Quinta-feira, Dezembro 30, 2004
Príncipe morre no maremoto
| Karen Kucher | San Diego Union-Tribune | California - North County | 30/12/2004 |
Príncipe Poomi Jensen.
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Poomi Jensen usava babados extras em sua beca, na formatura da
Torrey Pines High School em 2001. Com seu pai ao lado, Jensen, que era autista, não podia esperar que seu nome fosse chamado e assim ele se adiantou para subir ao palco.
Jensen, neto do rei da Tailândia, morreu no fim-de-semana, no devastador maremoto que arrasou o sul de seu país, enquanto passava as férias em um resort. Tinha 21 anos.
Seu corpo foi recolhido e levado para Bangkok para um funeral budista de sete dias.
Jensen cresceu no Condado de San Diego com o pai, americano, sua mãe, a princesa, e duas irmãs. Enquanto muitos se preocupam com sua condição de membro da realeza, o diretor de sua escola não sabia que ele era um príncipe.
Debra Lawler, a psicóloga da escola em Torrey Pines, disse que Jensen tinha autismo severo e não se ocmunicava verbalmente. Disse que ele amava construir casas de pássaros nas aulas como uma forma de relaxar.
"Ele era realmente desafiado, e assim todos tinham de conhecê-lo. Todos mantinham o olho em cima dele," contou a ex-diretora de Torrey Pines, Marie Grey.
"Normalmente, ele era feliz de verdade e tinha um grande sorriso no rosto. Era um jovem muito doce."
Os pais de Jensen se conheceram quando eram estudantes no MIT [
Massachussets Institute of Technology] e se casaram em 1972.Foram morar em Del Mar. Sua mãe, a Princesa Ubolratana Mahildol, filha mais velha do rei da Tailândia Bhumibol Adulyadej, era conhecida como Julie Jensen no seu casamento.
A princesa se divorciou em 1998 e seu filho - conhecido como Khun Poom pelos tailandeses - mudou-se com ela para a Tailândia alguns anos depois.
Depois da separação, cada um de seus pais pediu a custódia de Jensen. Lawler se lembra que ambos os pais participaram de palestras na escola.
"Penso que ambos tinham a melhor intenção para com a criança, mas não tiveram sucesso", ela conta.
Lawler, que sabia que Jensen era membro da família real tailandesa, disse que o garoto dividia seu tempo entre as cas dos pais enquanto freqüentou a escola. Ele era ajudado por cuidadores e babás, e a partir de um certo ponto, guarda-costas o acompanhavam no campus.
No dia da formatura, Lawler asistiu ao pai de Jensen acompanhá-lo através do palco. Ela disse que Jensen usava cinco ou seis babados em sua capa, porque gostava deles.
"Quando seu grupo saiu, ele foi direto para a frente da linha. Ele atravessou diretamente," a psicóloga conta.
"Ele estava pronto para ir. ERa uma grande ocasião... Parece que foi ontem."
As primeiras notícias diziam que Jensen estava em uma embarcação pessoal em um resort quando se perdeu, mas notícias posteriores dadas por sua mãe contam que ele tinha voltado da água e estava fugindo das águas com ela e sua irmã mais nova quando desapareceu.
O
Bangkok Post relatou que durante um ritual fúnebre a princesa, agoniada, cortou um pedaço do cabelo do filho para recordá-lo.
Seu pai, morador de Sunset Cliffs, partiu para a Tailândia na segunda-feira (27/12), com a intenção de ajudar nas buscas pelo seu corpo, disse a avó de Poomi, Margaret Jensen.
"Ao menos, o encontraram", disse a avó.
"Ao menos temos um fechamento para a situação. Mas é terrível. Era o único filho de Peter. É devastador."
Ela contou que o neto era uma
"criança verdadeiramente adorável" que
sempre foi muito brilhante em eletrônica e apreciava esportes aquáticos tais como nadar e surfar. Disse ainda que não o via há alguns anos, mas que ele freqüentava a escola na Tailândia.
Além dos pais, ele deixa suas duas irmãs, Ploypailin, que vive em Londres, e Sirikittiya Mai, que estuda na Universidade da Califórnia, Riverside.
Prince dies in tsunami, was grad of Torrey Pines
Poomi Jensen wore extra tassels on his cap at Torrey Pines High School's graduation ceremony in 2001. With his father by his side, Jensen, who was autistic, couldn't wait for his name to be called so he strode across the stage early.
Jensen, a grandson of the king of Thailand, was killed over the weekend in the devastating tsunami while vacationing at a resort in southern Thailand. He was 21.
His body was recovered and flown to Bangkok for a seven-day Buddhist funeral service.
Jensen grew up in San Diego County with his American father, Thai princess mother and two sisters. While many were aware of his royal background, his high school principal didn't know Jensen was a prince.
Debra Lawler, the school psychologist at Torrey Pines, said Jensen had severe autism and couldn't communicate verbally. She said he loved to build birdhouses in shop class as a way to relax.
"He was really challenged, so everybody got to know him. We sort of all kept an eye on him," said former Torrey Pines principal Marie Grey. "He was normally really happy and had a big smile on his face. He was a sweet young boy."
Jensen's parents met when they were students at Massachussets Institute of Technology and were married in 1972. They settled in Del Mar. His mother, Princess Ubolratana Mahildol, the eldest daughter of Thailand's King Bhumibol Adulyadej, was known as Julie Jensen during her marriage.
She filed for divorce in 1998, and her son - known as Khun Poom to Thais - moved to Thailand with his mother some years ago.
After his parents broke up, each sought custody of Jensen. Lawler remembers both parents attending conferences at school.
"I think they both had the best interests of the child (in mind), but they didn't get along," she said.
Lawler, who knew Jensen was a member of the Thai royal family, said the boy split his time between his parents' homes while attending high school. He was raised with the help of caretakers and nannies, and at one point, bodyguards accompanied him to campus, she said.
On graduation day, Lawler watched Jensen's father take him across the stage. She said Jensen wore five or six tassels on his cap because he liked them.
"When his group went out, he just rushed to the front of the line. He went right across," Lawler said. "He just was ready to go. It was a big deal ... It seems like yesterday."
Initial news reports said Jensen was on a personal water craft at a resort when he was lost, but later reports quoted his mother as saying he had returned from the water craft and was fleeing the massive waves with her and his younger sister when he disappeared.
The Bangkok Post reported that during a funeral rite his grief-stricken mother clipped a lock of her son's hair to remember him by.
His father, a resident of Sunset Cliffs, left for Thailand on Monday, thinking he would be helping in the search for his son's body, said Poomi's grandmother, Margaret Jensen.
"At least they found him," she said. "At least we can get some kind of closure to it. But it's a terrible thing. This is Peter's only son. It is devastating."
She said her grandson was a "very loveable child" who was "very bright in electronics" and enjoyed water sports such as swimming and surfing. She said she hadn't seen him in a couple of years, but that he was attending school in Thailand.
In addition to his parents, he is survived by sisters Ploypailin, who lives in London, and Sirikittiya Mai, a student at UC Riverside.
Prince dies in tsunami, was grad of Torrey Pines
http://www.signonsandiego.com/news/northcounty/20041230-9999-1m30prince.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.12.04
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Terça-feira, Dezembro 28, 2004
Campanha pelo autismo no País Basco arrecada 348.769 euros
| eitb Noticias | País Basco (Euzkadia), 23/12/2004 |
A jornada de solidariedade com o autismo realizada pela EiTB em todos seus veículos arrecadou 348.769 euros através do telefone 902 542525.
Mas ainda resta o dia de hoje para aumentar esse valor, já que o telefone continua ativo para recolher donativos, e seguirão abertas as contas das associações, para quem queira realizar suas doações.
Sob o lema
O autismo isola - e você? / Autismoak Bakartu egiten du. Eta zeuk?, todos os meios de comunicação integrados na EiTB realizaram uma campanha de informação e sensibilização que culminou ontem, 22 de dezembro, com uma jornada "maratoniana" de apoio solidário. A soma arrecadada se destinará ao lazer, centros de atendimento diário, atendimento precoce, vivência e pesquisa.
Pela central onde se atenderam os telefonemas de solidariedade, passaram durante todo o dia de ontem um grande número de celebridades dispostas a deixar sua contribuição. Representando o mundo do esporte compareceram os alpinistas Juanito Oiarzabal, Alberto Iñurrategi e Josune Bereziartua; os irmãos Pou; os ciclistas Marino Lejarreta, Peio Ruiz Cabestany e Joseba Beloki; Jose Luis Korta; Ciorciari e Maluenda, do BilbaoBasquete; Rafa Alkorta, ex-jogador do Athletic Rafa Alkorta, e muitos outros.
A cantora Ainhoa Cantalapiedra, as atrizes Ane Gabarain e Loli Astoreka, e os atores Anartz Zuazua e Isidoro Fernandez; o piloto Andres Vilariño e sua filha Angela; o concorrente do programa
"La Flecha Amarilla" Jacinto "Petra"; Txaro Arteaga, de Emakunde; os cineastas Elena Taberna e Tinieblas González e o cozinheiro Pedro Subijana também participaram.
Muitos apresentadores de televisão e rádio, assim como repórteres e jornalistas acompanharam durante todo o dia os convidados. Felix Linares, Andoni Aizpuru, Begoña Zubieta, Urko Aristi, Aitzol Zubizarreta, Nerea Alias, Iñaki del Moral, Arantxa Sinobas, Julio Ibarra, Joseba Iriondo y Estitxu Fernandez, entre outros, ofereceram todos os detalhes, valores, curiosidades, e os acontecimentos do dia.
Objetivos da campanha
Os objetivos da campanha da EiTB dedicada ao autismo são vários. De um lado, se pretendia concientizar a sociedade e as instituções públicas da necessidade de criar recursos que posibilitem a reincorporação à comunidade deste grupo.
Outro dos propósitos é contribuir para a melhora da qualidade de vida dos afetados e dos seus familiares para que possam ter acesso a uma educação que os ajude na integração social; que tenham acesso a Centros de Atendimento Diário que os preparem para o mercado de trabalho; que disponham de programas de lazer que permitam também um descanso a seus familiares. Também se pretende fomentar estudos do mapa genético humano, tanto para detetar un posivel perfil genético comum aos transtornos autistas como para determinar os cromosomas afetados.
Culmina la campaña solidaria de EiTB con el autismo con 348.769 euros recogidos
La jornada solidaria con el autismo que realizó EiTB en todos sus medios ha recaudado 348.769 euros a través del teléfono 902542525.
Todavía resta el día de hoy para incrementar la cifra, ya que el teléfono seguirá operativo para recoger donativos, y seguirán abiertas las cuentas corrientes de las asociaciones con objeto de que quien lo desee realice sus aportaciones.
Bajo el lema El autismo aisla ¿Y Tú?/Autismoak Bakartu egiten du. Eta zeuk?, todos los medios de comunicación integrados en EiTB han venido realizando una campaña de información y sensibilización que culminó ayer, 22 de diciembre, con una maratoniana jornada de apoyo solidario. La suma recaudada se destinará a tiempo libre, centros de día, atención temprana, vivienda e investigación.
Por la centralita donde se atendieron las llamadas realizadas al 902542525, pasaron todo el día de ayer un gran número de famosos dispuestos a aportar su granito de arena. Representando al mundo del deporte acudieron los montañeros Juanito Oiarzabal, Alberto Iñurrategi y Josune Bereziartua; los hermanos Pou; los ciclistas Marino Lejarreta, Peio Ruiz Cabestany y Joseba Beloki; Jose Luis Korta; del BilbaoBasquet, Ciorciari y Maluenda; el ex-jugador del Athletic Rafa Alkorta, y muchos más.
La cantante Ainhoa Cantalapiedra, las actrices Ane Gabarain y Loli Astoreka, y los actores Anartz Zuazua e Isidoro Fernandez; el piloto Andres Vilariño y su hija Angela; el concursante de "La Flecha Amarilla" Jacinto "Petra"; Txaro Arteaga, de Emakunde; los cineastas Elena Taberna y Tinieblas González, y el cocinero Pedro Subijana también participaron desinteresadamente.
Numerosos presentadores de televisión y radio, así como reporteros y periodistas, acompañaron durante todo el día a los invitados. Felix Linares, Andoni Aizpuru, Begoña Zubieta, Urko Aristi, Aitzol Zubizarreta, Nerea Alias, Iñaki del Moral, Arantxa Sinobas, Julio Ibarra, Joseba Iriondo y Estitxu Fernandez, entre otros muchos ofrecieron todos los detalles, cifras, curiosidades y anécdotas del día.
Objetivos de la campaña
Los objetivos de la campaña de EiTB dedicada al autismo son varios. Por un lado, se pretende concienciar a la sociedad y a las instituciones públicas de la necesidad de crear los recursos necesarios que posibiliten la reincorporación a la comunidad de este colectivo.
Otro de los propósitos es contribuir a mejorar la calidad de vida de los afectados y de los familiares para que puedan acceder a una educación que les ayude a una integración social; que puedan acceder a Centros de Día en los que se les prepare para el mercado laboral; que dispongan de programas de tiempo libre que supongan también un respiro para los familiares. También se pretende fomentar estudios del mapa genético humano tanto para detectar un posible rasgo genético común a los trastornos autistas como para determinar los cromosomas afectados.
Culmina la campaña solidaria de EiTB con el autismo con 348.769 euros recogidos
http://www.galeusca.com/maraton/noticias.asp?hiz=C
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 28.12.04
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Dakota City expulsa porquinho de menino autista
| JENNIFER DUKES LEE | Des Moines Register - Iowa | People/Places | 1º/12/2004 |
Lei proíbe animais de criação na cidade. A mãe do garoto diz que ele está "ferido por dentro"
O porquinho de estimação de um menino autista foi despejado de Dakota City porque viola as leis que proíbem animais de criação na área urbana.
O porquinho
potbellied chamado Sid - que é bem treinado, faz truques e gosta de tirar uma soneca no sofá - mudou-se para o campo na última semana depois de os pais do garoto perderem a batalha para manter o bichinho na cidade. [
Nota: potbellied pig é, literalmente, "
porquinho barrigudinho" - uma raça de porquinho miniatura usada como animalzinho de estimação.]
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"Ele está ferido por dentro", disse Kim Dahlsten sobre seu filho Zack, que também sofre de retardo mental e cegueira parcial.
"Eu fiz a separação de forma gentil, mas ele não compreende as coisas integralmente."
Os pais pegaram o porquinho de 45 cm de altura para o menino de onze anos na promavera. Os médicos disseram aos pais que o animal seria terapêutico para Zack.
Depois da reclamação de um vizinho, a prefeitura tomou a ação de acordo com a lei que proíbe animais de criação, incluindo suínos, dentro dos limites urbanos.
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"Eu me senti no inferno por estar atormentando o pobre garoto", disse o prefeito, David Lee.
"Não estou perseguindo garoto, nem o porco. Mas os cidadãos que me elegeram querem que eu aplique a lei, e regulamento é regulamento."
Os pais de Zack dizem que as autoridades são hipócritas. A mesma lei que baniu Sid para o campo também proíbe cavalos. Mas o prefeito e o vereador Don Faltinson têm cavalos dentro dos limites urbanos.
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"Seus animais, tudo bem, mas o nosso não pode!" Kim Dahlsten reclama.
"A coisa toda é nojenta."
O xerife do condado de Humboldt, Dean Kruger, explica que cavalos podem legalmente ficar: o prefeito, que tem miniponeis, e o vereador respeitam o zoneamento porque seus cavalos ficam na área industrial, não em uma área residencial.
Lee e Faltinson disseram que têm certeza de estar respeitando a lei há muitos anos.
De acordo com a documentação da Corte, os Dahlstens não pediram permissão para o porco até que o xerife e oficiais municipais levantaram a questão.
Em junho, o Conselho Municipal votou por 4 a 1 contra o pedido dos Dahlstens para manter o porco. O conselho mandou que removessem o porco em 1º de julho.
Mas a família manteve Sid, e o problema foi para o tribunal. O Juiz Kurt Stoebe julgou em 16 de novembro que Sid violou o decreto sobre criação de animais na área urbana.
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"A Corte está muito consciente de que a perda do animal (...) causará uma grande perda para a família e, especialmente, para o menino", escreveu Stoebe.
"Ainda assim, esta corte não tem o poder de legislar. Pode apenas interpretar a lei (...) e aplicá-la aos fatos."
A família poderia apelar, mas não vai fazê-lo por causa dos custos, explicou Dahlsten na terça-feira. em vez disso, a família planeja mudar-se para uma vizinhança mais amigável para porcos, fora do Estado, ele disse.
Por enquanto, Sid está sendo mantido na fazenda de uma amigo, contou Dahlsten. Zack sofre com a saudade, e não conseguiu dormir na noite do
"despejo".
O prefeito diz que o porco seria bem recebido, desde que morasse em uma área industrial.
"Não quero que as pessoas achem que não temos coração, porque nós temos", diz Lee.
"Não somos gente ruim por aqui."
Leis municipais:
Donos de porcos potbellied freqüentemente desafiam as leis municipais que proíbem os animais, disse Penny Yocum, ex-presidente da North American Potbellied Pig Association. "É muito comum", ela diz. As leis sobre porcos potbellied variam em Iowa.
DES MOINES: Até três porcos potbellied são permitidos por propriedade, disse o promotor Bruce Bergman. Os bichinhos não precisam ficar em um cercado, jaula ou gaiola, mas não podem ficar presos no jardim da frente.
HUMBOLDT: o código municipal lista suínos como "animais incômodos e ilegais", proibidos nos limites urbanos. "Eu assumiria que eles cairiam na definição de suínos", disse o chefe de polícia Jon Reed.
MARSHALLTOWN: Porcos potbellied são bem vindos; o povo da cidade se lembra de um porco potbellied lá há muitos anos atrás. |
Dakota City banishes autistic boy's pet pig
An ordinance forbids livestock in town. The boy's mother says he's 'hurting deep inside.'
An autistic boy's pet pig has been evicted from Dakota City because the animal violates rules banning livestock in town.
The Vietnamese potbellied pig named Sid - who is potty-trained, can perform tricks and likes afternoon snoozes on the couch - moved to the country last week after the boy's parents lost a battle to keep the pet in town.
"He's hurting deep inside," Kim Dahlsten said of her son Zack, who also suffers from mental retardation and partial blindness. "I broke it to him gently, but he doesn't fully understand things."
The parents got the 18-inch-tall pig for their 11-year-old son in the spring. Doctors told the parents that the animal was therapeutic for Zack.
After a neighbor complained, the city took action under an ordinance that prohibits livestock, including porcine animals, within city limits.
"I've caught hell over why I'm picking on the poor kid," said Dakota City Mayor David Lee. "I'm not picking on the kid. I'm not picking on the pig. But the citizens who elected me want me to uphold the law, and the ordinance is the ordinance."
Zack's parents say city officials are being hypocritical. The same ordinance that banished Sid to the countryside also prohibits horses. Yet the mayor and Councilman Don Faltinson have horses within the city limits.
"Their pets are all right, but ours ain't," Kim Dahlsten said. "The whole thing is just plain sickening."
Humboldt County Sheriff Dean Kruger said the horses can legally stay put. The mayor, who has miniature horses, and the councilman comply with city zoning rules because the horses roam on industrial land, not in a residential zone, the sheriff said.
Lee and Faltinson said they made sure they were in compliance with the law many years ago.
According to court documents, the Dahlstens didn't seek permission for the pig until the sheriff and city officials found out about it.
In June, the City Council voted 4-1 to deny the Dahlstens' request to keep the pig. The council ordered them to remove the pig by July 1.
But the family kept Sid, and the matter ended up in court. Magistrate Court Judge Kurt Stoebe ruled on Nov. 16 that Sid violated the city's livestock ordinance.
"The court is well aware that the loss of this animal . . . will cause a hardship for the family and especially for the defendant's son," Stoebe wrote. "Yet, this court does not have the power to legislate. It can only interpret the law . . . and apply it to facts."
The family could appeal but won't because of the cost, Frank Dahlsten said Tuesday. Instead, the family plans to move to a more pig-friendly neighborhood out of state, he said.
For now, Sid is being kept at a friend's farm, Dahlsten said. Zack sorely misses him, and couldn't sleep the night of the eviction, Dahlsten said.
The mayor said he would welcome a pig in town, as long as it lived in an industrial neighborhood. "I don't want people to think we don't have a heart, because we do," Lee said. "We're not bad people up here."
City laws
Potbellied pig owners frequently challenge city ordinances banning the animals, said Penny Yocum, past president of the North American Potbellied Pig Association. "It's extremely common," Yocum said. City ordinances regarding potbellied pigs vary in Iowa.
DES MOINES: Up to three potbellied pigs are allowed per property, said City Attorney Bruce Bergman. The pets don't need to be in a pen, coop or hutch, but they can't be fenced in the front yard.
HUMBOLDT: The municipal code lists swine under "unlawful bothersome animals" prohibited within town limits. "I would assume they would fall under the definition of swine," Police Chief Jon Reed said.
MARSHALLTOWN: Potbellied residents are welcome; townspeople remember a potbellied pig kept there several years ago. |
Dakota City banishes autistic boy's pet pig
http://www.dmregister.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20041201/NEWS08/412010320/1010
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 28.12.04
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Quinta-feira, Dezembro 23, 2004
O cérebro pode ser treinado para processar sons de diferentes formas
| Brightsurf.com | December 13, 2004
Cientistas da
UCSF (Universidade da California - San Francisco) descobriram que os cérebros de ratos podem ser treinados para aprender uma forma alternativa de processar mudanças no volume do som. A descoberta, dizem, tem potencial para tratar perda de audição, autismo e outras deficiências sensoriais em humanos. Também dá pistas sobre os processos de aprendizagem e a forma como percebemos o mundo.
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"Levantamos uma questão fundamental", explicou o PhD Daniel B. Polley, pesquisador-chefe do estudo.
"Quando percebemos que um som está ficando mais ruidoso, o que acontece em nossos cérebros de forma que saibamos isso?"
Polley é pesquisador pós-doutorando no laboratório do autor sênior PhD Michael M. Merzenich, co-diretor do Coleman Memorial Laboratory no Centro Keck de Neurociência Integrativa da UCSF e professor de Otorrinolaringologia da UCSF.
O estudo foi publicado recentemente nos Anais da Academia Nacional de Ciências (16/11/2004).
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"É uma idéia antiga," explica Polley.
"Como relacionar a grandeza de um estímulo à grandeza de sua representação interna no cérebro." Através dos séculos, filósofos e cientistas têm traçado uma imagem de como nosso cérebro modela o mundo através de nossos sentidos. Estímulos físicos como luz, sons e toque são convertidos pelos nossos órgãos dos sentidos - olhos, ouvidos e pele - em estímulos elétricos, que são processados por neurônios em diferentes áreas do cérebro. À medida que esses neurônios se acendem, vemos, ouvimos e sentimos. Quando a luz ou som muda de intensidade, nossos neurônios acendem mais rápido ou devagar, em razão direta à mudança. Essa razão varia dependendo do sentido envolvido, mas é constante para cada sentido: quanto mais ruidoso o som, mais rápido os neurônios do córtex auditivo acendem.
Agora, essa imagem mudou. Polley treinou dois grupos de ratos para serem
"especialistas" em discriminar pequenas diferenças de volume - uma habilidade que ratos não-treinados não têm. Ele então observou como os ratos especialistas processavam as mudanças no volume em comparação com dois grupos de ratos não-treinados, e descobriu que o córtex auditivo dos ratos especialistas continham grupos de neurônios que se tornaram seletivos para específicos níveis de som - eles acendiam apenas quando para aqueles níveis e ficavam apagados com quaisquer outros. Esta variação fisiológica no cérebro, chamada de
"plasticidade", tem sido observada em humanos e animais que aprendem novas habilidades.
Então veio a descoberta revolucionária: os ratos especialistas estavam prcessando as variações de volume de uma nova e diferente forma.
Nos cérebros dos ratos não-treinados, a taxa de resposta neural total aumentava à medida em que o som ficava mais e mais baixo, como o modelo clássico previa. Nos ratows especialistas, no entanto, a taxa de resposta neural total dos neurônios seletivos aumentava até que o som chegasse a um limiar de ruído de 40 dB - e então se estabilizava, enquanto o som dobrava, de 40 para 80 dB.
"À primeira vista, isto não era bom", observa Polley: se seus neurônios não estavam aumentando sua taxa de acendimento, como estavam os ratos especialistas registrando o aumento no volume? David T. Blake, PhD, fisiologista pesquisador assistente da UCSF e co-autor do estudo resolveu o quebra-cabeça. Ao invés de buscar um simples aumento na taxa de acendimento, Blake mediu a taxa pela qual o acendimento mudava, para cima ou para baixo. Esta taxa se invertia para ficar na exata proporção do aumento no volume - e na mesma razão em que a taxa de acendimento aumenta. Testes confirmaram que os cérebros dos ratos não-treinados não estavam registrando aumentos de volume desta nova maneira; ela tinha sido aprendida pelos ratos especialistas conforme eles ficavam melhores na discriminação de mudanças de volume.
Polley conclui:
"Há ainda proporcionalidade entre a intensidade da resposta no cérebro e o estímulo. Mas agora os neurônios são muito mais seletivos, e podem representar a intensidade do som com diminuição da taxa de acendimento tanto quanto com o seu aumento." Este sistema é
"otimizado" para representar sutis mudanças no volume, raciocina Polley, porque
"ele lhe dá duas direções ao longo das quais variar", fazendo isso muitas vezes mais responsivo que um simples aumento da taxa de acendimento.
"E isso é otimizado através do aprendizado."
A descoberta tem muitas implicações. De um ponto de vista prático,
"Acho que isso tem um pouco a mais a oferecer", diz Christoph E. Schreiner, professor de Otolaryngologia da UCSF e co-autor do estudo. Em particular, pode apresentar uma técnica para retreinar pessoas com perda parcial da audição, que freqüentemente não podem ouvir sons muito leves mas têm audição normal para volumes mais altos.
"Há uma curva de volume muito abrupta que vai do leve ao muito ruidoso diretamente, e as pessoas têm dificuldade com ela", Schreiner explica,
"especialmente para usuários de aparelhos de audição." Entretanto, eles - ou seus córtices auditivos - podem ser treinados para ser mais sensíveis a menores variações de ovlume ao mais baixo limiar da audição,
"assim esta transiçõa abrupta não vai mais incomodá-los." Similarmente, tal treinamento pode ser de valor para pessoas com deficiência auditiva profunda com implantes colceares, os quais repõem a função do ouvido interno mas não são tão saensíveis a pequenas variações de volume.
Outro grupo que pode ser ajudado é o das crianças com desordens da modulação sensorial, incluindo crianças autistas. Estas são
"esmagadoramente sensíveis" a mudanças em seus ambientes, explica Polley.
"Assim, quando apresentadas a estímulos moderados - um som, toque, um piscar de luzes - respondem como se todo o seu sistema sensorial tivesse sido esmagado. O que pode ser necessário a seus cérebros é uma seletividade maior." Potencialmente, elas podem ser treinadas para distingüir variações menores nos seus ambientes. Percebidas como graduais, essas mudanças serão menos esmagadoras.
De um ponto de vista psicológico, o estudo diz algo sobre a forma como adquirimos e refinamos novas habilidades. Quando falamos de treinar o ouvido de um múscio ou o olho de um pintor, especula Polley, podemos estar nos referindo ao sistema de processamento sensorial alternativo empregado pelos ratos especialistas.
"Isto é aprendizado implícito", ele diz.
"Como aprendemos as habilidades que distingüem um comerciante de outro? Estes processos estão indubitavelmente operando nestes tipos de comportamentos de aprendizado, e muito provavelmente são resposnsáveis pela especialização. Estamos olhando para o substrato neural destes processos de aprendizado de longa duração."
Brain can be trained to process sound in alternate way, study shows
UCSF scientists have found that the brains of rats can be trained to learn an alternate way of processing changes in the loudness of sound. The discovery, they say, has potential for the treatment of hearing loss, autism, and other sensory disabilities in humans. It also gives clues, they say, about the process of learning and the way we perceive the world.
"We addressed a very fundamental question," says Daniel B. Polley, PhD, lead author of the study. "When we notice a sound getting louder, what happens in our brain so that we know it's getting louder?"
Polley is a postdoctoral research fellow in the laboratory of senior author Michael M. Merzenich, PhD, co-director of the Coleman Memorial Laboratory in the UCSF Keck Center for Integrative Neuroscience and UCSF professor of otolaryngology.
The study was published recently in Proceedings of the National Academy of Sciences (November 16, 2004).
"This is a very old idea," Polley notes. "How to relate the bigness of a stimulus to the bigness of its internal representation in the brain." Over the centuries, philosophers and scientists have put together a picture of how our brains model the world through the mechanism of our senses. Physical stimuli such as light, sound, and touch are converted by our sensory organs -- eyes, ears, and skin -- into electrical signals, which are processed by neurons in different areas of the brain. As those neurons fire, we see, hear, and feel. When the light or sound changes in intensity, our neurons fire faster or slower in direct ratio to the change. That ratio varies depending on the sense involved, but is constant for each sense: the louder a sound, the faster the neurons in the auditory cortex fire.
But now that picture has changed. Polley trained two groups of rats to become " experts" at discriminating between very small differences in loudness -- an ability that untrained rats do not have. He then looked at how the expert rats processed changes in loudness compared to two groups of untrained rats, and found that the auditory cortex in the expert rats contained groups of neurons that had become selective for specific volume levels -- they fired only at those levels and were quiet otherwise. This physiological change in the brain, called "plasticity," has been widely observed in humans and animals who have learned new skills.
Then came the breakthrough discovery: the expert rats were processing volume changes in a new and different way.
In the brains of the untrained rats, the overall neural response rate increased as the sound got louder and louder, as the classical model would predict. In the expert rats, however, the overall response rate of the selective neurons increased until the sound reached a loudness threshold of 40 decibels -- and then leveled off while the loudness increased 100-fold, from 40 to 80 decibels. "At first glance, this was not good," observes Polley: If their neurons were not increasing their firing rate, how were the expert rats registering the increase in volume? David T. Blake, PhD, UCSF assistant research physiologist and a co-author of the study, cracked the puzzle. Instead of looking for a simple increase in firing rate, Blake measured the rate at which the firing changed, either up or down. This rate turned out to be in exact proportion to the increase in volume -- and at the same ratio as the firing rate increase. Tests confirmed that the untrained rats' brains were not registering volume increases in this new way; it had been learned by the expert rats as they became better at discriminating changes in volume.
Polley concludes, "There is still proportionality between response strength in the brain and the stimulus. But now neurons are much more selective, and can represent sound intensity with decreasing firing rates as well as increasing firing rates." This system is "optimal" for representing subtle changes in loudness, reasons Polley, because "it gives you two directions to change through," making it many times more responsive than a simple firing rate increase. "And it becomes optimized through learning."
The discovery has several implications. From a practical viewpoint, "I think it has quite a bit to offer," says Christoph E. Schreiner, UCSF professor of otolaryngology and a co-author of the study. In particular, it might present a technique for retraining people with partial hearing loss, who often cannot hear very soft sounds but have normal hearing at higher volume levels.
"There's a very steep volume curve that goes from soft to very loud right away, and people have a hard time with that," Schreiner explains, "especially for hearing-aid users." However, they -- or their auditory cortexes -- might be trained to be more sensitive to minor volume changes at the lower threshold of hearing, "so this steep transition doesn't bother them anymore." Similarly, such training might be of value to profoundly hearing-impaired people with cochlear implants, which replace the function of the inner ear but are not as sensitive to small volume changes.
Another group that might be helped is children with sensory-modulation disorders, including children with autism. These children are "overwhelmingly sensitive" to changes in their environment, explains Polley. "So when presented with a moderate stimulus -- a sound, a touch, a flash of light -- they respond as if their entire sensory systems have become overwhelmed. What might be needed in their brains is greater selectivity." Potentially, they could be trained to distinguish smaller degrees of change in their environments. Being perceived as gradual, these changes would be less overwhelming.
From a psychological viewpoint, the study says something about how we acquire and refine new skills. When we speak of training a musician's ear or a painter' s eye, speculates Polley, we may be referring to the alternate sensory processing system employed by the expert rats. "This is implicit learning," he says. "How do we learn the skills that distinguish one tradesman from another tradesman? These processes are undoubtedly operating in these types of learning behaviors, and they most likely are responsible for expertise. We are looking at the neural substrate for these lifelong learning processes."
University of California - San Francisco
Brain can be trained to process sound in alternate way, study shows
http://www.brightsurf.com/news/dec_04/EDU_news_121304.php
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 23.12.04
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Quarta-feira, Dezembro 22, 2004
Crianças atacadas em carro estacionado
| Ben Griffin | ic Coventry | Coventry, Inglaterra, 22/12/2004 |
Duas crianças autistas foram atacadas enquanto assistiam DVDs em um carro parado na sua rua.
Um garoto de 11 anos foi socado na face e seu irmão de 9 anos foi puxado pelos cabelos no que a polícia descreveu como um ataque "desprezível".
Os meninos assistiam DVDs no banco de trás de um carro estacionado em uma entrada de garagem em Conway Avenue, Tile Hill South, Coventry, quando os agressores atacaram.
Dois jovens abriram a porta do carro e tentaram roubar os DVDs às 19h45 de segunda-feira.
Quando as crianças não os deixaram ir, um deles deu um soco no rosto do menino mais velho. O menino de nove anos subiu no carro e tentou chegar à casa onde o pai se encontrava, mas um dos agressores o agarrou pelos cabelos.
O DVD player estava preso nas costas do assento do motorista.
O Sargento Lee Burns, da Polícia de Little Park Street, disse:
-
"Esse tipo de incidente é incrivelmente raro. Nunca tinha visto esse tipo de coisa."
-"A gente espera que as crianças estejam a salvo nas vizinhanças de nossas casas."
-"Foi um crime desprezível, atacar crianças. É sórdido."
Ele pede a qualquer um que saiba quem são os agressores que procure a polícia e acrescenta:
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"Isto mostra o grau de desespero da parte do agressor, para vir para a garagem de alguém roubar DVDs de crianças."Children in parked car attack
Two autistic children were attacked as they watched DVDs in a car parked on their driveway.
An 11-year-old boy was punched in the face and his nine-year-old brother had his hair pulled in what police described as a "despicable" attack.
The youngsters were watching DVDs in the back of a car parked on a driveway in Conway Avenue, Tile Hill South, Coventry, when the attackers pounced.
Two youths opened the door to the car and tried to steal the DVDs at 7.45pm on Monday.
When the children wouldn't let go, one of the attackers punched the 11-year-old in the face. The nine-year-old climbed out of the car and tried to get to the house, where their father was, but one of the attackers grabbed his hair to stop him.
The DVD player was fitted to the back of the driver's seat.
Sgt Lee Burns, of Little Park Street police, said: "This type of incident is incredibly rare. I have never come across this type of thing before.
"You expect your children to be safe within the surroundings of your home.
"It was a nasty crime, targeting children. It is quite despicable."
He urged anyone who knew of the attackers to come forward, and added: "It shows a degree of desperation on the part of the offender to go on to someone's driveway to try and steal DVDs from children."
Children in parked car attack
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 22.12.04
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Terça-feira, Dezembro 21, 2004
Encontrado corpo de menino autista perdido na Pennsylvania (EUA)
| The Associated Press | 21/12/2004 |
O corpo de um menino autista de 9 anos, que saiu caminhando um dia antes de uma baixa de temperatura, foi encontrado nesta terça-feira pela manhã, perto de uma estrada, a cerca de 2,5 km de sua casa, disseram as autoridades.
Logan Mitcheltree foi visto pela última vez no sábado à tarde. Seus irmãos disseram à polícia que ele tinha assistido à TV com eles antes de desaparecer e não estava usando agasalho.
Um guarda florestal descobriu o corpo na Floresta Estadual de Tiadaghton, cerca de 105 km ao norte de Harrisburg, de acordo com os policiais. Não há suspeita de crime, apesar de que a morte ainda esteja sob investigação, disseram as autoridades.
O Coronel Charles E. Kiessling Jr., de Lycoming County, acredita que o menino provavelmente tenha morrido mais de 36 horas antes de ter sido encontrado. Uma necropsia será feita na quarta-feira.
A temperatura caiu rapidamente no domingo, chegando a 20 abaixo de zero em partes do Estado.
"Conforme as horas passavam, e a temperatura caía, sabíamos que as chances eram menores e menores", o prefeito de South Williamsport, William Miller, comentou.
Depois do desaparecimento de Logan, equipes de busca cobriram uma área de 8 quilômetros quadrados em torno de sua casa, com cães, aviões e helicópteros. aeronaves distribuíram sua fotografia e uma companhia de sinalização doou espaço em seus quadros de avisos. As autoridades disseram que o corpo foi localizado nos limites da área de busca.
Crianças autistas podem não entender as conseqüências de seus atos, como sair no frio sem agasalhos, explicou Deb Knapp, diretor de educação especial para as escolas de South Williamsport.
Uma tia disse que Logan tinha limitadas habilidades de fala e se comunicava em parte com linguagem de sinais.
Body of Autistic Missing Pa. Boy Found
Body of Missing Autistic 9-Year-Old Boy From Pa. Found on Mountain Road Near Home
Dec. 21, 2004 - The body of a missing autistic 9-year-old boy, who had wandered away the day before a cold snap, was found Tuesday morning near a mountain road about 1 1/2 miles from his home, authorities said.
Logan Mitcheltree was last seen Saturday afternoon. His siblings told police he had been watching TV with them before he disappeared and was not wearing a jacket.
A state forester discovered Logan's body in the Tiadaghton State Forest, about 65 miles north of Harrisburg, officials said. No foul play was suspected, although the death was still under investigation, authorities said.
Lycoming County Coroner Charles E. Kiessling Jr. said the boy had probably been dead more than 36 hours by the time he was found. An autopsy was scheduled Wednesday.
The weather had turned sharply colder Sunday, with temperatures dipping to 10 below zero in parts of the state.
"As the hours went on, and the temperature went down, we knew the chances were slimmer and slimmer," South Williamsport Mayor William Miller said.
After Logan's disappearance, searchers combed a three-square-mile area around his home using dogs, small planes and helicopters. Fliers were distributed bearing his photograph and a sign company donated billboard space. Authorities said the body was located on the search area's fringes.
Children with autism may not understand the consequences of their actions, like going out in the cold without warm clothing, said Deb Knapp, director of special education for South Williamsport schools.
An aunt said Logan had limited ability to speak and communicated in part through sign language.
Body of Autistic Missing Pa. Boy Found
http://abcnews.go.com/US/wireStory?id=350193
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.04
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Garoto autista fora da festa de Natal
| Jane Tyler | icbirmingham | Birmingham, Inglaterra, 21/12/2004 |
Um menino com necessidades especiais ficou em lágrimas quando foi banido da festa de Natal de sua escola.
Enquanto outros alunos da
Northfield Manor Junior and Infants School curtiam jogos e diversões na festa, Ryan Lane ficava em casa.
O garoto de nove anos sofre de déficit de atenção com hiperatividade e autismo, o que significa que tem problemas de comportamento.
Sua mãe Jan, de
Shenley Fields Road, Weoley Castle, disse que a escola não lhe disse sobre a festa.
-"Ele falava de uma festa de Natal e eu perguntei a ele do que estava falando", ela conta.
-"Telefonei ao diretor e perguntei quando ela era e se Ryan podia ir e ele disse que 'não, não podia'." Jan, de 34 anos, supervisora da
Meals Direct (um serviço de assistência social que leva comida para os necessitados cadastrados), disse que ficou tão chocada que foi à escola ver o diretor.
"Eu lhe disse que não era bonito Ryan ver as outras crianças se aprontando para uma festa à qual ele não poderia ir."
-
"O diretor disse que era porque o comportamento de Ryan é imprevisível e que não dispunham de pessoal para lhe dar supervisão um-para-um
. Ryan teria participado da festa e, se houvesse algum problema, bastaria um telefonema e eu estaria ali."
Ela contou que, no dia da festa, na última quarta-feira, Ryan estava muito agitado e naquela noite não dormiu direito. O menino está nessa escola desde novembro, três horas e meia por dia. Ele tem ensino um-para-um através de um programa de custeio educacional.
-
"Seu TDAH significa que pode ser imprevisível e ficr muito bravo se não consegue controlar a situação", ela diz.
"Nos últimos meses, ele tem piorado e agora isto fará com que ele fique triste e sinta que não é querido na
escola."
O diretor Alan Blake disse que a escola tem feito tudo que pode para ajudar Ryan com suas necessidades especiais.
"Ryan tem muitas necessidades comportamentais severas e apesar de ter participado do almoço de Natal da escola, ainda não consegue freqüentar todas as atividades da escola ou participar de uma festa escolar minimamente estruturada", ele argumenta.
"Continuamos a trabalhar com Ryan e seus pais e nos desculpamos por qualquer mal-entendido que possa ter surgido."
A escola estava certa ou deveria ter permitido que Ryan fosse à festa? Escreva para o Editor (em inglês):
icfeedback@mrn.co.uk
Autistic boy banned from nativity play
A BOY with special needs was left in tears after he was banned from his school's Christmas party.
While other pupils at Northfield Manor Junior and Infants School enjoyed fun and games at the party, Ryan Lane was at home.
The nine-year-old suffers from attention deficit hyperactivity disorder and autism, which means he has behavioural problems.
His mum Jan, from Shenley Fields Road, Weoley Castle, said the school had not told her about the party.
"He was going on about a Christmas party and I asked him what he was talking about," she said.
"I rang the headmaster and asked when it was and whether Ryan could go and was told no, he couldn't." Jan, aged 34, a supervisor for Meals Direct, said she was so shocked she went to the school to see the headmaster. "I told him it wasn't fair on Ryan to see other kids getting ready for a party which he couldn't go to," she said.
"The headmaster told me it was because Ryan's behaviour is unpredictable and they didn't have the staff to give him one-to-one supervision. "Ryan would have enjoyed the party and if there were any problems, I was just a phone call away and could have been there."
She said on the day of the party, last Wednesday, Ryan was very upset and that night didn't sleep very well. Ryan has been at the school since November and goes for three-and-a-half hours a day. He has one-to-one teaching through an educational funding programme.
"His ADH means he can be unpredictable and gets very angry if he cannot handle a situation," she said. "The last few months he has been getting worse and now this will make him sad and feel he's not wanted at the school."
Headteacher Alan Blake said the school had done everything it could to support Ryan with his special needs requirements.
"Ryan has quite severe behavioural needs and although he attended the school Christmas lunch, he has not yet improved enough to attend all school activities or to join in the less structured school party," he said. "We continue to work closely with Ryan and his parents and apologise for any misunderstanding that may have arisen."
Autistic boy banned from nativity play
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.04
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Identificado gene chave no autismo e transtornos da fala
| Diario de Leon | 21/12/2004 |
Pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley da Universidade da Califórnia (EUA) identificram um gene, o DLX5, que pode participar de forma importante no desenvolvimento da síndrome de Rett, de acordo com estudo publicado na revista Nature Genetic.
Segundo os especialistas, o novo gene poderia estar envolvido na síndrome de Rett, desordem neurológica que desencadeia autismo, gagueira (
sic) e perda da fala.
Esta doença afeta quase exclusivamente meninas menores de 18 meses.
Segundo os cientistas, a causa da síndrome de Rett é uma mutação no gene MECP2, que decodifica uma proteína que os especialistas acreditam afetar o funcionamento de muitos outros genes, muitos dos quais provavelmente contribuindo para a enfermidade.
Importancia
De acordo ocm os pesquisadores, o estudo sobre os genes mostram o MECP2 relevante para o desenvolvimento da síndrome de Rett tem sido difícil, mas os cientistas identificaram o gene DLX5 como um dos que poderiam ter maior importância.
Os cientistas descobriram que o DLX5 se produz somente a partir da cópia recebida da mãe. Em células de indivíduos ocm síndrome de Rett, descobriu-se que o gene se expressava através de ambas as cópias, o que resultava em uma superprodução da proteína.
O gene DLX5 regula a produção de enzimas que sintetizam o ácido gama aminobutírico (GABA), um neurotransmissor que tem sido relacionado com o desenvolvimento de outras enfermidades meurológicas, sugerindo que esse mecanismo pode ter um papel de destque ao menos em algumas das características da síndrome de Rett.
A síndrome de Rett se situa no extremo oposto à Síndrome de Asperger. Se trata de um transtorno que se acompanha sempre de um nível severo de retardo mental, uma alteração evolutiva que se produz sempre depois de um período de 5 ou 6 meses de evolução normal, no começo da vida, que se acredita (apesar de haver alguma discussão a respeito) ocorrer somente em meninas (por implicar mutação genética no cromossomo X, que daria lugar à inviabilidade dos embriões masculinos. Manifesta-se pela ausência da atividade funcional com as mãos, dedicadas a movimentos repetitivos.
INVESTIGACIÓN
Identifican un gen clave en el autismo y los trastornos del habla
Investigadores del Laboratorio Nacional Lawrence Berkeley de la Universidad de California (Estados Unidos) han identificado un gen, el DLX5, que podría participar de forma importante en el desarrollo del síndrome de Rett, según un estudio que se publica en Nature Genetic.
Según los expertos, el un nuevo gen identificado podría estar involucrado en la patogénesis del síndrome de Rett, un desorden neurológico que desencadena autismo, tartamudez y pérdida del habla.
Esta enfermedad afecta casi exclusivamente a niñas menores de 18 meses.
Según los científicos, la causa primaria del síndrome de Rett es una mutación en el gen MECP2, que codifica una proteína que los expertos creen que afecta el funcionamiento de muchos otros genes, muchos de los que probablemente contribuyen a la enfermedad.
Importancia
A juicio de los investigadores, el estudio sobre los genes diana MECP2 relevantes para el desarrollo del síndrome de Rett ha sido difícil, pero los científicos han identificado el gen DLX5 como uno de los que podrían tener mayor importancia en la enfermedad.
Los científicos descubrieron que la expresión de DLX5 se produce sólo desde la copia recibida de la madre. En células de individuos con síndrome de Rett, sin embargo, los científicos descubrieron que el gen se expresaba a través de ambas copias, lo que resultaba en una superproducción de la proteína.
El gen DLX5 regula la producción de enzimas que sintetizan ácido gamma aminobutírico (GABA), un neurotransmisor que ha sido relacionado con el desarrollo de otras enfermedades neurológicas, sugiriendo que este mecanismo puede jugar un papel destacado al menos en algunas de las características del Síndrome de Rett.
El síndrome Rett se sitúa en el extremo opuesto al Síndrome de Asperger. Se trata de un trastorno que se acompaña siempre de un nivel severo o profundo de retraso mental, una alteración evolutiva que se produce siempre después de un periodo de 5 ó 6 meses de evolución normal, al comienzo de la vida y que se cree (aunque hay alguna discusión al respecto) que se da sólo en niñas (por implicar mutación genética en cromosoma X, que daría lugar a inviabilidad de los embriones de varón). Se manifiesta por ausencia de actividad funcional con las manos, dedicadas actos repetitivos.
Identifican un gen clave en el autismo y los trastornos del habla
http://www.diariodeleon.com/se_sociedad/noticia.jsp?CAT=248&TEXTO=3309011
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.04
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Mais que simples animais: terapeutas
| Manoela Duarte | Jornal de Jundiaí | Jundiaí, SP, 20/12/2004 |
Dama é uma égua que há dez anos atua na equoterapia realizada no rancho Dom Quixote, em Jundiaí. Mansa e com uma marcha apropriada para a função, Dama quase foi sacrificada em decorrência de uma fratura numa de suas patas. Tanto a equipe de terapeutas como pacientes e familiares não aceitaram a opção do sacrifício e optaram pelo mais caro: uma cirurgia na Universidade de São Paulo (USP). Para conseguir o montante necessário, todos se uniram para que um bingo beneficente pudesse mudar o destino de Dama.
Dois meses depois da cirurgia, lá estava ela em mais uma sessão de equoterapia e totalmente recuperada. "Há algo mais nestes animais que acaba nos estimulando a superar dificuldades. Para se ter uma idéia a cirurgia ficou mais cara que o próprio preço de mercado da égua", conta a fisioterapeuta Cláudia Pacchielle.
Os benefícios obtidos pelo contato dos animais com seres humanos adoecidos ou em processo de recuperação já são conhecidos. Em alguns países, a "pet therapy" com cães e outros animais domésticos é reconhecida por contribuir para melhoria do estado geral dos pacientes. Porém, só há alguns anos a comunidade científica brasileira começou a observar e avaliar os resultados da aproximação de animais com pessoas enfermas.
No caso da equoterapia ou equitação terapêutica, a metodologia empregada utiliza o cavalo como agente promotor de ganhos físicos e psicológicos. Sendo um animal cuja marcha mais se aproxima do ser humano (a semelhança é de quase 100%), a terapia promove um deslocamento de quadril idêntico, o que propicia aos portadores de deficiência motora realizar um movimento que não conseguem fazer normalmente. "Em certos pacientes existem exercícios que não conseguimos realizar em cima de um colchão. A equoterapia é um complemento a mais para se trabalhar", exemplifica a fisioterapeuta.
Trio
Além de Dama, outros dois cavalos atuam na equoterapia Dom Quixote: a fêmea Gavinha e o macho Traviú. "Não tenho dúvidas de que os cavalos, antes de serem um importante instrumento de trabalho, são também grandes amigos. Quando a Dama foi operada, as crianças chegaram a perguntar se podiam dar beijinhos nela para que sarasse logo", conta Luciana Colette, fonoaudióloga.
Na área de Luciana, a equoterapia colabora na compreensão, além de gerar um ambiente rico em estímulos aos pacientes. "Além de tudo isto a equitação promove prazer e muita satisfação", opina.
Do ponto de vista psicológico, o fato de montar um cavalo pode ser considerado como uma grande conquista para alguns portadores de necessidades especiais, já que muitos, acostumados a ver o mundo na perspectiva de uma cadeira de rodas, do alto de uma sela passam a ter uma experiência quase que "libertadora". "Tudo isto fortalece a auto-estima e confiança, além de gerar um sensação de domínio", explica a psicóloga Rita Carecho.
Trabalho
Dos pacientes que freqüentam a equoterapia Dom Quixote, a maioria é portadora de paralisia cerebral, mas há ainda os que apresentam síndromes genéticas, outros vítimas de acidente vascular cerebral e lesões raqui-medulares, encaminhados por neurologistas, neuropediatras, pediatras e fisoterapeutas. O paciente mais novo tem pouco mais de 2 anos e o mais velho já atingiu os 70.
Sabe-se que sobre o cavalo o paciente se equilibra e desequilibra a todo o instante, o que provoca uma oscilação constante que varia de 180 por minuto. "Em meia hora de sessão são quase 5.400 oscilações. Tudo graças ao movimento tridimensional que o cavalo produz ao andar", explica Cláudia.
Em novembro, a equipe que atua no rancho participou do 3º Congresso Nacional de Equoterapia e do 1º Congresso Ibero-Americano de Equoterapia, realizados em Salvador, Bahia. Além da apresentação de um trabalho sobre postura, o grupo também marcou presença com um pôster sobre a humanização promovida no serviço, além da participação numa mesa-redonda sobre Acidente Vascular Cerebral.
Mais que simples animais: terapeutas
http://www.jj.com.br/jj2/cidades/cidades20122004-01.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.04
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Fraudador tem prisão suspensa
| This is Bristol | 21/12/2004 |
Um fraudador de pensão que falsamente solicitara £33,000 em benefícios escapou da prisão depois de um juiz dizer que a cadeia puniria o filho autista de quem ele cuida. O funcionário dos Correios Shian Singh, 45 anos, de Brockworth Crescent, Broomhill, admitiu ter falsificado uma representação ao Departamento do Trabalho e Pensões ao não declarar que ele tinha mais de £9,000 em economias.
Ele argumentou que, originalmente, a idéa era ajudar a cuidar e tratar de seu filho autista de 11 anos, mas a Corte de Bristol Crown foi informada que o dinheiro acabou guardado em um banco.
O promotor Sam Butterfield disse que por mais de cinco anos Singh pediu £24,293.28 em benefícios, bem como £8,846.77 em auxílioc desemprego.
Singh admitiu que tinha declarado não ter economias acima do limite estabelecido para receber benefícios.
Determinando uma sentença de 12 anos, suspensa por dois anos, o juiz, Mr Stephen Parish, disse a Singh:
-
"É claramente correta a prisão para puni-lo e desencorajar a outros."
"-Tanto quanto o Senhor merece a prisão, seu filho não a merece, e ela iria puni-lo."FRAUDSTER AVOIDS A JAIL TERM
A Benefit fraudster who falsely claimed £33,000 in income support and jobseekers' allowance has escaped a prison sentence after a judge said jail would punish the autistic son he cares for. Night postal sorter Shian Singh, aged 45, of Brockworth Crescent, Broomhill, admitted making a false representation to the Department of Work and Pensions by not declaring that he had more than £9,000 in savings.
He claimed that, originally, the idea was to help care for and treat his 11-year-old autistic son, but Bristol Crown Court heard yesterday that the money ended up stashed in the bank.
Prosecuting, Sam Butterfield said that over a five-year period, Singh claimed £24,293.28 in income support, as well as £8,846.77 in job seekers' allowance.
Singh acknowledged he had previously ticked a box indicating he did not have savings above the allowed limit to draw benefit.
Imposing a 12-month jail term, suspended for two years, the recorder, Mr Stephen Parish, told Singh: "It clearly merits imprisonment to punish you and discourage others.
"As much as you deserve prison, your disabled son does not, as it would punish him."
FRAUDSTER AVOIDS A JAIL TERM
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 21.12.04
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Segunda-feira, Dezembro 20, 2004
Falha em amino-ácido estaria associada ao autismo
| REUTERS, via The New Zealand Herald | 17/12/04 |
Algumas crianças podem ter uma fraqueza inata que as predispõe a desenvolver autismo quando expostas ao mercúrio de peixe e outras fontes, um grupo ambientalista americano alerta.
Nova pesquisa mostra que algumas crianças podem ter falta de glutationa, um amino-ácido envolvido em vários processos celulares, incluindo o metabolismo de toxinas, disse o
Environment Working Group.
"Quando comparadas a crianças normais, saudáveis, crianças autistas mostraram uma significativa redução em todas as cinco medidas da habilidade do corpo manter uma saudável defesa de glutationa"", o relatório do grupo afirma.
"Reduzidas defesas anti-oxidantes podem caracterizar um grupo de indivíduos que seriam mais sensíveis aos efeitos de uma variedade de exposições a elemenots tóxicos e lançar uma luz sobre as crescentes taxas de desordens de aprendizado e de comportamento."
O grupo afirma que as descobertas pelo ex-pesquisador sênior do FDA, Dr Jill James, agora na Universidade do Arkansas para Ciências Médicas, reabre o debate sobre se as vacinas contendo Thimerosal, um conservante à base de mercúrio, pode causar autismo, para o qual não há cura conhecida.
Lack of amino acid linked to autism
Some children may have an inherited weakness predisposing them to develop autism when exposed to mercury from fish or other sources, an American environmental group says.
New research shows that some children may lack sufficient levels of glutathione, an amino acid involved in several cell processes, including the metabolism of toxins, says the Environment Working Group.
"When compared with normal, healthy children, autistic children showed a significant impairment in every one of five measurements of the body's ability to maintain a healthy glutathione defence," the group's report says.
"Reduced antioxidant defence may characterise a group of individuals who are demonstrably more sensitive to the effects of a range of toxic chemical exposures, and shed light on increasing rates of related learning and behavioural disorders."
The group says the findings by former Food and Drug Administration senior research scientist Dr Jill James, now of the University of Arkansas for Medical Sciences, reopen the debate on whether vaccines containing a mercury-based preservative called thimerosal may cause autism, for which there is no known cure.
Lack of amino acid linked to autism
http://www.nzherald.co.nz/index.cfm?c_id=2&ObjectID=9003577
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 20.12.04
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Quinta-feira, Dezembro 16, 2004
Cresce o abuso de Ritalina entre estudantes
Janine Gill, Reporter KLAS TV, Las Vegas
A droga Ritalina é usada para controlar o déficit de atenção, mas seu uso abusivo entre adolescentes tem aumentado entre adolescentes, que a usam como
speed. Nacional e localmente, está na moda.
Adolescentes a apelidaram
"Vitamina R" ou
"Costa Oeste". Estão usando-a para aumentar sua concentração. Pode-se ficar surpreso com a facilidade com que ela é vendida sem prescrição médica.
São as semanas finais no campus - tempo de exames e, para laguns, tempo de tomar pílulas.
"Acho que é mais uma solução simples para fazer seu trabalho fluir. E para muitos estudantes relaxados que podem estar procurando uma saída, essa pode ser a última opção fácil." a caloura Beth Maier disse que não toma medicamentos restritos para ficar acordada, mas que conhece gente que toma Ritalina para virar a noite estudando.
O calouro Ross Bowman disse que isso é comum.
"Eu me mudei há apenas um mês e acho que umas 8 pessoas já a ofereceram para mim, como o Advil. Eles disseram: 'se você tiver problemas para ficar acordado à noite, venha me ver e vou ajudá-lo'", contou Bowman.
E não está acontecendo apenas na faculdade. A polícia escolar de Clark County diz que já registraram vários incidentes nos colégios locais onde estudantes estavam usando drogas restritas que tinham roubado dos pais. No Hospital Montevista, terapeutas vêem o abuso em priemira mão.
"Tenho uma paciente que começou a usar porque estava estudando para os exames ou qualquer outro teste, ou tentando entrar na faculdade", diz Karen Davis, terapeuta de dependência química que trabalha com adolescentes no Hospital Montevista.
Ritalina é usada para tratar o déficit de atenção, mas para alguém que não sofra dessa desordem a droga atua como
speed ou cocaína... deixando a pessoa alerta e mais focada. Em altas doses, pode causar um ataque cardíaco.
"O número de jovens vindo para a emergência com relato de abuso de Ritalina ou outro estimulante triplicou nos últimos anos", diz o Dr. Greg Tarasoff, diretor de Montevista.
Mas os perigos das drogas não preocupam a alguns.
"Não quero dizer que vou fazer isso, é apenas que nunca vi ninguém que teve uma reação séria ou problemas, ou qualquer coisa", diz Maier.
Os médicos dizem que há vários sintomas do abuso de Ritalina a se observar. Se sua criança não dorme à noite, se sua personalidade está mudando seriamente, se está perdendo peso, ou se não pode dar conta do seu paradeiro.
Ritalin Abuse On The Rise Among Students
(Dec. 14) -- The drug Ritalin is legitimately used to control attention deficit disorder, but increasingly, it's being abused by teenagers who use it like speed. Nationally and locally, it's on the rise.
Teenagers have nicknamed the drug "Vitamin R" or "West Coast." Students are using Ritalin to improve their concentration. You may be suprised by how easy it is for them to get the drug without a prescription.
It's finals week on campus -- time for cramming and for some, time to pop pills.
"I think it's one more simple solution to really get your work done. And for a lot of the proscatinating students who may be struggling, it's just that last easy option." Maier says she doesn't take prescription medicine to stay up, but she knows people who take the drug Ritalin to pull all-night study sessions," says UNLV freshman Beth Maier.
Maier says she doesn't take prescription medicine to stay up, but she knows people who take the drug ritalin to pull all night study sessions. Freshman Ross Bowman says it's common.
"I just moved in about a month ago, and I think like 8 people on every floor just offered it to me just like Advil they just said if you ever have trouble staying up at night, just come see me and I'll help you out," says Bowman.
And it's not just happening at the college level. Clark County School police say they've handled several incidents at local high schools where students were using prescription drugs they had stolen from their parents. At Montevista Hospital, therapists see the abuse firsthand.
"I had a patient who started using because she was studying for the SATs or any test or trying to get into college," says Karen Davis, a chemical dependancy therapist who works with adolescents at Montevista Hospital.
Ritalin is used to treat attention deficit disorder, but for someone who does not suffer from the illness the drug acts similar to speed or cocaine....causing a person to stay alert and more focused. At high dosages, a stroke or heart attack could occur.
"The number of kids coming to the emergency room related to ritalin and other stimulant abuse has tripled in the last several years," says Dr. Greg Tarasoff, the medical director at Montevista.
But the dangers of the drug doesn't phase some.
"I don't mean to make it out to be less than it is, it's just that, I've never seen anyone who has had a serious reaction or problem or anything," says Maier.
Doctors say there are several symptoms of Ritalin abuse to look for. If your child is not sleeping at night, their personality is dramatically changing, they're losing weight, or they can't account for their whereabouts.
http://www.klas-tv.com/Global/story.asp?S=2693776&nav=168YUD7C
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 16.12.04
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Jurados condenaram voluntário por molestar garoto autista
| 15/12/2004 | Repórteres do The Miami Herald |
Quinta-feira (15/12/2004), o júri condenou Daniel Patrick Donohue por molestar um menino autista de seis anos.
O agressor de 65 anos alegou que simplesmente tinha posto o menino no colo para confortá-lo quando era voluntário na Escola Elementar Virgina Shuman Young, em Fort Lauderdale, no ano de 1997.
O menino disse às autoridades que
"o Sr. Dan" tocou suas
"privacidades".
Donohue pode enfrentar mais de 15 anos por seu crime. Como está, Donohue já se encontra preso por 15 anos por repetidamente molestar outro menino autista, de cinco anos, na Escola Oral Ralph J. Baudhuin, da Universidade do Sudeste de Nova, em Davie.
Ele deve ir a julgamento duas vezes mais por ter molestado duas crianças quando trabalhava como voluntário na Virginia Shuman e em Nova.
Donohue se mudou para a Flórida depois de cumprir cinco dos dez anos de uma sentença dupla por molestar sexualmente duas jovens vítimas no começo dos anos 1980.
Jurors convict a classroom volunteer of fondling an autistic boy in Fort Lauderdale.
Jurors Tuesday convicted Daniel Patrick Donohue of molesting a six-year-old autistic boy.
The 65-year-old sex offender claimed that he merely patted the six-year-old boy on the leg to comfort him while volunteering at the Virginia Shuman Young Elementary School in Fort Lauderdale in 1997.
The boy told authorities that "Mr. Dan" touched his "privacy."
Donohue could face up to 15 years for the felony sex crime. As it stands, Donohue is already serving 15 years in prison for repeatedly fondling an autistic 5-year-old boy at Nova Southeastern University's Ralph J. Baudhuin Oral School in Davie.
He is set to stand trial twice more on charges he molested another two children while working as a classroom volunteer at Virginia Shuman and at Nova.
Donohue moved to Florida after serving five years of a combined 10-year sentence for sexually molesting two young victims in the early 1980s.
Jurors convict a classroom volunteer of fondling an autistic boy in Fort Lauderdale
http://www.miami.com/mld/miamiherald/news/10424566.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 16.12.04
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Quarta-feira, Dezembro 15, 2004
Autismo 'causa a maior deficiência'
| news.com.au | Austrália, 10/12/2004 |
Asma, hipertensão e artrite são as mais comuns mas menos debilitantes deficiências na sociedade australiana, revelou hoje (10/12) um relatório.
A condição mais identificada como deficiência severa foi o autismo, descobriu o relatório do Instituto Australiano da Saúde e Bem-estar (Australian Institute of Health and Welfare -AIHW), descobriu o relatório, seguida da demência, síndrome de Down e paralisia cerebral.
Os distúrbios ou condições mais comuns a causar deficiência na Austrália foram asma, pressão alta e artrite, mas o relatório determinou que o nível de deficiência associado a estas condições era relativamente menor.
"Condições tais como asma, artrite e problemas de audição são todas relativamente predominantes, mas não são, relativamente, candidatas a ser associadas a deficiências severas," explicou o co-autor do relatório, Dr Xingyan Wen.
"Em contraste, condições associadas a desordens intelectuais, de aprendizado, psiquiátricas e neurológicas foram menos encontradas, mas são mais associadas a deficiências severas."
Autism 'causes greatest disability'
ASTHMA, hypertension and arthritis were the most common but least debilitating disabilities in Australian society, a report revealed today.
The condition most likely to be associated with severe disability was autism, the Australian Institute of Health and Welfare (AIHW) report found, followed by dementia, Down syndrome and cerebral palsy.
The most common diseases or conditions causing disability in Australia were asthma, high blood pressure and arthritis, but the report found the level of disability associated with these conditions was relatively minor.
"Conditions such as asthma, hypertension, arthritis and hearing (problems) are all relatively prevalent but are relatively unlikely to be associated with severe disability," report co-author Dr Xingyan Wen said.
"In contrast, conditions associated with intellectual, learning, psychiatric and neurological disorders were less prevalent but very likely to be associated with severe disability."
Autism 'causes greatest disability'
http://www.news.com.au/common/story_page/0,4057,11647192%255E1702,00.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 15.12.04
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Manifesto pela Dignidade dos Cidadãos Autistas
O site abaixo traz um abaixo-assinado, um manifesto contra os médicos norte-americanos que começaram a usar a expressão "Mal da Criança Louca" para descrever o autismo e outras desordens. Traduzi, entre ontem e hoje, o texto do manifesto, que já tem 482 assinantes. Seria bom que o máximo de pessoas enviassem sua adesão.
http://www.neurodiversity.com/mothers_for_dignity.html
A expressão
"Mal da Criança Louca" vai ser usada para descrever o autismo? Conclamamos todas as pessoas interessadas a aderir a este manifesto. Para fazê-lo, por favor envie e-mail para
anima@neurodiversity.com
Manifesto pela Dignidade dos Cidadãos Autistas
Temos orgulho em nos apresentar como pais e amigos de crianças autistas, cidadãos autistas, e buscamos preservar a sua dignidade.
Recentemente, tomamos conhecimento de uma palestra feita pelo Dr. Boyd Haley, Chefe do Departamento de Química da Universidade do Kentucky em Junho de 2004, num encontro da organização política
Doctors for Disaster Preparedness (
Médicos pelo Alerta contra o Desastre). Os Drs. Michael A. Glueck e Robert Cihak, em um artigo publicado por
NewsMax.com em 13 de setembro de 2004, escreveu sobre a palestra do Dr. Haley:
"A audiência ouviu com encantada atenção uma explanação sobre uma vaca louca do Canadá, que gerou uma investigação ao custo de milhões de dólares, observou o Dr. Boyd Haley no encontro da Doctors for Disaster Preparedness em julho de 2004. Mas o pior, segundo ele, é o que acontece com nossas crianças. Os psiquiatras chamam a atenção para o Transtorno do Déficit de Atenção, autismo, desordens do espectro autista ou Transtorno Invasivo do Desenvolvimento. Ele chama de Mal da Criança Louca (mad child disease) e acha que suas várias formas representam diferentes níveis de intoxicação por mercúrio."
O Dr. Donald Miller, Professor de Cirurgia na Universidade de Washington em Seattle, e membro da
Doctors for Disaster Preparedness, posteriormente publicou na internet, em 29 de setembro de 2004, o artigo
"Mercury on the Mind" (
Mercúrio na Mente). No artigo, o Dr. Miller repete a expressão do Dr. Haley,
"Mad Child Disease": "Muito mais pesquisas devem ser feitas sobre a neurotoxicidade do mercúrio e a vacinação exagerada. O Dr. Haley chama o autismo de Mal da Criança Louca. Achar uma vaca nos EUA com o Mal da Vaca Louca, do Canadá leva o Governo Federal a gastar milhões de dólares examinando outras vacas para ver se elas o contraíram. Em relação ao Mal da Criança Louca, no entanto, o governo gasta US$ 59,00 em pesquisa para cada caso de autismo diagnosticado em nosso país."
Ficamos enojados com o termo cunhado pelo Dr. Haley, a frase
Mal da Criança Louca, para descrever o autismo. É ofensivo, desumanizador, degradante e estigmatizante descrever o autismo dessa forma. A preocupação com a neurotoxicidade do mercúrio não justifica agir assim. Além isso, também nos enoja o referendo dos Drs. Glueck, Cihak e Miller ao perpetuar esse insulto contra as crianças autistas na sua reportagem sobre a apresentação do Dr. Haley. Essses escritores citaram as palavras do Dr. Haley sem reconhecer seu caráter ofensivo e usaram sua afiliação acadêmica e organizacional para referendar sua credibilidade aos olhos do público. Essas descrições permanecem disponíveis para uma audiência mundial através de sua ampla disseminação pela internet.
Recusamo-nos a ouvir calados as crianças autistas serem descritas como
"loucas" (
"mad") e comparadas a animais doentes, por palestrantes e repórteres oportunistas que procuram inflamar as emoções do público às custas dos cidadãos autistas em sua ávida perseguição por agendas políticas e recursos financeiros para suas pesquisas.
Descrições depreciativas de indivíduos visados por sua raça, gênero, nação de origem ou deficiência não têm lugar em sociedades civilizadas. Urge que os cidadãos de todas as nações protestem contra esta ofensa vergonhosa lançada sobre a dignidade e humanidade dos cidadãos autistas.
http://www.neurodiversity.com/mothers_for_dignity.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 15.12.04
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Terça-feira, Dezembro 14, 2004
Ministra australiana deixa família de autista ficar mais um pouco
Danielle Cronin and Frank Cassidy | The Canberra Times | 7/12/2004
O Ministério da Imigração australiano foi inundado com mais de 200 cartas de apoio a um menino de Queanbeyan, autista, de 12 anos, cuja família está enfrentando a deportação por causa de sua deficiência.
Rophin Morris recentemente foi retratado em uma calendário do Governo Federal australiano que visava divulgar uma imagem positiva de pessoas com deficiência.
Mas agora é sua deficiência que levou os oficiais da imigração a recusar o visto permanente pedido por seus pais, Jude e Daisy.
Sob pressão, a Ministra da Imigração, Senadora Amanda Vanstone, contrariando as regras, permitiu que a família ficasse provisoriamente.
Também houve representações de seu companheiro de ministério, Kevin Andrews, e de seus colegas do Partido Liberal, Joanna Gash, Gary Nairn e Senador Gary Humphries.
O Sr. a a Sra. Morris, que trabalhavam com vistos de trabalho desde sua vinda da Índia, onze anos atrás, decidiram pedir o visto permanente a pedido de seu empregador, a Igreja Batista de Queanbeyan.
A Senadora Vanstone disse no dia 6 que a família receberá vistos
"bridging" (tipo de visto provisório), que é como ela considera o caso. No Senado, ela disse que a saúde dos membros da família sempre foi levada em conta ao considerar o pedido de residência.
"O governo tem a responsabilidade de decidir quem vem para cá e um dos fatores... é se a família que está chegando trará qualquer custo indevido para a comunidade australiana.
"Há muitas, muitas ocasiões em que levamos o custo em consideração, mas com a decisão ministerial a família é autorizada a ficar."
A Senadora Vanstone disse que o departamento ainda está organizando os arquivos, e assim ela poderá considerar corretamente os méritos do caso.
"Não vou afirmar antes da hora, porque não vou decidir sem ver o arquivo, qual será a decisão."
A família recebeu
"tratamento de ouro", do Departamento de Imigração.
A Senadora Vanstone disse que quem tomou a decisão - se foi um dos tribunais do Ministério da Imigração - é retratado como coração-de-pedra em tais casos.
"[Mas] há muitas, muitas decisões tomadas para permitir às pessoas permanecer onde elas estão de outra forma fora dos parâmetros da lei, e há decisões difíceis a se tomar", ela diz.
"... Não vou chegar para essas pessoas e dizer 'você se importaria se eu usasse você para alguma publicidade?' como parece que algumas pessoas fazem para os requerentes."
A agente de imigração Marion Le defendeu ontem seu uso da mídia para chamar a atenção sobre a família Morris e para exibir uma lei ruim e uma política ruim.
A Senhora Le foi acusada pela Senadora Vanstone de criar uma
"atração publicitária" em torno da situação da família.
Ela disse que o interesse da mídia no caso revelou falhas no sistema de imigração da Austrália, particularmente no requerimento que as pessoas deixem seus empregos enquanto o ministério considera seus casos.
"Esta é uma lei perversa. É uma lei perversa quando se deixa pessoas como os Morris impossibilitados de trabalhar e, portnato, potencialmente sem recursos enquanto esperam."
Muitas pessoas na mesma condição foram reduzidas a
"tomadores de sopa", forçados a procurar um advogado.
Ela discorda da posição da ministra de que a aplicação ainda deve chegar-lhe às mãos, dizendo que foi enviada por faz ao seu escritório em outubro e uma cópia ainda foi enviada no mesmo dia pelo correio expresso.
A Senhora Le diz que os Morris
"vivem no limbo" e pediu uma decisão
"antes do Natal."
O porta-voz dos Democratas para os deficientes, Senador Brian Greig pediu ao Governo que aja com compaixão.
Vanstone urged to let local family stay
The Immigration Minister has been inundated with more than 200 letters of support for a 12-year-old Queanbeyan boy with autism whose family is facing deportation because of his disability.
Rophin Morris was featured recently in a Federal Government calendar promoting positive images of people with disabilities.
But it is this disability that has prompted immigration officials to knock back the application for permanent residency made by his social worker parents, Jude and Daisy.
Immigration Minister Senator Amanda Vanstone has the discretion to overturn the ruling and allow the Morris family to stay.
There have also been representations from fellow minister Kevin Andrews and Liberal Party colleagues, Joanna Gash, Gary Nairn and ACT Senator Gary Humphries.
Mr and Mrs Morris, who have been working under business visas since arriving in Australian from India 11 years ago, decided to apply for permanent residency at the urging of their employer, the Queanbeyan Baptist Church.
Senator Vanstone said yesterday the family had been provided with bridging visas as she considered their case. In the Senate, she said the health of family members was always taken into account when considering applications for residency.
"The Government does have the responsibility of deciding who comes here and one of the factors ... is whether the family coming will bring any undue cost burden on the Australian community.
"There are many, many occasions where we take the cost into account but on ministerial intervention the family is allowed to stay."
Senator Vanstone said the department was still putting together the file so she could properly consider the merits of the case. "I am not going to say in advance, because I am not going to decide in advance without seeing the file, what the decision will be."
The family had received "rolled gold service," from the Immigration Department.
Senator Vanstone said the decision-maker - whether it was one of the tribunals or the Immigration Minister - was portrayed as cold-hearted in such cases.
"[But] there are many, many decisions made to allow people to stay where they are otherwise outside the parameters of the law, and there are difficult decisions to be made," she said. "... I am not going to go to these people and say, 'would you mind if I used you for some publicity?' as it appears that some people do to applicants."
Immigration agent Marion Le defended yesterday her use of the media to draw attention to the Morris family and to highlight bad law and bad policy.
Ms Le was accused by Senator Vanstone of pulling a "publicity stunt" over the family's plight.
She said the the media's interest in the case revealed shortcomings in Australia's immigration system, particularly the requirement that people give up their jobs while the minister considered their case.
"This is bad law. It's very bad law when you render people like the Morrises unable to work and therefore potentially impecunious while they wait in line."
Many people in the same situation were reduced to "blubbering messes" forced to seek counselling.
She dismissed Senator Vanstone's claim the application had yet to reach her, saying it was faxed to her office in October and a hard copy sent by express post the same day.
Ms Le said the Morrises were "living in limbo" and called for a decision before Christmas."
Democrats spokesman for disabilities Senator Brian Greig urged the Government to act compassionately.
Vanstone urged to let local family stay
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 14.12.04
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Domingo, Dezembro 12, 2004
Uma heroína especial
| Kark TV News 4 | Arkansas, 12/10/2004 |
Megan Davis levou seus 19 anos superando expectativas. Autista e incapaz de ouvir, os médicos disseram que nunca seria capaz de andar. Megan não anda, apenas; ela corre e ganha medalhas nas Olimpíadas Especiais.
Uma noite neste outono, ela também salvou seu irmão, mãe e pai de morrer em uma casa em chamas. Os três dormiam quando Megan sentiu cheiro de fumaça. Ela acordou os outros e garantiu ficassem a salvo.
Apenas segundos depois, a garagem explodiu e a casa foi engolida pelas chamas. A mãe de Megan diz que, se sua filha nãoos tivesse acordado, a fumaça os teria matado.
A família alugou uma casa em Cabot e espera ter sua antiga casa pronta em abril.
A Special Hero in Cabot
Megan Davis has spent her 19 years defying expectations. Autistic and unable to hear, doctors said she would never be able to walk. Megan doesn`t just walk. She runs and wins medals in the Special Olympics.
One late night this fall, she also saved her brother, mother and father from dying in a house fire. The three were asleep when Megan smelled smoke. She woke the others up and made sure they made it out safe.
Just seconds later, the garage exploded and the house was gutted by flames. Megan`s mom says if her daughter hadn`t woken them up, the smoke would have killed them.
The family is renting a house in Cabot and hopes to have their old home ready by April.
A Special Hero in Cabot
http://www.kark.com/news/default.asp?mode=shownews&id=3800
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 12.12.04
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Quinta-feira, Dezembro 09, 2004
Junta facilitará a inclusão no trabalho de pessoas autistas
| Esther Chavarren | Diario de La Ribera, Aranda de Duero | 18/11/2004 |
A Junta de Castela e Leão porá em ação em 2005 um programa piloto com o fim de facilitar a incorporação ao mercado de trabalho das pessoas com transtornos autistas.
O gerente regional de Serviços Sociais, Antonio María Sáez, explicou hoje em Peñaranda de Duero que o programa, desenvolvido com uma alta supervisão, apresenta certas dificuldades devido às limitações do trabalho.
Sáez destacou que a Junta continua avançando na linha de oferecer atenção personalizada às pessoas com autismo e descartou a opção de prestar uma atenção homogênea.
Desta forma, a Junta trabalha para instalar novos centros de atenção às pessoas autistas e defende a dinâmica de colaboração com as associações de familiares de pessoas autistas.
Sáez fez tais declarações durante o ato de inauguração do Seminário de Formação sobre Autismo que se realiza em Peñaranda de Duero, organizado pela Federação de Autismo de Castela e Leão e a Universidade de Burgos.
Mais de uma centena de pessoas se fizeram presentes no seminário, cujo objetivo é divulgar as últimas pesquisas sobre autismo e infomrar sobre a síndrome a profissionais de Saúde e Educação.
La Junta facilitará la incorporación laboral de personas con autismo
La Junta de Castilla y León pondrá en marcha en 2005 un programa piloto con el fin de facilitar la incorporación laboral de las personas con trastornos del espectro autista.
El gerente regional de Servicios Sociales, Antonio María Sáez, explicó hoy en Peñaranda de Duero que el programa piloto, desarrollado con una alta supervisión, entraña ciertas dificultades debido a las limitaciones en la integridad laboral.
Sáez destacó que la Junta de Castilla y León continúa avanzando en la línea de ofrecer una atención personalizada a las personas con el síndrome del autismo y desechó la opción de establecer una atención homogénea.
De esta forma, la Junta trabaja para instalar nuevos centros de atención a las personas con autismo y defiende la dinámica de colaboración con las asociaciones de familiares de personas con trastornos del espectro autista.
Sáez realizó estas declaraciones durante el acto de inauguración del Seminario de Formación sobre Autismo que se celebra en Peñaranda de Duero organizado por la Federación de Autismo de Castilla y León y la Universidad de Burgos.
Más de un centenar de personas se dan cita en este seminario cuyo objetivo se centra en divulgar las últimas investigaciones sobre el autismo e informar sobre este síndrome a los profesionales sanitarios y educativos.
La Junta facilitará la incorporación laboral de personas con autismo
http://www.grupodr.com/noticias/ara/ara04/ara0411/18autismo/autismo.htm
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 9.12.04
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Domingo, Dezembro 05, 2004
Decifrada a seqüência de DNA do cromossomo 7
| Science, via Emedix | 10/04/2003 |
Os cientistas do Hospital for Sick Children (HSC) compilaram a seqüência completa do DNA do cromossomo humano 7 e decifraram quase todos os genes dessa importante parte do genoma humano. A pesquisa contou com a colaboração internacional de 90 cientistas de 10 países.
"Em um estudo maciço, nós combinamos todas as informações dos bancos de dados públicos e privados, incluindo os dados gerados pelo Celera Genomics e 15 anos de dados e análises feitos por nós para gerar o que nós acreditamos ser a descrição mais compreensiva de qualquer cromossoma humano.
O cromossomo 7 é referido, normalmente, como "cromossomo do Canadá por causa da principal contribuição deste país para o mapeamento e a identificação de muitos genes causadores de doença importantes," disse Dr. Stephen Scherer, cientista do Hospital for Sick Children e professor do Department of Molecular and Medical Genetics na University of Toronto (U of T).
"Esta é a primeira vez que um esforço significativo foi feito para incorporar as observações médicas com a seqüência de DNA como parte da pesquisa genômica, que a tornará acessível e útil para os profissionais e pesquisadores de saúde que estão fora do campo genômico," disse Drª Johanna Rommens, co-autora do estudo e diretora interina do Genetics and Genomic Biology Research Program no HSC e professora do Department of Molecular and Medical Genetics na U of T.
Há 23 pares de cromossomos no genoma humano e cada pessoa herda um de cada dos pais. Os cromossomos codificam os genes que controlam todos os aspectos do desenvolvimento humano, incluindo algumas características de comportamento.
Este estudo revelou que o cromossomo 7 contém 158 milhões de nucleotídeos de DNA (5% do genoma) e 1.455 de genes (de 28.000 genes estimados no genoma humano), alguns dos quais causam doenças tais como fibrose cística, leucemia e autismo.
No estudo, todos os pontos com relevância médica do cromossomo foram identificados, incluindo os pontos de ruptura de algumas centenas de cromossomos onde as mutações relacionadas a doenças ocorrem. Os pontos de ruptura encontrados nos pacientes com autismo foram usados para identificar genes específicos associados ao distúrbio.
A informação gerada pelo projeto do cromossomo 7 foi organizada nos bancos de dados acessíveis publicamente que podem ser usados para facilitar a pesquisa de genes que causam doenças. Por exemplo, um médico pode inserir as deleções genéticas de um paciente e os fenótipos (manifestações da mutação genética) são identificados.
Os bancos de dados do cromossomo 7 estão disponíveis no site www. chr7.org. Dr. Martin Godbout, presidente do Genome Canada disse, "Este trabalho representa uma contribuição canadence sem precedentes para o Human Genome Project.
O mais importante é exemplificar como os cientistas genéticos, genômicos e clínicos dos setores públicos e privados de todo o mundo podem trabalhar juntos com o mesmo objetivo para entender o genoma humano e seu papel na doença e saúde.
Decifrada a seqüência de DNA do cromossomo 7
http://emedix.com.br/not/not2003/03abr10gen-sci-dso-gene.php
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 5.12.04
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Cromossomo 7 humano é seqüenciado
| Galileu | 10/3/2004 |
Pesquisadores canadenses do "Hospital for Sick Children", em Toronto, seqüenciaram e decifraram todo o cromossomo 7 do genoma humano. O trabalho está divulgado na edição online da revista especializada norte-americana "Science".
Segundo as descobertas, o cromossomo 7, que constitui cerca de 5% do nosso genoma, é composto por quase 158 milhões de nucleotídeos de DNA. No total são 1.455 genes produtores de proteína. Alguns desses genes estão relacionados a diversas doenças, como o autismo, a leucemia e diversos tipos de câncer.
No projeto foram ainda descobertas regiões mais frágeis, onde os vírus conseguem penetrar com facilidade, e outros pontos onde ocorrem mutações relacionadas a doenças. Os dados sobre o seqüenciamento do cromossomo 7 estão disponíveis, em inglês, no site
www.chr7.org.
Cromossomo 7 humano é seqüenciado
http://revistagalileu.globo.com/Galileu/1,6993,ECT520237-1948,00.html
Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 5.12.04
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Pesquisadores identificam gene ligado a autismo
| Folha Online | 07/02/2003 |
Pesquisadores norte-americanos anunciaram hoje que identificaram uma possível ligação entre genes e autismo. O estudo, publicado no "American Journal of Human Genetics" (
www.ajhg.org/journal), liga determinados tipos de autismo ao cromossomo 15, mais especificamente a um gene que controla um neurotransmissor chamado de Gaba, o qual "desligaria" as células cerebrais.
Para isso, os pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, e da Universidade da Carolina do Sul separaram crianças autistas de acordo com padrões comportamentais.
"Todas as crianças com autismo apresentam alguma forma de comportamento repetitivo", explicou o psicólogo Michael Cuccaro. Os pesquisadores focaram alguns pacientes com sintomas proeminentes. "Essas são crianças que, se você muda os móveis de lugares, ficam extremamente chateadas."
Quando essas crianças foram analisadas, os pesquisadores descobriram uma série de mutações similares no cromossomo 15, segundo a geneticista Margaret Pericak-Vance.
Os cientistas explicam que essa pode ser apenas uma das causas do autismo, desordem que provoca comportamentos compulsivos e ritualistas.
"É como qualquer doença complexa: há um número de causas indefinidas e elas se manifestam de forma similar", afirmou a pesquisadora. "A próxima coisa a fazer é focar possíveis interações entre os genes nessa região."
O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças.
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u8402.shtml">Pesquisadores identificam gene ligado a autismo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u8402.shtml
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Sexta-feira, Dezembro 03, 2004
Mãe mata seu filho autista
| Expatica | Bruxelas, Bélgica | 22/11/2004 |
Uma mãe solteira em Wallonia foi presa e acusada da morte de seu filho autista de quatro anos.
No domingo, dia 16, cerca de 11 horas da manhã, Vinciane Delsaut teria esfaqueado até a morte seu filho Ramon, em sua casa, noticiou
La Derniere Heure na segunda-feira.
Ele foi levado ao
Frameries Hospital, onde faleceu devido aos ferimentos.
Delsaut foi presa imediatamente. Ela vivia sozinha com seu filho na Rue Alfred Defuisseaux, em Quaregnon, para onde tinham se mudado há três meses.
Vizinhos e amigos disseram ao juiz que não acreditam que a mãe tenha planejado o assassinato.
-
"Ela adorava seu garotinho", disse um amigo próximo.
-
"Poucos dias antes, ela comprou roupas para ele. Nós lhe dissemos para pôr o menino em uma instituição, mas ela não quis. Ela decidiu tomar conta dele sozinha."
Mother kills autistic son
BRUSSELS ¿ A single mother in Wallonia has been arrested and charged with killing her four-year-old autistic son.
On Sunday morning, at about 11am, 35-year-old Vinciane Delsaut is believed to have stabbed to death her son Ramon at the family home, La Derniere Heure reported on Monday.
He was taken to Frameries Hospital where he died from his injuries.
Delsaut was arrested immediately.
Delsaut lived alone with her son in Rue Alfred Defuisseaux in Quaregnon where the pair moved three months ago.
Neighbours and friends told Mons magistrate court they thought it was unlikely the mother had planned the killing.
"She adored her little son," said a close friend.
"Just a few days ago, she went shopping for clothes for him. We advised her to put her child in an institution, but she didn¿t want to. She decided to look after him herself."
Mother kills autistic son
http://www.expatica.com/source/site_article.asp?subchannel_id=24&story_id=14217&name=Mother+kills+autistic+son
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