Quarta-feira, Maio 24, 2006
MEC capacita 360 professores que trabalham com inclusão
| Agência Brasileira de Notícias | 22/05/2006 |
Professores da educação infantil da rede pública municipal de seis capitais das regiões Norte e Nordeste serão capacitados, entre maio e setembro, para trabalhar com inclusão e estimulação precoce de crianças com deficiência. Ao todo são 360 professores de João Pessoa (PB), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belém (PA) e Manaus (AM). O primeiro curso termina nesta quinta-feira, 18, em João Pessoa.
O curso, com duração de 40 horas, sendo 32 horas presenciais e oito horas a distância, é realizado pela Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC), em parceria com a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down e secretarias municipais. A formação tem o objetivo de aprofundar os conhecimentos dos professores sobre desenvolvimento infantil e as necessidades educacionais especiais de crianças, de quatro a seis anos, com deficiências de visão, audição,
autismo, paralisia cerebral, mental ou física decorrentes de síndromes e sua inclusão em classes comuns.
Para a coordenadora-geral de Desenvolvimento da Educação Especial da Seesp, Kátia Marangon Barbosa, o curso dá destaque ao desenvolvimento cognitivo da criança e à participação da família e da escola no processo de inclusão.
"A educação infantil é essencial para qualquer criança, mas no caso da criança com deficiência, é decisiva", diz. Segundo o presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Antônio Carlos Sestaro, é importante que os professores se sintam capazes de trabalhar com alunos com síndromes em salas comuns e atender a família que traz para a escola a criança com deficiência.
"Os pontos fortes do curso são a inclusão e o estímulo precoce", explica.
Crescimento - Dados da Seesp indicam que o número de municípios e de escolas e as matrículas na educação especial - educação básica e profissional - estão em franco crescimento. Em 1998, por exemplo, 2.738 municípios e 6.500 escolas tinham alunos matriculados. Em 2005, o Censo Escolar aponta que 4.582 municípios e 42.765 escolas trabalham com inclusão. O censo registra 640.317 matriculados, dos quais 383.488 em classes regulares de escolas públicas e 262.243 em escolas inclusivas.
O curso de Capacitação de Professores da Educação Infantil com Enfoque na Inclusão e na Estimulação Precoce será oferecido em Salvador de 30 de maio a 2 de junho; em Recife, de 19 a 22 de junho; em Manaus, de 4 a 7 de julho; em Fortaleza, de 21 a 24 de agosto; e em Belém, de 18 a 21 de setembro.
MEC capacita 360 professores que trabalham com inclusão
http://www.abn.com.br/noticias1.php?id=33366
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Belém ganha nova Casa de Saúde Mental da Criança
| O Liberal | Belém do Pará, 22/05/2006 |
A Prefeitura de Belém, através da Secretaria Municipal de Saúde - Sesma inaugura na terça-feira (23) a nova Casa de Saúde Mental da Criança.
O novo endereço fica na Avenida Alcindo Cacela, 1532, entre a avenida Governador José Malcher e rua João Balbi. A mudança na estrutura física da Casa busca melhorar a qualidade no tratamento de crianças e adolescentes portadores de transtornos mentais.
O novo imóvel foi alugado, reformado e adaptado para dar um melhor conforto aos pacientes. O prédio é amplo e conta com 15 espaços: sala de acolhimento, farmácia, consultório médico, sala de psicossocial, sala de oficinas, sala de repouso, sala de grupo, refeitório, cozinha, espaço de recreação com piscina, entre outros.
A Casa de Saúde Mental da Criança possui 34 servidores, atende por mês cerca de 300 pacientes, de cinco a 17 anos de idade, e oferece um serviço de atenção diária destinado ao atendimento de crianças e adolescentes gravemente comprometidos psiquicamente (
autismo, psicose, neuroses graves e outros) que por sua condição psíquica, estão impossibilitados de manter e estabelecer laços sociais e, além disso, promove a reabilitação social do paciente.
A demanda é atendida de segunda a sexta-feira, de 08h às 19h, com uma equipe multiprofissional composta por médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros terapeutas ocupacionais, farmacêuticos, nutricionistas e professores de educação física. Os recursos vão além do uso de consultas e de medicamentos, baseando-se na prática de atenção psicossocial, provocando mudanças, nas formas tradicionais de compreensão e tratamento dos transtornos mentais.
A pessoa que precisar dos serviços da Casa de Saúde Mental da Criança pode ser encaminhada por um médico de qualquer uma das 29 unidades básicas de saúde do município ou ir diretamente ao local. Quando o paciente chega, ele é atendido por um profissional de nível superior (psicólogo, assistente social, médico) que faz uma avaliação do caso. Esse procedimento é chamado de acolhimento.
O objetivo é compreender a situação, de forma mais abrangente possível, da pessoa que procura o serviço e iniciar um vínculo terapêutico e de confiança com os profissionais do local. Posteriormente, uma triagem é feita e a criança (ou o adolescente) é encaminhada para um tratamento de acordo com o problema que possui. A criança também passa por grupo de avaliação, a equipe multiprofissional, que vai decidir o tipo de atendimento: individual ou em grupo.
Belém ganha nova Casa de Saúde Mental da Criança
http://www.oliberal.com.br/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=162496
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Cafezinho solidário
| Marcelo Santos Informe OnLine | Associação Viva o Centro | São Paulo, 23/05/06 |
Parceria pela solidariedade - este é o foco do Café do Centro, um dos maiores torrefadores de cafés goumets do Brasil e a Estação 5, uma das maiores redes de cafeterias de São Paulo. As duas empresas farão uma ação beneficente conjunta nesta quarta-feira (24/5), Dia Nacional do Café. Para quem quiser colaborar, no Centro de São Paulo há uma Estação 5 no térreo do Shopping Center Light, em pleno Viaduto do Chá.
Toda a venda de cafés e bebidas será revertida para a Fundação de Apoio e Desenvolvimento do Autista Mercedes de Andrade Martins (FADA). Outra entidade, a Da Mata Brasil, também estará colaborando no projeto, pois serão distribuídas pulseiras feitas com grãos de café preparadas pela instituição a todas as pessoas que colaborarem.
A iniciativa é válida para todas as lojas Estação 5, localizadas nos shoppings da cidade. A rede Estação 5 surgiu em 1997 e começou no Shopping Tatuapé. Já o Café do Centro tem 90 anos de tradição. A parceria pela ação social tem o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), que passou a incentivar ações de seus associados depois que o Dia Nacional do Café foi incorporado ao Calendário Brasileiro de Eventos.
O Brasil é o maior produtor de café do mundo e o segundo maior consumidor ativo. Este mês é o tradicional início de colheita da fruta que produz a bebida consumida por quase 95% da população brasileira. É a primeira vez que o Café do Centro e a Estação 5 se unem em uma campanha social. A expectativa é vender cinco mil cafés em todas as lojas.
Cafezinho solidário
http://www.vivaocentro.org.br/noticias/arquivo/230506_c_infonline.htm
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Meio ambiente é destaque na agenda da ALMG na semana de 22 a 26/5
| Gazeta do Oeste | Minas Gerais | 23/5/2006 |
A preservação do meio ambiente será o destaque da semana de 22 a 26/5/06 nas comissões temáticas da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Temas como o biodiesel, o Código de Proteção aos Animais, normas relativas ao funcionamento de aterros sanitários e as mudanças climáticas no planeta serão debatidos com convidados ao longo da semana. Além disso, haverá reuniões em várias cidades do interior, como Ponte Nova, Unaí, Nanuque, Juiz de Fora e Poços de Caldas, além de uma visita a Caldas.
Terça-feira - Na terça-feira (23), um dos destaques é a audiência pública da Comissão do Meio Ambiente e Recursos Naturais, que debate o Código de Proteção aos Animais, previsto no Projeto de Lei (PL) 129/03, do deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB). O parlamentar é o autor do requerimento para a reunião, que será realizada às 9h30, no Auditório.
(...)
Já a Comissão Especial do Transtorno, Deficiência Mental e Autismo, criada para discutir sobre os tratamentos disponíveis para essas doenças, realiza sua primeira reunião, também às 15h30, no Plenarinho II.
Meio ambiente é destaque na agenda da ALMG na semana de 22 a 26/5
http://www.gazetaoeste.com.br/conteudo/conteudo.asp?urlMenu=3762%20
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Segunda-feira, Maio 22, 2006
Auma promove inclusão social
| Jornal de Piracicaba | Social | Piracicaba, SP, 20/5/2006 |
Entidade atende crianças, adolescentes e adultos autistas, que necessitam de cuidados multidisciplinares
A inclusão social é a principal meta do trabalho desenvolvido há quase seis anos pela Auma (Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Piracicaba), que atende 15 pacientes - 13 homens e duas mulheres - de nove a 30 anos, 80% de baixa renda, uma clientela que necessita de cuidados multidisciplinares.
"O resultado do trabalho é inquestionável", afirmou a auxiliar de gabinete dentário Elizete Cristina Garcia, 31, que há cinco meses leva diariamente o filho de dez anos à entidade.
Ela afirmou que é nítido o desenvolvimento do filho desde que começou a freqüentar a Auma.
"Ele tem expressão de sentimento, conhece as mãos, sorri, aprendeu a ter personalidade", descreveu Elizete, considerando um bom começo de aprendizado de vida, depois de viver na escuridão por mais de nove anos.
Hoje, segundo ela, o garoto passeia, anda de ônibus.
"As pessoas é que não estão preparadas para a convivência com o autista", avaliou.
"A Auma foi criada em 1999 por um grupo de pais de autistas, reconhecendo as dificuldades de tratamento para os filhos", informou a coordenadora da entidade, a fonoaudióloga Sandra Arbex. De acordo com ela, a entidade tem dificuldades porque o atendimento exige profissionais especializados e tem folha de pagamento de R$ 15 mil para manter 12 funcionários e quatro voluntários - psicólogo, psiquiatra, assistente social, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional, pedagogas, auxiliares, professor de educação física, além de musicoterapeuta.
Os recursos vêm de subvenção municipal, do Fundeca (Fundo de Defesa da Criança e do Adolescente), doação de empresas e de sócios-contribuintes.
"A Merenda Escolar e o programa Mesa Brasil, do Sesc também contribuem".
O presidente da Auma, o cardiologista Antonio Amauri Groppo, revela que as subvenções são insuficientes para a manutenção da entidade, porque o trabalho oferecido é oneroso por ser especializado.
"A demanda tem aumentado e a fila de espera para atendimento tem cinco crianças". Os repasses e contribuições suprem 60% das necessidades. A entidade ainda realiza promoções sociais para arrecadar dinheiro.
Estatísticas mostram que o autismo atinge 0,6% da população. Em Piracicaba, estima-se que existam 2.100 autistas.
Ele observa que a inclusão social está presente em todo o trabalho.
"A terapeuta ocupacional Silvia Marqueti desenvolve com o grupo trabalhos artesanais que são vendidos e todo o dinheiro conseguido é guardado em "cofrinho" para os próprios alunos. Toda semana vão ao supermercado fazer compras", descreve.
Groppo disse que a entidade está aberta para que a população conheça o trabalho.
O psiquiatra Marcos Klair da Costa informou que o autismo é distúrbio do desenvolvimento e da interação social.
"Até os dois anos, não é possível ser diagnosticado porque não há exame". O médico observou que aos três anos os indícios característicos do autismo começam a aparecer.
Auma promove inclusão social
http://www.jpjornal.com.br/news.php?news_id=30575
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Segunda-feira, Maio 08, 2006
Lego é uma chave para ajudar crianças autistas a fazer amigos
| This is Local London | 3/5/2006 |
O núcleo de Enfield da
National Autistic Society promove uma palestra de Georgina Owens, do
Cambridge Autism Research Centre (Centro de Pesquisas do Autismo de Cambridge), explicando os benefícios de estimular crianças autistas a brincar com Lego.
Crianças autistas costumam ter sérios problemas em brincar e socializar-se com outras crianças, mas novas pesquisas mostraram que algumas habilidades sociais de criançaslforam desenvolvidas ao jogar com os bonequinhos plásticos.
Uma das principais características do autismo é o pensar altamente sistemático, e a natureza metódica do Lego pode ser uma razão do porquê ele consegue ajudar algumas crianças.
Miranda McAllister, do NAS de Enfield, disse:
"As crianças acham difícil brincar como as outras fazem e precisam de ajuda para usar sua imaginação mas, com o apoio certo, podem progredir." Lego holds the key to help autistic children make friends
Parents of autistic children in Enfield have an opportunity to hear how a much-loved toy could help kids with the condition on Tuesday.
The Enfield branch of the National Autistic Society is hosting a talk by Georgina Owens, from the Cambridge Autism Research Centre, explaining the possible benefits of encouraging autistic children to play with Lego.
Autistic children often have severe problems playing and socialising with other children but new research has found some childrens' social skills were improved by playing with the interlocking plastic bricks.
One of autism's main characteristics is highly systematic thinking and the methodical nature of Lego could be one reason why it might help some children.
Miranda McAllister of Enfield NAS said: "The children find it difficult to play as other children do and they need help to use their imaginations, but with the right type of support, they can make progress."
The talk takes place at 8pm at Russet House School in Autumn Close off Carterhatch Lane.
For more information contact Enfield NAS on 8882 9202.
Lego holds the key to help autistic children make friends
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Sexta-feira, Maio 05, 2006
INICIATIVA Banda de Famalicão promoveu sessão
Musicoterapia para bebés
| Raquel Barbosa | Opinião Pública | Vila Nova de Farmalicão, Portugal, 4/5/2006 |
A Escola de Música da Banda de Famalicão promoveu, no passado sábado, uma sessão de musicoterapia para bebés. Na musicoterapia os estímulos são feitos através da música produzida por vários instrumentos: xilofone, maracas, pandeiretas, pau-de-água.
Na sessão de sábado participaram cerca de duas dezenas de crianças, acompanhadas pelos pais ou outros familiares, que puderam desenvolver as suas capacidades durante o concerto levado a cabo pelos professores da instituição. Entre os familiares estava o ex-presidente da Câmara, Agostinho Fernandes, que foi acompanhar a neta Maria Beatriz:
"Como a Primavera, em que as flores desabrocham, também as crianças que aqui estão se encontram numa fase de captação da realidade envolvente. Na nossa intimidade, muitas vezes, a música é nossa confidente, a maior amiga. Assim como a música me salvou, ainda era eu muito jovem, penso que esta é uma experiência fantástica e um antídoto para o stresse do quotidiano", sublinhou.
Outra criança, também com o nome de Beatriz, parecia ser a mais entusiasmada do grupo. A mãe Filipa decidiu levá-la para conhecer a sua reacção à música. Pelos vistos, foi muito boa.
Embora um pouco mais nova, a Inês, de 10 meses, também estava bem-disposta, dando indicação à mãe Isabel dos sons que mais gostava. Durante a sessão houve ainda lugar para um jogo de interacção entre pais e filhos com balões ao mesmo tempo que a música tocava.
O presidente da Banda de Famalicão, Mário Aguiar, reconheceu ser importante para a instituição este tipo de iniciativas, até para promover a própria escola, que, com apenas dois anos, "está devidamente apetrechada e tem uma dinâmica invejável".
A musicoterapia é também indicada, pelo menos no início, para casos complexos, como o autismo, em que as crianças têm dificuldade em se relacionar com o que quer que seja. A explicação reside no facto de poder construir com um instrumento uma relação à medida do seu nível de interacção. Há também casos em que a criança simplesmente não suporta música. Uma criança hiperactiva, por exemplo, começa, por norma, com sons mais fortes, que têm mais a ver com o seu nível de funcionamento.
Musicoterapia para bebés
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 5.5.06
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Corpo é da mãe que saltou de ponte
| BBC | 5/5/2006 |
Câmeras da Estação Ferroviária de Hull mostram mãe e filho chegando à cidade. |
A Polícia identificou um corpo encontrado no Rio Humber como sendo de uma mãe que teria saltado para a morte com o filho autista de 12 anos.
Os registros dentários foram usados para confirmar que o corpo encontrado em 29 de abril em Welton Waters, próximo a Brough em Yorkshire Lesyr eram de Alison Davies, 40 anos.
Acredita-se que Alison e o filho Ryan, de Marple, Stockport, tenham saltado da Ponte Humber em 12 de abril.
Sua família pediu ajuda para rastrear os últimos momentos da dupla.
Detetives disseram que têm grandes condições para estabelecer as últimas horas das vidas de Alison e Ryan.
Apelo da família
Os dois foram vistos pela última vez em 11 de abril em Marple, na casa da mãe de Alison.
Foram, depois, filmados pelas câmeras do sistema de segurança ao chegar à Estação Ferroviária de Hull, em 12 de abril.
O corpo de Ryan foi recuperado do rio em 16 de abril em Swinefleet Haven.
clique aqui
A polícia vem tentando descobrir como eles foram da estação ferroviária à Ponte Humber, mas investigações com motoristas de ônibus e táxis têm falhado em definir o que aconteceu.
A irmã de Alison, Lindsay Cook, fez um apelo final na sexta-feira para a pessoa que os levou à ponte. Ela pede:
-
"Como uma família que chora a perda de seus entes queridos, Alison e Ryan, pedimos à pessoa ou pessoas que possam tê-los visto em sua jornada final da Estação Hull à Ponte Humber que, por favor, dê à polícia qualquer informação.
"Não importa quão insignificante possa parecer, para nós será de grande valor.
"Qualquer pedacinho de informação perdida nos ajudará a entender os momentos finais de Alison e Ryan juntos, a dar um significado a nossa perda e a juntar os fragmentos dessa tragédia." Body confirmed as bridge jump mum
Police have identified a body found in the River Humber as that of a mother who apparently jumped to her death with her 12-year-old autistic son.
Dental records were used to confirm the body found on 29 April at Welton Waters near Brough in East Yorkshire was that of 40-year-old Alison Davies.
Alison and her son Ryan, from Marple, Stockport, are believed to have leapt from the Humber Bridge on 12 April.
Their family has appealed for help to trace the final steps of the pair.
Detectives said they had gone to great lengths to establish the final few hours of Alison and Ryan's lives.
Family appeal
The pair were last seen on 11 April in Marple, Stockport, at Alison's mother's house.
They were then captured on CCTV arriving at Hull's Paragon Railway Station on 12 April.
CCTV from Hull railway station shows the pair arriving in the city
CCTV from Hull railway station shows the pair arriving in the city. |
Ryan's body was recovered from the river on 16 April at Swinefleet Haven.
Police have tried to pinpoint how the pair travelled from the railway station to the Humber Bridge, but inquiries with bus and taxi drivers have failed to establish what happened.
Alison's sister, Lindsay Cook, made a final appeal on Friday to the person who took the pair to the bridge.
She said: "As a family grieving for the loss of our loved ones, Alison and Ryan, we would ask the person or persons who might have seen them on their final journey from Hull station to the Humber bridge to please contact the police with any information they might have.
"No matter how insignificant it might seem to them, to the family it is of great value.
"This last piece of missing information will help us to better understand Alison and Ryan's final moments together and will help us to come to terms with our loss and enable us to put together the last pieces of this tragedy."
Body confirmed as bridge jump mum
http://news.bbc.co.uk/1/hi/england/humber/4978128.stm
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Ratos mutantes apresentam características típicas do autismo
| O Estado de São Paulo | 4/5/2006 |
Eles tiveram um gene associado com distúrbios cerebrais suprimido
WASHINGTON - Embora as causas do autismo continuem a ser vistas como complexas e misteriosas, pesquisadores seguem adicionando peças ao quebra-cabeças. No que eles acreditam ser uma significativa nova abordagem para entender os "distúrbios do espectro autista", cientistas desenvolveram um rato que mostra interações sociais anormais e hipertrofia cerebral, característicos da doença.
Em um artigo na edição de 4 de maio da Neuron, Luis Parada e seus colegas relatam os resultados da remoção de apenas um gene associado com distúrbios cerebrais em ratos. O gene, chamado de Pten, havia sido associado a uma grande quantidade destes distúrbios, quando suprimido do corpo dos animais. Porém, Parada e seus colegas projetaram os ratos para suprimir o gene apenas nos neurônios maduros, ou pós-mitóticos, do córtex cerebral e do hipocampo no cérebro. Essas regiões estão associadas a funções mais elevadas do cérebro, como aprendizado ou memória.
Os ratos mutantes mostram maiores anormalidades em uma variedade de interações sociais comuns na espécie, descobriram os pesquisadores. Por exemplo, eles estavam muito menos propensos a se aproximar e cheirar novos ratos introduzidos em suas jaulas, comparados aos ratos normais. E, embora os ratos normais demonstrassem menos interesse quando esses novos ratos são reintroduzidos mais tarde, os ratos mutantes não mostraram tanta redução no interesse. Essa anormalidade indicou
"um comprometimento no aprendizado social, ou inabilidade de identificar o novato, que tem a ver com o baixo nível de interação inicial", disseram os pesquisadores.
Em outros testes de comportamento social, os pesquisadores descobriram que os ratos mutantes - quando tinham a chance de investigar uma jaula com outro rato ou vazia - mostraram preferência similar pelas duas. Os ratos normais preferiram de longe investigar a jaula com um rato.
Os pesquisadores também descobriram que os ratos mutantes eram deficientes na formação de ninhos e em comportamentos sexuais e maternais. Em testes de suas reações a estímulos sensoriais como ambientes iluminados, os ratos mutantes demonstraram hiperatividade e ansiedade aumentada.
Os pesquisadores concluíram que
"os ratos mutantes exibiram deficiências em todos os paradigmas sociais testados e também mostraram reação exagerada a estímulos sensoriais, comportamento ansioso e baixo aprendizado, que são características associadas ao autismo".
Finalmente, os pesquisadores descobriram que os ratos mutantes mostraram o mesmo tipo de crescimento anormal dos neurônios e suas interconexões visto em algumas pessoas com autismo que também apresentam um volume maior do cérebro e cabeças maiores.
Ratos mutantes apresentam características típicas do autismo
http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/mai/04/255.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 5.5.06
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Quinta-feira, Maio 04, 2006
Cientistas criam rato 'autista' para pesquisas
| BBC | 4/5/2006 |
Cientistas da Universidade do Texas criaram um rato 'autista' ao retirar um gene de regiões específicas do cérebro do animal.
Os pesquisadores observaram que os ratos apresentaram comportamentos comuns em pessoas autistas, como dificuldade de interação social e alta sensibilidade.
Segundo os especialistas, o estudo, publicado na revista Neuron, pode levar a um melhor entendimento das causas do autismo.
O pesquisador britânico Simon Baron-Cohen, da Universidade de Cambridge, enfatizou, no entanto, que os resultados do estudo são interessantes, mas ainda é cedo para se chegar a qualquer conclusão em relação ao autismo em humanos.
De acordo com Cohen, o estudo tem relevância na compreensão do autismo, mas comportamentos sociais anormais em ratos podem ser causados por fatores diferentes dos que afetam humanos.
"Esse estudo aumenta nossa compreensão de como genes presentes no cérebro podem ter funções específicas relativas à neuroanatomia e ao comportamento", disse o pesquisador.
Gene Pten
O autismo afeta a maneira como uma pessoa se comunica e interage com os que estão à sua volta. Cerca de 90 em cada 10 mil pessoas sofrem da condição. Os distúrbios tendem a emergir na infância e são mais comuns em meninos.
A equipe da Universidade do Texas estudou ratos que tiveram o gene Pten retirado de células nervosas do seu córtex cerebral e do seu hipocampo.
O Pten está associado ao autismo, já que alguns autistas apresentam mutações no gene. Ele também é conhecido por suprimir o câncer. O córtex cerebral e o hipocampo estão associados ao aprendizado e à memória.
Os ratos geneticamente modificados apresentaram comportamentos anormais quando comparados a outros ratos.
Eles eram menos sociáveis e demonstravam menor curiosidade quando ratos estranhos entravam na gaiola.
Quando expostos a objetos inanimados e a outros ratos, os animais que não tinham o gene Pten demonstravam mais interesse pelo objeto, um comportamento observado também em crianças autistas, que preferem brinquedos a pessoas.
Outras anomalias eram maior sensibilidade a estímulos estressantes como barulho alto e contato com humanos.
Os ratos que sofreram modificações genéticas também estavam menos inclinados a construir ninhos e cuidar de seus bebês.
Pista
O diretor do grupo responsável pela pesquisa, Luis Parada, disse que os pesquisadores ficaram entusiasmados com o resultado.
Segundo Parada, como o gene foi retirado de regiões específicas do cérebro, o estudo permite que os cientistas identifiquem pelo menos uma localização anatômica associada à anomalia.
O cientista diz que, em condições sobre as quais se sabe tão pouco, qualquer pista é muito importante.
No entanto, um artigo publicado na mesma revista pelos pesquisadores Anthony Wynshaw-Boris e Joy Greer, da Universidade da Califórnia, alerta para o fato de que há outros comportamentos vistos em pessoas autistas que não foram apresentados pelos ratos (por exemplo, comportamentos repetitivos).
Cientistas criam rato 'autista' para pesquisas
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2006/05/060504_ratoautistamv.shtml
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Perigo - Medicamentos para esquizofrenia e doença bipolar
Remédios suspeitos de mortes
| Correio da Manhã | Portugal, 4/5/2006 |
A nova geração de medicamentos antipsicóticos para adultos que sofrem de esquizofrenia e doença bipolar está de novo sob suspeita nos Estados Unidos. Um estudo da autoridade norte-americana do medicamento FDA (Food and Drug Administration) realizado entre 2000 e 2004 revela que, em pelo menos 45 mortes de crianças, estes antipsicóticos aparecem como os "principais suspeitos". Há também relatos de 1328 casos com consequências negativas para a saúde.
Os medicamentos em causa são o Clozaril, Risperdal, Zyprexa, Seroquel, Abilify e Geodon, segundo revelou o jornal "Usa Today". Em Portugal, estão à venda o Risperdal, Zyprexa e Seroquel. Está também autorizada a venda do Abilify.
Nos Estados Unidos, a venda destes medicamentos não está autorizada a crianças, contudo os médicos prescrevem-nos, sobretudo no tratamento da doença bipolar. No estudo na posse do FDA, um dos principais efeitos secundários detectado em menores é a diabetes. Esta doença esteve na origem de seis das mortes. Outras causas de morte tiveram origem em problemas de coração e pulmões.
Embora estes medicamentos só possam ser administrados a adultos, a prescrição a crianças cresce de uma forma dramática", disse Robert Epstein, dirigente médico da norte-americana Medco Health Solutions. O especialista observou que a prescrição a menores cresceu 80 por cento, entre 2001 e 2005. "Sabemos que são medicamentos muito fortes", sublinhou Robert Epstein, pelo que referiu: "Precisamos de estar seguros de que as crianças precisam disto."
Em Portugal, o Risperdal (cuja substância activa é a risperidona) é vendido para o tratamento de menores. O folheto informativo da embalagem de solução oral revela que "está indicado para o tratamento de crianças e adolescentes com autismo". O seu preço é de 22 euros.
A bipolaridade é uma doença psiquiátrica caracterizada por acentuadas variações de humor, cujos sintomas podem colocar em risco a própria vida do paciente. O CM tentou, sem êxito, junto da Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares, saber se os seus associados têm informação dos perigos associados a estes antipsicóticos.
A exemplo da FDA, nos Estados Unidos, também a autoridade do medicamento em Portugal, o Infarmed, confirma que não está prevista a retirada destes antipsicóticos do mercado.
A polémica em torno do consumo por menores surge três anos depois de ser divulgado um estudo em que foram relatadas 23 mortes entre adultos pelo consumo do Zyprexa.
SÉRIOS RISCOS PARA IDOSOS
O Infarmed alerta para os ensaios clínicos que demonstraram um aumento do risco de acidentes cerebrovasculares em doentes idosos com demência medicados com risperidona (substância activa do Risperdal) e também de mortalidade em doentes idosos medicados com olanzapina (substância activa do Zyprexa).
Sobre esta última substância, o Infarmed adverte que não está aprovada para ser utilizada em doentes com demência. No caso da risperidona, o Infarmed recomenda aos médicos para que esta seja administrada com precaução em doentes com antecedentes de acidentes cerebrovasculares ou que apresentem um risco aumentado da ocorrência (diabetes, hipertensão ou fumadores).
SILÊNCIO SOBRE MEDICAMENTOS POLÉMICAS
ZYPREXA
O médico Calvin Summer do fabricante Eli Lilly Research Laboratories apenas sublinhou ao jornal "Usa Today" que "o medicamento não está aprovado para uso das crianças".
RISPERDAL
Ramy Mahmoud da Janssen, fabricante do Risperdal, disse que não está provado que o medicamento provoque diabetes. Em Portugal, não foi possível obter uma resposta da empresa.
MÉDICOS
A polémica de os antipsicóticos poderem causar a morte de crianças levou a que, contactados pelo CM, vários psiquiatras e pediatras preferissem não comentar o assunto.
Remédios suspeitos de mortes
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=200461&idselect=10&idCanal=10&p=200
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Destaque para Ações Solidárias
| Amir Calil | Jornal A Cidade | Ribeirão Preto, 4/5/2006 | Ano: 101 | Número: 102 |
GIRO - Quiosque
Administrada pela AMA-Associação de Amigos do Autista de Ribeirão Preto, a franquia da Showcolate, no RibeirãoShopping está com novidades. O quiosque, especializado em produtos feitos com cobertura de chocolate, lança o Fondue Passion e o Ice Chocolate. O primeiro é preparado com chocolate ao leite, morangos frescos, chantilly e castanhas de caju, já o segundo é uma bebida gelada, sabor chocolate, coberta com chantilly. Hum!!!!!
Destaque para Ações Solidárias
http://www.jornalacidade.com.br/geral/ver_news.php?pid=53&nid=37512
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Menininha autista se torna a estrela da escola
| Alycia Lane | CBS 3 | Philadelphia |
Quando a atriz principal da peça de uma escola elementar passou mal no último minuto, o show pôde continuar graças a uma estrela muito especial. A âncora da CBS 3, Alycia Lane, conta como uma pequena garota saiu dos bastidores para os holofotes.
Você nunca perceberia, apenas olhando para ela, que Katy Shriner, de nove anos, é autista.
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"Estávamos preparando as roupas quando uma das crianças chegou correndo e me disse: 'Sra. Williard, Rachel está vomitando'", conta Luanne Willard.
Então, a diretora Williard lembrou-se que Katy já tinha decorado todas as falas, danças e canções de outra peça e estava no coro.
"A Sra. Williard perguntou a Katy se conseguiria fazê-lo e ela respondeu: 'Claro!' e, para nossa surpresa, fez mesmo!" conta a mãe de Katy, Robin Shriner.
Quando lhe perguntaram como foi capaz de ter essa performance, Katy Shriner respondeu:
"Prestei atenção!"
E o público prestou atenção a Katy; o sonho seu e de sua mãe tornava-se realidade no palco da escola.
"Tenho a esperança de que algum dia as pessoa vejam Katy pelo que ela é. Se todos pudessem ver essas crianças, o milagre que são, e vir a saber que realmente são pessoas especiais se lhes for dada uma chance", Robin Shriner diz.
Katy não falou até seus quatro anos, mas no palco, aquela noite, ela brilhou.
Depois da apresentação, os alunos puseram Katy nos ombros e entoaram seu nome.
link para o video da reportagem
Local Autistic Girl Becomes Shining School Star
PHILADELPHIA After the lead of an elementary school play got sick at the last minute, the show did go on because of one very special young star. CBS 3 Anchor Alycia Lane reports on a little girl who stepped from the chorus into the spotlight.
You would never know by looking at her that nine-year-old Katy Shriner is autistic.
"We were doing costumers and getting ready and one of the kids ran up to me and said, 'Mrs. Williard, Rachel's throwing up,' " said Luanne Willard.
Then director, Williard remembered that Katy had memorized all of the lines, dances and songs of another play, even though just like with this one, she was in the chorus.
"Mrs. Williard asked if Katy could do it and Katy said, 'Sure,' and to our amazement you did it," said Katy's mother Robin Shriner.
When asked how she was able to perform, Katy Shriner said, "I pay attention."
And the audience paid attention to Katy, as her and her mother's dream came true on the elementary school stage.
"I hope someday people will see Katy for what she is, if everybody could see these children, how miraculous they are and get to know that they really are special people if you give them a chance," Robin Shriner said.
Katy did not speak her first words until she was over four-years-old, but on stage that night she shined.
After the show, the students put Katy on their shoulders and chanted her name.
Local Autistic Girl Becomes Shining School Star
http://cbs3.com/topstories/local_story_123170433.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 4.5.06
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Terça-feira, Maio 02, 2006
A genômica evolucionária no desenvolvimento do autismo
| Eurekalert | 21/3/2006 |
Cientistas da Escola de Economia de Londres (
London School of Economics), Reino Unido, e da Universidade Simon Fraser (
Simon Fraser University), Canadá, apresentam a primeira hipótese baseada na genômica evolucionária para explicar o desenvolvimento do autismo.
Em artigo a ser publicado em um próximo número do
Journal of Evolutionary Biology, o Dr. Christopher Badcock e o Professor Bernard Crespi exploram a
'hipótese do cérebro marcado' (
'imprinted brain hypothesis') para explicar causa e efeito do autismo e das síndromes autistas, como a síndrome de Asperger, que envolve um distúrbio seletivo no comportamento social, tornando os indivíduos mais focados em si mesmos ao mesmo tempo em que aumenta suas habilidades relacionadas à cognição mecânica.
A
'hipótese do cérebro marcado' propõe que a competição entre os genes maternos e paternos conduz a conflitos no indivíduo autista que podem resultar em um desbalanço no desenvolvimento cerebral. A idéia se apóia no fato de que há um forte componente genômico marcando os mecanismos genético e desenvolvimental no autismo e outras síndromes.
O Professor Bernard Crespi, da Universidade Simon Fraser, explica:
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"A hipótese do cérebro marcado reforça o ponto de vista de que o espectro autista faz parte da diversidade cognitiva humana, mais do que seria uma simples desordem ou deficiência. Certamente, indivíduos do extremo de mais alto funcionamento deste espectro têm encabeçado o desenvolvimento da ciência, engenharia e das artes, através de um mecanicismo brilhante, combinado com uma obsessão perseverante."
O cerne dos padrões comportamentais do autismo, como comportamento auto-focado, interação social e linguagem alteradas e cognição e habilidades espacial e mecânica ampliadas - tanto quanto o grau em que as funções e estruturas cerebrais são alteradas - também são explicadas por esta hipótese.
The role of evolutionary genomics in the development of autism
Scientists at the London School of Economics, UK and Simon Fraser University, Canada have described the first hypothesis grounded in evolutionary genomics explaining the development of autism.
In an article to be published in a forthcoming issue of Journal of Evolutionary Biology, Dr Christopher Badcock and Professor Bernard Crespi explore the 'imprinted brain hypothesis' to explain the cause and effect of autism and autistic syndromes such as Asperger's syndrome, highlighted by the book The Curious Incident of the Dog in the Night-Time, which involves selective disruption of social behaviour that makes individuals more self-focussed whilst enhancing skills related to mechanistic cognition.
The 'imprinted brain hypothesis' suggests that competition between maternally and paternally expressed genes leads to conflicts within the autistic individual which could result in an imbalance in the brain's development. This is supported by the fact that there is known to be a strong genomic imprinting component to the genetic and developmental mechanisms of autism and autistic syndromes.
Professor Bernard Crespi from Simon Fraser University, Canada explains: "The imprinted brain hypothesis underscores the viewpoint that the autism spectrum represents human cognitive diversity rather than simply disorder or disability. Indeed, individuals at the highest-functioning end of this spectrum may have driven the development of science, engineering and the arts through mechanistic brilliance coupled with perseverant obsession."
The core behavioural features of autism such as self-focussed behaviour, altered social interactions and language and enhanced spatial and mechanistic cognition and abilities - as well as the degree to which the brain functions and structures are altered - also supports this hypothesis.
The role of evolutionary genomics in the development of autism
http://www.eurekalert.org/pub_releases/2006-03/bpl-tro032106.php
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 2.5.06
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