxxi.com/noticia.php?ts=20061218090328
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 18.12.06
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Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
Lei defende autistas na Bahia
| Crônica Autista | Salvador, 13/12/2006 |
Foi aprovado por unanimidade ontem, dia 12 de dezembro, às 20 horas, o Projeto de Lei apresentado pelo Deputado Estadual Padre Joel (PPS) que determina que o Estado da Bahia deve se responsabilizar pelo atendimento específico e especializado às pessoas autistas.
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 13.12.06
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