Domingo, Janeiro 29, 2006
Taxistas e motoristas deficientes poderão trocar de carro mais cedo
|Agência Brasil, via Diário do Grande ABC | 10/1/2006 |
Taxistas e motoristas portadores de deficiência poderão trocar de carro mais cedo. O Diário Oficial da União publicou nesta segunda-feira as Instruções Normativas 606 e 607, que diminuem de três para dois anos o prazo para troca de veículo com isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
As novas regras fazem parte da antiga MP do Bem, que foi transformada em lei no final do ano passado. O taxista ou portador de deficiência que comprou o veículo há mais de dois anos também pode ser beneficiado pelas mudanças. Segundo a presidente do Sindicato dos Taxistas do Distrito Federal, Maria do Bonfim Pereira, com o benefício, os taxistas poderão oferecer um serviço de maior qualidade para a população.
"A medida vai facilitar muito a vida do motorista de táxi, que tem o objetivo de trocar seu carro com mais agilidade, ou seja, ter carro mais novo para oferecer um serviço de boa qualidade para os usuários que utilizam o serviço", afirmou Maria do Bonfim. Ela estima que, com a isenção do IPI, os motoristas de táxi chegam a obter descontos de 7% a 22% na hora de comprar o veículo, uma economia de cerca de R$ 7 mil, dependendo do modelo do carro.
Já a chefe da Coordenadoria Geral do Deficiente Físico, Isabel Maior, lembra que, muitas vezes, a pessoa portadora de deficiência se vê em situações difíceis com carros antigos, que freqüentemente dão problemas na estrada. Isabel acredita que, com a medida, o problema vai diminuir.
Podem pedir a isenção do IPI os portadores de deficiência física, visual, pessoas responsáveis por doentes mentais ou autistas, e motoristas de táxi que sejam proprietários de apenas um veículo. O regulamento completo está disponível no site
www.receita.fazenda.gov.br.
Taxistas e motoristas deficientes poderão trocar de carro mais cedo
http://geral.dgabc.com.br/materia.asp?materia=509733
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 29.1.06
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Palestra em Ouro Preto reúne 78 pessoas
| Crônica Autista | 29/1/2006 |
Ouro Preto (MG) - A palestra do Dr. Walter Camargos Júnior, promovida pela Comunidade Virtual Autismo no Brasil, AMA-MG (Associação de Amigos do Autista de Minas Gerais) e AFAGA (ssociação de Familiares e Amigos da Gente Autista), reuniu 78 pessoas no auditório do Grêmio Literário Tristão de Ataíde (GLTA), no dia 27 de janeiro.
Com duração de uma hora e meia, a palestra buscou atualizar a comunidade ouropretana a respeito dos transtornos invasivos do desenvolvimento, mostrando como o aumento do número de diagnósticos de autismo tem sido acompanhado por uma diminuição dos diagnósticos de retardo mental. O Dr. Walter falou, ainda, sobre as caraterísticas do comportamento autista e como se pode lidar com essas pessoas.
A palestra se encerrou às 21h00, mas muitas pessoas permaneceram no local por mais uma hora, fazendo perguntas e esclarecendo dúvidas. Estiveram presentes professores da APAE da cidade, pais de pessoas com autismo e pessoas que buscavam, apenas, se esclarecer sobre esses transtornos.
A iniciativa contou com o apoio da Fundação Gorceix e do Grande Hotel Ouro Preto.
Programa tira dúvidas sobre direito trabalhista
| Pernambuco no 9 09h33 - 01|09|2006 | Da Redação do PERNAMBUCO.COM |
O programa Pernambuco no 9 desta segunda-feira recebe o advogado do grupo Associados Pernambuco, Jairo Aquino, que vai tirar dúvidas dos telespectadores sobre direito trabalhista.
O programa aborda também um tema delicado: "Como lidar com pessoas Autistas?", com a participação do psiquiatra Marcelo Bandim. Além disso, a dermatologista Aldjane Gurgel traz dicas para prevenir doenças causadas pelo suor.
No ponto ao vivo, o presidente da "Associação de Família para o Bem-estar e Tratamento da Pessoa com Autismo" [AFETO] explica como funciona a instituição. O presidente do Detran, Laedson Bezerra, fala sobre o período de vistorias em transportes escolares. Já a produtora cultural, Carla Valença, traz a programação do "Janeiro de Grandes espetáculos" e a Gestora da Gerência de proteção à criança e ao adolescente, Cláudia Freitas, esclarece dúvidas sobre a nova lei que torna obrigatório as investigações imediatas para o desaparecimento de menores.
Para participar do programa, o telespectador pode ligar para o telefone 2125-5125 ou mandar um e-mail para o endereço eletrônico: jornalismo@tvguararapes.com.br
O programa Pernambuco no 9 começa ao meio-dia no Canal 9/TV Guararapes.
Programa tira dúvidas sobre direito trabalhista
http://www.pernambuco.com/ultimas/noticia.asp?materia=200619093357&assunto=43&onde=1
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Recorde na arrecadação
| RTJSA, via Portal Nacional dos Corretores de Seguros | 16/1/2006 |
Chamada de
"Natal Solidário", a campanha coordenada pela área de recursos humanos da Liberty Seguros, arrecadou cerca de 1,2 tonelada de alimentos não-perecíveis durante o mês de novembro e a primeira quinzena de dezembro de 2005.
A ação foi realizada internamente e contou com as contribuições dos funcionários da seguradora em dez escritórios da capital de São Paulo e região.
Os alimentos foram doados a diversas instituições por uma comissão composta por funcionários da empresa, no final de dezembro.
Em São Paulo, foram beneficiadas as instituições Lar dos Idosos Vivencia Feliz e Associação dos Amigos Autistas (AMA). Nas demais regiões do Brasil, as filiais da Liberty fizeram as doações a instituições locais.
Recorde na arrecadação
http://www.segs.com.br/index.cfm?fuseaction=ver&cod=30708
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Sala para autistas nos Monfortinos
| Notícias de Fátima | Fátima, Portugal | 21/1/2006 |
A Câmara Municipal de Ourém vai construir, no antigo edifício do Seminário dos Monfortinos, uma sala adaptada a alunos autistas, tecnicamente denominada sala
TEACCH (
Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children). A decisão camarária decorre de reuniões entre autarquia e a responsável pela equipa de coordenação de apoios educativos.
A sala será apetrechada com equipamento igual a uma sala destinada a crianças sem limitações, ou seja, mesas, cadeiras, computador com impressora, placares, etc e receberá seis alunos. Os docentes, com formação em educação especial, serão colocados em resultado de concurso promovido pelo Ministério da Educação.
A sala entrará em funcionamento ainda este ano lectivo, estando dependente dos concursos de docentes de Educação Especial.
Sala para autistas nos Monfortinos
http://www.noticiasdefatima.pt/portal/index.php?id=1827
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Loures: Cavalos "reabilitam" crianças deficientes
| Diário de Notícias | Lisboa, Portugal, 29/1/2006 |
BENEFÍCIOS: Hipoterapia desenvolve capacidades motoras e cognitivas dos mais novos enquanto se divertem
Pais e técnicos aplaudem resultados
foto: catarina fernandes |
À porta do picadeiro do Centro Hípico de Pinheiro de Loures, não há quem consiga sossegar o pequeno João Guedes. A mãe lá lhe diz que a aula já vai começar, mas ele aponta para a "Luna" e para o "25", os dois cavalos que aquecem na arena, insistindo em ir para junto deles. O João tem oito anos, é autista hiperactivo e, como outros meninos, encontra na Hipoterapia o desenvolvimento e o bem-estar de que precisa.
Todas as semanas, 18 crianças portadoras de deficiência vão até ao centro hípico para uma sessão de equitação terapêutica. O projecto é desenvolvido pela Cooperativa de Reabilitação, Educação e Animação para a Comunidade Integrada do Concelho de Loures (CREACIL) e conta com o apoio da Câmara Municipal, que garante o transporte até ao centro.
"O João é sempre o primeiro a montar porque perde a paciência facilmente e descontrola-se", conta a mãe, Luísa Guedes, sem tirar os olhos do filho, que já está a fazer os exercícios propostos pela terapeuta.
"Começou a fazer hipoterapia há apenas cinco meses, mas já evoluiu muito, está mais sociável e, em vez de palavras soltas, já começou a dizer frases completas", refere.
Além dos benefícios ao nível do desenvolvimento físico, cognitivo e sensorial das crianças, a hipoterapia contribui para aumentar a sensação de bem-estar. Talvez por este motivo a maioria dos meninos repita, em casa, os exercícios feitos na arena.
"Passa a vida a imitar o som dos cavalos e finge que está a galopar", conta a mãe do João.
"Quando lhe digo que vamos aos cavalinhos, ele começa logo a rir e fica muito agitado", relata, por sua vez, Paula Marto, mãe do António, mais conhecido por "Dudu".
O Dudu nasceu há oito anos, com apenas 25 semanas. Tem hidrocefalia e paralisia cerebral mas, segundo a mãe, quatro anos de hipoterapia permitiram-lhe melhorar o equilíbrio, a postura e a marcha. Mas não só.
"Ele tem um enorme prazer a andar de cavalo e isso é o mais importante", afirma.
"Às vezes tenho a sensação de que nasceu para isto, porque sempre que está a montar fica extremamente tranquilo e nota-se que está feliz".
Os efeitos notados pelas mães são comprovados pelas técnicas da CREACIL que, em conjunto com uma professora de equitação, acompanham as crianças durante a aula.
"Esta é uma actividade lúdica e isso tem muita importância para crianças que estão habituadas a muitos tratamentos e que têm poucos momentos que realmente lhes dão prazer", explica Maria Teresa Abreu, terapeuta ocupacional.
Outro factor importante é o aumento da auto-estima. De acordo com a fisioterapeuta Carla Nunes,
"muitas destas crianças deslocam-se em cadeira de rodas e estão habituadas a olhar os outros de baixo para cima. Ora, em cima de um cavalo, olham para baixo e isso fá-las sentir bem", afirma.
Cavalos "reabilitam" crianças deficientes
http://jn.sapo.pt/2006/01/29/grande_lisboa/cavalos_reabilitam_criancas_deficien.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 29.1.06
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Sábado, Janeiro 28, 2006
Pais condenados por abandonar garotos para viajar a Las Vegas
| Political Gateway | 13/1/2006 |
SAN FRANCISCO - Um casal da Califórnia que deixou um garoto autista de cinco anos e seu irmão sozinhos em casa para viajar a Las Vegas foram condenados em uma sessão de júri, informou um promotor.
Jacob Calero and Michelle De La Vega
"não contestaram" as acusações de abandono dos garotos no seu lar em San Ramon, perto de San Francisco, disse Dara Cashman, do Escritório Distrital da Promotoria do Condado de Contra Costa.
O casal contratou uma babá para seus cachorrinhos, mas deixou o filho de 10 anos de Calero sozinho com o irmão mais novo (autista), tendo apenas cereais e comida congelada, de acordo com os investigadores.
"Acho que eles perceberam que a opinião pública só estava piorando", disse Cashman sobre a decisão do casal de conseguir uma rápida sentença.
"Sua ida a Las Vegas, cidade do pecado, chamou a atenção do público."
"Deixar as crianças em casa para ir a uma festa é muito ruim".
Os meninos eram filhos do primeiro casamento de Calero (39 anos) e
"não foi a primeira vez que ficaram sozinhos por um longo tempo" de acordo com Cashman.
Calero e De La Vega saíram para jantar sem os meninos na noite anterior à que pegaram um vôo para Las Vegas, em 30 de dezembro. A avó dos garotos chamou a polícia depois de encontrá-los sozinhos no dia 31, relatou Cashman.
A polícia telefonou para o casal, que prosseguiu nos seus planos originais, apesar de serem instados a reduzir sua viagem, disseram as autoridades.
Calero e De La Vega foram presos ao desembarcar do vôo de volta de Las Vegas em 4 de janeiro.
Em uma negociação com os promotores, Calero
"não contestou" as duas acusações de colocar crianças em perigo.
Ele foi condenado a três anos de trabalhos comunitários e uma sentença de 270 dias de prisão que ele pode cumprir confinado em sua casa usando um bracelete de monitoramento eletrônico.
De La Vega, 32, recebeu uma acusação menor de ser cúmplice no abuso infantil porque aparentemente não sabia que os garotos não teriam supervisão até que o casal chegou a Las Vegas, disseram os promotores.
De La Vega foi condenada a trabalhos comunitários e prisão domiciliar, de acordo com a corte, que
"não teve contestação".
Os meninos continuam sob a guarda de sua avó, cuja filha deu à luz às crianças mas morreu de câncer cerca de dois anos atrás.
A avó pediu a custódia dos garotos, segundo as autoridades.
Parents punished by court for abandoning boys for Las Vegas trip
SAN FRANCISCO, Jan 13, 2006 (PG) - A California couple who left a five-year-old autistic boy and his brother home alone to go to Las Vegas were punished in a courtroom plea bargain, a prosecutor said Friday.
Jacob Calero and Michelle De La Vega pleaded "no contest" to charges related to deserting the boys in their home in the city of San Ramon near San Francisco, said Dara Cashman of the Contra Costa County District Attorney's Office.
The couple got a dog-sitter for their pooch, but left Calero's 10-year-old son and the boy's younger brother to their own devices, along with some cereal and frozen food, according to investigators.
"I think they both knew the public perception was only going to get worse," Cashman said of the couple's decision to make a quick plea deal. "Their going to Las Vegas, sin city, caught the public's attention."
"Leaving your children home alone for you to go party is pretty bad."
The boys were 39-year-old Calero's children from a previous wife and it was "not the first time they've had to occupy themselves for a long time," according to Cashman.
Calero and De La Vega went out for dinner without the boys the night before taking a flight to Las Vegas on December 30, Cashman said.
The boys' grandmother called police after she found the boys unattended on December 31 and took them in, according to Cashman.
Police telephoned the couple, who stuck with their original travel plans despite urgings to cut the trip short, authorities said.
Calero and De La Vega were arrested after they stepped off the flight back from Las Vegas on January 4.
In a deal negotiated with prosecutors, Calero pleaded "no contest" on Thursday to two felony charges of child endangerment, Cashman said.
He was sentenced to three years probation and a 270-day jail sentence that he could spend confined to his home wearing an electronic monitoring bracelet, according to Cashman.
De La Vega, 32, was allowed to plea to a misdemeanor charge of being an accessory to child abuse because she apparently did not know the boys were unsupervised until after the couple got to Las Vegas, prosecutors said.
De La Vega was sentenced to probation and home detention, according to the court, which views "no contest" pleas as the same as pleas of guilty.
The boys remained in the care of their grandmother, whose daughter gave birth to the children but died of cancer about two years ago, according to authorities.
The grandmother has asked the court for legal custody of the boys, according to officials.
Parents punished by court for abandoning boys for Las Vegas trip
http://www.politicalgateway.com/news/read.html?id=5917
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 28.1.06
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Casal viaja, deixa cachorrinhos com babá e os filhos sozinhos em casa
| AP, Via Último Segundo | 5/1/2006 |
CALIFÓRNIA, EUA - Um casal que contratou uma babá para seus novos filhotes de cachorro, mas que deixou o filho de 9 anos para cuidar de seu irmão autista, enquanto celebrava a noite de ano novo em Las Vegas, foi preso na quarta-feira [
4 de janeiro], declarou a polícia.
Jacob Calero e sua esposa, Michelle De la Vega, deixaram os filhos de Calero - Joshua, de 9 anos, e Jason, de 5 - em sua casa, na sexta-feira de manhã, ao partir para uma viagem de cinco dias, disse a polícia.
A mãe das crianças, Cristina Calero, morreu de câncer de mama em 2003 e Calero casou-se com De la Vega no ano passado. A avó materna, Libbey Holden, chamou a polícia depois de suspeitar que o casal tinha deixado as crianças para trás.
A polícia disse que encontrou as crianças dormindo em suas camas no sábado à noite, um dia depois de serem deixadas sozinhas. Uma lareira a gás estava ligada, mas nada de anormal foi encontrado.
"Parece que a comida e o ambiente foram organizados para que eles ficassem sozinhos", disse o Sargento Brian Kalinowski.
O garoto mais velho disse que foi instruído a não abrir a porta da frente, então, os oficiais tiveram que usar uma escada para entrar na casa por meio de uma porta de vidro destrancada na varanda no segundo andar.
Joshua disse que ele e seu irmão comeram cereais no café da manhã e esquentaram comida congelada no microondas para o almoço e o jantar. Disse também que seu pai e a madrasta tinham saído na sexta-feira de manhã, enquanto eles dormiam.
Eles pediram que Joshua tomasse conta de seu irmão mais novo, mas não disseram para onde iriam. Joshua afirmou que o casal comprou filhotes de Natal e levou os animaizinhos para a casa da mãe de Michelle, antes de deixar a cidade.
"Achei que eles amavam os cachorros mais do que a gente", disse o garoto. Holden disse que tentou ligar para Calero, mas não conseguiu falar com ele. Preocupada, ela consultou amigos e, finalmente, decidiu ligar para as autoridades. Policiais começaram a chamar Calero no celular no sábado, mas ele não ligou de volta até a terça-feira.
Eles voaram de Las Vegas na manhã de quarta-feira e foram presos no Aeroporto. As acusações exatas não ficaram claras. Autoridades marcaram uma conferência para a imprensa no final da tarde.
Joshua disse que não foi a primeira vez que ele e seu irmão foram deixados sozinhos em casa. No outono passado, o casal fez com que ele não fosse para a escola por uma semana para cuidar de seu irmão enquanto eles estavam fora, disse o menino.
Casal viaja e deixa filhotes de cachorro com babá, mas filhos sozinhos em casa
http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2232001-2232500/2232049/2232049_1.xml
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Informal - A força recuperadora do futebol
| Orlando Duarte | Diário do Grande ABC | 29/12/2005 |
Na Holanda criou-se um certame para jovens com problemas de formação, de nascença. Tem sido um sucesso. Joga-se na metade de um campo de futebol, sete jogadores de cada equipe e não há impedimento. Não se mostram cartões amarelo ou vermelho para os jogadores. A bola é mais leve.
Há um jovem autista que conhece todas as regras do jogo. Participam meninos e meninas. As pessoas mais importantes do futebol holandês, árbitros e jogadores têm dado total apoio ao futebol dos, como eles chamam,
"descapacitados", isto é, incapacitados. É a força do esporte na recuperação de meninos e meninas que amam o futebol e que podem, sim, praticá-lo. Essa gente que promove o torneio para jovens de 6 a 16 anos, até com Síndrome de Down, merece admiração e respeito. As regras são para beneficiar a todos e é proibido que alguém ofenda o adversário ou companheiro. Poderíamos tentar seguir essa primeira experiência holandesa.
Os Jogos Paraolímpicos mostram sempre a força do ser humano para compensar deficiência visual, perda de pernas, braços e outras dificuldades. Tivemos brilhantes atuações dos brasileiros. São exemplos para o mundo. Fica patente a força do esporte na recuperação das pessoas para o convício social. Ninguém se sente colocado à margem, pode até continuar lutando para ser um herói. Esse valor do esporte ninguém pode deixar de reconhecer. Cada dia que passa mais gente se envolve com essas modalidades. O pessoal que joga basquetebol em cadeiras de roda é brilhante. E, agora, começam a aparecer os jovens que competem também em hipismo, apesar de suas dificuldades de saúde.
No orçamento do Timemania, a loteria do futebol, há um percentual para o Comitê Paraolímpico Brasileiro. Mais do que justo que um esporte auxilie o outro. O que se pode fazer é estimular os clubes, todos eles, a manter uma seção só para atletas com problemas e até criar novos atletas. O clube Hípico de Santo Amaro fez isso no hipismo e com muito sucesso. É o trabalho solidário que pode movimentar muitos jovens invalidados para a competição plena.
Alfredo Di Estefano atravessa o pior desafio de sua vida. O seu coração não anda bem e ele foi operado na Espanha. Vi-o jogar pela primeira vez no Pacaembu, pelo River Plate. Um craque e um gentleman. Ninguém que o viu jogar esquece sua categoria. Espero que ganhe também o desafio atual.
ORLANDO DUARTE, 72 anos, é jornalista esportivo e escritor há mais de 40 anos e já cobriu 13 Copas do Mundo.
A força recuperadora do futebol
http://colunas.dgabc.com.br/materia.asp?materia=508337
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 28.1.06
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BALANÇOSaúde faz 1,6 milhão de atendimentos em 2005
| Gazeta de Limeira | Limeira, SP, 11/01/2006 |
Uma média de 140.726 atendimentos mensais. Esse foi o trabalho da Secretaria Municipal de Saúde ao longo do ano de 2005, quando registrou mais de 1,6 milhão de procedimentos. A relação dos serviços prestados aos moradores de Limeira envolve consultas médicas nas diversas áreas, vacinas e exames como ultra-som, mamografia, raio-x, eletroencefalograma e eletrocardiograma, entre outros.
O ano de 2005 superou o anterior em 142 mil atendimentos.
"Houve maior produção na área de atendimento médico, odontológico, exames laboratoriais e cobertura vacinal", diz o médico cardiologista Fausto Antonio de Paula, secretário da Saúde.
Dos dados, constam os serviços prestados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e do Programa Saúde da Família (PSF), atendimentos no Centro de Especialidades, Assessoria de Odontologia (ADOM), Centro Municipal do Autista (CEMA), Saúde Mental e Laboratório municipal. Os atendimentos hospitalares e exames de alta complexidade não constam das estatísticas. (AI)
Saúde faz 1,6 milhão de atendimentos em 2005
http://www.gazetadelimeira.com.br/site/index.php?mod=noticias%2Fexibe_noticia.php%3Fcodigo%3D21625
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Antigo jardim-de-infância vira sede de crianças autistas
| Magalhães Costa | Jornal de Notícias | Braga, Portugal, 19/1/2006 |
Solidariedade: Espaço cedido pela Junta de Freguesia de Gualtar ao núcleo de Braga da APPDA
Gabinete de apoio e intervenção precoce entra em funcionamento dentro de um mês
Edifício pré-fabricado vai agora sofrer obras de beneficiação dos seus espaços interiores. (lisa soares) |
O antigo jardim-de-infância de Gualtar, desactivado há mais de um ano, vai acolher o núcleo de Braga da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento e Austismo (APPDA), cujas instalações foram cedidas pela junta de freguesia local. A APPDA vê, assim, concretizado um
"velho sonho" de criar em Braga - e na região - um serviço autónomo de apoio às famílias das pessoas com perturbações do de-senvolvimento do espectro autista, estimando-se que, só no concelho bracarense, haja mais de 20 crianças e jovens portadores da doença que, presentemente, carecem de apoio e formação, incluindo a sua integração escolar e social.
Dado o primeiro passo do projecto, o núcelo de Braga, segundo o seu responsável Mário Relvas, concentra agora todos os esforços na criação de duas valências prioritárias diagnóstico e intervenção precoce e educação pré-escolar e escolaridade, a par de um serviço de actividades ocupacionais.
"Além do apoio da APPDA, estamos a envidar todos os esforços para contar, ainda, com a colaboração do Governo Civil de Braga e da própria Câmara Municipal de Braga", disse Mário Relvas, esperançado, a médio prazo, em avançar com um projecto de raiz, cofinanciado pelos fundos sociais europeus. Isto porque a Junta de Gualtar equacionou já a possibilidade de apoiar a APPDA, através da doação de um terreno.
Presentemente, as famílias com filhos autistas - por falta de uma estrutura do género - recorrem, frequentemente, à Unidade de Pedopsiquiatria do Hospital de S. Marcos, Braga, um serviço de especialização médico-hospitalar também virado para o tratamento e aconselhamento de pessoas autistas. De acordo com Mário Relvas, o núcleo de Braga da APPDA tem já identificado cerca de duas dezenas de famílias com pessoas autistas.
| Números |
| 20 | crianças já identificadas no concelho de Braga, portadoras de deficiência psicomotora ligado ao autismo. |
| 16 | famílias o número de famílias com pessoas autistas inventariadas, em 2005, pelo núcleo de Braga da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento e Autismo. |
| 4 | núcleos existem apenas no país, nomeadamente Vila Nova de Gaia, Porto, Viseu e Açores. |
|---|
Antigo jardim-de-infância vira sede de crianças autistas
http://jn.sapo.pt/2006/01/20/minho/antigo_jardimdeinfancia_vira_sede_cr.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 28.1.06
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Inclusão de crianças com deficiência gera impasse
| Marisa Pulsone | Olhão | Educação | Guarulhos (SP), 4/1/2006 |
Município e Estado oferecem 185 unidades a 1.589 alunos; pais apontam falhas no sistema e temem negligência e preconceito
Inclusão de deficientes é discussão recente na área da educação. A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) nº 9.394 é de 1996. A lei prevê a organização e disponibilização de um conjunto de recursos aos alunos que necessitem de apoios diferenciados. Muitos pais desconhecem o amparo legal e, não só por essa razão, temem deixar seus filhos com deficiência e conviverem com crianças ditas
"normais" nas escolas. A preocupação é também com a negligência que seus filhos possam sofrer por crianças ou professores despreparados para lidar com o diferente. Para educadores da linha de frente desta caminhada, o conhecimento dos direitos e deveres pelos pais é uma ferramenta importante para que se corrijam falhas no sistema de ensino, como a escassez de profissionais capacitados e falta de acessibilidade, para que crianças não fiquem do lado de fora das salas de aula e deixem de compartilhar descobertas.
Paulo Alexandre tem 15 anos e é autista. Não freqüenta escola há três anos. Sua mãe Maria de Fátima Rodrigues Capolupo, 37 anos, do Jardim Ponte Alta, conta que, dos 5 aos 10 anos, Paulo Alexandre foi atendido em hospitais na Zona Leste de São Paulo. Depois disso, passou a ser atendido em uma associação voltada para crianças autistas no bairro, que funcionou apenas 7 meses. "Lá, meu filho aprendia a associar figuras a nomes, a ser independente, e ofereciam atendimento terapêutico. Acho difícil encontrar uma escola pública que ofereça essas condições", diz.
Maria de Fátima admite que não procurou as escolas perto de sua casa ou em outros bairros: "Não sei se os professores são habilitados para lidar com criança autista nas escolas públicas. Tenho medo de não haver funcionários atentos aos riscos de acidente por causa de escadas ou de portões abertos", relata. Outra preocupação de Maria de Fátima é o preconceito: "Acho que as crianças 'normais' não são orientadas pela maioria dos pais a entender as limitações das crianças com deficiência", avalia.
Eliane Camilo da Silva Dantas, moradora no Inocoop, também procura uma escola
"especial". Ela diz que seu filho Gabriel, que tem 9 anos e está na 3ª série do ensino fundamental, foi repreendido aos quatro anos de idade por uma professora de escola pública.
"Ele contou que a professora lhe dissera que não poderia ler e escrever diante dos coleguinhas e isso bloqueou meu filho por algum tempo". Gabriel queixa-se de ter de esperar muito tempo os colegas fazerem os exercícios em sala. André, filho mais velho de Eliane, com 11 anos, na 5ª série, afirma que percebe um tratamento diferenciado, mas não nega socorro aos colegas:
"Tenho poucos amigos, mas gosto de ajudar quem tem dificuldade em algumas lições". Segundo Eliane, psicodiagnósticos realizados em uma faculdade em Guarulhos, mostram que os meninos têm inteligência acima do normal no aspecto cognitivo.
"Minha preocupação é que percam a chance de desenvolverem suas habilidades, por isso prefiro tentar conseguir bolsa de estudo em instituições particulares", justifica.
MUNICÍPIO A assessora da Secretaria da Educação Mitsuko Aparecida Makino Antunes, mais conhecida por Mimi, afirma que a escola deve criar condições para que a criança aprenda. Mitsuko Aparecida, que é professora do Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia da Educação da PUC/SP, observa:
"Há pessoas que dizem que a criança não aprende porque não está madura. Mas um dos pressupostos do psicólogo russo LS Vygotski é que a aprendizagem que determina o desenvolvimento, e não o contrário", cita. Mimi explica que
"a aprendizagem é provocada quando se permite a interação entre pessoas em diferentes níveis de desenvolvimento".
A rede municipal recebe a maioria das crianças com deficiência, comparando-se com o total de crianças que freqüentam escolas da rede estadual (leia abaixo). Em 2001, eram 150 crianças atendidas. Esse número saltou para 1.019, em 2005, segundo a Secretaria de Educação. As unidades recebem crianças até 15 anos de idade com diferentes tipos de deficiências, como Distúrbios Globais de Desenvolvimento (DGD) e Deficiências Múltiplas (DM), e atende ainda 36 alunos com deficiência auditiva profunda e 12 adultos que estudam no programa Educação de Jovens e Adultos.
São 116 unidades de ensino com salas especiais, além das 17 Salas de Apoio e Recursos e dos núcleos de atendimento da Secretaria, Nae (Núcleo de Apoio Educacional) e Naad (Núcleo de Atenção à Aprendizagem e Desenvolvimento). De 2001 até o ano passado, 45 escolas, entre creches e escolas de Educação Infantil e de Educação Fundamental, foram construídas para receber esse público. As unidades antigas estão sendo reformadas e adaptadas, segundo a Secretaria de Educação.
DIFERENTE Como agir em casa e na escola com uma criança com deficiência ou capacidade intelectual acima do 'normal'? "A escola tem que garantir a convivência de todas as crianças: a negra, a da favela, a criança em liberdade assistida, e cabe aos pais de crianças 'normais' falar das crianças com deficiência e daquelas que não têm deficiência significativa", responde Mimi. "Os pais e professores devem ensinar as crianças a reconhecer as diferenças, mas não admitir desigualdades", completa.
"A escola deve estar preparada, ter professores sensíveis e competentes que não obriguem a criança a fazer o que é tedioso", diz Mimi. "Os pais, por sua vez, não devem mitificar a alta capacidade intelectual de seus filhos, e sim dar oportunidade de aprendizagem em espaços onde a criança não se sinta nem melhor nem desigual", destaca. Segundo Mimi, todas as crianças com deficiência da rede municipal têm acesso a atendimento em psicologia, fonoaudiologia, psicopedagogia, fisioterapia, terapias ocupacionais e professores.
Estado: preferência de pais por escolas "especiais" provoca fila de espera
Outras 412 crianças portadoras de deficiências estudam em unidades de ensino do Estado. Os processos de adequação das escolas e de qualificação dos profissionais na rede estadual também caminham devagar. Esse é um fator de exclusão, que faz alguns pais aguardarem uma vaga em uma das unidades estruturadas. São 166 escolas para educação especial em Guarulhos, segundo levantamento das diretorias de ensino (DE) Norte e Sul. Na região Norte, estão instaladas 84 unidades que atendem 195 alunos, nos ciclos I (1ª a 4ª série), II (5ª a 8ª série) e Ensino Médio (1º ao 3º ano). São 21 salas especiais, sendo 5 de recursos.
O investimento em capacitação dos professores é destacado pela professora Vera Lúcia de Jesus Curriel, diretora da DE Norte. "Cerca de 120 professores participaram de palestra de capacitação para inclusão em junho (2005). Os professores também participam do curso de Libras e recebem orientação sobre o ensino da Língua Portuguesa para surdos com o propósito de serem multiplicadores", informa.
Na região sul, são atendidos 217 alunos também nos ciclos I e II e Ensino Médio. As crianças são atendidas em 82 escolas, sendo 13 com classes especiais e 35 com salas de recursos. "São equipamentos para completar o aprendizado, uma vez que todas estudam em salas comuns com os alunos 'normais', como determina a lei", explica Edeni Maria de Souza, assistente técnico pedagógico da Oficina Pedagógica da DE Sul.
DEFASAGEM Segundo Edeni, a capacitação dos professores pelo Governo do Estado ainda não contempla todos os profissionais. "Existe uma defasagem de professores habilitados pela falta de alcance a cursos de atualização", reconhece. "Os que recebem orientações técnicas no Cape (Centro de Apoio Pedagógico Especializado), acabam sendo multiplicadores nas salas de ensino regular", diz.
A assistente afirma que, por causa da falta de escolas preparadas, há fila de espera " crianças fora da escola. "Alguns pais não querem matricular seus filhos em unidades próximas a suas casas, têm preferências". Entre outros fatores de exclusão, Edeni também observa: "Há pais que querem segregar seus filhos no ambiente escolar, não querem que convivam com as crianças em salas de ensino regular. Ao mesmo tempo, há professores que não aceitam trabalhar o desenvolvimento perceptivo de uma criança por medo de cometer erros".
Quanto à falta de acessibilidade na maior parte das escolas, Edeni está otimista: "Com a LDB, que prevê a inclusão, os novos prédios já estão preparados para receber os alunos com necessidade especiais. Os antigos prédios estão se adequando à nova situação", diz. Edeni afirma ainda que "a adaptação do prédio da escola deve ser observada pelos pais e cabe à escola buscar a adequação por meio da diretoria de ensino. Mas a inclusão da criança com dificuldade para aprendizagem ou que possui uma inteligência acima do que é considerado 'normal' é responsabilidade de ambos: pais e educadores", afirma.
SERVIÇO Saiba quais as escolas com salas especiais e de recursos - DE Sul, tels.: 6408-4696 e 6442-8558, ramal 217; DE Norte, tel.: 6409-8953, equipe de planejamento, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h; Secretaria Municipal de Educação, tel.: 6475-7300, segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (até o dia 20), e das 7h às 19h (a partir do dia 23).
Inclusão de crianças com deficiência gera impasse
http://www.olhao.com.br/educacao_04012006204216.shtml
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 28.1.06
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"Era uma vez uma criança..." foi tema de um Seminário promovido pela ABPG
Desenvolvimento infantil em debate
|Notícias de Gouveia, via Jornal Regional | Portugal, 27/1/2006 |
"Era uma vez uma Criança..." foi o sugestivo título do Seminário que a Creche, Jardim de Infância e ATL da Associação de Beneficência Popular de Gouveia (ABPG) promoveram na passada sexta-feira e que juntou cerca de meia centena de participantes no Auditório da Clínica de Medicina Física e Reabilitação da centenária associação.
Dirigido a psicólogos, educadores, assistentes sociais, professores e pais, o Seminário procurou dar a conhecer os aspectos normativos do desenvolvimento infantil e as principais perturbações que ocorrem durante o desenvolvimento infantil, ao mesmo tempo que pretendeu dotar os participantes de estratégias que lhes permitam lidar, em contexto de trabalho, com algumas perturbações que surjam durante o processo de desenvolvimento da criança, nomeadamente em relação à perturbação autistica, às perturbações de eliminação (enurese e encoprese) e em relação às perturbações disruptivas do comportamento e de défice de atenção (Perturbação de Oposição, Perturbação de Hiperactividade e de Défice de Atenção).
Já depois de Virgínia Oliveira, Presidente da Direcção da ABPG, ter dado as boas-vindas aos participantes, teve lugar a primeira comunicação, proferida por Maria João Fragoso, Psicóloga da ABPG, e que versou
"A Intervenção Psicopedagógica no Infantário da ABPG".
"Algumas Perturbações da 1.ª e 2.ª Infância" e
"Autismo: Intervenção junto de crianças com perturbações no Espectro do Autismo e dos seus pais" foram os outros dois temas abordados durante o período da manhã por Paulo Santos, Pedopsiquiatra na Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Viseu (APPDAV), e Luís Borges, Director do Hospital Pediátrico de Coimbra, respectivamente.
O programa da parte da tarde sofreu algumas alterações em relação ao inicialmente previsto e foi preenchido por intervenções de Maria do Céu Salvador, Professora Assistente na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, que abordou o tema "Enurese e encoprese infantil: como ajudar as crianças e pais?" e ainda de Daniela Neto, Psicóloga na Associação Portuguesa da Criança Hiperactiva de Leiria, e Patrícia Isabel Claudino, Psicóloga na Associação Chão dos Meninos em Évora.
No encerramentos dos trabalhos, Filomena Manta, Directora do Infantário da ABPG, congratulou-se com a elevada participação no Seminário, realçando ainda a qualidade e pertinência das intervenções e os méritos de quem as proferiu.
"Era uma vez uma criança..." foi tema de um Seminário promovido pela ABPG
http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=7789e2b99036ac479fa7a17dc200d7b6
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 28.1.06
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Aluno especial é aprovado em vestibular em Campo Grande
| Aquidauana News | 2/1/2006 |
Enquanto para muitos o ingresso na universidade é uma necessidade profissional, para outros é uma forma de superação e de exemplo de vida. Carlos Eduardo Moreno Bordin, 22, ingressará no curso de administração oferecido por uma universidade particular da Capital.
"Também me inscrevi e passei, e pretendo fazer o curso junto com ele", conta a mãe e também pedagoga, Suelene Moreno.
"Não sei se vai dar certo, se ele vai chegar até o fim, mas quero estar com ele seja o resultado que for".
Carlos é autista e foi diagnosticado quando tinha um ano e quatro meses de idade. Segundo o especialista Ernest Christian Gauderer, em seu livro -
"Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: guia prático para pais e profissionais" - a doença, de caráter psicológico, se caracteriza pelo retardamento no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É
"incapacitante" e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida.
Entre os sintomas estão distúrbios no ritmo de aparecimento de habilidades físicas, sociais e lingüísticas; reações anormais às sensações visuais, auditivas, olfativas, gustativas e do tato; fala e linguagem ausentes ou atrasadas; ritmo imaturo da fala, restrita à compreensão de idéias; e relacionamento anormal com os objetivos, eventos e pessoas.
No caso de Carlos, a introspecção e a aparente falta de interesse em se comunicar são mais aparentes, segundo a mãe. No entanto, essa falta de interesse não o deixa de fora do que acontece em sua volta.
"Não é sempre, mas, quando ele realmente quer, ele tece vários comentários, principalmente nas propagandas políticas, a partir das falas dos políticos, chega a comentar quem está mentindo, quais propostas são interessantes", relata.
Carlos sempre estudou em escola pública e concluiu o ensino médio na Escola Estadual Padre Mário Blandino. Por uma opção de Suelene, o jovem não foi matriculado como estudante com necessidades especiais, e sempre contou com acompanhamento familiar e escolar.
"Quando soube da doença de meu filho não tinha nenhuma informação sobre ela. Aos 29 anos, ingressei no ensino médio " eu queria saber mais sobre a doença e poder ajudar meu filho", conta. Em 1992, Suelene entrou para o curso de Pedagogia, e em 2005 concluiu uma pós-graduação em Psicopedagogia.
"Foi a partir da doença de meu filho que me interessei em concluir o ensino médio e me profissionalizar".
Agora, prestes a entrar em um curso universitário, Carlos conta, mais do nunca, com o apoio da mãe.
"Quando ele concluiu o ensino médio, me dei por satisfeita, mas teve um dia que nós estávamos assintindo tevê na sala e passou uma propaganda sobre inscrições para o vestibular. Perguntei se ele gostaria de fazer algum curso e, para minha surpresa, ele disse que sim. Agora pretendo acompanhá-lo".
Filho mais velho dos quatro de Suelene, Carlos vive uma vida normal, apesar das limitações causadas pelo Autismo. O relacionamento familiar é aquele comum em todos os lares.
"Eles brincam, brigam como todos os irmãos. Mas procuro sempre, a quem chega em casa, explicar a situação dele", explica.
Uma das formas buscadas por Suelene de poder ajudar no tratamento do filho, é ter muita paciência, tolerância e sempre incentivar. Para ela, as mães de filhos com necessidades especiais precisam aceitar que essa condição não deve ser um peso, mas uma necessidade de oferecer carinho e atenção redobrada " uma forma de demonstrar que apesar das limitações, o filho é aceito e muito querido.
Aluno especial é aprovado em vestibular em Campo Grande
http://www.aquidauananews.com/index.php?action=news_view&news_id=77012
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Quinta-feira, Janeiro 26, 2006
Ping Lian, 12, é autista e faz sucesso em Nova York
| Johan Fernandez | The Star | Nation | Malásia, 19/1/2006 |
NOVA YORK: A sensação malaia Yeak Ping Lian, um garoto autista
savant de 12 anos, é o sucesso atual em Nova York, onde está estreando sua primeira exposição de arte.
TALENTOSO: Ping Lian e Dr Becker posam com suas pinturas, na exposição. |
Suas obras estão sendo exibidas com as de outros autistas
savants, os artistas Richard Wawro, de Edimburgo, Escócia, e o iraniano Christophe Pillault, de Olivet, França.
Ping Lian foi o único artista presente no lançamento da mostra
Autistic Savant Artworks: Don't 'dis' the Ability (
Arte de Autistas Savants: não desfaça a Habilidade), na Henry Gregg Gallery, no Brooklyn, no dia 16/1/2006.
O artista italiano Daniel Rossi ficou claramente impressionado.
"Ele desenha e pinta o que sente. Sua obra não é contaminada por outras influências. Simplesmente amei", disse Rossi.
A mãe de Ping Lian, Sarah Lee, de Kuala Lumpur, renunciou a uma boa posição em uma companhia de telecomunicações para dedicar mais tempo a ele. O caçula de três irmãos, Ping Lian tem comunicação e habilidades sociais muito limitadas e vive em um mundo só dele.
Ele recebeu educação em casa e freqüentou aulas complementares para crianças com necessidades especiais.
Lee disse que Ping Lian é uma criança maravilhosa, cheia de amor. E alerta os pais de crianças especiais para que não desistam.
"Tenha fé no seu filho. Comemore cada pequeno progresso com a maior alegria. Quem sabe, um dia um milagre acontece?" - ela diz.
O Dr Laurence Becker da
Creative Learning Environments de Austin, Texas, disse que artistas como Ping Lian, Wawro e Pillault dão uma grande mostra da qualidade e persistência do espírito humano.
"Não sou um artista, mas um educador, e minha dádiva é divulgar a história destas maravilhosas, dotadas pessoas", ele afirmou.
Wawro é conhecido mundialmente por seus detalhados desenhos com crayon (lápis de cera), enquanto Pillault, que é incapaz de falar, andar ou comer sozinho e não consegue usar seus dedos, usa as mãos para pintar.
O Dr Becker e a Dr Rosa Martinez, do
Children's Centre for Early Learning Creative Learning Environments em Nova York, foram os responsáveis por organizar a exibição.
Nation
Ping Lian, 12, is autistic and a hit in New York
NEW YORK: Malaysian sensation Yeak Ping Lian, a 12-year-old autistic savant, is a hit in the Big Apple where he is holding his debut art exhibition.
His works were being shown with fellow autistic savant artists Richard Wawro of Edinburgh, Scotland, and Iranian-born Christophe Pillault of Olivet, France.
Ping Lian was the only artist present at the launch of the exhibition Autistic Savant Artworks: Don't 'dis' the Ability at the Henry Gregg Gallery in Brooklyn on Saturday.
Italian artist Daniel Rossi was clearly impressed.
"He draws and paints what he feels. His work is not contaminated by other influences. I just love his work," said Rossi.
TALENTED: Ping Lian posing with Dr Becker in front of some of his paintings at the launch of the exhibition at the Henry Gregg Gallery in Brooklyn on Saturday. |
Kuala Lumpur-based Ping Lian's mother Sarah Lee resigned from a senior position with a telecommunications company to spend more time with him. The youngest of three children, Ping Lian has very limited communication and social skills and lives in a world of his own.
He received home tutoring and attended supplementary lessons for children with special needs.
Lee said Ping Lian was a wonderful child, full of love. She advised parents with special children not to give up.
"Have faith in your child. Celebrate each small progress as a major achievement. Who knows one day a miracle may happen," she had once said.
Dr Laurence Becker of the Creative Learning Environments of Austin, Texas, said artists like Ping Lian, Wawro and Pillault provided a fitting embodiment of the quality and persistence of the human spirit.
"I'm not an artist but an educationist, and my gift is to share this story, of these wonderful, gifted people," he said.
Wawro is known worldwide for his detailed drawings using wax oil crayons; while Pillault, who is unable to talk, walk or feed himself and cannot use his fingers, uses his hands to paint.
Dr Becker and Dr Rosa Martinez of the Children's Centre for Early Learning Creative Learning Environments in New York were responsible for organising the exhibition.
Ping Lian, 12, is autistic and a hit in New York
http://thestar.com.my/news/story.asp?file=/2006/1/19/nation/13126475&sec=nation
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 26.1.06
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Baleias belugas ajudam crianças autistas
China Daily, via china Economic Net | 10/11/2005 |
Dica enviafa para a Comunidade Virtual Autismo no Brasil por Eliane Brandão |
Dúzias de pais têm levado suas crianças autistas ao
Shanghai Changfeng Ocean World para brincar com as belugas, depois de ouvir falar que essas pequenas baleias ajudaram um garoto com esse distúrbio a aprender a falar.
Duas crianças autistas acompanhadas das mães brincam com uma beluga no Shanghai Changfeng Ocean World. Acredita-se que esses mamíferos possam ajudar no desenvolvimento das funções cerebrais das crianças com esse distúrbio. [Shanghai Daily]  |
Um casal disse que seu filho começou a falar palavras simples depois de brincar com as belugas várias vezes.
"Os pais pediram ao treinador das belugas para deixar seu filho brincar com os animais depois de um show, porque ouviram que o ultrassom das belugas poderia estimular o cérebro de crianças autistas, e o treinador concordou", explicou Cao Huizhi, um gerente do
Changfeng Ocean World.
A notícia se espalhou entre os pais, e a companhia concordou em deixar duas crianças tocarem ou alimentarem as belugas por meia hora todas as tardes.
Dez crianças foram cadastradas para participar do
"tratamento" uma vez por semana, e mais de 60 crianças estão na fila de espera. Muitos outros pais continuam a ligar para o
Ocean World, esperando participar do programa.
"Minha filha Yi Yi começou a emitir mais sons, como se estivesse falando sozinha, em casa, depois de trazê-la aqui seis vezes", disse a mãe, de sobrenome Fan.
"No começo, ela tinha muito medo de estar perto da água, mas agora, ela ama tocar a beluga."
"Tentamos de todas as formas ajudar nosso filho Chen Chen, e quando ouvi desse caso de sucesso, eu o trouxe aqui", explicou outra mãe, de sobrenome Yao, que veio a Shanghai desde a Província de Jiangsu apenas para que seu filho brincasse com as baleias.
Ji Yong, treinador de belugas, disse que, quando trabalhava em Shenzhen, Província de Guangdong, foi a primeira vez queajudou a tratar crianças com paralisia cerebral, e depois crianças autistas, por quase dois anos.
"As crianças melhoram, umas mais, outras menos, a efetividade varia de caso para caso", avalia Ji.
"Tenho de trabalhar junto com os pais para conhecer a situação das crianças, trabalhar junto, passo a passo". Beluga whales help autistic children
Dozens of parents have taken the autistic children to Shanghai Changfeng Ocean World to play with the beluga whales after hearing the mammals helped a boy with the disease learn to speak.
Two autistic children accompanied by their mothers play with a beluga whale at the Shanghai Changfeng Ocean World yesterday. It's believed the mammals can help improve brain functions in kids with the disease. [Shanghai Daily] |
A couple said their child began to speak simple words after playing with the belugas several times.
"The parents requested the beluga trainer let their child play with the belugas after a performance, as they heard that belugas' ultrasonic waves can stimulate the brain of autistic children, and the trainer agreed,"said Cao Huizhi, a manager at Changfeng Ocean World.
The news quickly spread among parents, and the company agreed to accept two children to touch or feed the belugas for half an hour every weekday afternoon.
Ten children have been signed up to take part in the "treatment" once a week, and more than 60 children are on the waiting list. Many other parents continue to call the Ocean World to see if they can join the program.
"My daughter Yi Yi has begun to utter more sounds, as if she were talking to herself at home, after I brought her here six times," said a mother, surnamed Fan. "At first, she was very afraid to be near the water, but now she dares to touch the beluga."
"We'd like to try every means to help my son Chen Chen, and when I heard about the successful case, I brought my son here," said another mother surnamed Yao, who came to Shanghai from Jiangsu Province just to let her son play with the whales.
Ji Yong, a beluga trainer, said that when he was working in Shenzhen, Guangdong Province, he first helped treat children with cerebral paralysis, and later autistic children for nearly two years.
"They improved more or less, but the effectiveness changes from case to case," Ji said. "I have to work together with the parents to get to know their children's situation, and work together step by step."
Source:China Daily
Beluga whales help autistic children
http://en.ce.cn/Life/social/200511/10/t20051110_5169486.shtml
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 26.1.06
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Quarta-feira, Janeiro 25, 2006
Busca por menino autista
| AAP | Brisbane, Austrália - 23/1/2006 |
Uma busca está se realizando por um garoto autista de 11 anos que se perdeu de uma escola ao sul de Brisbane.
Kevin Do, que tem a capacidade mental de 15 meses, desapareceu da
Calamvale Special School cerca de meio-dia, disse a polícia.
Foi visto na Lakewood Avenue, Calamvale.
Kevin é descrito como tendo aparência asiática e 1,40m a 1,50m de altura. Veste short marrom e camisa com o logotipo da Calamvale Special School.
O helicóptero do Resgate de Queensland participa das buscas.
Search for autistic boy
A SEARCH is underway for an 11-year-old autistic boy who has gone missing from a school in Brisbane's south.
Kevin Do, who has the mental capacity of a 15-month-old, disappeared from the Calamvale Special School about midday (AEST) today, police said.
He was last seen in Lakewood Avenue, Calamvale.
Kevin is described as being of Asian appearance and 140cm to 150cm tall. He was wearing maroon shorts and shirt with the Calamvale Special School logo.
The Queensland Rescue helicopter is helping in the search.
Search for autistic boy
http://www.news.com.au/story/0,10117,17909566-1702,00.html
Menino autista encontrado em segurança
| AAP | Brisbane, Austrália - 23/1/2006 |
Um garoto autista de 11 anos foi encontrado em segurança depois de ter sumido de uma escola especial em Brisbane.
Kevin Do, que tem a capacidade mental de 15 meses, voltou para a escola cerca de 14h45 (horário do Este da Austrália), relatou a polícia.
Ele saiu vagando da
Calamvale Special School em Calamvale cerca de meio-dia.
Autistic boy found safe
AN 11-year-old autistic boy has been found safe and well after going missing from a special school in Brisbane.
Kevin Do, who has the mental capacity of a 15-month-old, went back to the school grounds about 2.45pm (AEST) today, police said.
He had wandered away from the Calamvale Special School at Calamvale about midday (AEST).
Autistic boy found safe
http://www.news.com.au/story/0,10117,17909852-1702,00.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 25.1.06
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Especialista italiano critica 'mercadores de ilusões'
| Adam Feinstein | Superando.it, via Autism Connect | 20/1/2006 |
VERONA, Itália: Um especialista italiano em autismo criticou uma organização dos EUA que tem operado nos últimos 10 anos
"sem nem mesmo tentar a realização de testes científicos de seus remédios."
Em uma nota oficial durante a conferência
"Autismo: um desafio para a ciencia" ministrada por Rashid Buttar da organização norte-americana
Defeat Autism Now (
DAN -
Derrote o Autismo Agora), Giovanni Marino, presidente da
ANGSA - a
Associazione Nazionale Genitori Soggetti Autistici (
Associação Nacional Italiana de Pais de Pessoas Autistas) - criticou tanto Buttar quanto William Shaw (do
Great Plains Laboratory, também dos EUA) por
"dar as costas a toda a medicina convencional e às maiores associações de pais de crianças autistas dos EUA."
De acordo com Marino, a conferência de Verona
"dá um prestígio injustificado a esses 'mercadores de ilusões'." Acrescentou que a
Autisme Europe, federação de cerca de 80 associações européias de pais, já condenara tais práticas em dois
"documentos de tomada de posição". Citou o exemplo da quelação, um método de remoção de metais pesados do corpo, utilizado por Buttar e apoiado pelo DAN, que, afirmou Marino,
"a Food and Drug Administration dos EUA declarou não ter efetividade".
A
ANGSA - maior associação na Itália especificamente envolvida com o autismo, - declarou que
"todos os pais têm o direito de buscar onde quiserem a melhora para a séria situação na qual as crianças autistas se encontram". Entretanto, acrescenta, é grave o fato de instituições de saúde, ministérios e divulgadores virem dando apoio - direta ou indiretamente - à divulgação de
"medicinas alternativas" que abusam do estado de desespero de muitos pais,
"levando seu dinheiro com promessas de milagres."
Marino concluiu seu comunicado com um apelo para que
"instituições educacionais, de saúde e abrigo ofereçam a crianças autistas intervenções comprovadas cientificamente: educação especial intensiva e precoce, por exemplo a ABA (Análise do Comportamento Aplicada), ou coordenadas em uma estratégia global como na abordagem psico-educacional TEACCH, [métodos]
que foram pouco mencionados em ... Veneza, onde a conferência está acontecendo." Italian autism specialist condemns 'peddlers of illusions'
VERONA, Italy: An Italian autism specialist has condemned an organisation in the United States which has operated for the past ten years "without even trying to carry out scientific testing of their remedies."
In an official note during a conference here on "Autism: A Challenge to Science" attended by Rashid Buttar of the US organisation Defeat Autism Now (DAN), Giovanni Marino, president of ANGSA - Italy's National Association of Parents of Autistic Individuals - condemned both Buttar and William Shaw (head of the Great Plains Laboratory in the US) for "turning their backs on all mainstream medicine and on the major association of parents of autistic children in the US."
According to Marino, the Verona conference "concedes an undeserved prestige to these paid 'peddlers of illusions'." He added that Autisme Europe, a federation of some 80 associations of European parents, had already condemned these practices in two "position documents." He cited the example of chelation, a method of removing heavy metals from the body, espoused by Buttar and backed by DAN, Which, Marino noted, "the Food and Drug Administration in the US had declared devoid of any effectiveness."
ANGSA - the largest association in Italy specifically involved in autism, - declared that "all parents have a right to turn wherever they want in an attempt to improve the serious situation in which autistic children find themselves." However, it was a very grave state of affairs, it added, that health institutions, Ministers and advisers were resorting - directly or indirectly - to propaganda in support of "alternative medicine," abusing the state of desperation of many parents and "taking their money with promises of miracles."
Marino concluded his communique with a demand for "educational, health and care institutions to provide autistic children with interventions with have long been scientifically proven: early, intensive special education, for example ABA, or co-ordinated in a global strategy as in the psycho-educational approach TEACCH, [methods] which have been so little mentioned in ... Venice, where the conference is taking place."
(Sources: Superando.it, Adam Feinstein, January 20, 2006)
Italian autism specialist condemns 'peddlers of illusions'
http://www.autismconnect.org/news.asp?section=00010001&itemtype=news&id=5664
Autismo: sfida alla scienza o all'intelligenza?
http://superando.eosservice.com/content/view/753/112/
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 25.1.06
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Quinta-feira, Janeiro 19, 2006
Pesquisadores confirmam gene do autismo no cromossomo 3
Dados são similares a estudos finlandeses
| Eurekalert | University of Utah Health Sciences Center | Press release 17/1/2006 |
Usando tecnologia que permite coletar DNA de milhares de genes e colocá-los em um
chip de cerca de 1 cm
2, pesquisadores da Universidade de Utah confirmaram que uma região de um único cromossomo provavelmente hospeda um gene que causaria o autismo. Os pesquisadores fizeram a descoberta ao traçar variações do DNA de uma familia de Utah que tem alta ocorrência da desordem e cujos membros descendem de um único casal.
Como parte do estudo, os pesquisadores também descartaram um gene que parecia um bom candidato para ser associado ao autismo. Agora, procuram relacionar outros genes com a desordem.
Publicado no site
Human Heredity online, o estudo é parte do
Utah Autism Research Project (
Projeto de Pesquisa em Autismo de Utah). Os pesquisadores estão interessados em descobrir mais familias com história de autismo para participar do estudo.
A recém-publicada pesquisa confirma estudos com famílias finlandesas que associaram autismo à mesma região do cromossomo 3, de acordo com a autora principal, Dra. Hilary Coon, Ph.D., professora associada de Psiquiatria. De fato, os resultados da pesquisa foram surpreendentemente similares aos estudos anteriores, explica ela.
"Foi um marco, essa confirmação dos estudos finlandeses," ela comemora.
"Nossos resultados foram muito parecidos com os deles."
Autismo é uma desordem comportamental que aparece antes dos 3 anos e se caracteriza por falta de habilidade na interação social e comunicação. Quem tem autismo apresenta comportamentos e interesses repetitivos.
O estudo envolveu 31 membros de uma familia com ancestrais do Norte da Europa, sete dos quais com autismo ou outra desordem relacionada. Os dados da família fazem parte do
Utah Population Database (
Banco de Dados da População de Utah), um conjunto computadorizado com a genealogia de 170 mil famílias de Utah, compreendendo 1,6 milhão de pessoas. As informações de algumas famílias remontam aos pioneiros fundadores do Estado.
Os pesquisadores usaram um
chip genético para pesquisar marcadores genéticos do autismo.
Trata-se de um
chip da Affymetrix, Inc. revestido em vidro que tem 10 mil segmentos curtos de seqüências de DNA com variações genéticas conhecidas, chamadas
single nucleotide polymorphisms (
SNPs - polimorfos de nucleotídeos simples), que foram afixados em uma área de 3/8" por 3/8" (9,5mm x 9,5mm). Filamentos de DNA dos membros da família foram quebrados e ligados ao DNA sobre o
chip, permitindo a comparação com as variações dos SNPs nos diferentes DNA em uma escala extremamente detalhada.
A chance da mesma variante de SNP em uma região particular de um cromossomo de um casal inicial ter se mantido por várias gerações em múltiplos membros da família é pequena. Quando cada bloco identico de SNPs era achado, a região cromossômica era uma boa candidata para ser associada ao distúrbio.
Outros estudos, incluindo os finlandeses, acharam muitas evidências ligando o cromossomo 3 ao autismo e, assim, Coon e seus colegas começaram sua busca por ele. A primeira região do cromosomo que observaram continha 106 SNPs, 70 dos quais fortemente indicando ter um gene ligado ao autismo.
O gene FXR1 apareceu como um bom candidato a essa ligação. Ele é semelhante ao gene do cromossomo X, FMR1, do qual certas mutações causam a Syndrome do X-Frágil, uma condição que pode causar deficiência mental, variando de dificuldades de aprendizado a severos problemas cognitivos.
A síndrome do X-Frágil pode ser acompanhada de autismo e, porque o FXR1 é semelhante ao gene que causa aquela síndrome, os pesquisadores suspeitaram que ele poderia estar associado ao distúrbio mas, depois de analisar o seqüenciamento completo do FXR1, não encontraram alterações que pudessem contribuir com o autismo.
Baseados em evidências estatísticas, agora estão focalizando outros genes. Mas a evidência de que um gene em uma região particular do cromossomo 3 esteja ligada à desordem não exclui outros genes de serem causas de autismo, de acordo com a Dra. Coon. De mais a mais, a equipe tem uma longa busca pela frente.
"Procuramos uma agulha num palheiro" disse ela.
Em paralelo com a família original, os pesquisadores estão estudando outras duas famílias com autismo em alguns de seus membros, e gostariam de encontrar outras em que a desordem ocorra. Grandes e pequenas famílias com casos de autismo serão bem-vindos.
Outros autores do estudo: Nori Matsunami, Jeff Stevens, Judith S. Miller, Ph.D, professor assistente de Psiquiatria, e Carmen Pingree, todos do
Neurodevelopmental Genetics Project (
Projeto Genética Neurodesenvolvimental) do Departamento de Psiquiatria; Nicola J. Camp, Ph.D., professor assistente de informática médica; Alun Thomas, Ph.D., professor de informática médica; Janet E. Lainhart, M.D., professora associada de Psiquiatria; Mark F. Leppert, professor e chefe de Genética Humana e William M. McMahon, M.D., professor de Psiquiatria e pesquisador chefe do
Utah Autism Research Project.
O
University of Utah Health Sciences Center (
Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Utah) é reconhecido internacionalmente por suas pesquisas e especialização clínica nas Ciências da Saúde. Através de suas quatro faculdades - a
School of Medicine; College of Pharmacy; College of Nursing; e
College of Health - o
Health Sciences Center conduz pesquisas de ponta em câncer, genética, Ciências Farmacêuticas, e outras numerosas áreas da Medicina. O
Health Sciences Center também é o maior centro de treinamento para clínicos, farmacêuticos, enfermeiras, terapeutas e outros profissionais de Saúde de Utah.
Utah researchers confirm cromossomo may harbor autism gene
Data strikingly similar to Finnish studies
Using technology that allows DNA from thousands of genes to be collected and surveyed on a 3 x 1½-inchchip, University of Utah medical researchers have confirmed that a região on a single cromossomo probably harbors a gene that causes autism. The researchers at the U School of Medicine made the finding by tracing variations in the DNA of an extended Utah família that has a high occurrence of the disorder and whose membros are descended from one couple.
As part of the study, the researchers also ruled out one gene that appeared to be a good candidate for being linked to autism. They're now looking at other genes for a connection to the disorder.
Published in Human Heredity online, the study is part of the Utah Autism Research Project. The researchers are interested in finding more families with a history of autism to join the study.
The just-published research confirms Finnish studies of families that linked autism to the same região on cromossomo 3, according to principal author Hilary Coon, Ph.D., research associate professor of psychiatry. In fact, the results of the U of U research were surprisingly similar to the Finnish studies, Coon said.
"It was remarkable to confirm the Finnish studies," she said. "Our results were so close to their evidence, we thought it was important."
Autism is a behavioral disorder that strikes before age 3 and is characterized by impaired ability in social interactions and communication. Those with autism also display repetitive behaviors and interests.
The study involved 31 membros of a família of Northern European ancestry, seven of whom have autism or an autism-related disorder. The família membros are part of the Utah Population Database, a computerized set of the genealogies of 170,000 Utah families comprising 1.6 million people. Information on some families goes back to the state's pioneer founders.
The researchers used a genechip similar to a microarray to search for genetic markers of autism.
They used a coated glasschip from Affymetrix, Inc. Thischip has 10,000 short segments of DNA with known gene sequence variations, called single nucleotide polymorphisms (SNPs), attached to 3/8 by 3/8-inch area. The DNA strands of the família membros were broken up and then bonded to the DNA on thechip, allowing researchers to compare the variations in the SNPs of the different DNA on an extremely fine scale.
The chance of the same variants of SNPs in a particular região on a cromossomo being passed through several generations from a founding couple to multiple affected família membros is slight. When such identical blocks of SNPs are found, the chromosomal região often is a good candidate for being linked to a disease.
Other studies, including the Finnish ones, have found a high degree of evidence linking cromossomo 3 to autism, so Coon and the other U researchers began their search on that cromossomo. The first região of the cromossomo they looked at contained 106 SNPs, 70 of which strongly indicated a gene in that região being linked to autism.
One gene, FXR1, appeared to be a likely candidate for a link to autism. FXR1 is similar to the X-cromossomo Fragile X gene, FMR1. Mutations in FMR1 cause Fragile X Syndrome, an inherited condition that can cause mental impairments ranging from learning disabilities to severe cognitive problems. Fragile X syndrome has been shown to overlap with autism, and because FXR1 is similar to the gene that causes the syndrome, U researchers suspected FXR1 might be linked to autism. But after analyzing the entire coding sequence of FXR1, the researchers found no alterations in the gene likely to contribute to autism.
One gene, FXR1, appeared to be a likely candidate for a link to autism. FXR1 is similar to the X-cromossomo Fragile X gene, FMR1. Mutations in FMR1 cause Fragile X Syndrome, an inherited condition that can cause mental impairments ranging from learning disabilities to severe cognitive problems. Fragile X syndrome has been shown to overlap with autism, and because FXR1 is similar to the gene that causes the syndrome, U researchers suspected FXR1 might be linked to autism. But after analyzing the entire coding sequence of FXR1, the researchers found no alterations in the gene likely to contribute to autism.
Based on statistical evidence, they're now looking at other genes. But evidence that a gene on a particular região of cromossomo 3 is linked to the disorder doesn't preclude other genes from being a cause of autism, according to Coon. All in all, the researchers have a daunting search ahead of them.
"We're just looking for the needle in the haystack," Coon said.
Along with the original family, the U researchers are studying two more families with autism in some membros, and they'd like to find others in which the disorder occurs. Large and small families with individual or multiple cases of autism are welcome to join. Those interested can call (801) 585-9098.
Other authors of the study are: Nori Matsunami, Jeff Stevens, Judith S. Miller, Ph.D, assistant professor of psychiatry, and Carmen Pingree, all with the Neurodevelopmental Genetics Project in the Department of Psychiatry; Nicola J. Camp, Ph.D., assistant professor of medical informatics; Alun Thomas, Ph.D., professor of medical informatics; Janet E. Lainhart, M.D., associate professor of psychiatry; Mark F. Leppert, professor and chair of Human Genetics; and William M. McMahon, M.D., professor of psychiatry and principal investigator of the Utah Autism Research Project.
The University of Utah Health Sciences Center is internationally regarded for its research and clinical expertise in the health sciences. Through its four major colleges --the School of Medicine; College of Pharmacy; College of Nursing; and College of Health--the Health Sciences Center conducts leading-edge research in cancer, genetics, pharmaceutical sciences, and numerous other areas of medicine. The Health Sciences Center also is the major training ground for Utah's physicians, pharmacists, nurses, therapists, and other health-care professionals.
Contact:
Hilary Coon, Ph.D, 801-585-3068
William M. McMahon, M.D., 801-585-7781
Phil Sahm, Office of Public Affairs, 801-581-2517
Phil.Sahm@hsc.utah.edu
University of Utah Health Sciences Center
Utah researchers confirm cromossomo may harbor autism gene
http://www.eurekalert.org/pub_releases/2006-01/uouh-urc011706.php
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 19.1.06
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ONG faz pais brincarem com filhos autistas
| WMBD TV News Channel | 18/1/2006 |
A ONG
Easter Seals atende famílias de Illinois e está levantando recursos para terapia de autistas no processo. Eles estão dando suporte a uma nova terapia para crianças autistas que se focaliza no relacionamento entre pais e filhos chamada P.L.A.Y. - acrônimo de
Play and
Language for
Autistic
Youngsters (
Brincadeiras e Linguagem para Jovens Autistas - a palavra
PLAY em si mesma quer dizer
"Brincadeira" ou
"Jogo"). O programa tem mostrado bons resultados com todos que participam dele.
Easter Seals at P.L.A.Y.
The Easter Seals are serving Illinois families and raising funds for autistic therapy in the process. They are helping support a new therapy for autistic kids that focuses on relationships between parents and children called P.L.A.Y. P.L.A.Y stands for Play and Language for Autistic Youngsters. So far the program has had good results with everyone who has taken part in it.
Easter Seals at P.L.A.Y.
http://www.wmbd.com/news/default.asp?mode=shownews&id=6077
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 19.1.06
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Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
Médica afirma que erro na medicação causou a morte de autista
| Centre Daily (State College), a partir da Pittsburgh Post-Gazette, via Associated Press | 18/1/2006 |
PITTSBURGH - Um menino autista de 5 anos morreu por causa de um remédio errado lhe ter sido administrado em um controvertido tratamento para a desordem, disse uma médica dos
Centers for Disease Control and Prevention.
Abubakar Tariq Nadama, de Monroeville, morreu em 23 de agosto no consultório de seu médico porque lhe foi administrada a medicação errada, e não por causa da terapia em si, afirmou a Dra. Mary Jean Brown.
A terapia de quelação envolve injetar um amino-ácido sintético chamado EDTA no corpo, supostamente para limpar metais pesados da corrente sangüínea e, assim, expeli-los na urina.
Alguns pais e médicos acreditam que o autismo é causado por metais pesados. A FDA aprova quelação para o tratamento do envenenamento por chumbo e metais pesados, mas não para tratar autismo, porque é considerado de risco.
"É um caso de medicamentos com nome parecido", falou à Pittsburgh Post-Gazette a Dra. Brown, chefe do programa de prevenção do envenenamento por chumbo do CDC.
"A criança recebeu EDTA dissódico em vez de EDTA cálcio-dissódico. Os nomes comerciais são Versinate e Endrate. Têm som parecido. Ambos são claros, incolores e inodoros. Houve troca."
O EDTA dissódico
"agiu como uma garra que pegou muito cálcio" do sangue de Abubakar, explicou Brown.
"O nível de calcium no sangue era abaixo de 5 (miligramas). Era uma situação de emergência."
O Dr. Roy Eugene Kerry, que tratou Abubakar, não respondeu a mensagem deixada no seu consultório pela Associated Press.
Brown revisou o relatório da necropsia depois de ler sobre o caso. Ed Strimian, o
coroner substituto do Condado de Allegheny que realizou a necropsia, disse que os exames toxicológicos confirmaram que o tratamento matou o menino.
Trocas semelhantes aconteceram recentemente, contou a Dra. Brown: uma garotinha texana de 2 anos morreu em maio, durante quelação para envenenamento por chumbo e uma mulher do Oregon morreu há três anos quando recebia quelação para artérias obstruídas.
Rufia and Mawra Nadama, pais do garoto, são da Nigéria mas se mudaram para a Inglaterra há 10 anos. A mãe, Mawra Nadama, mudou-se com o filho para Monroeville, subúrbio de Pittsburgh, na última primavera para o garoto poder receber a quelação, explicou o advogado do casal, Frank Botta.
Doctor: Wrong medication to blame in autism death
Associated Press PITTSBURGH - A 5-year-old autistic boy died because the wrong medication was administered during a controversial treatment for the disorder, a doctor at the Centers for Disease Control and Prevention said.
Abubakar Tariq Nadama, of Monroeville, died Aug. 23 in his doctor's office because he was given the wrong medication, not because of the therapy itself, Dr. Mary Jean Brown said Tuesday.
Chelation therapy involves injecting a synthetic amino acid called EDTA into the body, which is supposed to clean out heavy metals from the bloodstream so they can be dispelled through urine.
Some parents and doctors believe autism is caused by heavy metals. The FDA has approved chelation for treatment of lead and heavy metal poisoning, but not to treat autism, because it is considered risky.
"It's a case of look-alike/sound-alike medications," Brown, chief of the CDC's lead poisoning prevention branch, told the Pittsburgh Post-Gazette. "The child was given Disodium EDTA instead of Calcium Disodium EDTA. The generic names are Versinate and Endrate. They sound alike. They're clear and colorless and odorless. They were mixed up."
The Disodium EDTA "acted as a claw that pulled too much calcium" from Abubakar's blood, Brown said. "The blood calcium level was below 5 (milligrams). That's an emergency event."
Dr. Roy Eugene Kerry, who treated Abubakar, did not immediately return a message left at his office Wednesday morning by The Associated Press.
Brown reviewed the autopsy report after reading about the case. Ed Strimian, a deputy coroner Allegheny County who performed the autopsy, said toxicology tests confirmed the treatment killed the boy.
Similar mix-ups happened recently, Brown said: A 2-year-old Texas girl died in May during chelation for lead poisoning and an Oregon woman died three years ago while receiving chelation for clogged arteries.
Rufia and Mawra Nadama, the boy's parents, are from Nigeria but moved to England 10 years ago. Mawra Nadama and her son then moved to the Pittsburgh suburb of Monroeville last spring so the boy could receive the chelation treatment, the couple's attorney, Frank Botta has said.
Information from: Pittsburgh Post-Gazette, http://www.post-gazette.com.
Doctor: Wrong medication to blame in autism death
http://www.centredaily.com/mld/centredaily/news/local/13653231.htm
Você pode ler, também:
Drug error, not chelation therapy, killed boy, expert says
http://www.post-gazette.com/pg/06018/639721.stm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 18.1.06
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Pais de crianças autistas enfrentam críticas quando partem para tratamentos não-convencionais
| TMCnet (Press release) | The Orange County Register | Via Thomson Dialog NewsEdge | 13/1/2006 |
SANTA ANA, California - Joseph está em uma câmara hiperbárica de oxigênio, respira por uma máscara e joga Nintendo. A terapia visa reparar danos cerebrais e neurais ligados a um diagnóstico de autismo do menino de 7 anos. Sua rotina de respirar oxigênio puro no segundo andar da casa de seus pais põe o menino magro no centro de um debate cerrado sobre o que causa o autismo e como tratá-lo.
Joseph Farrell, 10 anos, faz parte do crescente grupo de crianças que alguns pais e médicos dizem que "se recuperaram" do autismo, em parte devido a tratamentos alternativos rejeitados pela maioria dos médicos.
Pais, por todos os Estados Unidos, estão se voltado para tratamentos como a terapia do oxigênio, a quelação e a dieta sem trigo e laticínios para tratar o autismo, muitos sob a supervisão de médicos treinados pelo
Autism Research Institute (
Instituto de Pesquisa do Autismo), em San Diego.
Embora não haja nenhum dado nacional, um artigo de 2004 na revista
Journal of Developmental and Behavioral Pediatrics mostrou que uma em cada três crianças autistas recém-diagnosticadas na Filadélfia fazem uso de tais tratamentos.
Muitos médicos e pesquisadores afirmam que os pais estão gastando um considerável dinheiro e emoção em tratamentos que não ajudam ou, até, podem causar seqüelas. Em outubro último, um menino da Pensilvânia morreu ao receber uma injeção com substância quelante, que pretendia eliminar metais tóxicos de seu corpo.
"Não há nenhuma evidência científica válida de que algum destes tratamentos alterem o curso natural da doença", disse Edward Ritvo, professor emérito da UCLA (
Universidade da Califórnia, Los Angeles)e autor de
"Understanding the Nature of Autism and Asperger's Disorder: Forty Years Along the Research Trail". (
Compreendendo a Natureza do Autismo e da Desordem de Asperger: 40 anos de Jornada Científica).
"Estou muito contente por [Joseph]
ter melhorado, mas isso aconteceu porque era seu programa genetico e a vontade de Deus, não por causa desses tratamentos", ele disse.
As respostas são importantes para os pais das quase uma em cada 166 crianças relacionadas como tendo uma desordem do espectro autista, incluindo autismo, síndrome de Asperger e transtornos invasivos do desenvolvimento.
Na Califórnia, o número de diagnósticos de autismo elevou-se de seis para 28 mil nos últimos dez anos, de acordo com o
State Department of Developmental Services (
Departamento do Estado de Serviços para o Desenvolvimento).
Um diagnóstico de autismo pode ser devastador. Os sintomas, variando de suave a severo, incluem problemas de comunicação e comportamentos obsessivos ou ritualísticos.
Inflamando o debate, há a crença de alguns pais que mercúrio nas vacinas envenenou suas crianças, uma tese rejeitada pelos
Centers for Disease Control and Prevention (
Centros para o Controle e Prevenção de Doenças) e pelo
Institute of Medicine (
Instituto de Medicina). Os médicos se preocupam com que alguns pais abandonem as vacinas completamente, pondo as crianças no risco de poliomielite, sarampo e coqueluche.
Os pais de Joseph, Joe e Selina Farrell, dizem que seu filho mais velho não teria melhorado assim sem o tratamento caro como a câmara hiperbárica de 21 mil dólares. Joseph segue também uma dieta restritiva e um regime de 500 dólares por mês a base de pílulas, incluindo óleo de peixe, vitaminas, minerais e um desentoxicante.
Recentemente, parou com a quelação oral. A quelação geralmente envolve tomar um produto químico - pílula, injeção ou loção - que se ligam com os metais pesados no corpo e saem na urina.
"Não podemos esperar a Ciência para agir", afirma Selina Farrell, membro de um grupo da Califórnia de pais,
Talk About Curing Autism (
Falando de Curar o Autismo). "Quero que as pessoas saibam que há uma criança que fez estas coisas e realmente se recuperou."
Os pesquisadores estão iniciando estudos, alguns com financiamento federal, para avaliar o que os pais dizem.
"Considerando a evidência dos depoimentos, há uma forte história para alguns tratamentos", disse Robert Hendren, diretor executivo do
UC Davis M.I.N.D. Institute.
"Penso que vale a pena considerar melhor que negar depressa demais."
Joseph nasceu saudável, com 2,700 kg. Desenvolveu-se normalmente, contam seus pais, até que, com cerca de 10 meses, começou a agitar suas mãos, um comportamento comum em crianças autistas.
Começou a falar e interagia bem, mas então sua linguagem regrediu. Teve acessos de raiva. Deitava no chão, andava ou pulava.
Seus pais, ambos advogados, sentiam que Joseph era roubado de seu corpo. Mas diversos pediatras diziam para não se preocupar.
Aos 3 anos, Joseph foi à pré-escola. Enquanto outras crianças falavam sentenças, Joseph apenas apontava, dizendo palavras soltas, como
"mesa" e
"computador". Sentava e girava rodas de trenzinhos.
"Senti meu sangue gelar", lembra sua mãe.
Depois que um vizinho mencionou autismo, Farrell descobriu o
Autism Research Institute na Internet. Fundado por Bernard Rimland, que escreveu um livro em 1964 desafiando uma opinião consolidada de que o autismo era uma desordem emocional, causado por desatenção da mãe.
Rimland recomendou um exame diagnóstico para Joseph. Souberam imediatamente.
"Era um alívio total finalmente ter um nome para a desordem," disse Farrell.
"Conhecia o inimigo".
Os Farrell começaram com Joseph o ABA (análise do comportamento aplicada), uma terapia amplamente aceita, incluindo o treinamento comportamental e educacional intensivos. Juntaram-se à
Talk About Curing Autism, um grupo de pais com 1.400 membros que defendem tratamentos biomédicos. Também foram a uma conferência do
DAN (
Defeat Autism Now), um projeto do
Autism Research Institute. O instituto realiza reuniões em todo o país (EUA), frequentemente mostrando crianças que, dizem, deixaram de ser diagnosticadas com autismo.
Na conferência, os Farrell ouviram a teoria ainda em debate de que os sintomas do autismo podem ser causados por problemas intestinais e do sistema imune, que liberariam toxinas capazes de afetar o cérebro. Acreditam que Joseph foi envenenado pelas toxinas injetadas nas 16 vacinas e antibióticos que tomou antes dos 2 anos. São provas, eles dizem, as mentiras sobre o aumento de diagnósticos de autismo nas duas últimas décadas, que acompanharam o aumento nas vacinas dadas às crianças.
Começaram uma dieta sem trigo nem laticínios com Joseph. Após alguns meses, afirmam, Joseph começou a pensar de forma mais clara e diminuiu seu comportamento de auto-estimulação, comum em crianças autistas. Também acham que Joseph teve infecções por leveduras que afetaram seu comportamento e decidiram tentar um tratamento anti-fúngico. Viram grande melhora mas, na incerteza se era por causa do método, pararam de usá-lo. Ele voltou a andar de um lado para o outro e agitar as mãos.
Quando Joseph tinha 5 anos, consultaram um médico, que hoje mora no Texas, que defende os tratamentos biomédicos.
"O único motivo de eles ouvirem falar de mim é porque os pais dizem que meus meninos estão indo melhor do que se fizessem isso, isso e mais isso", diz o Dr. Jerry Kartzinel, que vai à Califórnia uma ou duas vezes por ano para tratar cerca de 200 crianças. Os médicos tradicionais
"recusam-se a ver as evidências", afirma.
Kartzinel prescreveu um quelante oral para Joseph. Os Farrells perceberam uma diferença no seu pensamento e evidências dos metais em suas amostras de urina. Recentemente, começaram a colocá-lo em uma câmara hiperbárica de oxigênio, um dos mais novos tratamentos para crianças autistas.
Selina Farrell acredita que a terapia comportamental foi importante na recuperação de Joseph, mas que os tratamentos biomédicos o introduziram no mundo. Embora Joseph necessitasse de ajuda em período integral na pré-escola e metade do jardim de infância, agora segue sozinho. Freqüenta classes aceleradas, mas esforça-se ainda no social.
O centro que supervisionava seu tratamento disse em 2002 que ele não mais precisa de seus serviços.
"o diagnóstico do autismo requer sintomas muito específicos e, claramente, Joseph não os tem mais" disse Doreen Granpeesheh, diretora executiva do
Center for Autism and Related Disorders (
Centro paa Autismo e Desordens Relacionadas), em Tarzana.
Alguns funcionários da escola de Joseph são céticos.
"Ele teve muitos progressos, mas tenho dúvidas para dizer que não tem mais autismo" disse Lynelle Laubach, fonoaudióloga da escola.
"Não acho que é alguma coisa que vai embora".
Os defensores dos tratamentos biomédicos dizem que não acham que todas as crianças podem ser curadas do autismo - simplesmente esses tratamentos podem ajudar.
O
Autism Research Institute diz que os tratamentos ajudaram milhares de crianças a se recuperar.
"Nós não estamos dizendo que os garotos estão perfeitos.
Dizemos que são perfeitamente capazes de seguir em frente", Rimland diz.
"Estamos dizendo que eles não são mais considerados autistas."
O pediatra de Joseph, Dr. Bob Sears, de Dana Point, Califórnia, era cético quando os Farrells pediram que prescrevesse um tratamento anti-fúngico para tratar sintomas autistas. Mas viu diferença em Joseph e decidiu aprender mais. Agora, já tem 200 pacientes que trata biomedicamente.
"O número de vezes que vimos resultados surpreendentes são frequentes o bastante para me deixar realmente empolgado com o método", afirma Sears.
Os céticos dizem que as crianças autistas podem melhorar naturalmente com o tempo. Falam em efeito placebo. Apontam a secretina, uma terapia com hormônio gastrointestinal que ganhou popularidade após notícias de que ajudara diversas crianças autistas. Estudos científicos não confirmaram a teoria.
A
American Academy of Pediatrics (
Associação Americana de Pediatria) em 2001 emitiu um parecer que condena a maioria dos tratamentos alternativos, incluindo a quelação e as dietas especiais. Entretanto, orienta os médicos a permanecer apoiando e acompanhando os pais interessados nessas linhas.
"Raramente digo 'não faça isto'" diz Susan Hyman, professora associada de Pediatria da Universidade de Rochester, Nova York, e membro da força tarefa do conselho da Academia para autismo.
"Os pais ficam em uma situação de desespero. Necessitam estar cientes do risco que estão correndo."
Joseph está mais interessado nos cartões do
Yu-Gi-Oh e em brincar com seu melhor amigo, Alex, do que se preocupar com riscos. Compreende que está fazendo tratamentos para lhe ajudar pensar.
"É porque eu costumava ter autismo. Não estou exatamente curado, só 99 por cento", explica.
Joseph não se preocupa com a dieta. Espera algum dia ficar completamente curado.
"Queria mesmo comer um cheeseburger completo e uma pizza."
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 18.1.06
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Some autistic kids' parents dispute criticism of nontraditional treatments
(Orange County Register, The (CA) (KRT) Via Thomson Dialog NewsEdge) SANTA ANA, Calif. - Joseph is lying in a hyperbaric oxygen chamber, breathing from a mask and playing Nintendo.
The therapy is meant to clear the fourth-grader's head and repair nerve damage linked to a 7-year-old autism diagnosis.
It's routine for him _ breathing pure oxygen on the second-floor landing of his parents' home. But it puts the lean, good-natured boy directly in the vortex of a contentious debate about what causes autism and how it can be treated.
Joseph Farrell, 10, joins what some parents and doctors say is a growing group of children who have "recovered" from autism, partly because of alternative treatments largely dismissed by mainstream doctors.
Parents nationwide are turning to treatments such as oxygen therapy, chelation and a wheat- and dairy-free diet to treat autism, many under the supervision of doctors trained by the Autism Research Institute in San Diego.
Although there is no national data, a 2004 report in the Journal of Developmental and Behavioral Pediatrics showed one in three recently diagnosed Philadelphia children use such treatments.
Many doctors and researchers are concerned that parents are spending considerable money and emotion on treatments that don't help or could cause harm. Last summer, a Pennsylvania boy died while being injected with a chelation drug meant to eliminate toxic metals from his body.
"There is no scientific valid evidence that any of these treatments alter the natural course of the disease,'' said Edward Ritvo, UCLA professor emeritus and author of "Understanding the Nature of Autism and Asperger's Disorder: Forty Years Along the Research Trail."
"I'm very glad (Joseph) got better, but he got better because it was the genetic program and God's will, not because of what was done to him," he said.
Answers are important for the parents of the nearly one in 166 children reported to have an autism spectrum disorder, including autism, Asperger syndrome and pervasive development disorders.
In California, the number of autism diagnoses has risen to 28,000 from 6,000 over the past 10 years, according to the state Department of Developmental Services.
An autism diagnosis can be devastating. Symptoms, ranging from mild to severe, include communication problems and obsessive or ritualistic behaviors.
Inflaming the debate is the belief among some parents that mercury in vaccines poisoned their children, a thesis rejected by the Centers for Disease Control and Prevention and the Institute of Medicine. Doctors worry that some parents shun vaccines altogether, putting children at risk for polio, measles and whooping cough.
Joseph's parents, Joe and Selina Farrell, say their oldest son never would have improved the way he has without costly, extensive treatment like the $21,000 hyperbaric chamber. Joseph also follows a strict diet and a $500-a-month regimen of pills, including fish oils, vitamins, minerals and a detoxifier.
He recently was weaned off the oral chelators. Chelation usually involves taking a chemical _ by pill, injection or lotion _ that binds with heavy metals in the body and comes out in the urine.
"We can't wait for science to catch up," said Selina Farrell, member of a California-based parent group, Talk About Curing Autism. "I want people to know that there is a child who did these things and really did recover."
Researchers are launching studies, some federally funded, to scrutinize what parents say.
"When you consider anecdotal evidence, they sure present a strong story for some of the treatments," said Robert Hendren, executive director of the UC Davis M.I.N.D. Institute. "I think it is worth considering rather than dismissing too quickly."
Joseph was born healthy at 5 pounds, 14 ounces. He developed normally, his parents said, until he was about 10 months old, when he began to flap his hands, a common behavior with autistic children.
He started talking and interacted well, but then his language regressed. He had tantrums. He'd lie on the floor, pace or jump.
His parents, both lawyers, felt Joseph was being stolen from his body. But several pediatricians said not to worry.
When he was 3, Joseph went to preschool. Other children were talking in sentences. Joseph was still pointing, saying only words like "desk" and "computer." He sat and spun wheels on trains. "I felt my blood go cold," Selina Farrell said.
After a neighbor mentioned autism, Farrell discovered the Autism Research Institute on the Internet. It was founded by Bernard Rimland, who wrote a 1964 book challenging a long-held belief that autism was an emotional disorder caused by poor mothering.
Rimland recommended a diagnostic survey for Joseph. They knew immediately. "It was a total relief to finally have a name for the disorder," Farrell said. "I knew the enemy."
The Farrells started Joseph on Applied Behavior Analysis, a now widely accepted therapy including intensive behavioral and educational training. They joined Talk About Curing Autism, a 1,400-member parent group that supports biomedical treatments.
The Farrells also went to a conference held by Defeat Autism Now, a project of the Autism Research Institute. The institute holds meetings around the country, often leading children onstage who they say have lost their autism diagnosis.
At the conference, the Farrells heard the still-debated theory that autistic symptoms can be caused by intestinal and immune-system problems that prompt toxins to affect the brain. They believe Joseph was poisoned by toxins injected in the 16 vaccines and the antibiotics that he was given before the age of 2.
Proof, they say, lies in the boom in autism diagnoses in the past two decades, which came in tandem with an increase in vaccinations recommended for children.
They started Joseph on a wheat- and dairy-free diet. After some months, they said, Joseph began to think more clearly and had less self-stimulating behavior seen in autistic children.
They also determined that Joseph had yeast infections that were affecting his behavior and decided to try an anti-fungal medicine. They saw great improvement, but unsure if it was because of the medicine, they stopped using it. He began to pace and flap his hands again.
When Joseph was 5, they consulted a doctor now based in Texas who supports biomedical treatments.
"The only reason they know about me is because parents say my kids are doing better if you do this and this and this," said Dr. Jerry Kartzinel, who comes to California once or twice a year to treat about 200 children. Traditional doctors "refuse to look at the evidence," he said.
Kartzinel prescribed an oral chelating agent for Joseph. The Farrells could see a difference in his thinking and evidence of metals in his urine samples. Most recently, they began to put him in a hyperbaric oxygen chamber, one of the newer treatments for autistic children.
Selina Farrell believes the behavioral therapy was instrumental in Joseph's recovery but the biomedical treatments pushed him into the mainstream. Although Joseph needed a full-time aide in preschool and half of kindergarten, he now goes it alone. He excels in accelerated classes, but still struggles socially.
The center that oversaw his treatment said in 2002 that he no longer qualified for services.
"The diagnosis of autism requires very specific symptoms, and clearly Joseph doesn't have them any more," said Doreen Granpeesheh, executive director of the Tarzana-based Center for Autism and Related Disorders.
Some staff at Joseph's school are skeptical.
"He's made a lot of progress, but I'm hesitant to say he doesn't have autism," said Lynelle Laubach, the school's speech and language pathologist. "I don't think it is something that goes away."
Advocates of biomedical treatments say they don't claim all children can be cured of autism _ simply that treatments can help.
(EDITORS: BEGIN OPTIONAL TRIM)
The Autism Research Institute says treatments have helped thousands of children recover.
"We are not saying the kids are perfect. We say they are perfectly capable of getting along," Rimland said. "We are saying they are no longer considered autistic."
Joseph's pediatrician, Dr. Bob Sears of Dana Point, Calif., was skeptical when the Farrells asked him to prescribe an anti-fungal medicine to treat autistic symptoms. But he saw a difference in Joseph and decided to learn more. Now he has 200 patients he has treated biomedically.
"The number of times we see amazing results is often enough to keep me really excited about it," Sears said.
Skeptics say autistic children can naturally improve over time. They talk about the placebo effect. They point to secretin, a gastrointestinal hormone therapy that spread in popularity after news that it helped several autistic children. Scientific studies did not support the theory.
The American Academy of Pediatrics in 2001 issued a statement dismissing most alternative treatments, including chelation and special diets. However, it directs doctors to stay supportive and involved with parents interested in such endeavors.
"I rarely say 'don't do this,'" said Susan Hyman, an associate professor of pediatrics at the University of Rochester in New York and a member of the academy's advisory task force on autism. "Parents are in a desperate situation. They need to be aware they are taking a risk."
Joseph is more interested in Yu-Gi-Oh cards and hanging out with his best friend, Alex, than in worrying about risks. He understands that he is taking measures designed to help him think.
"It's because I used to have autism. I'm not exactly cured, it's 99 percent," he said.
Joseph doesn't mind the diet. He hopes someday to be completely cured. "I really want to eat maybe like a full made cheeseburger and a pizza."
Some autistic kids' parents dispute criticism of nontraditional treatments
http://www.tmcnet.com/usubmit/2006/jan/1283638.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 18.1.06
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Segunda-feira, Janeiro 16, 2006
Condenação perpétua de fazendeiro é "leve"
| Gloucester Citizen - Local News | 7/1/2006 |
Um fazendeiro autista recebeu uma condenação perpétua proibindo-o de criar animais. John Perry, 64, da Fazenda Severnside, Lower Walham, Gloucester, foi sentenciado pela Corte dos Magistrados de Gloucester por três acusações de causar sofrimento desnecessário.
Também recebeu uma condicional de dois anos por 10 acusações de não-compromisso com a legislação relacionada a fazenda e bem-estar.
Perry fôra condenado previamente por acusações de não dar água a uma novilha de 18 meses - que depois bebeu duas vezes e meia a quantidade normal de água.
Também não alimentou uma novilha severamente malnutrida e permitiu que outra vaca começasse a se afogar no Rio Severn.
Em uma audência preliminar, Perry admitiu falhar em separar machos adultos das fêmeas, não dispor carcaças apropriadamente para prevenir a disseminação de doenças e não identificar e registrar apropriadamente seu rebanho.
Mas Peter Wood, veternário de Perry, disse que seu cliente simplesmente não era capaz de lidar com os métodos modernos de criação.
O Dr Wood, do Grupo Veterinário Wood, disse que as severas limitações de aprendizagem do Sr Perry foram fator importante na situação.
Perante o caso, o Juiz Dudley Thomas, depois de tomar conhecimento da pré-sentença e das circunstâncias mitigantes, disse que passaria uma sentença suave.
Concluiu que o Sr Perry não tinha agido "intencionalmente", mas que chegou a um estágio em que não poderia mais ter animais.
A corte foi informada que o Sr Perry tinha disposto todo seu gado e que não havia mais nenhum animal na sua fazenda.
Farmer's lifetime ban is 'lenient'
An autistic farmer who was no longer able to cope with his cattle has been given a lifetime ban on keeping farmed animals. John Perry, 64, of Severnside Farm, Lower Walham, Gloucester, was sentenced at Gloucester Magistrates' Court on Wednesday for three charges of causing unnecessary suffering.
He also received a two-year conditional discharge for 10 charges of non-compliance with welfare and farm-related legislation.
Perry had previously pleaded guilty to charges of failing to give water to an 18-month-old cow - which eventually drank two-and-a-half times the usual daily consumption in one go.
He also failed to provide food to a severely malnourished young calf and allowed another cow to get stuck in the River Severn.
At an earlier hearing, Perry admitted failing to separate adult males from female stock, failure to properly dispose of animal carcasses to prevent the spread of disease and failing to properly identify and record some of his cattle.
But Perry's vet, Peter Wood, said his client was simply not able to cope with the strains of modern farming.
Mr Wood of the Wood Veterinary Group, said Mr Perry's severe learning disabilities had played a major factor in the situation.
Hearing the case, district judge Dudley Thomas, after taking account of the pre-sentence report and the mitigating circumstances, said he was passing a very lenient sentence.
He concluded Mr Perry had not been "wilful", but that he had got to a stage where he could no longer cope.
The court was informed that Mr Perry had now disposed of all his cattle and there was now none at the farm.
FARMER'S LIFETIME BAN IS 'LENIENT'
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 16.1.06
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Família monta chácara para o filho autista
| Associated Press, via KRON 4 | 1/1/2006 |
MERRIMACK, N.H. - Um casal de New Hampshire dará um presente especial para seu filho autista, quando terminar a escola este ano.
Debra e Ken Coleman vão lhe dar sua própria chácara.
Kenny Coleman logo terá 21 anos, e não se qualificou para serviço algum na escola. Os Colemans procuraram oportunidades de trabalho para adultos com deficiência, mas não encontravam nada que fosse adequado.
Assim, estão montando uma pequena fazenda para Kenny atrás de sua casa. Terá sua própria horta, galinhas, macieiras, um canteiro de abóboras e um pequeno bosque de pinheiros para produzir árvores de Natal.
O objetivo é dar-lha as atividades que aprecia.
Seus pais dizem que Kenny é "um garoto do campo". Não pode falar, e veste-se com grande dificuldade, mas ama caminhar e nadar.
O casal Vê a chácara como uma forma dele aprender novas habilidades e, eventualmente, fazer parte da comunidade.
Family sets up farm for their autistic son
MERRIMACK, N.H. A New Hampshire couple will have a special present for their autistic son when he finishes school this year.
Debra and Ken Coleman are giving him his own farm.
Kenny Coleman will soon be 21, and will no longer qualify for services at his youth center. The Colemans looked into job opportunities for disabled adults, but couldn't find the right fit.
So they're building a small farm for Kenny behind their home. It will have its own vegetable garden, chickens, apple trees, a pumpkin patch and a small grove of evergreens to harvest for Christmas trees.
The goal is to provide him with year-round activities that he'll enjoy.
His parents say Kenny is an "outdoors kid." He can't speak, and dresses himself with great difficulty. But he loves to hike and swim.
They see the mini-farm as a way for him to learn new skills and eventually become part of the community.
Family sets up farm for their autistic son
http://www.kron.com/Global/story.asp?S=4306606
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 16.1.06
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Domingo, Janeiro 15, 2006
Técnico refuta culpa
| Chris Foreman | TRIBUNE-REVIEW | 31/12/2005 |
Um técnico de beisebol do Condado de Fayette acusado de oferecer 25 dólares a um jogador no último verão para ferir um parceiro autista recusou-se a reconhecer a culpa pelas acusações.
Mark R. Downs Jr., 28 anos, de Bitner, Franklin Township, rejeitou a oferta durante a prévia do julgamento. Em uma aceitação geral de culpa, os promotores e advogados não acertam uma recomendação de sentença, deixando a determinação da punição para o juiz.
Downs é acusado de: incitação ao crime de agressão, corrupção de menores, conspiração criminosa para promover agressão simples e colocar em risco outra pesoa.
Um julgamento foi marcado para maio.
Durante uma audiência preliminar em julho, um jogador de 8 anos testemunhou que Downs lhe disse que pagaria para que acertasse um colega de 9 anos na face enquanto treinavam antes de um jogo em 27 de junho. A vítima, Harry Bowers Jr., tem retardo mental, autismo e apraxia, uma desordem da comunicação.
O colega de Bower, Keith Reese Jr., testemunhou que fez dois lançamentos que machucaram Bowers na orelha esquerda e na virilha.
Downs, que era técnico voluntário na Liga da Juventude de Beisebol de R.W. Clark em Union Township, negou as acusações. Suas filhas gêmeas de 8 anos também jogam no time, com Bowers e Reese.
T-ball coach refuses plea
A Fayette County T-ball coach accused of offering $25 to a player last summer to injure an autistic teammate has refused a general guilty plea to the charges.
Mark R. Downs Jr., 28, of Bitner, Franklin Township, rejected the plea offer during a pretrial hearing Thursday. In a general plea, the prosecutors and defendant have no agreement on a recommended sentence, leaving the punishment to be determined by a judge.
Downs is charged with two counts of criminal solicitation to commit aggravated assault and one count each of corruption of minors, criminal conspiracy to promote simple assault and recklessly endangering another person.
A trial tentatively has been scheduled for the May criminal term.
During a July preliminary hearing, an 8-year-old player testified that Downs said he would pay him if he hit his 9-year-old teammate in the face while they practiced before a June 27 playoff game. The alleged victim, Harry Bowers Jr., has mild mental retardation, autism and apraxia, which is a speech communication disorder.
Bowers' teammate, Keith Reese Jr., testified he made two tosses that hit Bowers in the left ear and groin.
Downs, who was a volunteer coach in the R.W. Clark Youth Baseball League in North Union Township, has denied the charges. His twin 8-year-old girls also played on the team with Bowers and Reese.
T-ball coach refuses plea
http://www.pittsburghlive.com/x/tribune-review/regional/s_409203.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 15.1.06
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Quinta-feira, Janeiro 12, 2006
Cães especiais protegem crianças autistas
| KURT MADDEN | Delta-Waverly Community News | 8/1/2006 |
DELTA TWP. - Autismo pode tirar muito de uma criança, mas dois treinadores de cães acreditam que os bichos, com amor e devoção incondicionais, podem lhe devolver parte do seu mundo.
Os treinadores Nikki Brown e Cory Dewberry, com os voluntários Gladys Cataline e Logan Slusser (4 anos), trabalham duro pelos Cães de Assistência Great Lakes. Logan é cobaia para os cães durante o treinamento. Jet, de 3 anos, é um dos alunos peludos. (Foto: Kurt Madden | Lansing Community Newspapers)  |
Nikki Brown, dona da Academia de Treinamento Premier Canine e Cory Dewberry, dono da Hallwood Kennels, têm testemunhado os devastadores efeitos do autismo.
Nikki é psicóloga do Beekman Center, em Lansing, onde garotos autistas são ensinados, e a irmã de Cory, Candace, de 34 anos, afetada pela disfunção, vive com os pais.
Os dois treinadores têm gasto incontáveis horas tentando dar vida a um esforço sem fins lucrativos há já um ano, chamado
Great Lakes Assistance Dogs (
GLAD - Cães de Assistência Great Lakes). A nova iniciativa visa treinar cães para crianças autistas da região de Lansing, Ohio.
"Não vamos necessariamente ajudar só crianças autistas. Um de nossos clientes é prejudicado cognitiva e emocionalmente. Assim, basicamente, preparamos os animais para ajudar com problemas de comprotamento", explicou Nikki, que opera seu negócio de treinamento de cães em 52 hectares na Eaton Highway, em Delta Township.
A idéia de usar cães de assistência para ajudar garotos com desordens do comportamento é um novo uso para os animais, mas os treinadores garantem que funcionará.
Cinco familias estão na fila para que seus animais sejam plenamente treinados para se tornar cães de assistência.
Dewberry e Brown querem "resgatar" cães para treinar ¿ vira-latas que encontram em depósitos de animais.
Na primeira etapa, os alunos peludos são chamados de "cães de cela", porque o treinamento acontece em uma prisão em Marion, Ohio.
A educação de um cão
É parte da rehabilitação dos prisioneiros participar da educação dos cães para a vida dentro de casa, a socialização com humanos e a obediência básica a comandos.
Depois, os cães são levados de volta a Michigan para seu trabalho de graduação, onde estudam treinamento especial voltado especialmente para crianças autistas ou deficiências mental e cognitiva. Aprendem a fazer rastreamento especial, para o caso da "sua" criança sair de casa, e a interromper comportamentos de auto-estimulação das crianças que podem feri-las.
"O rastreamento é ensinado porque muitas crianças autistas tendem a sair de casa, ou levantar de noite. Ensinamos o cão a usar coleira para evitar que a criança autista se afaste de seu guardião, e lhes ensinamos o comportamento de interrupção", diz Cory.
"Muitas vezes, uma criança autista sob estresse entra em um comportamento repetitivo. Pode ser puxar os próprios cabelos, balançar, agitar as mãos."
"Algumas vezes essses comportamentos são fisicamente destrutivos e, assim, os cães são treinados para interrompê-los lambendo-lhes o rosto, ou interagindo com a criança, que tende a parar o tal comportamento", ele explica.
Nikki viu os efeitos benéficos da relação entre uma criança autista e os cães. Ela levava seus cães para a Beekman School para terapia e viu como interagiam com os jovens.
Efeito benéfico
"Crianças autistas de baixo desempenho são não-verbais e um cachorro lhes permite entrar em um relação social que não teriam com pessoas... não fazem amizades normalmente e os cães ajudam. eles interagem facilmente com os animais", ela diz.
"Isso lhes dá uma razão para falar, ao invés de ter o fonoaudiólogo dizendo, 'Preciso que você fale estas palavras' ou 'que figura é esta?'"
Dar comandos a um cão ou jogar uma bola e mandá-lo ir buscar ajuda uma criança autista - especialmente se estiver em uma cadeira de rodas - tanto social como fisicamente.
Os desafios financeiros de lançar um empreendimento sem fins lucrativos têm sido difíceis.
"Temos caminhado por caminhos desconhecidos naquilo que pretendemos", comenta Cory, cuja irmã inspira sua paixão por ter um programa local de cães de assistência.
Usar prisioneiros para economizar no treinamento inicial, encontrar uma organização guarda-chuva para emprestar a certificação de organização sem fins lucrativos e obter o recurso para abaixar o custo para famílias tanto quanto possível são parte da campanha dessa dupla para fazedr os Cães de Assistência Great Lakes uma fonte viável de ajuda para crianças autistas e seus pais.
"Uma das metas era baixar o custo dos cachorros tanto quanto possível para fazê-los acessíveis para as famílias... temos estourado as contas muitas vezes e isso custaria de 12 a 15 mil dólares pela comida, veterinário, treinamento e acompanhamento para um cão. Queremos reduzir drasticamente esse custo", explica Cory.
Os dois admitem que é uma luta, mas a convicção da importância dos cachorros nas vidas dessas crianças deficientes os leva adiante.
O canil de Cory fica ao norte de Cincinnati, Ohio, e ele tem de viajar para Delta Township duas vezes por mês para fazer sua parte no
GLAD.
Gladys Cataline, uma das oito voluntárias que tornam a campanha dos cães de assistência possível, fala de seu amor pelos cães e o óbvio efeito que têm nos meninos.
Na sua campanha por recursos, passou um dia dentro de uma gaiola para cachorros em um shopping até que os passantes a completassem com dinheiro.
"Fiquei um tempão nela, mas valeu a pena."
"Acredito mesmo na campanha. É uma grande causa, de verdade", ela diz.
Special dogs protect autistic kids
By KURT MADDEN | Editor |
DELTA TWP. - Autism can take most of the world away from a child, but two dog trainers believe canines, with unconditional love and devotion, can give part of it back.
(Photo by Kurt Madden | Lansing Community Newspapers) DOG ASSISTANCE TEAM - (l to r) Dog trainers, Nikki Brown and Cory Dewberry, and volunteers Gladys Cataline and 4-year-old Logan Slusser are working hard to launch Great Lakes Assistance Dogs. Logan helps by being a guinea pig for the dogs while they are in training. Jet, a 3-year-old mixed breed, is one of the furry students. |
Nikki Brown, owner of Premier Canine Training Academy, and Cory Dewberry, owner of Hallwood Kennels, have witnessed the autism's devastating effects.
Nikki is a psychologist for the Beekman Center in Lansing, where autistic kids are taught, and Cory's sister Candace, 34, crippled by the brain dysfunction, lives with her parents.
The two trainers have spent countless hours trying to energize a year-old non-profit effort called Great Lakes Assistance Dogs. The new initiative is aimed at pairing trained dogs mainly with autistic children in the Lansing area.
"We don't necessarily only help autistic children. One of our clients is cognitively and emotionally impaired. So, basically, we aim the dogs at helping with behavior problems," said Nikki who operates her dog training business on 13 acres off Eaton Highway in Delta Township.
The idea of using assistance dogs to help kids deal with behavior disorders is new use of service dogs, but the two trainers say it will work.
The two are in the midst of finding dogs and getting them trained, and five families are waiting for their dogs to be fully educated to be an assistance dog.
Dewberry and Brown target "rescued" dogs for training ¿ mixed breed canines they find in animal shelters.
In the first stage, furry students are known as "cell" dogs because their training takes place at a prison in Marion, Ohio.
Dog's education
It is considered part of an inmate's rehabilitation to teach the dogs to live indoors, how to socialize with humans and obey basic commands.
The dogs are then transported back to Michigan for their graduate work where they learn special training designed especially for kids with autism or mental and cognitive ailments.
They are taught special tracking behavior in case their child strays away from home, and they are taught to stop sometimes injurious self-stimulating behaviors kids may have.
"Tracking behavior is taught because a lot of autistic kids tend to bolt, or they get up and leave at night. We teach the dog a tethering behavior to keep an autistic child from wandering off from their guardian, and we teach an interruption behavior," Cory said.
"A lot of times an autistic child in times of stress will go into a repetitive behavior. It may be pulling their hair, rocking, slapping their hands."
"Sometimes these behaviors are physically destructive, so dogs are trained to come and interrupt that behavior by licking their face, or interacting with the child which tends to stop the behavior," he said.
Nikki has seen the beneficial effects of the relationship between an autistic children and dogs. She has taken her dogs into Beekman School for therapy and seen how they interact with youngsters.
Beneficial effect
"Low functioning autistic kids are non-verbal, and a dog allows them to bond in a social relationship they usually don't have with people ... and they don't form normal friendships, and dogs help them do that. They bond very easily with the animals," she said.
"It gives them a reason to talk, instead of having the speech therapist saying, 'I need you to say these words, or, what picture is that?'"
Giving a dog commands and throwing a ball and telling a dog to fetch helps a autistic child, ¿ especially one in a wheel-chair ¿ both socially and physically.
The financial challenges of launching a non-profit endeavor have been daunting.
"We are finding a lot of uncharted waters in what we are trying to do," said Cory, whose sister inspires his passion to get the assistance dog program of the ground.
Using prison inmates to save money for early training, finding an umbrella organization to become a certified non-profit organization and fund-raising to lower the cost to families as much as possible are all part of the pair's campaign to make Great Lakes Assistance Dogs a viable source of help for parents and autistic kids.
"One of the goals was to lower the cost of the dogs as much as possible to make them affordable for families ... we have crunched the numbers several times, and it would cost a family from $12,000 to $15,000 for food, vet bills, training and boarding for one of the assistance dogs. We want to sharply reduce that cost," Cory said.
The two admit it is a struggle, but their conviction about the value of dogs in the lives of impaired kids drives them on.
Cory's 40-run kennel is located north of Cincinnati, Ohio, and he has to travel to Delta Township a couple of times a month to do his part for GLAD.
Gladys Cataline, one of eight volunteers who make the assistance dogs campaign possible, says her love of dogs and their obvious effect on kids drives her.
Part of her fund-raising was to spend a day in a dog cage at a mall until passers-by lined the cage with money. "I had to spend a long time in it (cage) but we finally did it."
"I really believe in this. This is a really great cause," she said.
Special dogs protect autistic kids
http://www.lansingstatejournal.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20060108/DELTAWAVERLY03/601080418/1179
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 12.1.06
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Terça-feira, Janeiro 10, 2006
Breve, O Estranho Caso do Cachorro Morto nas telas
| Los Andes | Argentina, 05/01/2006 |
A máxima de que as crianças são o público mais difícil terminou por convencer os dosnos da indústria norte-americana que a solução para l recente queda na venda de ingressos só pode residir nos mais novos êxitos da literatura infanto-juvenil - especialmente a que tem elementos fantásticos e épicos - e, também nos clássicos, lidos e relidos com devoção por várias gerações. Parece que, agora, essas obras são objeto de uma avalanche de adaptações para o cinema.
Projeto para o futuro
"O estranho caso do cachorro morto" será a estréia na direção de Steve Kloves, o roteirista de Harry Potter. Baseado no romance de Mark Haddon, é a história de Christopher Boon, menino autista que investiga o assassinato do cachorro da vizinha, vendo o mundo de uma forma toda especial.
Artes y Espectáculos
El cine para los chicos
Aquella máxima acerca de que los niños son el público más difícil ha terminado por convencer a los popes de la industria norteamericana de que la solución para la reciente caída en la venta de entradas en ese país puede residir no sólo en los más recientes éxitos de la literatura infanto-juvenil -especialmente la que tiene elementos fantásticos y épicos-, sino también en los adorados clásicos, leídos y releídos con devoción por varias generaciones que parecen ser objeto de un verdadero frenesí de adaptaciones cinematográficas.
(...)
Para más adelante
(...)
"El curioso incidente del perro a medianoche" será el debut en la dirección de Steve Kloves, el guionista de las películas de Harry Potter. Basado en la novela homónima de Mark Haddon, el film se centrará en Christopher Boon, un chico autista que investiga el asesinato del perro de su vecino, para lo que su particular forma de percibir el mundo será su mejor arma.
(...)
El cine para los chicos
http://www.losandes.com.ar/2006/0105/artesyespectaculos/nota293896_1.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 10.1.06
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Pintor autista recebe medalha em reconhecimento a sua obra
| Laura Vallejo | DISCAPnet - Solidaridad Digital | Madri, 10/1/2006 |
Stephen Wiltshire, um pintor inglês que tem autismo, foi condecorado com uma medalha do império britânico por sua obra, segundo informa o jornal "The Independent".
A notícia do prêmio só menciona sua contribuição ao mundo das artes, sem citar sua deficiência.
Wiltshire é autor de desenhos de paisagens urbanas e edifícios de um realismo quase fotográfico, que têm sido objeto de exposições e livros de êxito; contudo, seu nome é pouco conhecido no Reino Unido.
Recentemente, o artista visitou Hong Kong, que sobrevoou de helicóptero por 20 minutos e logo desenhou de memória. "Este é meu presente de Natal ao povo desta cidade", afirmou ele.
Wiltshire tem 31 anos, pertence a uma família de origem hindu do norte de Londres e estudou na escola londrina de arte City&Guilds.
Durante sua infância teve grandes dificuldades de comunicação, que se agravaram com a morte de seu pai, quando só tinha três anos.
Un pintor autista distinguido con una medalla del imperio británico en reconocimiento a su obra
Laura Vallejo/ Madrid-10/01/2006
Stephen Wiltshire, un pintor británico que sufre autismo, ha sido distinguido con una medalla del imperio británico por su obra, según informa el diario "The Independent".
La notificación del premio sólo hace referencia a su contribución al mundo de las artes, y no menciona en ningún momento su discapacidad.
Wiltshire es autor de grabados de paisajes urbanos y edificios de un realismo casi fotográfico, que han sido objeto de exposiciones y libros de éxito, sin embargo, su nombre es poco conocido en el Reino Unido.
Recientemente el artista visitó la ciudad de Hong Kong que sobrevoló durante 20 minutos en helicóptero y luego dibujó de memoria. "Este es mi regalo de Navidad a los habitantes de esta ciudad", afirmó el pintor.
Wiltshire tiene 31 años, pertenece a una familia de origen indio del norte de Londres y cursó sus estudios en la escuela londinense de arte City&Guilds.
Durante su infancia tuvo importantes dificultades de comunicación, que se agravaron con el fallecimiento de su padre cuando sólo contaba con tres años.
No livro Um Antropólogo em Marte, o Dr. Oliver Sacks reservou um capítulo exclusivamente para Stephen. (Aproveite e conheça o site do pintor, clicando aqui.)
Un pintor autista distinguido con una medalla del imperio británico en reconocimiento a su obra
http://solidaridaddigital.discapnet.es/paginas/internacional/EJA06011001.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 10.1.06
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Domingo, Janeiro 08, 2006
Parte do contrato
Unimed deve pagar tratamento de criança com autismo leve
| Adriana Aguiar | Revista Consultor Jurídico | 8/1/2006 | Dica enviada por Ana Lúcia Bianco |
A Unimed Campinas deve assumir o tratamento médico de uma criança portadora de autismo leve e ressarcir o que já foi gasto pelos seus pais. A antecipação da tutela foi concedida pelo juiz Luiz Antonio de Campos Júnior, da 3ª Vara Cível de Campinas (SP).
A criança, agora com cinco anos, apresentou dificuldades não específicas de desenvolvimento psíquico-motor, desde o nascimento, mas apesar de fazer uma série de exames médicos, o diagnóstico de Transtorno Invasivo de Desenvolvimento, considerado uma espécie de autismo leve, só foi identificado em agosto do ano passado.
Mesmo sem diagnóstico, a criança foi submetida nos últimos dois anos a tratamentos e consultas médicas pagos pelos pais, contabilizados até o início do mês de dezembro, em R$ 17,7 mil.
Depois de constatado o diagnóstico, a neurologista credenciada pela Unimed indicou que a menina precisa de tratamento de terapia ocupacional, fonoaudiologia e psicoterapia de duas a três vezes por semana.
Então, os pais entraram, no final de outubro de 2005, com um pedido administrativo junto à Unimed Campinas para que ela ressarcisse os valores pagos com o tratamento e assumisse os futuros gastos. Como o plano de saúde não respondeu à notificação para assumir o tratamento, os pais da criança, os advogados Ronni Fratti e Ana Lucia Bianco entraram com ação em nome da filha pedindo antecipação de tutela.
De acordo com o advogado Ronni Fratti, embora a Unimed e os demais planos de saúde afastem completamente o pagamento de tratamentos de crianças autistas deixando que os pais arquem com esses custos, a Lei 9.495, do estado de São Paulo, de 4 de março de 1997 prevê a obrigação de os convênios custear o tratamento.
A lei obriga as empresas privadas, que atuem sob a forma de prestação direta ou intermediação de serviços médico-hospitalares, a garantir atendimento a todas as doenças relacionadas no CID - Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde - sem restrições quantitativas ou de qualquer natureza. O distúrbio apresentado pela criança é identificado pelo CID 10 - F84.9.
Os pais também argumentaram que o plano de saúde não pode se eximir das suas obrigações, já que a limitação baseada no contrato do plano de saúde viola o Código de Defesa do Consumidor porque colocam o contratante em desvantagem exagerada, incompatíveis com a boa-fé. Segundo os advogados, a doença detectada na criança a acompanha desde o seu nascimento e por isso não foi adquirida no curso da contratação com a Unimed.
O juiz deu a antecipação de tutela em 26 de dezembro e determinou que a Unimed autorize o tratamento complementar da paciente com os profissionais especificados na inicial, mediante reembolso através de recibo ou pelo pagamento direto do profissional. Também decidiu que o plano de saúde deve pagar os R$ 17,7 mil gastos pelos pais em 24 horas. Em caso de descumprimento das cláusulas, incide multa de R$ 10 mil por dia.
Revista Consultor Jurídico, 8 de janeiro de 2006
Unimed deve pagar tratamento de criança com autismo leve
http://conjur.estadao.com.br/static/text/40863,1
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 8.1.06
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Dever público
Justiça manda Estado dar assistência a autistas em SP
| Revista Consultor Jurídico | 7/3/2002 |
A 6ª Vara da Fazenda Pública, de São Paulo, em decisão de mérito, determinou que o governo paulista proporcione tratamento especializado, educação e assistência a todos os autistas do Estado, independentemente de idade. Caso descumpra a decisão, o Estado deve pagar multa diária de R$ 50 mil.
O pedido foi feito pelos promotores de Justiça João Luiz Marcondes Júnior e César Pinheiro Rodrigues. Os promotores pertencem ao Grupo de Atuação Especial da Saúde Pública e da Saúde do Consumidor (Gaesp) ¿ Órgão de Execução do Ministério Público do Estado de São Paulo.
De acordo com o entendimento adotado, o autismo é uma incapacidade complexa do desenvolvimento mental que tipicamente aparece durante os três primeiros anos de vida, é o resultado de um desarranjo neurológico que afeta o funcionamento do cérebro.
É uma doença crônica que se caracteriza por lesar ou diminuir o ritmo do desenvolvimento normal de uma criança, a qual apresenta reações anormais quando deparam com sensações como ouvir, ver, tocar, degustar, etc. Costuma-se dizer que os autistas vivem em um mundo interior, particular, praticamente indevassável.
Contudo, por desconhecerem o fato de que essas pessoas podem ter até habilidades especiais, além do que detêm grande poder de recuperação, as famílias mais humildes os tratam como deficientes mentais, isolando-os em "cercadinhos" ou submetendo-os a tratamento degradante.
continua...
Justiça manda Estado dar assistência a autistas em SP
http://conjur.estadao.com.br/static/text/14005,1
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 8.1.06
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Morte amplia o debate
| Brandon Keat | Pittsburgh-Live News | TRIBUNE-REVIEW | 7/1/2006 |
Relatório afirmando que a controvertida terapia de quelação para crianças autistas foi responsável pela morte de um garoto de 5 anos está prestes a intensificar os debates sobre a segurança e eficácia do método.
O
coroner [
oficial de justiça dos EUA responsável pelas investigações] do Condado de Butler relatou que Abubakar Nadama sofreu ataque cardíaco devido a uma injeção de EDTA, uma droga quelante administrada a ele em outubro pelo Dr. Roy E. Kerry no
Advanced Integrative Medicine Center em Portersville.
A terapia de quelação é destinada a livrar o corpo de metais pesados. Seus defensores acreditam que o autismo pode ser causado pela toxicidade desses elementos, particularmente o mercúrio usado em um conservante de vacinas infantis.
Tal afirmação tem sido refutada cientificamente, diz o Dr. Scott Myers, especialista em autismo que trabalha em Pediatria Neurodesenvolvimental no
Geisinger Medical Center de Danville, Condado de Montour. A FDA -
Food and Drug Administration, dos EUA, autoriza a quelação para o tratamento do envenenamento por metais pesados, mas não para o autismo.
"As pessoas que não acreditam nessas abordagens biomédicas dirão que o garoto foi assassinado, que o médico deveria ter sua licença cassada", disse Cindy Waeltermann, fundadora e diretora do AutismLink, grupo norte-americano baseado em Pittsburgh.
"E as pessoas que acreditam nela dirão que é um caso isolado, que não prova nada."
A promotoria do Condado de Butler disse que um inquérito será realizado para determinar se deve ser apresentada acusação de crime.
A família de Nadama não foi encontrada para comentários. O Dr. Kerry declinou de comentar.
Ed Strimian,
coroner assistente do Condado de Allegheny, que realizou a necropsia de Nadama, disse haver relação direta entre o EDTA e a falta de oxigênio para o cérebro e o dano ao músculo cardíaco.
O Dr. Myers disse ser este o primeiro caso de que tem notícia em que a quelação foi diretamente ligada à morte de uma pessoa autista. E espera que a morte de Nadama e o relatório do
coroner sirvam como um alerta.
"Estes são importantes avisos. Deveria ter um grande impacto" diz o Dr. Myers.
"Deveria ser um alerta para médicos que estão prescrevendo este tipo de tratamento de que coisas assim podem acontecer".
Alguns defensores do tratamento não estão impressionados com o relatório.
Marla Green, de Lower Burrell, disse que seu filho autista John vem tomando um
spray oral, uma forma "natural" de quelação, há dois anos.
"Continuamos tranqüilos com o que estamos fazendo", ela comenta.
"Estamos sob os cuidados estritos de um médico e o acompanhamos, testamos e avaliamos".
Dan Hollenbeck, de Pine, disse que seu filho autista se beneficiou significativamente da terapia de quelação e
"os outros pais da comunidade que têm usado a quelação têm relatado resultados muito positivos."
"Uma criança morrer de terapia de quelação é um grande infortúnio, mas tratamentos médicos têm um risco inerente", ele disse.
"Continuará uma terapia popular."
Apesar de não estar convencida da segurança e utilidade dessa terapia, Waeltermann disse que pais estão aderindo a ela por causa de depoimentos de pessoas que afirmam que os filhos foram ajudados ou mesmo curados por ela.
"Não acho que os pais possam ser criticados por querer o melhor para os filhos", ela diz.
"Quando você vê algo que oferece alguma esperança e alguém conta 'Eu fiz e funcionou', você quer tentar."
Death raises debate
| Brandon Keat |Pittsburgh-Live News | Saturday, January 7, 2006 |
A new ruling that a controversial drug therapy for autistic children was responsible for the death of a 5-year-old Monroeville boy is likely to intensify debates about the treatment's safety and effectiveness.
The Butler County Coroner's Office ruled that Abubakar Nadama suffered cardiac arrest because of an injection of EDTA, a chelation therapy drug administered to him in October by Dr. Roy E. Kerry at the Advanced Integrative Medicine Center in Portersville.
Chelation treatment is designed to rid the body of heavy metals. Therapy supporters believe autism can be caused by heavy metal toxicity, particularly from mercury once used in a preservative in childhood vaccinations.
That assertion has been refuted scientifically, said Dr. Scott Myers, an autism expert who specializes in neurodevelopmental pediatrics at Geisinger Medical Center in Danville, Montour County. The U.S. Food and Drug Administration has approved chelation for treatment of heavy metal poisoning, but not to treat autism.
"The people who don't believe in bio-medical approaches are going to say the kid was murdered, that the doctor should have his license revoked," said Cindy Waeltermann, founder and director of the Pittsburgh-based national support group AutismLink. "And the people that do believe in it are going to say it's one isolated case, this doesn't prove anything."
The Butler County District Attorney's Office said a coroner's inquest will be scheduled to determine if criminal charges are warranted.
Nadama's family could not be reached for comment. Kerry declined to comment.
Allegheny County Deputy Coroner Ed Strimian, who performed the autopsy on Nadama, said there is a direct correlation between the EDTA and the lack of oxygen to the brain and the heart muscle damage.
Myers said it is the first case he knows of in which chelation was directly linked to the death of an autistic person. He hopes Nadama's death and the coroner's ruling will serve as a warning.
"These are big stakes. This should have an impact," Myers said. "It should send a message to physicians who are prescribing this type of treatment that something like this can happen."
Some supporters of the treatment aren't phased by the coroner's ruling.
Marla Green, of Lower Burrell, said her autistic son John has been taking a "natural" oral spray form of chelation therapy for two years.
"We're still comfortable with what we're doing," she said. "We're under strict doctor's care and we follow up and test him and check him."
Dan Hollenbeck, of Pine, said his autistic son benefitted significantly from chelation therapy, and, "The other parents in the community who have tried chelation reported very positive results."
"One child dying from chelation therapy is very unfortunate, but medical treatments are inherently risky," he said. "It will remain a popular therapy."
Though she is unconvinced as to the safety and usefulness of chelation therapy, Waeltermann said parents are drawn to it by testimonials from people who say their children have been helped or even cured by it.
"I don't think parents should be beat up for wanting the best for their kids," she said. "When you see something that offers some hope and somebody's telling you 'I've done it and it works,' you want to try it."
Brandon Keat can be reached at bkeat@tribweb.com or (724) 779-7113.
Death raises debate
http://www.pittsburghlive.com/x/tribune-review/regional/s_411262.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 8.1.06
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Sexta-feira, Janeiro 06, 2006
Tratamento controverso causou morte de menino autista
| Pittsburgh Post-Gazette, via Associated Press, via WHP-CBS21| Pennsilvanya, EUA | 6/1/2006 |
BUTLER, Pa. (AP) - O
coroner [
oficial de Justiça encarregado de investigações, nos EUA] do Condado de Butler confirmou que um menino autista morreu como resultado de um tratamento controverso conhecido como quelação mas não foi claro se um inquérito será aberto sobre sua morte.
Abubakar Nadama, de cinco anos, teve uma parada cardíaca no consultório de seu médico depois da terapia de quelação intravenosa em 23 de agosto passado.
Quelação envolve injetar um amino-ácido sintético no corpo, o qual se supõe limpará metais pesados da corrente sangüínea sendo, assim, eliminados na urina. A terapia é, às vezes, usada por pais de crianças autistas, porque algumas pessoas acreditam que envenenenamento por metais pesados causa a condição.
A
FDA (
Food and Drugs Administration) autoriza a quelação para tratamento de envenenamento por chumbo e outros metais pesados, mas não para tratar autismo, porque é considerado perigoso.
O
Coroner William Young classificou a morte como um acidente - mas disse que pode mudar se os promotores do condado acharem que um inquérito é necessário e outras informações aflorarem.
Ninguém foi acusado pela morte do garoto.
Coroner: Controversial treatment caused autistic boy's death
BUTLER, Pa. (AP) - The Butler County Coroner has confirmed that an autistic boy died as a result of a controversial treatment known as chelation -- but it's not clear whether an inquest will be held into his death.
Five-year-old Abubakar (ah-BOO'-bah-kar) Nadama went into cardiac arrest in his doctor's office after the intravenous chelation therapy on August 23rd.
Chelation therapy involves injecting a synthetic amino acid into the body, which is supposed to clean out heavy metals from the bloodstream so they can be dispelled through urine. The therapy is sometimes sought by parents of autistic children, because some people believe heavy metal poisoning causes the condition.
The F-D-A has approved chelation for treatment of lead and heavy metal poisoning, but not to treat autism because it is considered risky.
Coroner William Young has classified the death as an accident -- but says that could change if county prosecutors decide an inquest is warranted and other information surfaces.
Nobody has been charged in the boy's death.
Coroner: Controversial treatment caused autistic boy's death
http://www.whptv.com/news/state/story.aspx?content_id=46B6B8DF-3881-4C3E-BD87-E0A4789B51FD
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 6.1.06
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