Crônica Autista
Um apanhado do noticiário sobre autismo e autistas.
..."não constitui ofensa aos direitos autorais:
I - a reprodução:
a) na imprensa diária ou periódica, de notícia ou de artigo informativo, publicado em diários ou periódicos, com a menção do nome do autor, se assinados, e da publicação de onde foram transcritos;(...)"
[lei 9610/98, artigo 46]
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Livro: Vencendo o Autismo - A Menina sem Estrela.
De: Yvonne Meyer Falkas.

Relato da vida de Sheila, filha da autora, e de como a família tem convivido com o autismo. Um testemunho de como foram vencidas etapas com múltiplas adversidades, e suas conquistas. Um apanhado geral sobre o que vem a ser o Autismo, as supostas origens e causas e os preconceitos existentes.

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Terça-feira, Novembro 30, 2004

Fala Menino lança novos livros de Luis Augusto nas Livrarias Siciliano de Salvador, das 19h00 às 22h00: 2/12 - Shopping Barra, 3/12 - Shopping Iguatemi

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.11.04

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Autismo 2005-2006
Uma nova visão, um novo impulso

| Gabinete de Philippe Douste-Blazy, Ministro da Saúde e da Proteção Social | 24/11/2004 | DISCURSO | Enviado para a Comunidade Virtual Autismo no Brasil por Inês Dias |

O autismo, como todas as doenças de que não se compreende a causa, tem sido objeto de numerosas interpretações, no que concerne a sua origem, e de outras tantas orientações terapêuticas, por vezes divergentes.

O autismo não escapa à regra e a profusão de trabalhos publicados mostra a dificuldade da sociedade em enfrentar esta moléstia.

As recentes descobertas do INSERM, efetuadas pela equipe de Monica Zilbovicius, de quem devo aqui elogiar o trabalho, puseram em evidência a existência de uma anomalia localizada em uma região do cérebro chamada "lobo temporal". Esta zona é responsável pela integração das informações que chegam do mundo exterior. Tal anomaila poderia estar na origem de certas causas de autismo.

A incapacidade de crianças e adultos autistas para integrar, compreender as informações vindas do mundo exterior explicam seu "isolamento" sensorial.

É uma anomalia que pode ser de origem genética. Esta descoberta permite um novo olhar sobre o mal, pois, se tem um impacto científico e médico, tem sobretudo um impacto humano, crucial para as famílias, por que lhes permite escapar do sentimento de culpa.

Resta que, da descoberta ao tratamento, há um longo caminho a percorrer...

...Frente ao autismo, queremos, com Marie-Anne Montchamp, Secretária de Estado para as pessoas deficientes, aumentar a eficácia dos diagnósticos, a atribuição de responsabilidades e o acompanhamento das pessoas autistas. A decisão pressupõe o posicionamento em conjunto dos diversos atores, a fim de assegurar uma melhor definição de papéis e o melhor atendimento de crianças e adultos autistas.

O primeiro nível de atribuição de responsabilidades deve ser departamental, o mais perto, o mais próximo das famílias.

Esta é a razão pela qual as casas departamentais de deficientes permitirão uma atribuição de responsabilidades imediata das dificuldades que poderão aparecer com as crianças autistas e seus familiares.

O segundo nível de responsabilidade é regional: serão associados nos centros de apoio ao autismo, equipes médicas dedicadas (psico-pedagogos, neuropediatras, geneticistas e radiologistas), para garantir, a cada criança, a cada pessoa autista, o melhor diagnóstico e o acesso aos serviços adaptados a cada situação.

No nível nacional, será instalado um comitê científico, o Comitê Nacional do Autismo. Seu papel será muito importante porque deverá realizar três missões principais:


  1. assegurar uma vigília científica para diminuir a distância entre as descobertas da pesquisa e sua aplicação no trabalho do dia-a-dia. Estas deverão ser transmitidas o mais rapidamente possível para os centros de apoio ao autismo, no nível regional, e nas casas do deficiente, no nível departamental.

  2. pôr em campo uma base de dados epidemiológicos para apreciar, quantitativa e qualitativamente o número dos pacientes afetados pelas diferentes síndromes autistas. Se estima, hoje, seu número entre 30 e 100 mil. É somente quando tivermos estes dados que poderemos adaptar o sistema de saúde e oferecer, a cada um, o melhor atendimento.

  3. coordenar uma pesquisa clínica a partir desta base de dados epidemiológicos para avaliar a eficácia das diferentes abordagens terapêuticas.

Assim, a cooperação, em torno de todas as pessoas afetadas pelo autismo e suas famílias, do conjunto de agentes (associações, agentes médico-sociais, médicos e pesquisadores) deverá permitir a melhoria do diagnóstico, a distribuição das tarefas e o aocmpanhamento médico-social dessa patologia.
    Cabinet de Philippe Douste-Blazy, Ministre de la Santé et de la Protection Sociale

    | 24 novembre 2004 | DISCOURS |

    Autisme 2005-2006
    Nouveau regard, nouvelle impulsion


    L'autisme, comme toutes les maladies dont on ne comprend pas la cause, a fait l'objet de nombreuses interprétations en ce qui concerne son origine et d'autant d'orientations thérapeutique, parfois divergentes.

    L'autisme n'a pas échappé à cette règle et la profusion des ouvres littéraires produites montre la difficulté de la société à prendre en charge cette maladie.

    Les découvertes récentes de l'INSERM, effectuées par l'équipe de Monica Zilbovicius, dont je tiens ici à saluer le travail, ont mis en évidence l'existence d'une anomalie localisée dans une région du cerveau appelée « lobe temporal ». Cette zone est responsable de l'intégration des informations qui viennent du monde extérieur. Cette anomalie pourrait être à l'origine de certains cas d'autisme.

    L'incapacité des enfants et des adultes autistes à intégrer, à comprendre ces informations venant du monde extérieur, explique leur «isolement» sensoriel.

    Cette anomalie peut être d'origine génétique. Cette découverte permet de porter un regard neuf sur cette maladie. Car, si elle a un impact scientifique et médical - elle a surtout un impact humain, crucial pour les familles, puisqu'elle leur permet de sortir de la culpabilisation.

    Reste que, de la découverte au traitement, il y a un long chemin à parcourir...

    ...Face à l'autisme, nous voulons, avec Marie-Anne Montchamp, Secrétaire d'Etat aux personnes handicapées, accélérer la montée en puissance des mesures de diagnostic, de prise en charge et d'accompagnement des personnes atteintes d'autisme. Le volet médical de ces mesures prévoit la mise en réseau de l'ensemble des acteurs afin d'assurer une meilleure prise en charge des enfants et adultes autistes.

    Le premier niveau de prise en charge doit être départemental, au plus près, au plus proche des familles.

    C'est la raison pour laquelle les maisons départementales du handicap permettront une prise en charge immédiate des difficultés que peuvent rencontrer les enfants autistes et leurs familles.

    Le deuxième niveau de prise en charge est régional : seront associés dans les centres de ressource autisme, des équipes médicales dédiés (pédo-psychiatres, neuropédiatres, généticiens et radiologues), afin de garantir, pour chaque enfant, pour chaque personne atteinte d'autisme, le meilleur diagnostic et un accès aux soins adaptés à leur situation.

    Au niveau national, un comité scientifique sera installé aux côtés du comité national de l'autisme. Leur rôle est très important car ils doivent remplir 3 missions principales :

    1. assurer une veille scientifique afin de raccourcir le délai entre les découvertes de la recherche et leur mise en ouvre sur le terrain. Elles doivent être transmises le plus rapidement possible vers les centres de ressource autisme, au niveau régional, et, dans les maisons du handicap, au niveau départemental.

    2. mettre en place d'une base de données épidémiologiques afin d'apprécier, quantitativement et qualitativement le nombre de patients atteints des différents syndromes autistiques. On estime aujourd'hui leur nombre entre 30 000 et 100 000. C'est seulement quand nous aurons ces données que nous pourrons adapter le système de soins et offrir, à chacun, la meilleure prise en charge.

    3. enclencher une recherche clinique à partir de cette base de données épidémiologique afin d'évaluer l'efficacité des différentes prises en charge thérapeutiques.

    Ainsi, la coopération, autour des personnes atteintes d'autisme et de leur famille, de l'ensemble des acteurs (associations, acteurs médico-sociaux, médecins et chercheurs) doit permettre d'améliorer le diagnostic, la prise en charge et l'accompagnement médico-social de cette pathologie.

Nouveau regard, nouvelle impulsion
http://www.sante.gouv.fr/htm/actu/33_041124bpdb.htm

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.11.04

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Show beneficente de Almir Sater em Ribeirão arrecada R$ 19 mil para a AMA

Entidade vai usar dinheiro para equipar salas e pagar salários de funcionários

| EPTV Ribeirão | 22/11/2004 |


O show beneficente realizado no domingo (21) pelo cantor e compositor Almir Sater no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto, arrecadou R$ 19 mil para a Associação de Amigos do Autista (AMA). Segundo a supervisora administrativa da entidade, Sueli Córdova, o dinheiro será usado para equipar duas salas e para auxiliar no pagamento de dívidas e do 13º salário dos dez funcionários contratados.

Show beneficente de Almir Sater em Ribeirão arrecada R$ 19 mil para a AMA
http://eptv.globo.com/lazerecultura/2211200411169161.asp

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 30.11.04

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Segunda-feira, Novembro 29, 2004

Cadeia para viciado que roubou voz

| 27/11/2004 | This is Plymouth |

Um adolescente viciado em heroína que roubou a "voz" de um menino autista foi condenado a mais de dois anos atrás das grades.

Danny Lee Drayton, de Henderson Place, Ford, invadiu uma casa em Pomphlett Close, Plymstock, em junho e roubou um computador de mão que dava a Elliott Walters, 12 anos, seu único meio de comunicação com o mundo.

Drayton, 18 anos, foi sentenciado pela Corte de Plymouth, no dia 26, a 28 meses e três semanas em uma instiuição para jovens delinqüentes.

O Juiz Jeremy Griggs levou em conta o resultado do crime de Drayton para dar a sentença. Ele lhe disse: "Este era um jovem particularmente desabilitado. É um dia triste quando um garoto, ou jovem, com apenas 18 anos, é sentenciado nestes termos, mas tenho de considerar a seriedade deste crime.

"Tenho de considerar o impacto sobre a família que você roubou."


Drayton também foi condenado a dois meses de detenção por posse de heroína, que a polícia encontrou quando o prendeu pelo roubo em 14 de julho.

O autista Elliott Walters, que nunca foi capaz de falar, tinha o aparelho de alta tecnologia Chat PC há apenas uma semana quando Drayton invadiu sua casa e o levou, junto com outros valores. A máquina avaliada em £1,800, dada a ele por uma instituição de caridade, tinha transformado sua vida, permitindo-lhe expressar seus pensamentos e participar de aulas pela primeira vez.

Outros ítens roubados incluíam consoles de Playstation, jogos de computador, relógios e jóias.

A Corte ouviu ontem que várias testemunhas viram Drayton deixando a casa com uma pesada sacola e bebendo em uma garrafa vermelha. Um vizinho recuperou a garrafa e o DNA de Drayton foi encontrado nela, apesar de ele argumentar que nunca estivera próximo do local.

A advogada de defesa, Sarah Leesing, disse que Drayton tinha um sério vício de heroína e não se lembrava do roubo.

E acrescentou: "Ele teve um passado difícil e pouca, ou nenhuma, educação e trabalho."

A Corte ouviu que Drayton cometeu três roubos e tinha condenações anteriores por uso de drogas.

Elliott, que freqüenta a Downham Special School, nasceu com uma condição rara que recentemente foi diagnosticada como severo atraso do desenvolvimento, que cai dentro do espectro autista. O computador especial, mais ou menos do tamanho de uma calculadora grande, foi dado pela instituição Call South West (Communication Aids for Living and Learning) de Plymouth. Feito pela Liberator, tem uma touch-screen com símbolos divididos por tópicos como "comida" e lugares, permitindo acesso a palavras e frases-chaves em cada categoria.

Sabendo da situação de Elliott, a Call South West lançou um apelo para repor a máquina de voz.

Como o dinheiro do seguro cobriu o custo total de uma nova unidade, o dinheiro levantado pela campanha foi posto para cobrir os custos do seguro e de transporte para a nova máquina.

Susanne, mão de Elliott, disse ao Herald de seu alívio por ver Drayton atrás das grades. Ela disse: "Disseram que essa é a sentençã máxima que podem dar nestas circunstâncias. Estamos agradecidos. É marcante a diferença que o Chat PC fez para Elliott. Ela lhe dá confiança e independência. Ele se tornou capaz de participar das aulas pela primeira vez."

    JAIL FOR ADDICT WHO STOLE VOICE

    A teenage heroin addict who stole the 'voice' of an autistic boy has been sentenced to more than two years behind bars.

    Danny Lee Drayton, of Henderson Place, Ford, broke into a house in Pomphlett Close, Plymstock, in June and stole a hand-held computer which gave 12-year-old Elliott Walters his only means of communicating with the world.

    Drayton, aged 18, was yesterday sentenced to 28 months and three weeks in a young offenders' institution when he appeared before Plymouth crown court.

    Judge Jeremy Griggs took account of the result of Drayton's crime in deciding his sentence. He told him: "This was a particularly badly disabled young man. It's a sad day when a boy, or young man, just 18, has to be sentenced to such a term, but I have to consider the seriousness of this crime.

    "I have to have regard to the effect on the family you burgled."

    Drayton was sentenced to a concurrent two-month jail term for possession of a quantity of heroin which police found when they arrested him for the burglary on July 14.

    Autistic Elliott Walters, who has never been able to speak, had only had the hi-tech Chat PC device for a week when Drayton broke into his Plymstock home and took it, along with other valuables. The machine, given him by a charity and worth about £1,800, had transformed Elliott's life, enabling him to express his thoughts and participate in lessons for the first time.

    Other items stolen in the burglary included PlayStation consoles, computer games, watches and jewellery.

    The court heard yesterday that several witnesses saw Drayton leaving the address carrying a heavy bag and drinking from a purple bottle. A neighbour retrieved the bottle and Drayton's DNA was found on it, although he claimed he had been nowhere near the scene.

    Barrister Sarah Leesing, defending, said in mitigation that Drayton had 'a very bad heroin addiction' and didn't remember the burglary at all.

    She added: "He has a particularly difficult background and has no, or very little, education and no employment."

    The court heard that Drayton had committed three burglaries and had other previous convictions for drug offences.

    Elliott, who attends Downham Special School, was born with a rare condition which has been recently diagnosed as Severe Global Developmental Delay, which falls within the autism spectrum. The special computer, about the size of a large calculator, was provided by the Plymouth-based charity Call South West (Communication Aids for Living and Learning).

    Manufactured by Liberator, it has a touch-screen with symbols for topics such as 'food' and 'places', allowing access to key words and phrases within each category.

    After hearing of Elliott's plight, Call South West launched an appeal to replace the voice machine.

    Insurance money covered the bulk of the cost of a new unit, so the money raised through the appeal was put towards carrying cases and insurance costs for the new machine.

    Elliott's mother Susanne yesterday told the Herald of her relief that Drayton was behind bars. She said: "We were told it's the maximum sentence they can give him in the circumstances, so we're quite pleased. It's remarkable the difference the Chat PC has made to Elliott. It gives him confidence as well as independence and he's able to join in lessons for the first time."

JAIL FOR ADDICT WHO STOLE VOICE

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 29.11.04

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Quinta-feira, Novembro 25, 2004

Suprema Corte do Canadá: não há direito a tratamento
Governo aplaude rejeição ao precedente autista

| Janice Tibbetts | CanWest News Service, via National Post | 20/11/2004 |

A Suprema Corte do Canadá recusou elevar os recursos de saúde para um direito constitucional em um julgamento que foi um atordoante retrocesso para famílias de crianças autista que pediam ao Estado o pagamento para um caro tratamento.

A decisão unânime e inequívoca derrubou os julgamentos de duas cortes da Colúmbia Britânica que haviam determinado que o Governo violara a garantia de direitos iguais para os deficientes da Declaração de Direitos.

A decisão de 19/11 terá impacto em todo o Canadá, influindo em processos nos quais pais de várias províncias buscam ordens judiciais que forcem os governantes a pagar por terapias de intervenção precoce que custam mais de USD CAD $60.000,00 (60 mil dólares canadenses, cerca de R$ 140.000,00) por anos, por criança.

O caso foi considerado um dos mais significativos ítens da política social a chegar à alta corte nos últimos anos. Todas as dez provícias e Ottawa intervieram para alertar os juízes que os governos precisariam de recursos ilimitados se os cuidados de saúde viessem a oferecer todas as coisas a todas as pessoas.

Jamie Cameron, especialista em constituição, disse que haveria dificuldades para a corte estabelecer uma exceção para as crianças autistas sem expor o esticado sistema de saúde a uma enxurrada de processos de pessoas procurando suporte para outras deficiências.

"A Corte mostrou aqui apropriada cautela institucional ao resistir à sedução de constitucionalizar o Sistema de Saúde", disse Cameron, um professor de direito na Universidade York em Toronto. "Uma vez que o precedente fosse criado, encorajaria outras reivindicações."

Pais de autistas estão arrasados e indignados. Na Suprema Corte, Debbie Barbezin, de Ottawa, mãe, com os olhos cheios de lágrimas, questionou como continuará a pagar as contas das terapias para seu filho de oito anos, Dylan.

David Sherriff-Scott, um advogado de Ottawa cujo filho fez onze anos ontem, disse que a falta de subsídios estatais "condena estas crianças a uma vida marginalizada."

Em Langley, Colúmbia Britânica, Sabrina Freeman, mãe de Miki, 16 anos, denunciou o julgamento como "lixo totalmente falsificado" e acusou os juízes por submeterem-se a pressões políticas.. "Se meu filho não tem o direito a fazer parte do sistema de saúde, então o governo não tem direito aos meus impostos", ela afiromou.

O julgamento 7 a 0 foi o ápice de uma batalha legal de seis anos iniciada por quatro famílias da Colúmbia Britânica depois de o governo recusar-se a pagar o que é conhecido como "Tratamento Lovaas", dizendo que era "novo, controverso, experimental e que não era um serviço medicamente necessário."

O tratamento, que tem mostrado dramáticos resultados em alguns casos, foi criado nos EUA pelo psicólogo Ivar Lovaas no fim dos anos 1980. Crianças autistas são submetidas entre 20 a 40 horas por semana de intensiva terapia um-a-um, que é mas efetiva quando a criança é pequena.

Algumas províncias, incluindo Alberta, Ontario e Ilha Príncipe Edward, cobrem os custos de tratamento em algum grau, mas muitos custos são deixados para os pais.

As famílias dizem que a recusa do governo em pagar o tratamento mostra visão curta, visto que cerca de 90% das crianças autistas eventualmente vêm a ser institucionalizadas a um enorme custo para os contribuintes.

A Suprema Corte concluiu que as províncias não estão discriminando as crioanças autistas ao negar-lhes recursos, porque muitos outros serviços também não são cobertos se não são oferecidos por um médico.

Beverley McLachlin, a Presidente do Tribunal, disse que simpatiza com as famílias, mas "o caso perante nós não é o que o serviço de saúde pública oferece, o que é assunto para o Parlamento e a legislatura."

A decisão da Corte está de acordo com o padrão de recusar-se a ditar como os governos gastam seu dinheiro. É estimado que cerca de 70% dos serviços públicos são publicamente custeados. Os custos com remédios e muitos tratamentos não prestados por médicos são geralmene excluídos.

"O esquema legislativo não promete que qualquer canadense receberá o custeio de todos os tratamentos médicos requeridos", escreveu McLachlin. "Tudo o que é outorgado é financiamento básico para serviços fornecidos por profissionais médicos, com o custeio de serviços não-essenciais deixados para a discriminação das províncias."

A corte concluiu que não havia evidência de que o governo põe as crianças autistas e suas famílias "no incinerador" quando comparados com os não-deficientes ou outras pessoas com deficiências procurando terapias emergenciais.

A Colúmbia Britânica argumenta que custaria 250 milhões de dólares canadenses, dos 9 bilhões orçados para a saúde para cobrir o tratamento para todas as crianças autistas. A província atualmente cobre um terço dos custos até a criança fazer seis anos.

Ujjal Dosanjh, Ministro da Saúde federal, foi membro do NDP do governo da Colúmbia Britânica que se recusou a pagar a conta toda. Ele disse que é importante que as províncias e territórios sejam autorizados a alocar seus escassos dólares da saúde como acharem melhor.

"Tenho certeza de que as províncias e territórios darão uma olhada para o que estão fazendo e se eles fazem o melhor que podem, mas essas são decisões que são melhor tomadas se deixadas para aqueles que prestam os serviços de saúde", ele diz.

Geoff Plant, advogado-geral da Colúmbia Britânica aplaudiu a decisão por fornecer "o esclarecimento que precisamos sobre esse importante assunto."

Em Alberta, a província tem financiado a terapia intensiva para crianças autistas desde 1999. Iris Evansaid, Ministra dos Serviços para a Infância, disse que a decisão da corte não afetará o apoio governamental ao tratamento dos autistas.

Saskatchewan, que provê um amplo conjunto de serviços para pessoas com deficiências cognitivas, continuará a tentar prover os serviços que puder, John Nilson, Ministro da Saúde, disse aos jornalistas.

"O que a Corte disse é que as províncias têm o direito de definir as áreas de tratamento e as pesosas terão de trabalhar com esses recursos", ele concluiu.


    Top court: health care not a right
    Governments applaud as autism precedent rejected

    OTTAWA -
    The Supreme Court of Canada refused to elevate health funding to a constitutional right in a ruling that was a stunning setback for families of autistic children asking the state to pay for expensive treatment.

    The unanimous and unequivocal decision overturned two British Columbia court rulings that found the provincial government violated the Charter of Rights equality guarantees for the disabled.

    Yesterday's decision will have an impact across Canada, hindering lawsuits in which parents in several provinces are seeking court orders forcing governments to pay for early intervention therapy that costs up to $60,000 per year per child.

    The case was considered one of the most significant social policy issues to reach the high court in years. All 10 provinces and Ottawa intervened to warn the judges that governments would need unlimited budgets if health care were to become all things to all people.

    Constitutional expert Jamie Cameron said that it would have been difficult for the court to carve out an exception for autistic children without exposing the stretched health system to a flood of lawsuits on behalf of people seeking coverage for other disabilities.

    "The court has shown appropriate institutional caution here in resisting the invitation to constitutionalize the health-care system," said Mr. Cameron, a law professor at York University in Toronto. "Once the precedent is created, it would encourage other claims."

    Parents of autistic children are devastated and outraged. At the Supreme Court, Ottawa mother Debbie Barbesin, her eyes filled with tears, wondered how she will continue to pay therapy bills for her eight-year-old son, Dylan.

    David Sherriff-Scott, an Ottawa lawyer whose autistic son turned 11 yesterday, said the absence of state funding "dooms these children to a life of being marginalized."

    In Langley, B.C., Sabrina Freeman, mother of 16-year-old Miki, denounced the ruling as "total unadulterated garbage" and chastised the judges for caving in to political pressure. "If my child is not entitled to be part of the health] care system, then the government is not entitled to my taxes," she said.

    The 7-0 ruling was the culmination of a six-year legal battle begun by four B.C. families after the government refused to fund what is known as Lovaas autism treatment, saying it was "novel, controversial, experimental and not a medically necessary service."

    The treatment, which has shown dramatic results in some cases, was pioneered in the United States by psychologist Ivar Lovaas in the late 1980s. Autistic children undergo 20 to 40 hours a week of intensive one-on-one therapy that is most effective when a child is young.

    Some provinces, including Alberta, Ontario and Prince Edward Island, cover the therapy costs to some degree, but many expenses are left to parents.

    The families say government refusal to pay for the treatment is short-sighted, given that about 90% of autistic children are eventually institutionalized at an enormous cost to taxpayers.

    The Supreme Court concluded that provinces are not discriminating against autistic children by denying funding, because many other services are also not covered if they are not provided by a medical doctor.

    Beverley McLachlin, the Chief Justice, said she sympathized with the families, but "the issue before us is not what the public health system should provide, which is a matter for Parliament and the legislature."

    The court's decision is in keeping with its pattern of refusing to dictate how governments spend their money. It is estimated that about 70% of health services are publicly funded. Drug costs and many treatments not delivered by doctors are generally excluded.

    "The legislative scheme does not promise that any Canadian will receive funding for all medically required treatment," wrote Chief Justice McLachlin. "All that is conferred is core funding for services provided by medical practitioners, with funding for non-core services left to the province's discretion."

    The court concluded there was no evidence the government put autistic children and their families "on the back burner" when compared with the non-disabled or other people with disabilities seeking emerging therapies.

    British Columbia contends it would cost $250-million of the province's $9-billion health budget to cover the treatment for all autistic children. The province currently covers one-third of the costs until a child turns six.

    Ujjal Dosanjh, the federal Health Minister, was a member of British Columbia's NDP government when it refused to foot the entire bill. He said it is important that provinces and territories be permitted to allocate scarce health care dollars as they see fit.

    "I'm sure the provinces and territories will take a look at what they're doing and whether they do it the best they can, but those are decisions that are best left to those that deliver health care on the ground," he said.

    Geoff Plant, B.C.'s Attorney-General, praised the decision for providing "the clarification that we need on this important issue."

    In Alberta, the province has been funding intensive therapy for autistic children since 1999. Children's Services Minister Iris Evansaid yesterday the court ruling won't affect government support for autism treatment.

    Saskatchewan, which provides a broad array of services to people with cognitive disabilities, will continue to try to provide the services it can, John Nilson, the Health Minister, told reporters.

    "What the court said is that the provinces have the right to set out the areas of treatment and people will have to work within those resources," he said.

    © National Post 2004
Top court: health care not a right
http://www.canada.com/national/story.html?id=c1553449-c345-4f0c-94d1-53c587e810b9&page=1

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 25.11.04

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Quarta-feira, Novembro 24, 2004

"Olhares" para crianças diferentes

| Ana Magalhães | O Primeiro de Janeiro | Porto, Portugal, 26/10/2004 |

"Olhares" é o mais recente centro de desenvolvimento infantil na Maia que apoia, gratuitamente, crianças com perturbações de desenvolvimento, sobretudo com o síndrome de Asperger. Feito a partir do apoio de mecenato, o primeiro parceiro é a Fundação 99 criada pelo futebolista Vítor Baía.

Começaram por ser 22 pais preocupados com as deficiências dos seus filhos e agora é um centro de desenvolvimento infantil com mais de 100 pais associados, que apoia quem não tem capacidades financeiras para tratar os seus filhos. Tem terapias para jovens com perturbações de desenvolvimento, mas com um mês de existência o apoio mais procurado é feito por pais de crianças com síndrome de Asperger. Uma espécie de autismo atípico de quem se isola por não ter interesses comuns. Por ser uma associação que vive do mecenato, hoje, dia do seu lançamento, vai ser apresentada como primeira parceira a Fundação 99, do guarda-redes Vítor Baía.

"Mas queremos chegar a mais lados", disse ao "Janeiro" Tereza Lima Martins, uma das responsáveis pelo centro de desenvolvimento infantil, que além de apoiar crianças com perturbações de desenvolvimento, tem como objectivo conseguir financiamentos para investigações nestas áreas. Por ser uma doença ainda pouco conhecida, os esforços desta equipa recaem na divulgação do síndrome de Asperger, que afecta provavelmente cerca de dez mil crianças só no Norte do País, ainda que diagnosticadas não cheguem a cinco mil de Norte a Sul. "Preferimos não extrapolar números porque é assustador", frisou, contudo, a responsável.

Com crianças portadoras desta doença a partilharem o seu testemunho ontem, no Forte de S. Baptista, na Foz do Douro, no Porto, pelas 19h00, o dia do lançamento do centro de desenvolvimento infantil vai ficar marcado com uma explicação sobre o síndrome. Nas palavras de Tereza Lima Martins, é preciso passar a mensagem que os pais destas crianças não podem apenas repreender os seus filhos por serem irrequietos e por terem, muitas vezes, insucesso escolar. "É necessário difundir que a grande taxa de suicídio juvenil pode passar pelo síndrome não detectado", alertou, acrescentando que quando não tratado o síndrome pode evoluir em adulto para a doença de esquizofrenia.

No centro infantil da Maia, as terapias existentes para acompanhar estas crianças passam por estimular para o que não está desenvolvido naturalmente, como a escrita, a fala ou a leitura, e por treinos de competências sociais. O objectivo é ensinar estas crianças a integrarem-se na sociedade, nomeadamente nas salas de aula, onde também tendem a isolarem-se.

O que é o síndrome de Asperger?

As crianças com síndrome de Asperger não têm todas os mesmos sintomas e se há quem fale precocemente também há quem desenvolva esta competência tardiamente. "A generalidade das crianças tem fixações por um determinado tema e podem saber de cor, por exemplo, as matrículas ou marcas de carros", especificou Tereza Lima Martins, esclarecendo que a tendência destas crianças é isolarem-se porque não partilham com os restantes os mesmos interesses. "Normalmente, os seus melhores amigos são os jogos de computador", concluiu.

"Olhares" para crianças diferentes

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.11.04

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Seminário Serrano sobre Autismo

Lages (SC), 4 de dezembro de 2004
Salão de Atos - UNIPLAC


AMA - Associação de Pais e Amigos dos Autistas

9h00 - Palestra
Transtornos Globais do Desenvolvimento (Síndromes Autistas)

Sérgio Antoniuk
Neuropediatra, Prof. Assistente de Neuropediatria da UFPR
Coordenador do Centro de Neuropediatria do Hospital das Clínicas da UFPR

14h00 - Palestra
Tratamento: Método ABA, TEACCH e outros Planos Pedagógicos


Maria Helena Keinert
Psicóloga formada pela Universidade Tuiuti do Paraná, 1981
Especializada em TID
Diretora do SELF Center - Espaço Terapêutico

Tatiana Nodari
Psicóloga formada pela Universidade Tuiuti do Paraná, 2001
Terapeuta Cognitivo-Comportamental
Coordenadora do SELF Center - Espaço Terapêutico

19h00 - Apresentação de "Case"
Experiência de uma escola que deu certo

Palestrante a definir.

Profissionais - R$ 60,00
Estudantes - R$ 30,00

Pagamento:
Banco Real, ag. 0182, cc. 8713425-1
Enviar a ficha via FAX (49)222-3761, mais o
comprovante de depósito devidamente identificado.

Após 30/11, as inscrições serão feitas no local do seminário.

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.11.04

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Milhares em marcha pelo autismo

EL VOCERO de Puerto Rico | Angel L. Vázquez, por Viviana Colón Colón - Especial para ESCENARIO | 15/11/2004 |

Para formar consciência no governo sobre o problema da falta de serviços de educação especial, mais de 3500 pessoas participaram da "1ª Marcha de Alerta: um Passo Amigo pelo Autismo."

A chuva não foi obstáculo para que pais e profissionais da Saúde, assim como crianças especiais, participassem da marcha que aconteceu na manhã de ontem. A atividade começou às 9h20 no Departamento de Educação e terminou às 10h00, quando as pessoas chegaram nas instalações do estádio Hiram Bithornm em Hato Rey.

"Apesar da chuva, as pessoas responderam ao nosso chamado. A princípio, deixamos aos pais que decidissem se queriam levar seus filhos à marcha, e muitos os trouxeram para participar desta atividade, que diz respeito a todos os portorriquenhos", afirmou a porta-voz da Alianza de Autismo de Puerto Rico, Aimée Cora, que, junto com um grupo de pais, foi responsável pelo evento.

Uma vez no local do evento, as pessoas puderam participar de clínicas de saúde, assim como de grupos de apoio e reuniões de orientação, todas em torno do autismo. Também um grupo de artistas, tais como Samuel Hernández , o Grupo Amanecer, com Julio César Sanabría, e o grupo Guateque apresentaram um espetáculo cheio de alegria às pessoas que estavam na atividade.

De sua parte, o prefeito de San Juan, Jorge Santini, entregou uma proclama da atividade para Mylene Vázquez, da organização de autismo, a pessoa que propôs a atividade.

"Propus essa atividade porque em Porto Rico há uma grande necessidade de serviços para as crianças autistas. Tínhamos que fazer algo para criar consciência de que somos muitas pessoas com filhos autistas e necessitamos que o governo ofereça os serviços estabelecidos por lei", declarou Vázquez, que tem um menino autista de cinco anos.

Em busca de orientação

Muitos pais participaram em busca de orientação e informação sobre o autismo. Muitos concordaram que em Porto Rico o governo não está tomando as medidas necessárias para oferecer às crianças serviços de educação especial.

"Viemos de Adjuntas e ficamos sabendo da atividade pelo rádio. Temos um filho de sete anos diagnosticado com autismo e viemos em busca de orientação e para apoiar uma causa que nos toca tão de perto. No meu caso, as professoras da escola regular não sabem como lidar com meu filho e, além disso, os serviços e exames nunca chegam", afirmou Evelyn Lamboy, que participou da atividade com seu marido Alberto Maldonado e o filho Alberto Juan Maldonado.

Segundo ela, Adjuntas é parte de muitos outros povoados que não têm serviços adequados de educação especial.
    Miles en marcha alerta autismo

    Para crear conciencia en el gobierno sobre el problema de la falta de servicios de educación especial, fueron más de 3,500 personas las que formaron parte de la "1ra Marcha de Alerta: Un paso Amigo por el Autismo".

    La lluvia no fue obstáculo para que tanto padres como profesionales de la salud, así como niños especiales, fueran los que caminaran en la marcha que se llevó a cabo en la mañana de ayer. La actividad dio comienzo a eso de las 9:20 a.m. en el Departamento de Educación y culminó a las 10:00 a.m. cuando las personas llegaron hasta las instalaciones del estadio Hiram Bithorn en Hato Rey.

    "A pesar de que llovió, la gente respondió al llamado que le hicimos para que participaran de esta marcha. En principio le dijimos a los papás que fueron ellos los que tomaran la decisión de si deseaban llevar a los niños a la marcha y muchos los trajeron a sus niños para que participaran de esta actividad que nos compete a todos los puertorriqueños", manifestó la portavoz de la Alianza de Autismo de Puerto Rico, Aimée Cora, quien junto a un grupo de padres fueron los responsables de la creación de este evento.

    Una vez en el lugar las personas pudieron participar de clínicas de salud, así como de grupos de apoyo y charlas de orientación todas en torno al autismo. Asimismo, un grupo de artistas tales como Samuel Hernández , el Grupo Amanecer con Julio César Sanabría, al igual que el grupo de bomba Guateque, llevaron a cabo un espectáculo lleno de alegría a las personas que asistieron a la actividad.

    Por su parte, el alcalde de San Juan, Jorge Santini, entregó la proclama de la actividad a Mylene Vázquez, quien pertenece a la organización de autismo y además fue la persona que propuso la creación de esta actividad.

    "Propuse esta actividad porque en Puerto Rico hay una gran necesidad de servicios para los niños autistas. Teníamos que hacer algo para crear conciencia de que somos muchas las personas que tenemos niños autistas y necesitamos que el gobierno ofrezca los servicios que por ley tiene que darnos", declaró Vázquez, que tiene un niño autista de cinco años.

    Asisten en busca de orientación

    Muchos padres asistieron a la actividad en busca de orientación einformación sobre el autismo. Muchos coincidieron en que en Puerto Rico el gobierno no está realizando de una manera efectiva los procesos para ofrecer a los niños servicios de educación especial, sino es que en ocasiones ni los ofrecen.

    "Venimos desde Adjuntas y nos enteramos por la radio de esta actividad.Tenemos un niño de siete años que fue diagnosticado con autismo y vinimoshasta acá en busca de orientación y para apoyar esta causa que a nosotrosnos toca tan de cerca. En mi caso las maestras de sala regular no saben cómotratar a mi hijo y sobre eso los servicios y evaluaciones nunca llegan",expresó Evelyn Lamboy quien asistió a la actividad junto a su esposo AlbertoMaldonado e hijo Alberto Juan Maldonado.

    Según Lamboy, Adjuntas forma parte de muchos otros pueblos que no estánofreciendo los servicios adecuados de educación especial.
Miles en marcha alerta autismo
http://www.vocero.com/noticia.asp?n=49205&d=11/15/2004

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.11.04

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Noite de encontro para a família em Devon

| North Devon Gazette | 24/11/2004 |

Famílias de crianças com autismo e comportamentos associados desfrutarão de uma noite de descontração no The Big Sheep, perto de Bideford, neste sábado. O evento foi organizado pelo Fórum do Norte de Devon para o Autismo e Comportamentos Associados [North Devon Forum for Autism and Related Behaviours], com a ajuda do Bideford Bridge Trust.

    Family fun night out

    FAMILIES
    of children with autism and related behaviours will be enjoying a fun evening at The Big Sheep, near Bideford, on Saturday evening. The event has been organised by the North Devon Forum for Autism and Related Behaviours with help from Bideford Bridge Trust.

    Call Lin Harding (01237) 431844.
Family fun night out

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 24.11.04

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Terça-feira, Novembro 23, 2004

Pensando grande

| Barnet Times | Comentário | 18/11/2004 |

Pais de crianças com necessidades especiais sempre passam por um momento difícil. É de partir o coração ter de mandar seu filho à escola longe de casa, só porque não há recursos para uma criança com autismo, por exemplo, em Barnet.

Assim, o fato de as autoridades locais da educação [local education authority's -LEA] se esquematizarem para dispor escolas preparadas para crianças com necessidades específicas soa como uma boa idéia. Entretanto, os pais sempre desconfiam de quaisquer tentativas das LEA para pôr suas crianças nas escolas regulares. Temem que suas crianças não sejam tratadas adequadamente. Argumentam que isso é apenas uma forma de economizar dinheiro. Como, de fato, será mais barato estabelecer esses novos recursos do que pagar para as crianças irem a escolas especializadas, sua preocupação é compreensível.

As autoridades de Barnet estão tentando encaminhar as preocupações dos pais de crianças com necessidades especiais têm sobre usa educação. Mas terão um trabalho duro em convencê-los de que têm o maior interesse do mundo.
    Times Comment: Thinking big

    Parents whose children have special needs have a difficult time of it. It must be heartbreaking to have to send your child to school far away from home, just because there is no provision for a child with autism, for instance, within Barnet.

    So the local education authority's (LEA) scheme to set up specially resourced schools for children with specific needs does sound like a good idea. However, parents are traditionally distrustful of any attempts made by the LEA to put their special needs children into the mainstream system. They fear their children will not be cared for properly. And then, they argue that this is just a money-saving exercise, and as it definitely will be cheaper to establish these new resource centres than to pay for children to go to specialist schools, their concerns are understandable.

    Barnet LEA is trying to address the honest concerns parents of special needs children have about their education. But it will have a tough job convincing them it has have their best interests at heart.
Thinking big
http://www.barnettimes.co.uk/news/opinion/display.var.547089.0.times_comment_thinking_big.php

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 23.11.04

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Segunda-feira, Novembro 22, 2004

The Vines continuam juntos

| NME | 21/11/2004 |

O empresário do The Vines [grupo de pop rock australiano] disse que, apesar do recente diagnóstico de aspérguer para seu vocalista Craig Nicholls, a banda segue em frente.

A condição de Nicholls foi revelada em um julgamento ontem (19/11), em Sydney, onde ele recebeu acusações relativas a uma pretensa agressão a um fotógrafo, com danos a sua câmera. Ele recebeu uma absolvição incondicional.

Em uma breve nota em www.thevines.com, o empresário diz:

"Os últimos seis meses foram um tempo sofrido para The Vines e as pessoas próximas. Craig foi recentemente diagnosticado com a síndrome de Asperger, uma desordem neuorológica considerada uma leve forma de autismo. Pessoas ásperguer são geralmente consideradas excepcionalmente inteligentes (e têm freqüentemente sua atenção obsessivamente focada em música ou arte), mas têm dificuldade com a leitura de situações sociais e são muitas vezes acusadas de ser deliberadamente rudes e antissociais. Eles também têm dificuldades em lidar com mudanças e só se sentem seguros em uma rotina e ambiente familiar"

O empresário prossegue: "A banda NÃO acabou e Craign olha para a frente para fazer o que ama e para o que vive - voltar a escrever e gravar músicas com o The Vines. Em nome de Craig e do The Vines, agradeço aos familiares, amigos e fãs por seu apoio, compreensão e compaixão constantes."

    VINES STAY TOGETHER

    The Vines management have said that despite frontman Craig Nicholls¿ recent diagnosis with Asperger¿s Syndrome, a form of autism, the band will carry on.

    Nicholls condition was revealed in a Sydney courtroom yesterday (November 19) where he faced charges relating to the alleged assault of a photographer and damage to his camera. He was given an unconditional discharge.

    In a brief statement posted on www.thevines.com, Vines management said: "The last six months has been a very trying time for The Vines and those close to them. Craig was recently diagnosed with Asperger¿s Syndrome, a neurobiological disorder which is a mild form of autism. People with AS are generally considered exceptionally intelligent (and often obsessively focus their attention to music or art), but have difficulty reading social situations and are often accused of being deliberately rude and antisocial. They also have difficulty coping with change and only find security in a familiar routine and environment."

    The statement went on: "The band has NOT broken up and Craig looks forward to doing what he loves and lives for - getting back to writing and recording music with The Vines. On behalf of Craig and the Vines, thank you to family, friends and fans for their continued support, understanding and compassion."
VINES STAY TOGETHER
http://www.nme.com/news/110596.htm

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 22.11.04

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Cuidadora de J.D.S. inocentada de negligência

Acusação de crime contra senhora idosa que cuidava de adultos deficentes foi retirada

| Anthony Colarossi | Orlando Sentinel | 17/11/2004 |


Severamente retardada e sofrendo de autismo e paralisia cerebral, ela foi estuprada em uma casa de assistência no sul de Orlando e ficou grávida.

Ela passou a simbolizar um colapso no sistema do Estado nos cuidados com adultos vulneráveis. Incapaz de pensar por si mesma ou decidir por fazer um aborto, seu caso tornou-se um debate legal sobre os direitos dos não-natos. Um juiz decidiu que a mulher com a capacidade mental de uma criança pequena carregaria seu bebê até o final.

Finalmente nesta terça-feira, o Sistema Jurídico-criminal da Flórida deu sua última cartada ao julgar o caso da mulher conhecida apenas como J.D.S.: Ninguém será punido por nenhum crime cometido contra ela.

O juiz de Orange Circuit, Dr. Stan Strickland, recusou a acusação de negligência criminosa contra Hester Strong, uma senhora idosa que o Estado tinha incumbido de cuidar de J.D.S. e outros adultos com deficiência de desenvolvimento.

"Seus atos não foram criminosos", Strickland disse depois de sua decisão na terça-feira. Enquanto foi provado que o seu marido, Phillip Strong, engravidou J.D.S., "não há lei que Hester Strong tenha violado," completou o juiz.

Assim que saiu da corte, a senhora de 75 anos disse: "Graças a Deus e a Jesus e a meu advogado e ao Juiz. Tenho Jesus em minha mente... Sabia que Jesus ia resolver."

Enquanto a decisão de Strickland fez Strong levantar suas mãos em agradecimento e agradecer a um poder maior pelo resultado, deixou outras pessoas irritadas.

"[J.D.S.] não teve justiça alguma", disse Patti Riley Jarrell, a guardiã indicada pela Corte. "O Estado da Flórida era o único que, supostamente, estava a proteger estas pessoas, e falhou!"

Jarrell predisse que a públicidade envolvendo o capítulo final deste caso será esquecida em breve e outras pessoas incapacitadas podem vir a sofrer nas máos de seus cuidadores.

"Até que provemos um caso contra o Estado por não fazer o que são empossados para fazer - proteger pessoas que não podem se proteger sozinhas - isso continuará a acontecer", Jarrell disse. Aconteceu no passado; vai acontecer de novo.

O caso de J.D.S. veio à tona em abril de 2003, quando Hester Strong reportou sua gravidez às autoridades.

A investigação da Polícia levantou a suspeita de que alguém na casa dos Strong engravidou J.D.S., mas a única evidência era o feto em si. Somente um teste de DNA poderia determinar a identidade do agressor e os investigadores tinham de esperar se um aborto seria realizado ou se um bebê nasceria. J.D.S., agora com 24 anos, não podia tomar decisões por si mesma - não pode sequer falar - e assim um juiz indicou Jarrell para ser sua guardiã legal e tomar suas decisões médicas e legais.

O Juiz Lawrence Kirkwood solicitou a Jarrell para que o ajudasse a decidir se J.D.S. estava saudável o suficiente para dar à luz ou se ela deveria abortar.

Em uma campanha que irritou os defensores do aborto e galvanizou os grupos anti-aborto, o Governador Jeb Bush e o Departmento de Crianças & Famílias [Department of Children & Families ] pediu à Corte que apontasse um guardião para o feto, argumentando que os direitos da criança não-nascida deveriam ser representados.

Ao final, Jarrell disse a Kirkwood que J.D.S. poderia dar a luz à criança sem prejudicar sua saúde. Ele concordou e mandou que J.D.S. levasse a gravidez a termo.

Apesar da decisão de Kirkwood, Bush e outros prosseguiram com o caso e a Corter de Apelação do 5º Distrito decidiiu que as leis do Estado não provêem "direitos do feto" a um guardião legal.

Tal decisão veio meses depois de J.D.S. dar á luz uma menina saudável, em agosto de 2003.

A bebê foi depois adotada e o resultado de seu DNA foi compatível com o de Phillip Strong, marido de Hester, e eles foram presos.

Phillip Strong nunca enfrentará um juiz. No início deste anos, o Juiz Alan Lawson, de Orange Circuit, determinou que ele sofre de demência e perda de memória e não é responsável para ser julgado por estupro.

Terça-feira, depois que seu caso foi recusado, Hester Strong disse que ela e seu marido tinham "rezado junto."

Sobre J.D.S., ela disse: "Eu a amo. Eu a perdi. E estou pesarosa pelo que aconteceu."

David Bigney, advogado de Hester Strong, pediu a Strickland para arquivar o processo nesta terça-feira, logo antes de seu julgamento ter início.

Bigney argumentou que Strong fez tudo que podia por J.D.S., incluindo contar aos médicos durante o exame regular feito em 30 de janeiro de 2003 que não sabia quando a jovem sob seus cuidados tinha menstruado pela última vez.

O Centro Médico da Família de Pine Hills [Pine Hills Family Medical Center] fez um exame de urina e confirmou a gravidez em 24 de abril de 2003.

Hester Strong imediatamente relatou o fato a um assistente social sob contrato do Departamento de Crianças & Famílias.

Bigney também disse que J.D.S. ganhara apenas um quilo entre janeiro e abril.

Ele frisou que os assistentes sociais que mantinham contatos mensais com J.D.S. e outros na escola especial que freqüentava nunca notaram a gravidez da moça.

Strong não tinha motivos para pensar que seu marido estuprara a jovem, Bigney disse e por isso ela não pôs J.D.S. em risco. Ela também não lhe negou atendimento médico.

Strickland concordou.

"A menos que houvesse um testemunho arrasador pelo Estado, o caso não deveria ir a júri, disse o juiz."

A promotora assistente Linda Drane Burdick concordou com a maioria dos fatos mencionados por Bigney em seu pedido de arquivamento.

"Este foi um caso de jurisprudência que foi determinado pelo juiz," disse Burdick. "Não vou recorrrer da decisão. Não temos planos de apelar."

Apesar do julgamento, Jarrell, a guardiã de J.D.S., disse que Strong e o Estado da Flórida falharam com a jovem.

"Ela falhou em protegê-la", disse Jarrell.

Ela disse que pretende processar o Estado em nome de J.D.S., que agora reside em uma residência assistida pequena, segura e profissional. "Penso que [o processo] é a única medida a tomar", explicou Jarrell.

O Departamento não mais descuida de casas de assistência que cuidam de pessoas com distúrbios do desenvolvimento.

Bigney disse que outros não podem ser responsabilizados pelos crimes de Phillip Strong.

"Se Hester não suspeitou que isso podia acontecer depois de estar casada com seu marido por 50 anos, não posso imaginar porque [o Departamento] teria qualquer suspeita", diz o advogado.

i>"Não posso culpar o Departamento. Penso que, assim como Hester, eles não tinham como suspeitar que isso fosse acontecer."
    Caregiver for J.D.S. cleared of neglect

    A felony charge against an elderly woman caring for a disabled adult is dismissed.


    Severely retarded and suffering from autism and cerebral palsy, she was raped in a south Orlando group home and became pregnant.

    She came to symbolize a breakdown in the state's system of care for vulnerable adults. Unable to think for herself or decide whether to have an abortion, her case sparked a legal debate about the rights of the unborn. A judge ordered the woman with the mental capacity of a young child to carry her baby to term.

    Finally on Tuesday, Florida's criminal-justice system handed down its latest ruling in the case of the woman known only as J.D.S.: No one will be punished for any crime committed against her.

    Orange Circuit Judge Stan Strickland dismissed the felony-neglect charge against Hester Strong, the elderly woman the state had entrusted to care for J.D.S. and other developmentally disabled adults.

    "Her actions just were not criminal," Strickland said after Tuesday's decision. While it has been proved that Strong's husband, Phillip Strong, impregnated J.D.S., "there's just no law Hester Strong violated," Strickland said.

    As she walked out of court Tuesday, the 75-year-old Strong said, "Thank God for Jesus and for my attorney and for the judge. I had Jesus on my mind. . . . I knew Jesus was going to work it out."

    While Strickland's decision caused Strong to throw up her hands in celebration and thank a higher power for the outcome, it left others angry.

    "[J.D.S.] hasn't gotten any justice," said Patti Riley Jarrell, the disabled woman's court-appointed guardian. "The state of Florida was the one that was supposed to be protecting these folks, and they failed."

    Jarrell predicted the publicity surrounding this final chapter of the criminal case most likely will be forgotten soon, and other disabled people may suffer at the hands of their caregivers.

    "Until we prove a case against the state for not doing what they're empowered to do -- to protect people that can't protect themselves -- then it's just going to continue to go on," Jarrell said. "It has happened in the past; it will happen again."

    The J.D.S. case first surfaced in April 2003, when Hester Strong reported the woman's pregnancy to authorities.

    Police investigating the case suspected someone in the Strong home impregnated J.D.S., but the only evidence was the fetus itself. Only a DNA test could determine the identity of her assailant and investigators had to wait until either an abortion was performed or the baby was born. J.D.S., now 24, cannot make any decisions for herself -- she cannot even speak -- so a judge appointed Jarrell to be her legal guardian and make her life and medical decisions.

    Circuit Judge Lawrence Kirkwood instructed Jarrell to help him decide whether J.D.S. was healthy enough to give birth or whether she should have an abortion.

    In a move that angered abortion-rights advocates and galvanized anti-abortion groups, Gov. Jeb Bush and the Department of Children & Families asked the court to appoint a guardian for the woman's fetus, arguing that the rights of the unborn child should be represented.

    Ultimately, Jarrell told Kirkwood that J.D.S. could give birth to the child without jeopardizing her health. He agreed and ordered that J.D.S. carry the baby to term.

    Despite Kirkwood's ruling, Bush and others continued to pursue the case and the 5th District Court of Appeal ultimately ruled that state law provides no "fetal rights" to a legal guardian.

    That ruling came months after J.D.S. gave birth to a healthy baby girl in late August 2003.

    The baby was later adopted by her foster parents.

    The child's DNA matched that of Hester Strong's husband, Phillip Strong, and they were arrested.

    Phillip Strong will likely never face a jury. Earlier this year, Orange Circuit Judge C. Alan Lawson determined that he suffered from dementia and memory loss and was not competent to stand trial for rape.

    Tuesday, after her case was dismissed, Hester Strong said she and her husband have been "praying together."

    As for J.D.S., she said, "I love her. I miss her. And I'm sorry for what happened."

    David Bigney, Hester Strong's lawyer, asked Strickland to dismiss the case Tuesday, just before her trial was scheduled to start.

    Bigney argued that Strong did everything she could for J.D.S., including telling medical staffers during J.D.S.' regular checkup on Jan. 30, 2003 that she did not know when the young woman in her charge had her last menstrual period.

    The Pine Hills Family Medical Center tested a urine sample after J.D.S.' next scheduled visit in March and confirmed the pregnancy on April 24, 2003.

    Hester Strong immediately reported it to a social worker under contract with the Department of Children & Families.

    Bigney also said J.D.S. had gained only two pounds between January and late April.

    He noted that social workers who had monthly contact with J.D.S. and others at the special school she attended never noticed the woman was pregnant.

    Strong had no reason to think her husband would rape the woman, Bigney said, and therefore she didn't put J.D.S. at risk. She also did not deny her medical attention.

    Strickland agreed.

    "Unless there was a bombshell witness by the state, the case would not have made it to a jury," Strickland said.

    Assistant State Attorney Linda Drane Burdick agreed with most of the facts Bigney mentioned in his motion to have the case dismissed.

    "This is a classic legal question that was determined by the judge in this case," Burdick said. "I do not argue with his decision. We have no plans to try to appeal it."

    Despite the ruling, Jarrell, J.D.S.' guardian, said Strong and the state of Florida failed the woman.

    "She failed to protect her," Jarrell said.

    She said she intends to sue the state on behalf of J.D.S., who now resides in a small, safe and professional group home. "I think that [the lawsuit] is going to be the only vindication that comes from this," Jarrell said.

    DCF no longer oversees group homes that care for the developmentally disabled.

    Bigney says others can't be held responsible for the crimes of Phillip Strong.

    "If Hester didn't suspect that this would happen after being married to her husband for 50 years, I can't imagine why [DCF] would have any more notice," Bigney said.

    "I can't cast blame on the department. I think they were as clueless as Hester was that something like this would happen."
Caregiver for J.D.S. cleared
http://www.orlandosentinel.com/news/local/orange/orl-asecstrong17111704nov17,1,6259404.story?coll=orl-news-headlines-orange

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 22.11.04

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Mãe acusada de matar o filho é condenada

| Kerry Corum | WFIE TV 14, Indiana - NEWS | 22/11/2004 |

Uma mãe acusada de matar seu filho autista deve ser condenada nesta segunda-fewira (22/11/2004).

No mês passado, Christina Cutteridge, 32 anos, ex-moradora de Henderson, recebeu a acusação de homicído em segundo grau.

O corpo de seu filho Nicholas foi encontrado em um trailer em janeiro. A necropsia mostrou que ele morreu de traumatismo causado por objeto contundente.

Um termo de prisão por seis anos foi recomendado para Cutteridge. A sentença formal será dada às 10h00 de segunda-feira.

    Mother Accused Of Murdering Son To Be Sentenced

    A local mother charged in the murder of her autistic son is due to be sentenced Monday.

    Last month, 32-year-old Christina Cutteridge, formerly of Henderson, accepted a plea agreement on a charge of second degree manslaughter.

    The body of her son Nicholas was found in a mobile home in January. An autopsy showed he died of blunt force trauma.

    A six year prison term was recommended for Cutteridge. Her formal sentencing gets underway at 10:00 Monday morning.

Mother Accused Of Murdering Son To Be Sentenced
http://www.14wfie.com/Global/story.asp?S=2597848&nav=3w6oTOWW

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 22.11.04

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Quinta-feira, Novembro 18, 2004

Fizemos o melhor que pudemos

Voluntárias atordoadas com a ruptura do eixo da caridade

| Wee County News | 4/11/2004 |


A Scottish Society for Autism [Sociedade Escocesa pelo Autismo] cortou ligações com seus patrocinadores voluntários de longa data, o Open Doors for Autism Group [Abrindo Portas para o Grupo Autismo].

Esta semana, a desolada sócia fundadora Kit Gow disse que estava muito triste por ter de cortar os laços com a entidade beneficente, dizendo:

-"Sinto-me muito triste, porque gostaria de fazer parte da nova escola. Adoraria participar do que está sendo feito, porque tem sido grande parte de nossas vidas nos últimos anos."

"Foi uma experiência maravilhosa levantar o dinheiro, foi divertido e nunca se questionou que não estivéssemos dando o melhor de nós mesmos."


Não há questionamentos sobre má gestão, e os voluntários estão lançando um novo projeto, o "Opening More Doors [Abrindo Mais Portas] que incluirá as fundadoras do antigo grupo, Kit Gow e Linda Aikman.

Elas se juntarão a outros ex-sócios do "Open", Sir Robert Stewart, Lady Mar e Lord Tenente Sheena Cruickshank.

    WE DID OUR BEST

    Volunteers stunned as charity axe falls


    THE Scottish Society for Autism has severed links with long-term voluntary fundraisers, the Open Doors for Autism Group.

    This week dejected founder member Kit Gow said she was very sad to be forced to sever ties with the charity saying: "I feel very sad because I would love to have been part of the new school. I would love to be involved with what is being done because it's been so much a part of our lives over the last few years.

    "We have had a wonderful time raising the money, it has been great fun and there has never been any question that we were not doing our very best."


    There is no question of financial mismanagement, and the volunteers are now relaunching themselves as "Opening More Doors" which will include the former group's founder members Kit Gow and Linda Aikman.

    They will be joined by other former "Open" members Sir Robert Stewart, Lady Mar and Lord Lieutenant Sheena Cruickshank.
WE DID OUR BEST
http://www.wee-county-news.co.uk/news.asp?search=clear&id=702

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 18.11.04

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D-Cycloserine pode melhorar sintomas de autismo

| Reuters Health, via Yahoo News | 17/11/2004 |

D-cycloserine
, uma droga que tem se mostrado eficaz na redução dos sintomas da esquizofrenia, parece ter significativos aumentos nas habilidades sociais e de comunicação em crianças com autismo, de acordo ocm os resultados de um estudo-piloto publicado no American Journal of Psychiatry.

O Dr. David J. Posey, do Riley Hospital for Children, Indianapolis, Indiana, EUA, e colaboradores examinaram o efeito da D-cycloserine sobre os prejuízos sociais de 12 crianças autistas. Os resultados foram determinados por variações nas medidas das escalas Clinical Global Impression e Aberrant Behavior Checklist.

Cada indivíduo recebeu três doses diferentes de D-cycloserine por duas semanas. As doses administradas foram de 30 mg por dia (baixa), 50 mg por dia (média) e 85 mg por dia (alta).

Um aumento expressivo na escala Clinical Global Impression (CGI) foi observada com as doses média e alta. A taxa de resposta com a baixa foi de 30% e para a alta e média, foi de 40%.

A alta dose de D-cycloserine também foi associada ao aumento na sub-escala de retraimento social do Aberrant Behavior Checklist A severidade dos sintomas diminuiu em 60% nesta dose.

Com estas descobertas, os pesquisadores concluem que "novos estudos controlados da D-cycloserine no autismo parecem assegurados."

FONTE: American Journal of Psychiatry, November 2004.
    D-Cycloserine May Improve Autism Symptoms

    NEW YORK (Reuters Health) -
    D-cycloserine, a drug that has shown to reduce symptoms in schizophrenics, appears to significantly improve social and communication skills in children with autism, according to the results of a small pilot study published in the American Journal of Psychiatry.

    Dr. David J. Posey, of the Riley Hospital for Children, in Indianapolis, Indiana, and colleagues examined the effect of D-cycloserine on social impairment in 12 autistic children. Patient outcome was determined by changes in scores on the Clinical Global Impression scale and Aberrant Behavior Checklist.

    The drug-free subjects received three different doses of D-cycloserine, each for two weeks. The doses administered were 30 mg per day (low), 50 mg per day (medium) and 85 mg per day (high). Ten subjects completed the eight-week study.

    A significant improvement in the Clinical Global Impression scale was seen with the medium and high doses. The response rate with the low dose was 30 percent, and for the medium and high doses, it was 40 percent.

    High-dose D-cycloserine was also associated with significant improvement on the Aberrant Behavior Checklist social withdrawal subscale. Symptom severity decreased by 60 percent at this dose.

    Given these findings, the researchers conclude that "further controlled studies of D-cycloserine in autism appear warranted."
D-Cycloserine May Improve Autism Symptoms
http://story.news.yahoo.com/news?tmpl=story&cid=571&ncid=751&e=9&u=/nm/20041117/hl_nm/autism_drug_dc

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 18.11.04

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Terça-feira, Novembro 16, 2004

Novo estudo de Andrew Wakefield liga autismo a distúrbios intestinais

| Cox News Service, via Autism Connect | 10/11/2004 |

Um gastroenterologista britânico que agora trabalha em Austin concluiu um novo estudo sobre autismo que propõe existir relação entre o distúrbio e uma nova moléstia intestinal.

A pesquisa, que será publicada no número deste mês do Journal of Clinical Immunology (publicada em 10/11) pode abrir portas para testar tratamentos para algumas crianças autistas, incluindo uma dieta que proíbe laticínios e certos grãos.

O Dr Andrew Wakefield, cujo trabalho inicial causou furor ao sugerir uma associação entre a vacina tríplice viral (MMR - sarampo, caxumba e rubeóla) e o autismo, disse considerar inovadora a sua pesquisa mais recente.

O estudo do Dr. Wakefield e mais três colaboradores parte de pesquisas anteriores que conectam o autismo e o intestino. Mas segue vários passos além. Identifica um novo tipo de inflamação intestinal em algumas crianças que parecem normais mas regridem para o autismo; sugere que o mal intestinal é viral, fornecendo pistas sobre a natureza desse tipo de autismo; e fornece novas formas de tratar o autismo em algumas crianças.

-"Isso dá uma base para o que causa aquela moléstia e o que podemos fazer para tratar muitas crianças" que regridem para o autismo, disse o cientista, que está montando um centro de pesquisa, educação e tratamento para crianças autistas em Austin chamado Thoughtful House [Casa Pensante]. "Esperamos que isso se torne a base para um novo tratamento clínico," acrescentou.

O Dr Timothy Buie, um pediatra especialista em desordens gastrointestinais do Massachusetts General Hospital for Children [Hospital Geral Infantil de Massachusetts], considerou a pesquisa uma bem-vinda extensão dos primeiros trabalhos do Dr Wakefield sobre a relação entre o autismo e os sintomas gastrointestinais, tais como constipação e diarréia. O Dr Buie está entre os pesquisadores que estudam moléstias intestinais e autismo, mas disse que é muito cedo para avaliar a significância das descobertas do Dr Wakefield.

Apesar da nova pesquisa expandir a compreensão do autismo em um grupo específico de crianças, "o júri ainda está avaliando" sobre se poderá ser estendido para um grupo maior, disse o Dr. Buie, que também faz parte da Harvard Medical School. "Temos um longo caminho até afirmar que estas mudanças no nível intestinal são causa para o autismo."

O Dr David Baskin, professor de neurocirurgia e anestesiolgia no Baylor College of Medicine, de Houston, disse que o estudo "traz novidades para um crescente conjunto de conhecimento sobre as crianças com autismo e apresenta importantes questões a serem respondidas com novas pesquisas."

O Dr Wakefield e seus colaboradores estudaram 86 crianças na Inglaterra, incluindo 21 com autismo. Descobriram que as crianças autistas têm significativamente mais células de certo tipo em seus tratos digestórios associadas com uma inflamação intestinal que lhes causa problemas crônicos.

Onze daquelas crianças estavam sob alguma dieta restritiva envolvendo laticínios, glúten (grãos, como trigo e centeio), ou ambos. Seus pais dizem que assim as crianças têm melhor desempenho. fisica e mentalmente, de acordo com o estudo de Wakefield. Aquelas crianças também tiveram menos substâncias inflamatórias nos seus intestinos que aquelas sem dieta, diz o estudo.

O estudo recomendou mais pesquisas sobre a dieta restritiva. Crianças autistas em todo o mundo têm sido submetidas a ela.

"É realmente marcante a diferença que vi em algumas crianças", disse Peter Bell, diretor executivo e executivo chefe do escritório da Cure Autism Now, um organização de defesa em Los Angeles que dá apoio a pesquisas sobre autismo.

Mas Bell afirmou que a dieta não teve efeito em seu próprio filho autista, agora com onze anos.

Alertas da FDA [Food and Drug Administration] sobre o Remicade disseram que esse remédio está associado a linfoma e males cardíacos. O Dr Wakefield explicou que não quis mencionar a droga porque ele não quer pacientes clamando por ela antes que tenha sido testadapara o autismo.

A conexão entre autismo e intestino tem ganhado drédito nos últimos cinco ou dez anos, disse Bell, apesar de as pessoas fora da comunidade do autismo poderem não saber disso.

O Dr Wakefield disse que o estudo mostrou que o tipo de moléstias gastrointestinais que as crianças autistas exibem, apesar de diferentes de outros males infecciosos do intestino, eram "similares àqueles que veríamos em pacientes de HIV."

Adicionou: "Isso é importante, porque é uma razão clara para procurar uma causa viral para o autismo."

O Dr Wakefield recebeu notoriedade internacional na seqüência de um artigo de 1998 que publicou em The Lancet, uma prestigiada revista médica britânica, onde pais reportaram acreditar que a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), conhecida nos países de língua inglesa como MMR, poderia estar associada ao autismo e a uma desordem intestinal em algumas crianças.

Apesar do Dr Wakefield ter afirmado que era importante o que aqueles pais diziam, ele insiste que é um grande defensor da vacinação. Entretanto, ele apóia a separação da tríplice viral em injeções individuais, porque a combinação poderia prejudicar algumas crianças.

Cedo neste anos, dez dos treze autores do artigo de The Lancet negaram a interpretação de que a vacina MMR pudesse causar autismo. O Dr Wakefield não foi um deles e estava sozinho em um programa "60 Minutes" sobre o assunto em 24 de outubro sobre a crescente histeria anti-vacina. (O novo estudo não discute a vacina.)

The Lancet disse que não teria publicado o artigo em 1998 se soubesse que o Dr Wakefield recebia ajuda de pais de crianças autistas que buscavam informações científicas para um processo judicial envolvendo a vacina MMR. O Quadro de Apoio Legal [Legal Aid Board ] da Inglaterra tinha pago ao hospital onde o Dr Wakefield trabalhava o equivalente a US$ 90 mil para apoiá-lo.

O Dr Wakefield disse nesta semana que não recebeu qualquer dinheiro e não tinha feito nada anti-ético. Apesar de alguns dos pais no processo estivessem também envolvidos no estudo publicado em The Lancet, o cientista afirma, o trabalho não tinha sido feito para "divulgar um processo."

À medida que a controvérsia da vacina aumentou, o Dr Wakefield renunciou, sob pressão, a seu emprego como professor assistente de gastroenterologia experimental na Royal Free Hospital Medical School [Escola de Medicina do Hospital Real Livre] de Londres em 2001. Ele conta que está no processo de mudança para Austin nos últimos 18 meses e planeja abrir a Thoughtful House em janeiro de 2005.

O centro vai começar com serviços clínicos para crianças autista e gradualmente vai se expandir para uma escola. Também vai conduzir pesquisas.

O Dr Wakefield lembra que o estudo também sugere que algumas drogas podem ajudar, mas o artigo não recomenda nenhuma. Em uma entrevista, o pesquisador disse que Remicade, usada para tratar o mal de Crohn e artrite reumatóide, merece mais estudos.

    New Andrew Wakefield study links autism to novel intestinal illness

    AUSTIN, Texas, USA:
    A British gastroenterologist who now works in Austin has completed a new study on autism which claims to link the disease to a novel intestinal illness.

    The research, which will be published in this month's issue of the Journal of Clinical Immunology that is expected to come out today (November 10), could open the door to testing treatments for some autistic children, including a diet that forbids dairy products and certain grains.

    Dr Andrew Wakefield, whose earlier work caused a furore by suggesting an association between the triple MMR (measles, mumps, rubella) vaccine and autism, said he considered the latest research to be groundbreaking.

    The study by Dr Wakefield and three collaborators builds on previous research connecting autism and the gut. But it goes several steps further. It identifies a new inflammatory intestinal disease in some children who appear normal but regress into autism; it suggests that the intestinal disease is viral, thus giving clues about the nature of this type of autism, and it provides new targets for treating autism in some children.

    "This now gives us the basis of what is driving that disease and what we can do to treat many children" who regress into autism, said Dr Wakefield, who is setting up a research, education and treatment centre for autistic children in Austin called the Thoughtful House. "We hope this will form the basis for a new clinical trial," he added.

    Dr Timothy Buie, a US paediatrician specialising in gastrointestinal disorders at Massachusetts General Hospital for Children, called the research a welcome extension of Dr Wakefield's earlier work into the relationship between autism and gastrointestinal symptoms, such as constipation and diarrhoea. Dr Buie is among the researchers studying bowel disease and autism, but he said it was too early to gauge the significance of Dr Wakefield's findings.

    Although the new research expanded the understanding of autism in a select group of children, "the jury is still out" on whether it extended to a larger group, said Dr Buie, who is also on the Harvard Medical School faculty. "We're a long way from saying that these changes at the gut level are what is causing the autism."

    Dr David Baskin, a professor of neurosurgery and anaesthesiology at Baylor College of Medicine in Houston, said the study "adds to a growing body of knowledge concerning children with autism and poses a number of important questions to be answered with additional research."

    Dr Wakefield and his colleagues studied 86 children in England, including 21 with autism. They found that the autistic children had significantly more cells of a certain type in their digestive tracts associated with an intestinal inflammation causing them chronic problems.

    Eleven of those children were on some dietary restrictions involving dairy products, gluten (grains, such as wheat and rye), or both. Their parents said the children functioned better, physically and mentally, according to the Wakefield study. Those children also had fewer inflammatory chemicals in their intestines than those not on restricted diets, the study says.

    The study recommends more research on the restricted diet. Autistic children across the world have been known to try it.

    "It's really rather remarkable the differences I have seen in some children," said Peter Bell, executive director and chief executive officer of Cure Autism Now, an advocacy organisation in Los Angeles that supports autism research.

    But Bell said the diet had had no effect on his own autistic son, now 11.

    Dr Wakefield said the study also suggested that some drugs might help, but the paper does not recommend any. In an interview, Dr Wakefield said Remicade, used to treat Crohn's disease and rheumatoid arthritis, merited further study.

    The Food and Drug Administration in the United States issued warnings about Remicade after it was linked to lymphoma, malignancies and heart failure. Dr Wakefield said he did not want to mention the drug because he did not want patients clamouring for it until it had been thoroughly tested for autism.

    The gut's connection to autism has gained credence in the last five to 10 years, Bell said, although people outside the autism community might not know this.

    Dr Wakefield said the study had found that the type of gastrointestinal illness the autistic children exhibited, though different from other inflammatory bowel diseases, was "similar to what we would see in HIV patients."

    He added: "That's important, because it's a rationale for looking for a viral cause for autism."

    Dr Wakefield received international notoriety following a 1998 article he published in The Lancet a prestigious British medical journal, in which parents reported that they thought the measles, mumps and rubella vaccine, known as MMR, could be linked to autism and a bowel disease in some children.

    Though Dr Wakefield said it was important to report what parents were saying, he insists that he is a big vaccine supporter. However, he does favour separating the MMR into individual shots because the combination might harm some children.

    Earlier this year, 10 of the 13 authors of the Lancet report disavowed the interpretation that MMR might cause autism. Dr Wakefield was not one of them and was singled out in a "60 Minutes" report on the subject on October 24 for fueling anti-vaccine hysteria. (The new study does not discuss vaccines.)

    The Lancet said it would not have published the 1998 study had it known that Dr Wakefield was helping parents of autistic children to gather scientific information for a lawsuit over the MMR vaccine. The Legal Aid Board in England had paid the hospital where Dr Wakefield worked the equivalent of US$90,000 for his help.

    Dr Wakefield said last week that he had not received any money and had not done anything unethical. Although some of the same parents in the lawsuit were also involved in the Lancet study, Dr Wakefield said, the Lancet paper was not done to "propagate a lawsuit."

    As the MMR vaccine controversy raged, Dr Wakefield resigned under pressure from his job as an assistant professor of experimental gastroenterology at the Royal Free Hospital Medical School in London in 2001. He had been in the process of relocating to Austin for the past 18 months, he said, and planned to open the Thoughtful House in January 2005.

    The centre will start with clinical services for autistic children and will gradually expand to a school. It will also conduct research studies.

    (Source: Cox News Service, November 10, 2004) via Autism connect
New Andrew Wakefield study links autism to novel intestinal illness
http://www.autismconnect.org/news.asp?itemtype=news§ion=000100010001&id=5436

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 16.11.04

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Segunda-feira, Novembro 15, 2004

Abordagens para curar o autismo

| Xinhuanet | www.chinaview.cn | 15/11/2004 |

Um estudo recente do tecido cerebral tomado em pacientes afetados revelou que uma reação do sistema imunológico leva a um aumento do cérebro que poderia estar por trás do autismo.

Beijing (Xinhuanet) - A Escola de Medicina da Universidade John Hopkins divulgou um estudo sobre a causa do autismo, avançando mais um passo.

Um estudo recente do tecido cerebral tomado em pacientes afetados revelou que uma reação do sistema imunológico leva a um aumento do cérebro que poderia estar por trás da condição. Se confirmado, os médicos acreditam que poderiam desenvolver um teste para autismo e permitir um tratamento preventivo.

Mas os cientistas atualmente não podem diagnosticar a condição até que os primeiros sinais de problemas na comunicação apareçam, normalmente no segundo ano de vida.

-"Estas descobertas abrem novas possibilidades para entender a dinâmica das mudanças que ocorrem no cérebro de pacientes autistas durante sua infância e idade adulta. Apesar de elas poderem levar ao desenvolvimento de novos tratamentos médicos para o autismo, muito mais pesquisas seriam necessárias para estabelecer a validade dessa abordagem." O Professor Carlos Pardo-Villamizar da John Hopkins University School of Medicine, que coordenou o estudo, foi citado pela BBC News.

Autismo é uma desordem cerebral que deixa seus portadores com deficiências na interação social. O distúrbio cresceu rapidamente na última década a uma taxa mais rápida do que seria esperado para uma desordem genética, sugerindo alguma cusa ambiental.
    Approaches to curing autism

    A recent study of brain tissue taken from affected patients has revealed that an immune system reaction leading to swelling of the brain could lie behind autism.

    BEIJING, Nov. 15 (Xinhuanet) -- John Hopkins University School of Medicine launched a study of the cause of autism and had made a step forward.

    A recent study of brain tissue taken from affected patients has revealed that an immune system reaction leading to swelling of the brain could lie behind the condition. If confirmed, doctors believe they could develop a test for autism and possibly a treatment to prevent it.

    But scientists cannot diagnose the condition at present until the first signs of problems in communication appear, normally in the second year of life.

    "These findings open new possibilities for understanding the dynamic changes that occur in the brain of autistic patients during childhood and adulthood. Although they may lend themselves to the development of new medical treatments for autism, much more research would be needed to establish the validity of this approach" Professor Carlos Pardo-Villamizar of John Hopkins University School of Medicine, who led the study, was quoted by BBC News as saying.

    Autism is an annoying brain disorder that leaves sufferers with difficulties in social interaction. The disease has been increasing rapidly in the last decade at a faster rate than would be expected for a genetic disorder, suggesting some environmental cause.

Approaches to curing autism
http://news.xinhuanet.com/english/2004-11/15/content_2220303.htm

Autistic kids have inflamed brains
http://www.abc.net.au/science/news/stories/s1244691.htm

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 15.11.04

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Sexta-feira, Novembro 12, 2004

Cachorro dá uma patinha a menino autista

Família faz apresentação a professores

| KATHY PLUM | The Dominion Post | Pennsylvania | 12/11/2004 |


A ligação entre um garoto e seu cão é bem conhecida, mas para Lucas Mitchell e Teagin, é uma garantia de vida. Lucas, 5 anos, é autista. Autismo é um distúrbio do desenvolvimento que afeta algumas funções cerebrais. Crianças autistas tipicamente têm dificuldades em se comuniar verbalmente, interagir socialmente e se relacionar com o mundo.

A cadela Teagin é o elo de ligação de Lucas com o mundo.

"Quando ela está na sala de aula, seu maior propósito é justamente ajudar a diminuir sua frustração e ajudar a ir de tarefa em tarefa", explica o pai de Lucas, Nick Mitchell.

Lucas, de Markleysburg, Pennsylvania, foi diagnosticado autista aos dois anos. Quando sua família ouviu falar dos cães de apoio treinados no Canadá para proteger e confortar crianças autistas, procuraram por um. Foi uma grande esforço a procura por uma agência que treina cães e conseguir o apoio da sua comunidade, que levantou quinze dos vinte mil dólares necessários para comprar o cão.

Teagin é um golden retriever de 3 anos, que foi treinada por dois anos para seu trabalho. Ela é devotada ao "seu menino". No começo deste ano, Teagin literalmente salvou a vida de Lucas. Quando sua mãe se afastou brevemente, ele afundou na água. Lucas não conseguia sair da água, mas agarrou o rabo de Teagin e ela o puxou para a segurança.

Isso lhe rendeu a nomeação para o prêmio Pedigree de cão de apoio do ano, mas aos olhos dos Mitchell, ela já é uma heroína:

-"Teagin salva a vida de Lucas a cada dia, apenas permitindo-lhe ir de tarefa em tarefa", diz Mitchell.

Ele e sua esposa dormem mais tranqüilos por causa de Teagin, conta. Antigamente, Lucas foi capaz de destrancar todas as fechaduras e algumas vezes saiu a vagar pela noite. Agora, se ele se levanta à noite, Teagin também levanta, alertando a família.

Shirley Dempsey, professora na Penn State University que dá consultoria em Preston County, convidou Mitchell para falar sobre cães de apoio para autistas aos professores de educação especial do condado.

-"O autismo parece ser algo que está aumentando em nosso sistema de ensino", diz Dempsey. "Nunca tinha ouvido falar [de cães de apoio para autistas] e acho que o condado se beneficiará com o programa."

Sherry Miller, professora do jardim até a sexta série em escolas de Preston, assistiu a apresentação com interesse. Ela trabalha com uma criança autista na sala-de-aula e concorda que funciona com Lucas, apesar de esperar que ele algum dia aprenda a se comunicar.

-"Posso entender a frustração não-verbal que [Lucas] tem", Miller diz. "Quando ele tem seus momentos de frustração, está tentando nos dizer algo. E quando não consegue é que fica frustrado."

    Service dog gives helping tail to autistic boy in Pennsylvania

    Family gives presentation to teachers in Preston County

    KINGWOOD -
    The bond between a boy and his dog is well-known, but for Lucas Mitchell and Teagin, it's a lifesaver. Lucas, 5, is autistic. Autism is a developmental disorder which affects brain function. Autistic children typically have difficulty communicating verbally, interacting socially and relating to the world.

    Teagin is Lucas' link to the world.

    "When she is in class, her major purpose is just to help decrease his frustration level and help in going from task to task," explained Lucas' father, Nick Mitchell.

    Lucas, of Markleysburg, Pa., was diagnosed autistic at age 2. When his family heard about service dogs in Canada trained to protect and comfort autistic children, they searched for one. It took a great deal of looking for an agency that trains the dogs and the support of their community, which raised $15,000 of the $20,000 needed to buy a dog.

    Teagin is a 3-year-old golden retriever, who trained two years for her job. She is devoted to "her boy." Earlier this year, Teagin literally saved Lucas' life. When his mother turned away briefly, he fell into water over his head. Lucas couldn't crawl out of the concrete-sided retaining area, but he grabbed Teagin's tail and she pulled him to safety.

    That earned her a nomination for Pedigree's service dog of the year award, but in Mitchell's eyes, she's already a hero. "Teagin saves Lucas' life everyday, just by allowing him to go from task to task" more smoothly, Mitchell said.

    He and his wife literally sleep more soundly because of Teagin, Mitchell said. In the past, Lucas had been able to defeat all locks and sometimes wandered at night. But now, if he gets up at night, Teagin gets up also, alerting the family.

    Shirley Dempsey, a professor at Penn State University who consults in Preston County, invited Mitchell to address Preston County special education teachers about service dogs for autistic students.

    "Autism seems to be something that's increasing in our school system," Dempsey said. "I had never heard of (autism service dogs) and I thought Preston County would benefit from the program."

    Sherry Miller, a resource teacher for grades kindergarten through sixth in Preston Schools, watched the presentation with interest. Miller works with an autistic child in the classroom and agreed it works for Lucas, though she hopes he can someday learn to communicate.

    "I can understand the nonverbal frustration (Lucas) has," Miller said. "When he's having his frustrating moments, he's trying to tell us something. And when he can't, that's when he's frustrated."

Service dog gives helping tail to autistic boy in Pennsylvania
http://www.dominionpost.com/a/news/2004/11/12/bd/

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 12.11.04

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Escoteiro autista expõe seu projeto

| Tracy Burton | Lansing State Journal | Michigan, 11/11/2004 |

Leonard Robitaille - um escoteiro que talvez seja o primeiro garoto autista no médio-Michigan a se tornar um Eagle Scout (equivalente a "Escoteiro da Pátria", o último nível do escotismo), exibirá seu projeto de mérito hoje.

O projeto é uma estrutura feita em casa para a guarda da bandeira norte-americana. Está localizada no lava-carros Wash Bright Car Wash, no endereço 5024 Midland Drive, em West Lansing.

Robitaille, 19 anos, é estudante na Sexton High School e no Lansing's Beekman Center. Ele ficrá encarregado de dar manutenção à estrutura.

-"Este é seu primeiro grande projeto", sua mãe, Joyce, conta. " Ele está excitado. Está feliz. Ele realmente quer isso."

    Autistic Eagle Scout unveils project

    Leonard Robitaille -
    a local Boy Scout believed to be the first autistic boy in mid-Michigan to become an Eagle Scout - will unveil his merit project today.

    The project is a homemade building for the retirement of U.S. flags. It's located at West Lansing's Wash Bright Car Wash, 5024 Midland Drive.

    Robitaille, 19, is a student at both Sexton High School and Lansing's Beekman Center. He will be in charge of maintaining the building.

    "This is his first big project," his mother, Joyce said. "He's excited. He's happy. He really wants this."

    Read more on this report in Friday's Lansing State Journal.

Autistic Eagle Scout unveils project
http://www.lsj.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20041111/NEWS01/411110363/1001/NEWS01

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 12.11.04

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Professora acusada de abusar de crianças autistas

| The Associated Press, via Orlando Sentinel, via Herald Tribune | Orlando, Flórida | 10.11.2004 |
Kathleen Garret
Kathleen Garrett, acusada de abusar de seus alunos autistas.
Uma professora de alunos com necessidades especiais em uma escola média em Casselberry foi presa nesta quarta-feira, acusada de bater e humilhar seus alunos autistas.

Kathleen Mary Garrett, 48 anos, de Casselberry, encara nove acusações de abuso infantil com agravante, e está presa na Cadeia do Condado de Seminole, com fiança de 7 mil dólares.

Garrett, que vinha ensinando na South Seminole Middle School, "intencional e repetidamente ameaçou, bateu e torturou essas vítimas em frente a seus pares", de acordo com o registro de prisão escrito pelo investigador James Goodman, da polícia de Casselberry.

Testemunhas reportaram ter visto Garret, que tem 1,80 metro e 136 kg, esmagar um aluno na carteira com seu corpo, esfregar o rosto de outro em seu próprio vômito e bater a cabeça de uma criança na carteira com tanta força que dois dentes caíram, informa o registro de prisão.

As testemunhas também declararam que Garret teria posto crianças em um banheiro e fechado a porta.

"Apesar de não poder ver o que acontecia, podiam escutar os móveis sendo jogados e as crianças gritando", escreveu o investigador. Ele não informou a identidade das testemunhas.

Garrett trabalha na escola há quatro anos. A polícia disse que receberam a primeira denúncia em 25 de outubro, mas estão investigando quando o alegado comportamento abusivo começou, disse o Tenente Dennis Stewart.

As autoridades escolares disseram que o Departamento de Crianças e Famílias [Department of Children & Families ] do Estado foi contactado sobre o problema, e Garrett foi suspensa com pagamento.

Da WFTV: Garret ainda está com o pagamento suspenso, mas poderá ser demitida em qualquer encontro do Quadro Escolar, o que poderá acontecer já na próxima terça-feira.

Os registros pessoais de Garret não mostram qualquer indicação de problemas, apesar de o Canal 9 ter falado com ao menos dois pais que disseram ter apresentado reclamações por escrito sobre ela há quatro anos. Essas reclamações não estavam nos seus arquivos.
    Casselberry teacher accused of abusing autistic children

    ORLANDO, Fla. -
    A special needs teacher at a Casselberry middle school was arrested Wednesday, accused of beating and humiliating her autistic students.

    Kathleen Mary Garrett, 48, of Casselberry, faces nine counts of aggravated child abuse, and was being held at Seminole County Jail on a $7,000 bail.

    Garrett, who teaches at South Seminole Middle School, "intentionally and repeatedly threatened, battered and tortured these victims in front of their peers," according to the arrest affidavit written by Casselberry police investigator James Goodman.

    Witnesses reported seeing Garrett, who is 6 feet tall and 300 pounds, pin a student to his desk with her body, push a student's face in vomit after he threw up and slam a child's head on a desk so forcefully that two teeth fell out, the affidavit said.

    Witnesses also said Garrett would take children into a bathroom and close the door.

    "Although they could not see what was going on, they could hear furniture being slammed around and children screaming," Goodman wrote. He did not release the identity of the witnesses.

    Garrett has worked at the school for four years. Police said they received the first complaint about her on Oct. 25, but are investigating when the alleged abusive behavior began, said Lt. Dennis Stewart.

    School officials said the state Department of Children & Families was contacted about the problem, and Garrett was
    suspended with pay. Garrett is still on paid suspension, but could be fired at any upcoming school board meeting,
    which could be as soon as Tuesday.

    Garrett's personnel file showed no indication of trouble, although Channel 9 has talked to at least two parents who
    say they presented written complaints about her four years ago. Those complaints were not in her file.

Casselberry teacher accused of abusing autistic children
http://www.heraldtribune.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20041110/APN/411101316

Teacher Accused Of Abuse Worked At Five Local Schools
http://www.wftv.com/education/3909509/detail.html

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 12.11.04

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Quinta-feira, Novembro 11, 2004

Suicídio duplo parte o coração de garota

| BBC | 10/11/2004 |

Uma mulher autista disse que seu coração está partido com a decisão de seus pais fazerem um pacto de suicídio porque não podiam enfentar a sua condição.

Bill e Wendy Ainscow, procedentes de Wirral, tomaram uma mistura de remédios antes de entrar no mar de Tenerife. O Sr. Ainscow, 75, morreu, e sua esposa, 64 anos, está no hospital.

A filha do casal, 33 anos, tem a síndrome de Asperger. Eles escreveram em um bilhete de suicídio que ela era "muito" para eles enfrentarem.

O Sr. e a Sra. Ainscow, que viviam em Birmingham, foram resgatados por um barco de pesca a semana passada.

Convicção

Eles escreveram um "bilhete de suicídio" para o Liverpool Daily Post, postado apenas algumas horas antes de entrarem no mar.

A condição da filha do casal faz com que ela tenha grande demanda de dinheiro, e contrair enormes dívidas.

No último ano, o Sr. Ainscow, um ex-agente do Correio, foi preso por furtar £50,000 em talões de benefícios para sustentar a compulsão de sua filha.

Ele foi solto pela Corte de Apelações quando explicou as cirscunstâncias.

A Srta Ainscow declarou ao Liverpool Echo:

-"Estou com o coração partido. É duro achar palavras para o que aconteceu. Gostaria que alguém ajudasse. Quero apenas que alguém me dê uma chance na vida."

Na sua carta, o Sr. e a Sra. Ainscow acusam a NHS, à qual fizeram um pedido oficial, de ter falhado em ajudá-los a olhar por sua filha, que está "gastando dinheiro mais rápido do que posso ganhar."

A carta diz:

"Achamos que esta é uma tarefa impossível, que tivemos de abandonar, já que ela (Lisa) está provando ser muito para enfrentarmos."

Não há ainda tentativa de providenciar nenhuma forma de ajuda, por essa razão decidimos que a única forma de sair é dar cabo de nossas vidas.

Viemos a Tenerife em um vôo barato e dormimos na praia nas últimas três noites enquanto ponderávamos sobre nossa situação mas vimos que teremos de acabar com nossas vidas já que não há nenhuma ajuda."


O cuidado com a Srta. Ainscow é responsabilidade dos serviços sociais de Wirral e Birmingham.
    Suicide pair's girl 'heartbroken'

    An autistic women says she is heartbroken by her parents' decision to make a suicide pact because they could not cope with her condition.

    Bill and Wendy Ainscow, formerly of Wirral, took a mixture of drugs before walking into the sea off Tenerife.

    Mr Ainscow, 75, died, and his 64-year-old wife is in hospital.

    The couple's daughter Lisa suffers from Asperger's syndrome. They said in a suicide note that the 33-year-old was "too much" for them to cope with.

    Mr and Mrs Ainscow, who had been living in Birmingham, were picked up by a fishing boat from the sea last week.

    Conviction

    They wrote a "suicide note" to the Liverpool Daily Post, posted only hours before the pair walked into the sea.

    The condition suffered by Mr and Mrs Ainscow's daughter causes her to make demands for money, and she has racked up huge debts.

    Last year Mr Ainscow, a former sub-postmaster, was jailed for stealing £50,000 in benefit books to help fund his daughter's addiction.

    He was freed by the Court of Appeal when it heard about his circumstances.

    Miss Ainscow told the Liverpool Echo: "I am heartbroken. It is hard to come to terms with what has happened.

    "I wish somebody would help. I just want someone to give me a chance in life."

    In their letter, Mr and Mrs Ainscow claims the NHS, to which they made an official complaint, failed to help them look after their daughter, who is "spending money faster than I can earn it".

    The letter reads: "We realise now that this is an impossible task which we have had to abandon as she (Lisa) is proving to be too much for us to cope with.

    "There is still no attempt to provide any form of help, therefore we have chosen that the only way out is to end our lives.

    "...We came to Tenerife on a cheap one-way flight and have been sleeping on the beach for the last three nights while we pondered the situation, but we realise that we will have to end our lives as there is no help whatsoever."

    Miss Ainscow's care is the joint responsibility of Wirral and Birmingham social services.
Suicide pair's girl 'heartbroken'
http://news.bbc.co.uk/1/hi/england/merseyside/4003665.stm

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 11.11.04

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Quarta-feira, Novembro 10, 2004

Homem autista desaparecido foi encontrado morto

| Canada News | 9/11/2004 |

Um homem autista de 46 anos foi achado morto em um rio depois de desaparecer de sua casa há mais de duas semanas.

A polícia de Halton, Ontário, disse que mergulhadores encontraram o corpo de Randy Mogridge na segunda-feira, nas águas do Sixteen Mile Creek. Sua família reconheceu o corpo horas depois.

A causa de sua morte não foi determinada de imediato.

A descoberta se deu menos de 24 horas depois da polícia retomar as buscas por Mogridge, que era autista, bipolar, tinha epilepsia e não falava.

As buscas foram retomadas depois da descoberta de um pé de sapato com suas iniciais.

O sapato foi encontrado por um amigo da famílias em uma área a poucas quadras da residência assistida do homem, em Oakville.

O desaparecimento de Mogridge originou uma grande busca que envolveu a polícia, a família e centenas de voluntários. As buscas tinham sido suspensas em 3 de novembro.

O seu irmão Dean disse que a família está aliviada porque as buscas se encerraram. "A única coisa que nos preocuparia era não encontrá-lo", ele disse, "Havia toneladas de pensamentos ruins!"

"Se Randy tinha de ir, isso não foi tão ruim. Tivemos a oportunidade de tocar muitos corações," acrescentou Mogridge.

No começo da semana, os voluntários descobriram um cordão de sapato perto de onde o corpo fôra visto a última vez, mas o descartaram, porque havia sido dito que Mogridge estaria usando sapatos pretos com Velcro.

Mas no sábado a descoberta do sapato com suas iniciais dentro, levaram a polícia a conduzir uma busca dentro do rio, explicou o sargento Jeff Corey.

"Sabemos que Randy tinha fascinação por água... e não havia absolutamente evidências do momento em que Randy deixou o Centro Regional de Oakland [Oaklands Regional Centre] que indicasse que ele tivesse ido para qualquer outro lugar que não o rio", disse Corey.

Gloria, a mãe de Mogridge, tinha dito que desejava saber porque os cuidadores de seu filho deram à polícia a informação errada sobre o que ele vestia quando desapareceu. Há também questões sobre como um homem deficiente pôde simplesmente sair de sua casa, no Oaklands Regional Centre, em 24 de outubro.
    Missing autistic Oakville man found dead

    A 46-year-old autistic Ontario man has been found dead in a local creek after disappearing from his home more than two weeks ago.

    Police in Halton, Ontario, said divers discovered Randy Mogridge's body on Monday in deep water in Sixteen Mile Creek. His family identified the body several hours later.

    The cause of his death was not immediately known.

    The discovery comes less than 24 hours after police renewed their search for Mogridge, who was autistic, bipolar, had epilepsy and was unable to speak.

    The renewed search was prompted by the discovery on Saturday of a running shoe with his initials written inside.

    The shoe was found by a family friend who was searching an area a few blocks away from the man's group home in Oakville.

    Mogridge's disappearance sparked a massive search effort that involved police, family members and hundreds of volunteers. The search was called off Nov. 3.

    Mogridge's brother Dean said the family is relieved the ordeal is over. "The one thing that would have bothered us more than anything is not finding him," he said. "There's tons of thoughts that can go with that."

    "If Randy had to go, this wasn't too bad. He had the opportunity to touch a lot of people's hearts," Mogridge added.

    Earlier in the week, searchers had spotted a lace-up sneaker near where the body was ultimately found, but discounted it since Mogridge was said to be wearing black shoes with Velcro fasteners.

    But Saturday's re-discovery of the shoe, which had Mogridge's initials inside it, tipped off police to conduct a search underwater, Halton police Sgt. Jeff Corey Corey said.

    "We do know that Randy had a fascination for water... and there were absolutely no sightings from the moment Randy left the Oaklands Regional Centre to indicate that he walked anywhere other than into the river," Corey said.

    Mogridge's mother Gloria has said she wants to know why her son's caregivers gave police the wrong information about what he was wearing when he disappeared. There are also questions about how the disabled man was allowed to simply wander away from his home, Oaklands Regional Centre, on Oct. 24.

Missing autistic Oakville man found dead
http://www.mytelus.com/news/article.do?pageID=cbc/canada_home&articleID=1761518

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 10.11.04

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Terça-feira, Novembro 09, 2004

O verdadeiro "Rain Man" parece estar mais esperto

| Fox News | 8/11/2004 |

Cientistas da NASA estão estudando o savant Kim Peek, na esperança de que a tecnologia usada para estudar os efeitos das viagens espaciais no cérebro ajudem a explicar suas habilidades mentais.


Na semana passada, pesquisadores puseram Peek - inspirador do personagem de Dustin Hofman em "Rain Man" - sob uma bateria de testes, incluindo tomografia computadorizada e ressonância magnética, cujos resultados serão usados para criar um modelo tridimensional da estrutura de seu cérebro.

Os cientistas querem comparar uma série de imagens de ressonância magnética tomadas em 1988 pelo Dr. Dan Christensen, neurologista de Peek na Universidade de Utah, para observar o que mudou desde então.

Não apenas seu cérebro e suas habilidades são únicas, notou Richard D. Boyle, diretor do centro da California que relizou os exames, mas parece que ele ficou mais hábil em suas especialidades com o passar do tempo.

Peek, de 53 anos, é chamado "mega-savant", porque é um gênio em cerca de 15 diferentes assuntos, de história, literatura e geografia a números, esportes, música e datas. Mas ele também é severamente limitado em outras questões, como não ser capaz de se vestir sozinho.

"A meta é medir o que acontece no cérebro de Kim quando ele expressa coisas e quando pensa sobre elas", disse seu pai, Fran.

Ele chamou a atenção da NASA quando deu uma palestra no Rotary Club na Califórnia central.

Quando Kim nasceu, os médicos encontraram uma acumulação de água no lado direito do seu crânio, similar à hidrocefalia. Oa últimos testes mostraram que os hemisférios de seu cérebro não são separados, formando uma única, larga área de "banco de dados".

É mais ou menos por isso que Peek é capaz de memorizar mais de 9 mil livros, explica seu pai.

Mas ele tem deficiências em outras áreas; suas habilidades motoras se desenvolveram mais lentamente que nos seus pares.

Fran Peek não precisa dos resultados dos testes para saber o que mudou no seu filho nos últimos 16 anos.

Ele era um jovem retraído, com poucas habilidades sociais quando o filme o trouxe ao conhecimento público. Mas agora, depois de falar a mais de 2 milhões de pessoas ao longo dos anos, seu pai diz que ele se tornou mais calmo e se sente mais tranqüilo ao falar com as pessoas.

Ele também deixou de ler apenas não-ficção, conta Fran Peek, mas se interessa por alguma ficção, tal como os livros de Stephen King, porque é sobre isso que muitas pessoas falam.

Quando morava em Utah, Peek gastava as tardes na Biblioteca Pública de Salt Lake City, debruçado sobre livros, muitas vezes memorizando listas telefônicas e catálogos de endereços.

Kim Peek foi o modelo em que o autor Barrow Morrow se inspirou para o roteiro original de "Rain Man", mas o produto final guardou apenas uma pequena parte da história original.
    Real-Life 'Rain Man' Seems to Be Getting Smarter

    SALT LAKE CITY -
    NASA scientists are studying autistic savant Kim Peek, hoping that technology used to study the effects of space travel on the brain will help explain his mental capabilities.

    Last week, researchers had Peek - who was the basis for Dustin Hoffman's character in the 1988 film "Rain Man" - undergo a series of tests including computerized tomography and magnetic resonance imaging, the results of which will be melded to create a three-dimensional look at his brain structure.

    The researchers want to compare a series of MRI images taken in 1988 by Dr. Dan Christensen, Peek's neuropsychiatrist at the University of Utah, to see what has since changed within his brain.

    Not only are Peek's brain and his abilities unique, noted Richard D. Boyle, director of the California center performing the scans, but that he seems to be getting smarter in his specialty areas as he ages is unexpected.

    The 53-year-old Peek is called a "mega-savant" because he is a genius in about 15 different subjects, from history and literature and geography to numbers, sports, music and dates. But he also is severely limited in other ways, like not being able to find the silverware drawer at home or dressing himself.

    "The goal is to measure what happens in Kim's brain when he expresses things and when he thinks about them," said his father, Fran.

    He came to the attention of NASA researchers at the Center for Bioinformatics Space Life Sciences at the NASA-AMES Research Center when he spoke in late October at a Rotary Club in central California.

    When Kim Peek was born, doctors found a water blister on the right side of his skull, similar to hydrocephalus. Later tests showed his brain hemispheres are not separated, forming a single, large "data storage" area.

    It is likely that is why Peek has been able to memorize more than 9,000 books, his father said.

    But he has lagged in other areas; his motor skills developed more slowly than those of his peers.

    Fran Peek doesn't need the test results to know much has changed for his son in the last 16 years.

    He was a shy young man with few social skills when the movie propelled him to public notice. But now, after speaking to more than two million people over the years, his father says he become calmer and is more at ease speaking in front of people.

    He also no longer reads only nonfiction, Fran Peek said, but has dabbled with some fiction, such as books by Stephen King, because that is what so many people talk about.

    When he's home in Utah, Peek spends afternoons at the Salt Lake City Public Library poring over books, even memorizing phone books and the Cole's address directory.

    Kim Peek was the model author Barrow Morrow used for the original "Rain Man" script and screenplay, but the final product retained only a small part of the original story.
Real-Life 'Rain Man' Seems to Be Getting Smarter
http://www.foxnews.com/story/0,2933,137901,00.html

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 9.11.04

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Sexta-feira, Novembro 05, 2004

AVISO IMPORTANTE DE SEGURANÇA:
RETIRADA DAS ESCOVAS DE DENTES E REFIS ORAL-B CROSSACTION POWER.

| www.oralb.com.br | Mariana Mello, na Comunidade Virtual Autismo no Brasil | 27/10/2004 |

Caros Consumidores:

Estamos escrevendo para informá-los sobre uma importante questão referente à cabeça da escova Oral-B CrossAction Power, que se soltou durante a escovação.

A) Instruções especiais aos cuidadores de pessoas portadoras de deficiência física ou mental

Foram reportados três incidentes com pessoas portadoras de deficiência física ou mental, como paralisia cerebral ou autismo, enquanto seus dentes eram escovados pelos pais ou por pessoa responsável por seus cuidados. Durante a escovação, a cabeça da escova de dentes se soltou, ficou presa na garganta ou foi engolida. Isto pode ter ocorrido quando a trava foi mordida ou bateu no dente da frente. Nenhum destes consumidores sofreu danos permanentes, mas o atendimento médico foi necessário.

Em vista disto, nós recomendamos a suspensão do uso das escovas dentais e refis Oral-B CrossAction Power em situação de escovação assistida envolvendo pessoas com problemas especiais. Nenhum outro produto Oral-B foi afetado.

Se você estiver utilizando atualmente a escova CrossAction Power para assistir à escovação de pessoas com necessidades especiais, a Oral-B substituirá este produto ¿ sem custo ¿ pela escova à pilha Oral-B D4 e mais adequada para escovação assistida por ter um sistema de fixação diferente.

Por favor, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo 0800 100 193 e a Oral-B informará como proceder para realizar a devolução do produto atual e a substituição pela escova à pilha Oral-B D4.

B) Informações para outros consumidores Além disso, entre os consumidores que não se enquadram no grupo com necessidades especiais, houve um pequeno número de casos relatados em que a cabeça da escova se soltou na boca. Nenhum destes consumidores a engoliram, não houve necessidade de atendimento médico e não houve nenhum caso de danos permanentes. Recomendamos que todos os usuários tomem cuidado para não morder a cabeça da escova durante a escovação.

C. Informações Gerais

A Oral-B já desenvolveu um novo modelo de cabeça da escova CrossAction Power, que elimina a possibilidade de destravamento. O novo refil, quando disponível, poderá ser utilizada na escova CrossAction Power que está atualmente no mercado. As novas escovas e refis estarão disponíveis no mercado nos primeiros meses de 2005.

O consumidor pode ligar no telefone 0800 100 193 ou sac@gillette.com.br, caso tenha alguma dúvida sobre o uso deste produto.

Nós decidimos tomar esta atitude porque a segurança do consumidor é prioridade para a Oral-B.

Obrigado por usar os produtos Oral-B.

Atenciosamente

Gillette do Brasil Ltda.
Divisão Oral-B
www.oralb.com.br

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 5.11.04

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Quinta-feira, Novembro 04, 2004

Meu mundo e nada mais

| Claudia Gisele | Revista Sentidos | 19/8/2004 |

O autismo é uma síndrome que acomete 1 a cada 1.000 crianças. Conhecer suas características é essencial para entender que a pessoa com autismo precisa de cuidados especiais, como proteção.


Nada faz sentido. Nada mesmo. Para uma pessoa com autismo - um distúrbio de desenvolvimento mental -, integrar-se com o mundo é uma tarefa difícil. Em alguns casos, impossível. Trata- se de alguém com sério comprometimento na comunicação, que não entende sentimentos alheios e os próprios sentimentos e que possui comportamento fora de padrões. Se estiver com frio, não será capaz de abrigar-se. Se estiver caminhando e um abismo aparecer, não cessará os passos. Existem níveis de severidade dentro do autismo e as características dessa síndrome são variáveis, menos uma: a vulnerabilidade. Por terem essa dificuldade de compreender o mundo e a si mesmas, são pessoas expostas a perigos e a manipulação.

Por isso, a incidência de casos em que autistas são submetidos a situações de abuso ou agressividade é preocupante. Aconteceu com o garoto L.N., 10 anos. O juizado infantil da cidade onde L.N. morava tomou conhecimento que ele sofria abuso sexual de seu pai. A mãe, que é deficiente mental, nada fazia para defende-lo e o garoto, sendo autista, suportava a situação em silêncio. A prefeitura da cidade de L.N. passou a custear seu tratamento no Núcleo de Integração Luz do Sol, uma residência terapêutica especializada no tratamento de autismo, localizada em Atibaia, interior de São Paulo. O pai do garoto está preso. "A pessoa autista é indefesa", afirma o psicólogo Mauro Stepanies, 35 anos, diretor do Núcleo.

"A não identificação do autismo leva os pais a sentirem fracasso na tarefa de educar. A aparente falta de colaboração por parte da criança a expõe ao risco de ser punida por desobediência. As relações familiares ficam envenenadas", explica. Esse desgaste na relação é constatado pela observação de casos que Stepanies acompanha em Atibaia.

"Sabemos muitas coisas que podem causar o autismo, porém não conseguimos encontrar uma causa única para todos os casos. Inúmeras condições já foram identificadas e algumas delas poderiam ter sido evitadas pelas mães durante a gestação, como a ingestão de bebidas alcoólicas e o contato com o vírus da rubéola", explica o neurologista Salomão Schwartzman.

Leia a íntegra desta reportagem na edição 24 da Sentidos.
Assine a revista Sentidos. Clique aqui ou ligue para (11) 3038-1432 - Central de Atendimento.

Meu mundo e nada mais
http://www.sentidos.com.br/revista/materia.asp?codpag=676&codtipo=4&subcat=120&canal=revista

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 4.11.04

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Quarta-feira, Novembro 03, 2004

SafeMinds demontra urgência da epidemia de autismo em novo estudo

| SafeMinds, via Life Science News | 11/1/2004 |

Em uma nova e constrangedora revisão de quatro décadas de estudos sobre autismo ao redro do mundo, Mark Blaxill, diretor do SafeMinds e pai de uma criança diagnosticadqa com autismo, oferece provas conclusivas de que o aumento nas taxas de autismo relatado nos EUA e Reino Unido é bastante real. No trabalho, publicado no novo número da respeitada revista Public Health Reports (Relatórios de Saúde Pública), Blaxill convincentemente contradiz as repetidas (e infundadas) especulações de um pequeno grupo de influentes especialistas em autismo, que têm divulgado a errada visão de que o dramático aumento das tqaxas de autismo nesses doiis países é o resultado na mudança de padrôes diagnósticos e melhores relatórios dos casos.

"Simplesmente precisamos encarar a realidade de que a explosiva taxa de autismo é uma grande crise ambiental sem precedentes a afetar centenas de milhares de famílias", alerta Blaxill. "Já pasosu a hora das autoridades de saúde pública de ambos os países aceitarem este trágico fato e devotarem a necessária atenção e recursos para investigar as raízes da epidemia de autismo."

Em seu novo estudo, uma preocupante e detalhada revisão de estudos de mais de 50 anos da prevalência de autismo ao redor do mundo, Blaxill identifica todas as fontes potenciais de preconceitos e erros nesses levantamentos e demonstra que nenhum deles é suficiente para explicar uma parcela significativa da taxa de aumento do autismo relatada em 19 estudos publicados, efetuados com crianças dos EUA e do Reino Unido. "Muitos pesquisadores de autismo falharam com a ocmunidade ao negar-se a soar o alarme sobre o grave aumento nas taxas de autismo nos últimos 10 a 15 anos. Eles distorceram os fatos e falharam com seus colegas cientistas ao encorajar a confortadora, mas incorreta crença de que a epidemia autista não é real", diz Blaxill. "Se vemos este tipo de aumento em uma deficiência como a conseqüência de uma infecção, o CDC teria de declarar, muito tempo atrás, uma emergência nacional. É hora de nossas autoridades da Saúde saírem da fase de negação e começar a agir com responsabilidade. O futuro de nossas crianças depende disso."

A análise de Blaxill demonstra que as taxas reais de autismo têm aumentado de menos de 3 por 10.000 nos Estados Unidos para bem mais de 30 por 10.000, com um aumento similar nos outros casos do espectro. As taxas no Reino Unido atingiram mais de 60 por 10.000. "Não importa ocmo você olha os dados, a verdade é inegável. Autismo é uma emergência de sáude pública que deve ter uma causa ambiental. É tempo de começar a fazer alguma coisa" - conclui Blaxill.
    SafeMinds Demonstrates Urgency Of Autism Epidemic In New Study

    In a new and compelling review of four decades of autism surveys from around the world, Mark Blaxill, a Director of SafeMinds and the parent of a child diagnosed with autism, provides conclusive proof that the reported increase in autism rates in the United States and the United Kingdom is very real. Publishing in the newest issue of the respected, peer-reviewed journal, Public Health Reports, Blaxill persuasively contradicts the repeated (and unfounded) speculations of a small group of influential autism experts. These experts have promoted the erroneous view that the dramatic reported rise in the rates of autism in these two countries is a result of changing diagnostic standards and better reporting of cases.

    "We simply must face the reality that the exploding rate of autism is a major and unprecedented environmental crisis affecting hundreds of thousands of families," said Blaxill. "It is long past time for public health authorities in both countries to accept this tragic fact and to devote the necessary attention and resources to investigating the root causes of the autism epidemic."

    In his new study, a comprehensive and detailed review of over fifty autism prevalence surveys from around the world, Blaxill identifies all the potential sources of survey bias and error in these surveys and demonstrates that none of these is sufficient to explain a meaningful part of the increasing autism rates reported in 19 published surveys of American and British children. "A handful of autism researchers have failed the autism community by neglecting to sound the alarm over the sharp increases in autism rates in the last 10-15 years. They have distorted the facts and deceived their fellow scientists by encouraging the comforting, but incorrect belief that the autism epidemic is not real," said Blaxill. "If we saw this kind of increase in a disability as a consequence of an infectious disease, the CDC would have long ago declared a national emergency. It's time for our public health officials move out of the denial phase and start acting responsibly. Our children's futures depend on it."

    Blaxill's analysis demonstrated that real rates of autistic disorder have risen from less than 3 per 10,000 in the United States to well over 30 per 10,000, with a similar increase in cases on the broader autistic spectrum. Rates in the United Kingdom have risen a bit less sharply, but the rate of autistic spectrum disorders has reached over 60 per 10,000 there as well. "No matter how you look at the data, the truth is inescapable. Autism is a public health emergency that must have an environmental cause. It's time we started doing something about it," concluded Blaxill.

    CONTACT: Joe Giganti of SafeMinds, +1-703-928-9695, Joe@VeritasMediaGroup.com

    Web site: www.safeminds.org/
SafeMinds Demonstrates Urgency Of Autism Epidemic In New Study
news.biocompare.com/newsstory.asp?id=56829

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 3.11.04

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Artistas se unem para ajudar escola de autistas

| Aventura News | MIAMI'S COMMUNITY NEWSPAPERS | Florida | 28/10/2004 |

Nesta sexta-feira, 29 de outubro, a Art Fusion Galleries vai sediar uma exibição de arte mostrando a visão de William Braemer e Jay Jakela, assim como um caleidoscópio de 30 artistas internacionais. É um evento que vai beneficiar a Escola Vitória para Crianças com Autismo - Victory School for Children with Autism.

Gina Barroso, vencedora do Prêmio Emmy, ex-âncora e repórter da Telemundo, Univision e do Canal 10 WPLG, será a mestra de cerimônias do evento e conduzir o leilão, que inclui uma escultura doada por Gladys Nieves, obras de midia mista criadas por William Braemer e muitos outros ítens fabulosos. O evento contará, ainda, com um Martini Bar da Hpnotiq e manobristas do South Florida Parking.

A missão da The Victory School é prover esperança, educação e oportunidade para crianças com autismo e suas famílias. O programa individualizado, baseado nos princípios do ABA (applied behavior analysis - Análise do Comportamento Aplicada), definiu um novo padrão para o tratamento do autismo e serve como exemplo para outros programas comunitários.

Para mais informações sobre The Victory School visite www.thevictoryschool.org
    Artists unite to support autism school

    On Friday, October 29th, Art Fusion Galleries will host an art exhibition showcasing the vision of William Braemer and Jay Jakela, as well as a kaleidoscope of 30 International Artists. It's a "black and white" event which will benefit The Victory School for Children with Autism.

    Gina Barroso, Emmy Award Winner, as well as former anchor and reporter for Telemundo, Univision and WPLG Channel 10, will emcee the event, as well as conduct the live auction, which includes a sculpture donated by Gladys Nieves, mixed media art work created by William Braemer and many other fabulous items. Underwriters of the event include a Martini Bar by Hpnotiq and complimentary valet parking by South Florida Parking.

    The mission of The Victory School is to provide hope, education and opportunity to children with autism and their families. The individualized program, based on the principles of applied behavior analysis, has set a new standard for the treatment of autism and serves as an example for other programs in the community.

    For more information about The Victory School visit www.thevictoryschool.org or call Jessica Cerda-Hernandez, executive director at 305-466-1142. For inquiries on Art Fusion Galleries contact William Braemer at (305)573-5730.
Artists unite to support autism school
www.communitynewspapers.com/2004/aventura/entertainment1.htm

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 3.11.04

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Vacina de gripe com mercúrio preocupa pais

| Kenny Goldberg KPBS | SAN DIEGO, Califórnia, EUA | 3/11/2004 |

Além da falta generalizada de vacinas para a gripe este ano, há também um limitado estoque de vacinas livres do conservante Thimerosal, o que preocupa alguns pais de crianças pequenas, que acreditam que essa substância está ligada ao autismo.

Apenas cerca de 4,5 milhões de vacinas estão disponíveis este ano, o que não é suficiente para vacinas todas as crianças entre seis e 23 meses, como recomendam as autoridades federais da Saúde.

Lisa Ackerman dirige o grupo Falando sobre Curar o Autismo (Talk About Curing Autism). Ela diz que os pais deveriam pensar duas vezes sobre dar a seus filhos uma vacina contendo Thimerosal:

-"Acho que o risco da vacina versus pegar a gripe é alto. Assim, eu não a recomendo."

Mas as autoridades federais de Saúde dizem que estudos mostram que Thimerosal não é prejudicial às crianças.

Ainda assim, eles pediram aos fabricantes que retirassem o conservante das vacinas infantis.

    Mercury-Based Flu Shot Concerns Parents
    KPBS SAN DIEGO (2004-11-03)
    Amidst the general shortage of flu shots this year, there's also a limited supply of vaccine that is free of the preservative thimerosal. That concerns some parents of young children, who believe the mercury-based preservative is linked to autism. KPBS Reporter Kenny Goldberg has the story.

    Only about 4.5 million doses of thimerosal-free flu vaccine are available this year. That's not nearly enough to vaccinate all infants between six and 23-months old, as federal health officials recommend.

    Lisa Ackerman directs the group Talk About Curing Autism. She says parents should think twice about getting their child a flu shot that contains thimerosal.

    Ackerman: I think the risk of the flu vaccine versus getting the flu is higher. So I just don't recommend it.

    But federal health officials say studies show thimerosal is not harmful to children.

    Even so, they've asked manufacturers to remove the preservative from childhood vaccines. Kenny Goldberg, KPBS News.
Mercury-Based Flu Shot Concerns Parents
http://www.publicbroadcasting.net/kpbs/news/news.newsmain?action=article&ARTICLE_ID=702444

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 3.11.04

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Segunda-feira, Novembro 01, 2004

Agência dá esperança a garota autista

| Marshall White | St Joe News-press | 17/10/2004 |

Todos os dias, uma jovem se levanta pela manhã e vai para o trabalho, grata à United Way de Greater St. Joseph. Este simples ato trouxe esperança a Sophia Dunning, 21, e a sua família.

Sophia tem uma desordem comportamental chamada autismo. Pessoas autistas se caracterizam por variáveis graus de dificuldades de comunicação, interação social, e padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento.

Ela não falou antes dos seis anos de idade, conta sua mãe, Misty Dunning.

-"Vivíamos preocupados com ela nunca ser capaz de conseguir um bom emprego", diz John Dunning, seu pai.

Seus anos na High School do Distrito de St. Joseph se caracterizaram por problemas e pelas pessoas tirando vantagem de sua boa natureza, conta sua mãe.

Mas, nos últimos quatro anos, esta garota de 21 anos floresceu, comemoram seus pais.

A Specialty Industries criou um ambiente protegido onde as pessoas podem usar suas habilidades com supervisão extra que não haveria em um ambiente profissional regular.

A Specialty Industries de St. Joseph, uma das 17 agências da United Way, desenvolveu um ambiente de trabalho produtivo para a Srtª Dunning e mais 110 outras pessoas, conta Gloria Thomas, presidente da corporação.

A agência começou em 1966 com dois membros na equipe e quatro empregados na produção. A Srª Thomas diz que, graças à forte ética de trabalho dos empregados da produção, a companhia nunca perdeu um prazo, nestes 38 anos. Os empregados não fazem trabalho improdutivo, ela explica.

O trabalho da Srtª Dunning varia de acordo com cada contrato, mas geralmente ela está envolvida com montagem de produtos, rotulagem e empacotamento. Saber que pode trabalhar e receber um contracheque foi uma mudança positiva na sua vida.

-"Sophia se mostrou uma funcionária excelente e dedicada que se somou à nossa força de trabalho", conta a Srª Thomas.

"Sua auto-confiança tem aumentado e ela tem aprendido muito sobre si mesma", disse Bryan Palmer, assistente social do Albany Regional Center, uma agência estatal que também ajuda a família Dunning.

No seu tempo livre, Sophia agora escreve histórias e as ilustra. O dinheiro de seus contracheques vai para pagar material de arte com que ela continua a trablahar em um livro que espera seja publicado nos próximos cinco anos.

-"É por gente como Sophia que a United Way está em toda a parte tentando levantar fundos", afirmou Stet Schanze, diretor de campanhas da United Way.

Mas gerar oportunidades através da Specialty Industries custa dinheiro - dinheiro que ajuda a organização a competir e ser competitiva, diz a Srª Thomas.

Este ano, a United Way tenta levantar um total de US$ 3,2 milhões para ocntinuar a apoiar os esforços da Specialty Industries e dezesseis outras agências e várias iniciativas comunitárias.

-"A United Way é uma organização maravilhosa que traz esperança a pessoas e famílias que alcançam um apoio para lidar com os problemas", diz a Srª Dunning. Mas ainda temos um longo caminho a percorrer se queremos conseguir mais opções e oportunidades.
    Agency gives hope to woman with autism

    Each day during the week, a young lady gets up in the morning and goes to work, thanks in part to the United Way of Greater St. Joseph. This simple act has brought hope to Sophia Dunning, 21, and her family.

    Miss Dunning has a developmental disorder known as autism. People with autism can be characterized by varying degrees of impairment in communication skills, social interactions, and restricted, repetitive and stereotyped patterns of behavior.

    She didn't talk until she was 6 years old, said Misty Dunning, her mother.

    "We were worried she'd never be able to have a safe job," said John Dunning, her father.

    Her high school years in the St. Joseph School District were characterized with problems and people taking advantage of her good nature, Mr. Dunning said.

    But for the last four years, this 21-year-old woman has blossomed, her parents said.

    Specialty Industries provides a sheltered environment where people can use their abilities with extra supervision that wouldn't be provided in a regular work environment.

    Specialty Industries of St. Joseph, one of 17 United Way agencies, provides a productive work environment to Miss Dunning and 110 other individuals, said Gloria Thomas, president of the corporation.

    The agency began in 1966 with two staff members and four production employees. Ms. Thomas said that thanks to the production employees' strong work ethic, the company has never missed a deadline in its 38 years. Production employees don't do busy work, she said.

    Miss Dunning¿s work varies with each contract, but generally she is involved in product assembly, labeling and packaging. Knowing she can work and earn a paycheck has made a positive change in Miss Dunning's life.

    "Sophia's become an excellent production employee and is a hard worker who adds to our quality work force," Ms. Thomas said.

    "Her confidence has really raised and she's learning more about herself," said Bryan Palmer, a caseworker with the Albany Regional Center, a state agency that is also helping the Dunning family.

    In her spare time, Sophia now writes stories and illustrates them. Money from her paychecks goes to pay for art supplies as she continues to work on a book she hopes will be published in the next five years.

    "It's people like Sophia Dunning that the United Way is all about as we try to raise funds," said Stet Schanze, United Way campaign chairman.

    But providing opportunities through Specialty Industries costs money - money that helps the organization compete and be competitive, Ms. Thomas said.

    This year, the United Way is trying to raise a total of $3.2 million to continue to support the efforts of Specialty Industries and 16 other agencies and a number of community wide initiatives.

    "The United Way is a wonderful organization that gives promise and hope to people and families who reach a stone wall in dealing with problems," Mr. Dunning said. "But we've still got a long way to go if were going to provide more options and opportunities."
Agency gives hope to woman with autism
http://www.stjoenews-press.com/Main.asp?SectionID=81&SubSectionID=272&ArticleID=57991

Se for reproduzir, por favor dê o crédito: Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia em 1.11.04

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